Este é meu primeiro post para o novo blog do Birner…
A posição de titular e a companhia dos outros craques é quase garantia de sucesso para o blog, mas como jogo não se ganha antes do apito final, melhor parar com a rasgação de seda e fazer a bola rolar.
Comecemos pelo item número um, básico, essencial e mais fundamental para uma partida futebol, depois, obviamente, da bola: o uniforme.
O que no início servia apenas para separar quem é quem em campo é, já há algum tempo, grande fonte de renda e excelente porta voz dos valores que o clube deseja passar aos amantes do futebol.
Antes de citar exemplos, falemos um pouco do que representam.
Quando vemos, por exemplo, um documentário sobre o Xingu, é comum ver um ou outro índio com uma surrada e inconfundível camisa do Flamengo.
Nesse caso a mensagem que está implícita na imagem é a confirmação da forte penetração da torcida flamenguista Brasil a dentro. Uma simples camisa vira demonstração de força do clube carioca.
Uma camisa laranja no peito de jogadores que normalmente envergavam verdes, grenás e brancas também pode ser lida como sinal, só que de inovação.
Foi o caso do Fluminense. Anos atrás, o clube lançou uma que homenageava o Bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, onde fica a sua sede. Recorde de vendas!
O Palmeiras tentou sair da monotonia alviverde com o prata ano passado. Não foi exatamente um sucesso. Mas a deste ano caiu nas graças do torcedores. Se é verde limão ou amarelo sinalização pouco importa. É nova e tem personalidade. Quem não gostar que continue comprando a tradicional.
O Corinthians trocou o branco da sua camisa listrada pelo dourado na confeccionada especialmente para participar da Libertadores. Tiro n’água. O time foi mal e levou a camisa junto.
Mas ninguém no mundo entendeu tão bem o valor da sua camisa quanto os clubes europeus, especialmente os espanhóis Real Madrid e Barcelona.
Ambos perceberam que não existe melhor cartão de visita que seus uniformes oficiais. No caso do Barcelona, a ausência de patrocínio tornava o fardamento ainda mais sagrado. Quando apareceu alguém para dividir espaço com o escudo do time foi a Unicef. Golpe de mestre.
O Barça já teve camisas de quase todas as cores: douradas, amarelas, azuis, laranjas, com finíssimas listras, com uma faixa na diagonal a la Vasco da Gama … Mas enquanto tudo isso acontecia, sua camisa número 1 permanecia impecável. Alguma variação no tamanho das listras e só.
O Real Madrid idem. Já foi roxo, azul escuro, preto, azul claro. Cada uma das contratações da era galáctica quebra recordes de vendas de camisas: Ronaldo, Figo, Beckham … Diziam que o valor gasto na contratação dos jogadores era pago pela venda de camisas. Também não exageremos.
Quando fez sua pré temporada no Oriente colocou ideogramas com o nome dos atletas nas costas reforçando o conceito de cartão de visita. Já que é para se apresentar, que seja no idioma que os orientais entendem.
Tal qual o arqui-rival catalão, o clube merengue mantinha sua camisa principal como tinha quer ser: simples e branca.
Por tudo isso sou contra o abuso publicitário nas camisas dos clubes brasileiros.
Vi um jogo do Náutico onde mal consegui ler ou contar quais os patrocinadores do time. Tem patrocínio na gola, no peito, no calção, na meia, no ombro … Alguém faça alguma coisa.
Kassab, que tal você? Isso também é poluição visual!
Nos eventos oficiais da FIFA, ou as seleções não podem usar nenhum tipo de patrocínio ou os clubes tem que respeitar limites. Que tal importar a idéia?
Resumindo: todo torcedor que gosta do time deseja a sua camisa. Contudo, por maior que seja o amor pelo clube, se for bonita ajuda muito.
Tanto é que muitos torcedores se referem a determinados modelos de camisas do seu time como mais ou menos bonitas.
Falando do São Paulo, todos elogiam a camisa do Mundial de 2005. O modelo laranja de Rogério Ceni, recém lançada, vive esgotada e só foi usada 2 vezes pelo goleiro.
Pensando em Brasil, quantos ainda não desejam a camisa da seleção de 1982?
O torcedor quer novidade e qualidade, contudo não abre mão da dignidade.



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a camisa do Sao PAulo do mundial com as listras na altura do peito e´ disparada a mais bonita que o time teve, por que mudou? tem previsao de voltar a ser essa?
Comentário por Sergio — 15/10/2007 @ 6:37
Sérgio,
também acho a mais bonita dos últimos tempos. A “retrô ” da Reebok tb me agrada. A do Mundial só nos agrada pq respeita normas impostas pela FIFA. Pena que as normas só tem valor em torneios organizados por ela.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:46
Rui, infelizmente os clubes brasileiros precisam dos seus patrocínios nas camisetas. Isso eleva o valor das cotas pagas pelos patrocinadores.
Além disso, paga-se cada vez mais aos times que tem mais jogos televisionados. Assim, o que está estampado vale muuuuito.
Adorei sua primeira participação.
Continue assim.
Aliás, sou fã do trabalho da WBrasil.
Comentário por Cauê — 15/10/2007 @ 8:16
Cauê,
sou publicitário e entendo a necessidade de conseguir uma renda extra para os clubes. Não sou contra não mas sinceramente desconfio da eficiência de um punhado de marcas brigando por espaço em uma mesma camisa.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:48
Bacana o texto!!! Essa coisa de 500 patrocínios na camisa me lembra dos times franceses…lembra da camisa do PSG na época do Raí???rs Outdoor ambulante…
Comentário por Flávio — 15/10/2007 @ 8:46
Fala, Branquinho! Bom dia!
Concordo em gênero, número e grau com você. Minha esposa e eu sempre discutimos que há exageros demais na veiculação de logotipos em uniformes, na busca louca por uns trocados a mais. Houve um time, há algum tempo, que estampou o logo de um patrocinador na parte de trás do shorts… só que os jogadores deixavam as camisetas para fora, e o esforço de comunicação ia “por água abaixo”.
Os atletas viraram simples mídias alternativas. Nada têm a dever em relação aqueles trabalhadores que carregam placas de foto 3×4 e chapa do pulmão (ou “compro ouro”) em pleno centro de SP.
Banalizaram os uniformes, a maior referência entre time e torcida. Esquecem que ao invés de 300 logotipos, poderiam ter apenas 1, que pague pelos 300. Simples. Objetivo. Direto. Quer estampar sua marca na camisa do maior time local? Pague.
Infelizmente, temos muitos profissionais hoje em dia que nunca leram um Kotler, mas acham que entendem tudo de Marketing. Mas, se Mkt é isso, então pare o mundo, que eu quero descer.
Grande abraço,
Joao Luis Amaral
Comentário por Joao Luis Amaral — 15/10/2007 @ 9:03
João,
muitas vezes os jogadores são mídia ambulantes mesmo. Isso sem falar das marcas que dão trocados para que o jogador apareça aqui ou ali com uma daquelas camisetas de gosto discutível em debates esportivos. Todas, obviamente, com logos gigantescos.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:51
Branquinho, parabéns pela criação da camisa infantil do glorioso SPFC.
Grande idéia.
Mas senti falta desta mesma camisa em tamamnho adulto, vai sair?
Um abraço!
E vaaaaaaaaaaaai tricolor!!!!
Comentário por marko mello — 15/10/2007 @ 9:56
Marko,
obrigado pelo elogio. Vou falar com o pessoal da Reebok. Quem sabe né? Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:51
Prezado Branquinho,
Parabéns pelo primeiro post neste excelente blog. Bom ver bons profissionais que trabalham com futebol fora de campo acrescentando algo de diferente à peleja.
A visão multidisciplinar que o Time dos titulares do Birner vai trazer só tem a acrescentar. Mas não um acréscimo chato e repetitivo como um novo programa na tv aberta o faria. Algo diferente, algo de qualidade.
E mais ainda. Feito por vários são-paulinos, que dificilmente são maioria na imprensa!
Parabéns!
Comentário por André — 15/10/2007 @ 10:06
Os nomes dos jogadores nas costas das camisas também são uma forma de marketing do produto, ainda sub-utilizada no Brasil, porque os times (ou seriam os patrocinadores) não abrem mão de ver logomarcas acima dos números e também porque a maioria das lojas ainda não proporciona que se coloque com facilidade o nome do comprador nas costas — olha que potencial estão desperdiçando!
Os nomes nas costas foram introduzidos no esporte pelo mesmo Bill Veeck que colocou um anão para rebater em um jogo de beisebol das grandes ligas, em 1951. No caso dos nomes, ele era dono do Cleveland Indians, nos anos 40, e achou que as pessoas gostariam de saber os nomes dos jogadores de uma maneira mais fácil e rápida. No começo, a idéia foi bastante criticada por todos os outros times, mas, em pouco tempo, vários deles adotaram-na. Hoje em dia, quase todos os times de beisebol nos EUA, além de todos de hóquei no gelo, futebol americano e bola ao cesto naquele país colocam os nomes dos jogadores nas costas da camisa.
No futebol do resto do mundo, a iniciativa é bem mais recente, coisa dos anos 80 provavelmente, mas não tenho a informação de que time foi o pioneiro.
Comentário por Alexandre Giesbrecht — 15/10/2007 @ 10:08
Tb não tenho essa informação não mas concordo que a relação atleta/número é mais um atrativo para os consumidores. Recentemente o Marcelinho Carioca – na sua rápida passagem pelo SCCP/MSI – escolheu o número 77. Bela jogada já que ele acaba simbolizando o tipo de jogador que a torcida deles valoriza e o tal número tb significa muito para o Clube.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:55
Eu acredito que o uniforme é um ponto alto no jogo.
Além de ser fã das camisas do Rogério Ceni (sou sãopaulina) e já comprei várias camisas dele, lembro de uma vez que a minha filha (corintiana) queria uma camisa do goleiro do corinthians igual a do Rogério (ela pensava que todo goleiro deveria desenhar a sua própria camisa), sou fã de uniformes de outras seleções também. Cada qual com a sua potência, sua marca, dua garra…
Além de ser um bom negócio, acho criativo as mudanças nos uniformes…
Agora, não foi difícil assistir o jogo da seleção???? Pra mim foi, me peguei diversas vezes torcendo pros amarelinhos, precisamos usar mais a camisa azul do Brasil, ou remodelar a eterna Canarinho.
Um abraço
Comentário por Cléa Rodriges — 15/10/2007 @ 10:26
Cléa,
mudando de assunto … a seleção anda tão em baixa que a pergunta que mais ouvi domingo era “-Hoje tem jogo da seleção?”. Que lástima … há pouco tempo um jogo de eliminatórias parava o país. Dá-lhe CBF …
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:56
kkks
Comentário por Cléa Rodriges — 15/10/2007 @ 10:41
Caro, como curiosidade, o Branquinho é apelido ou é nome. Se é apelido qual a razão… se não for entrar na sua intimidade. E.T. é bom ter pessoas de outras áreas escrevendo, mesmo tendo este desvio de caráter de ser São Paulino.
Comentário por Terencio Trindade — 15/10/2007 @ 11:36
Terencio,
é sobrenome mesmo. Mas se pudesse alterar meu registro pedia para incluir vermelhinho e pretinho. Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:57
Ih, demorará a chegar o dia que não veremos mais aberrações como os uniformes do América-RN e afins. Porque infelizmente deste calhamaço de logomarcas é que vem a maior parte da renda dos clubes. Mesmo o excesso de logomarcas sendo algo que mais atrapalha que ajuda, no que tange à divulgação de um produto ou empresa, o espaço na camisa é o que aparece na mídia, e é isso que os investidores querem.
Só quando os clubes encontrarem outras formas de obter a mesma renda é que será possível pensar em dar uma sossegada visual nas camisas. Se a CBF resolver limitar os patrocínios na camisa, muito clube ai vai ficar com pires na mão.
Uma coisa que podia ‘quebrar um galho’ seria a Globo deixar de ser sacana e exibir as marcas dos patrocinadores do clube nas entrevistas. O ‘backdrop’ é inútil se a marca do patrocinador não é exibida.
Comentário por rdish — 15/10/2007 @ 12:13
Concordo com vc. Backdrop foi feito para isso inclusive, não?
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 0:58
A camisa col lintras douradas do Corinthians é muito bonita assim como e branca com listas pretas usada no Paulistão deste ano. Os dois times sim foram um tiro nagua, mas as camisas não.
Comentário por Marcello Orsi — 15/10/2007 @ 12:33
Branquinho, gostaria de saber, se existe uma forma de combater todo o marketing negativo que os programas de “debate” esportivo, no rádio e na tv, lançam sobre o Tricolor?
Também gostaria de saber se você tem algo planejado, a exemplo da camisa 4-3-3, pro caso do Tricolor confirmar o penta campeonato?
Abraço.
Comentário por Denilson Martins — 15/10/2007 @ 12:56
Denilson,
a Reebok está pensando em alguma coisa. Nós da W/Brasil tb.
Qto aos programas esportivos só há uma coisa a fazer: não assistir. Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:00
Branquinho, em 1º lugar, parabéns pelo post.
Gostaria de lembrar que, durante o Pan de Indianápolis e na Copa América de 1987 a Seleção Brasileira já usou patrocinador na camisa e quase foi suspensa pela Fifa.
Na minha opinião as camisas mais bonitas são a do Grêmio, a da Seleção da Itália e a do São Paulo
Comentário por Carlos Henrique — 15/10/2007 @ 13:04
Carlos,
a combinação de cores do Grêmio é fantástica e pouco comum.
Gosto das loucuras de Camarões. A do Brasil tá na hora de mexer.
Nada de mudanças radicais mas … Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:02
acho que acima de tudo o torcedor vai querer uma camisa no qual veja o uma característica do seu time seja ela nos sentimentos como raça,amor; na história como a tradição de cores ou de fatos culturais(como foi a camisa laranja do Fluminense).
Excelente coluna branquinho!
Comentário por Rhay — 15/10/2007 @ 13:09
Rhay,
o torcedor quer isso mesmo … quer significado, quer história para contar sobre a camisa … Gde abraço
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:03
Boa Rui, a de 2005 era muito bonita. Pricipalmente por não ter o patrocínio nas costas. Mas a minha preferida do São Paulo foi na entresafra da Motorola para a LG, quando por alguns meses não havia nenhuma marca estampada.
Infelizmente os clubes brasileiros não podem fazer como o Barcelona faz, abrir mão dessas receitas e deixar suas camisas “limpas”.
Comentário por Rafa Barbosa — 15/10/2007 @ 13:17
Olá Branquinho, vjeo que tem muito são paulinos que compram a camisa de treino do São Paulo, você acha que seja necessário uma 3- camisa para vender, como fez o palmeiras, se há camisas de treinos e as mesmas poderiam ser mais vendidas, bem como camisas comemorativas.
Outro ponto, é o valor das camisas, preços acima de R100,00 são caros para a população geral, todos já falam isso, mas não entendo porque os clubes não fazem camisas mais populares oficias, sem ser bordado, etc… camisas de R$30 a R$20 teríam maior penetração, e as viríamos mais vezes.
Forte abraço
Fabiano Ribeiro
Comentário por FABIANO — 15/10/2007 @ 13:38
Fabiano,
defendo sim a camisa nº 3. Por mais que existam camisas de treino, quando o time entra em campo em um jogo oficial com uma camisa diferente ela adquire uma “aura” oficial e a maioria dos torcedores quer a camisa que mais o aproxima do ponto alto do show: o jogo.
Qto ao preço … o consumidor muitas vezes tb não ajuda. Ele quer sempre a camisa q parece com a camisa de jogo e camisas mais baratas – até por uma questão de respeito a quem paga pelas oficiais mais caras – não podem ser parecidas com as oficias.
Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:07
muito bom o texto. é assunto que faz tempo gostaria de ver abordado pela mídia. mesmo em blogues especializados, já tentei provocar a discussão e nada. parabéns pela abordagem. concordo com a linha do texto. há patrocínios que desvirtuam a marca do clube, que nada mais é do que 11 caras correndo atrás da bola, a não ser que estejam usando um uniforme que os caracterize como os clubes históricos que são. algum palmeirense torceria para seu time se ele usasse uma camisa alvinegra, listrada que fosse? abraço
Comentário por fernando camina — 15/10/2007 @ 14:13
outro ponto relativo aos uniformes é com relação à recomendação da Fifa, na última década, de que os clubes evitem usar calções ou meiões de cores iguais ou semelhantes. Por conta disso, a seleção brasileira vive se apresentando com horríveis calções brancos que ferem o tradicional uniforme da camisa verde-amarela com shorts azul. isso é também uma maneira de ferir o uniforme, as tradições e a identificação das marcas. observo que no Brasil, onde poucas leis são cumpridas efetivamente, esta sendo seguida mais à risca do que em outros lugares. só aqui, um clube como o Corinthians se descaracteriza, usando calção branco no uniforme titular. Ora, uniforme todo branco, no Brasil, é o Santos né? O Peixe, aliás, é um dos únicos que não segue a regra: quando precisa trocar o calção, muda o uniforme todo e vai de listrado. Alguém já viu o Barcelona vestir o manto blau-grana com calção branco? ou preto? E o Real de camisa merengue e shorts azul? Não se vê este tipo de aberrações na Europa, pode incluir os grandes da Itália, Alemanha Inglaterra… Lá fora é super comum ver dois times jogando com calções negros ou meias escuras, como nos clássicos Inter x Milan. Mas aqui, isso ocorre a toda ora, a começar na seleção da CBF. o que acham? abraço
Comentário por fernando camina — 15/10/2007 @ 14:22
Acho o fim do mundo. Brasil de camisa amarela e short branco é lamentável. Todo de azul tb é ridículo.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:08
e o que mais intriga é que nao se sabe se apesar disso, ou por isso, o futebol ainda é a instituição mais tradicional no Brasil.
Comentário por Gustavo Ferreira — 15/10/2007 @ 15:10
Um grande problema nos uniformes que deveriam ser uma excelente fonte de renda para os times é a pirataria combinada com o poder aquisitivo dos torcedores e o pricing das mesmas. Uma camisa oficial custa cerca de R$ 150 o que é menos que na Europa. Entretanto o poder aquisitivo dos torcedores combinado com as piratas que custam apenas R$ 20 diminuem em muito as compras das oficiais. Como não existe esperança de que a pirataria irá acabar – hoje ela é feitas as claras na porta dos estádios e do lado da polícia, entendo que está na hora das empresas fzerem as suas contas e lançarem versões alternativas mais oficiais dos uniformes. O torcedor não precisa de uma camisa com a tecnologia de tecido mais avançada. Basta uma que seja oficial. Sei que os gestores de produto das empresas devem ficar com medo da canibalização, mas se não forem eles que canibalizam o seu próprio produto, ela será feito pelos piratas. As oficiais caras continuarão a serem compradas por quem pode. Pode ser que alguns consumidores migrem para as mais baratas, mas esta perda será compensada pela migração das piratas para a oficial baratinha
Comentário por Terencio Trindade — 15/10/2007 @ 16:10
Olá, Rui. Parabéns pelo texto e pela abordagem.
Sou sãopaulino, e gosto muito da camisa usada no começo da década de 1990, que tinha o logo do patrocinador pequeno na altura do torax. Não sei se vendem o patrocínio por metro quadrado na camisa do SP, mas a atual é muito poluida na parte frontal -apesar de ter apenas um patrocinador.
Só uma outra coisa. Salvo engano, a camisa dois tricolor é definida por estatuto, e também não pode ter alterações profundas. Mas não poderia ser alvo de alguma iniciativa de modernização? Se não, uma possível camisa 3, para, na pior das hipóteses, preservar a camisa 1 definida pelo estatuto (camisas brancas com faixas vermelhas e pretas na altura do tórax, calções brancos e meias brancas)?
Abraços,
Marcio
Comentário por Marcio — 15/10/2007 @ 16:42
Uma coisa a ser levada em consideração sobre os times europeus, é que grande parte deles não tem a camisa nº2. Logo, eles podem fazê-la do jeito que quiser.Já por aqui, é lovável a iniciativa dos times que conseguem fazer algo semelhante e diferente, como esta nova camisa do Palmeiras. Mas como paciência tem limite, desde que os marqueteiros de futebol não lancem um novo calção estrelado, como aquele do Santos na década de 90, ou daquele time nordestino que tinha o patrocínio de um motel estampado na bunda, acho que toda iniciativa é válida para o já ralo cofe do futebol brasileiro.
Comentário por Eduardo — 15/10/2007 @ 16:42
Cara, aquela camisas do Mundial 2005 é a mais linda que eu já vi…! Sem logo de patrocínio, com as faixas puxadas para o cima na altura do peito, é a mais perfeita.
A diretoria deveria relançarem como forma de homenagear a conquista pois creio que venderia como água!
Comentário por ronan — 15/10/2007 @ 17:01
Ótima estréia no blog…
E parabéns pela camisa para as crianças, mais uma ótima sacada, como foi com a camisa 4-3-3…
Muito legal ver que toda aquela briga de 2002 valeu a pena, seja em títulos, seja em pioneirismo no marketing…
FAJOPA
Comentário por FAJOPA — 15/10/2007 @ 17:12
Grande Fajopa,
tricolor de quatro costados. Gde abraço.
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:11
Por falar em bonitos uniformes, gostaria de lembrar que o do Flamengo foi o mais bem colocado de todos os times brasileiros em recente eleição realizada na Inglaterrra. Aliás, foi o único brasileiro a figurar entre os 50 mais bonitos.
Comentário por Obina — 15/10/2007 @ 18:13
Aí tb não né? Grêmio, Cruzeiro … Fluminense. É que tem muito carioca em Londres. Gde abraço
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:11
Branquinho, tudo bem?!
Bom, concordo em parte… Pensemos por outro lado, um time como o Naútico… quanto de valor ele consegue por patrocínio??? Os times que você citou como exemplo possuem ampla penetração, vendagem alta, cotas de patrocínio altíssimas, mas esses times de menor exposição na mídia (não os considero pequenos, e acho absurdo falar isso) precisam da grana… e isso faz com que eles cometam esse absurdo, você acredita sinceramente que os criadores da camisa também não acham abusiva a quantidade de anúncios???
O que fazer quando a fatia do bolo tem que ser barata??? Cortar em um monte de pedacinhos!!!! Abraços… parabéns…
Comentário por Doug — 15/10/2007 @ 18:29
Como disse antes … mas e para o anunciante, funciona? Além disso, uma camisa toda poluída … é considerada bonita o suficiente para que o torcedor a compre ou achando-a feia ele gasta o dinheiro com outra coisa? Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:13
Concordo com tudo o que o Branquinho disse. Mas tem uma coisa que sempre me incomodou no São Paulo, que eram (não sei se ainda existem) aquelas camisas do Rogério Ceni com as suas iniciais no peito. Por mais que ele seja uma figura importante para os tricolores acho desrespeitoso se colocar individualmente acima do time. A camisa do seu time é sagrada, não é? Eu nunca vi o Maradona com uma camisa do Boca que tivesse as suas iniciais. E nem o Pelé com uma do Santos especialmente desenhada pra ele. Lembro, sim, que o Chilavert costumava ter uma camisa especial, mas, cá entre nós, era mais bonita e o Chilavert mais goleiro.
Comentário por Geraldo — 15/10/2007 @ 18:32
Geraldo,
até entendo a posição mas muitas camisas vem com autógrafos do jogador impressos … Acho que se há lugar para invenções é a camisa do goleiro. Nós, temos a sorte de ter Rogério Ceni … Gde abraço
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:14
Aí Rui, até que enfim ouvi alguém comentar da camisa do Mundial.
O logo do patrocinador em tamanho reduzido e na parte de baixo da camisa fica muito melhor do que a camisa atual.
Hoje, o símbolo do patrocinador é mais visível que o escudo do clube.
O que 15 milhões por ano não fazem.
É por isso que não tenho essa camisa: é feia demais. É mais LG que SPFC!
Abraço,
Vinicius
Comentário por Vinicius Siqueira — 15/10/2007 @ 19:00
Birner, eu concordo que a camisa do Náutico está um pouco “povoada”, mas, se com os patrocínios a situação está crítica (falta de dinheiro), imagine sem eles. Não fazemos parte do Clube dos Treze, nossa cota é de apenas 3 milhões de reais.
Um abraço e Saudações Alvirrubras.
Comentário por ANTONIO RICARDO RIBEIRO ARAÚJO — 15/10/2007 @ 19:17
Tem também a do Flamengo do centenário, lembra? E a atual tá dando show. Aliás, já se vão 20 anos de patrocinio LUbrax/Petrobrás impresso
Comentário por Luis Felipe Sampaio — 15/10/2007 @ 19:20
Bonita também era a do Flamengo do centenário, com o escudo do clube de regatas. A Atual tá show de bola. Na época Kleber Leite presidente a Umbro fez umas camisas feias, considero. Vale lembrar que lá se vão 20 anos de patrocínio Petrobrás/Lubrax impresso.
Comentário por Luis Felipe Sampaio — 15/10/2007 @ 19:23
Jamais quereria a camisa de 82!
Aquela camisa me lembra um ótimo time , mas muito convencido e “amarelo” no pior sentido.
Comentário por Roque — 15/10/2007 @ 19:27
Entre a de 82 com tudo ou a de domingo do jogo contra a Colômbia? Qual vc prefere? Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:15
Tenho uma sugestão de terceira camisa para o nosso time, Doutor Rui. Com quem devo falar?
Comentário por Conrado — 15/10/2007 @ 21:36
Manda email … blog@branquinho.com
Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 1:15
Nisso o Vasco, ainda que por linhas tortas, vai bem. E concordo com o Fernando Camina: essa frescura de calções e meias de cor diferente só beneficia pernas de pau que passam pra short e driblam meia. Quem tem mais de 30 anos deve se lembrar de como era terrível ver um Palmeiras x América no tempo da TV preto e branco. Cruzeiro e Inter só se distinguiam pela cor da meia, e por aí vai. Hoje, quanto todas as tvs são coloridas e há 1500 câmeras espalhadas pelo campo, não faz sentido para o telespectador a descaracterização do uniforme. E quanto ao patrocínio, está na hora de mudar essa forma arcaica de marketing(quer coisa mais ultrapassada que colocar a marca na camisa do clube), investindo em ouras formas de mídia(ou alguém já viu uma equipe da NBA, da NFL ou da liga de baseball americana com o nome da Nike disputando lugar com o do time?) Um abraço.
Comentário por Ronaldo Silva — 15/10/2007 @ 22:21
Salve, Branquinho. Muito prazer!
Muito bom teu primeiro texto.
De fato, tem certas camisas de clube que são tão violentadas pelos patrocinadores que não servem nem para pano de chão. Sem falar de alguns surtos de mau-gosto. Afff! Para mim, os maiores representantes do mau gosto são palmeiras e coritiba – acho a combinação de cor deles absolutamente medonha!!! Verde é uma cor ingrata demais. E falem o que falar, prefiro mil vezes a camisa verde pistache deste ano do palmeiras que a tradicional (prefiro, esteticamente falando, já que estou muito longe de ter qualquer simpatia pelo palmeiras. rs)
E fiquei sabendo pelos comentários aí em cima que foi vc. o criador das camisetas infantis do SPFC. Parabéns! Achei-as lindas!!!! Será que não daria para bola uma tricolor bleu/blanc/rouge com uma gralha azul em algum canto? rs*
Finalmente: dia desses, o V. Birner falava no programa do Piotto, na cbn, sobre a necesidade de termos um museu de uniformes e objetos do futebol. Falava também que muitos dos objetos históricos do nosso futebol não existem mais. Mas sempre poderia haver reproduções, não? Acho que seria legal ter todas as camisas de todos os times expostas, mesmo que reproduzidas.
Um abraço.
Comentário por deborah — 16/10/2007 @ 0:04
Branquinho, fico impressionado com a falta de criatividade dos clubes brasileiros. No Pará, os dois arqui-inimigos tem a mesma cor, o azul. No ABC os rivais São Caetano e Santo André também..Azuis. Rubro-Negro temos vários, enfim, é uma pobreza. Quando assisto os jogos do campeonato inglês fico maravilhado com aquelas camisas belíssimas de cores e combinações únicas, e lá até os patrocínios estampados nas camisas combinam, caem bem, não ficam ostensivos. Aqui no Brasil o mau gosto impera. O Fluminense de belíssima combinação verde e grená chegou a usar vermelho e verde uma época, parecendo um novo uniforme da Lusa. É uma falta de criatividade que beira a burrice.
Comentário por Kim — 16/10/2007 @ 6:47
Concordo com vc.
Mas quero fazer comentários adicionais.
Os patrocinadores deveriam ser no máximo 2 , um na frente e outro atrás , respeitando sempre as cores do clube. Fica ridículo por ex. times alvinegros com propagandas coloridas verde , azul, amarelo, etc. As cores da propaganda em questão deve respeitar as cores do clube tbém. Outro fato é que os clubes brasileiros deveriam explorar o uniforme nº 3 , como fez o Palmeiras , isto pode aumentar os ganhos dos clubes.
Abraço.
Comentário por Murilo — 16/10/2007 @ 8:22
Rui, parabéns pelo post. Também sou são-paulino e publicitário e interesso-me bastante por futebol em geral e seus “itens” de design (escudo e uniforme). Já foi comentado aqui sobre o uniforme do SPFC para o Munidal de 2005, que, pra mim também, é a melhor solução para o uniforme tricolor dos últimos 15 anos pelo menos, com o patrocínio abaixo das faixas horizontais do uniforme (a exemplo da camisa da Sampdoria e da do Coritiba). Do contrário, parece que o SPFC é que o patrocinador do time da LG, horrível. Para mim também, as estrelas vermelhas do escudo do SPFC deveriam ser azul claro, o que daria maior visibilidade no uniforme nº 2 (tempos atrás foi usada uma borda dourada nestas estrelas, o que ajudava a visualização) e creio que seria necessário um estudo também para a disposição destas estrelas, atualmente está com cara de algo improvisado.
Comentário por Krug — 16/10/2007 @ 8:43
Belíssimo tópico aberto. Hoje vemos um “onda” retrô e acho que é a busca pela origem, pela tradição, livre da poluição visual que são as camisas atuais.
Sobre o nome dos jogadores na parte de trás da camisa, alguns podem alegar que os jogadores mudam rápido, saem do clube e tal… Não importa. Acho que ali deveria ficar vago: o torcedor poderia colocar seu nome ou de um jogador do passado. Uma última opção seria colocar o nome do patrocinador abaixo do número.
A camisa do Náutico Capibaribe é exemplo de poluição visual, assim como a horrenda camisa do Brasiliense quando das finais com o Corinthians. Eu sou flamenguista, e comento sempre que o dia que o Flamengo lançar uma sem patrocínio, corro pra comprar (e olha que o Flamengo não é dos piores). Uma camisa simples, bonita, elegante.
Comentário por Marcelo Reis — 16/10/2007 @ 8:48
Branquinho
Qual a sua visão do fato de a Rede globo, principal emissora a transmitir os jogos do Brasileirão, exigir a maior magica do mundo dos seus cenegrafistas, para fazer com que os patrocinadores das camisas (e bones) não aparecam no video??
Comentário por laercio cesar bruni — 16/10/2007 @ 9:48
Laercio,
entendo o lado da Globo de preservar o espaço pago pelos seus anunciantes mas realmente não é agradável ficar vendos os poros e as cáries dos treinadores e jogadores.
Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 21:40
Caro Branquinho,
Parabéns pelo post.
O seu comentário sobre os galáticos não está muito distante da realidade. Em notícia recente, o Barcelona confirmou que já vendeu em camisas do Henry o equivalente a um ano de salário dele.
Concordo sobre o número excessivo de logos nas camisas. Eu lembro da época da Copa União em que os times sem patrocínio recebiam do patrocinador do campeonato (Coca-Cola). Que eu me lembre, somente Flamengo (lubrax) e Corinthians (kalunga) nunca estamparam coca-cola nas suas camisas.
Abraço,
Comentário por Gil Rossetti — 16/10/2007 @ 11:18
Gil,
essa notícias sempre saem qdo eles contratam alguém. Mas faça uma conta rápida: se os royalties do clube em cada camisa rondem 25% do valor ( o que é quase impossível ). Se cada camisa custar 80 euros … por camisa 20 euros. Haja camisa não?
Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 21:49
Saudações tricolores, Sr. Branquinho!
Eu sou muito tradicional em matéria de uniforme. E acho que os clubes que vivem mudando, o fazem por um simples motivo: falta de títulos. E estes uniformes de cores berrantes são como os veículos recém-lançados:num primeiro momento, as pessoas acham lindo e correm às lojas para comprar… logo depois percebem que a tendência continua a mesma (cinza, prata, preto) e ficam com o mico na mão. Ou então, perdem dinheiro na hora da venda. Menos mal que no caso das camisas o valor é muuuiiittooo menor. Mas o efeito é o mesmo. Como diria àquele ex-ministro: a camisa do SPFC é… imexível!!! Abraço à todos da Equipe.
Comentário por Tri-Mundial!!! — 16/10/2007 @ 13:26
Tri Mundial,
como estamos falando de marketing o objetivo é gerar mais renda para os clubes e como vc mesmo detectou, a 3a camisa é mais “perecível” e quase obriga o torcedor a uma nova compra anual. A clássica é a clássica. Quem não quiser a novidade é só comprar a tradicional. Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 21:42
Senhor Branquinho,
Muito bom o texto, muito completo e de grande densidade informativa. Parabéns por ele e fica aqui a minha torcida para que o senhor, com essa boca de secar pimenteira que Deus lhe deu, não atrapalhe na arrancada do meu Timão rumo ao 13o. lugar neste tão desgraçado Brasileiro. E antes que eu me esqueça, aquele Richarlyson tem cara de tarado.
Comentário por Filomeno Claudio — 16/10/2007 @ 19:13
Filomeno,
primeiro parabéns pelo nome. Não faz parte do meu feitio torcer contra um time co-irmão. Acredite que torcerei bastante para que o Corinthians permaneça na 1a Divisão. Já pensou que porre começar a semana, segunda ou terça, com jogo de vocês na TV?
Abs
Comentário por branquinho — 16/10/2007 @ 21:39
Realmente, tem que se repensar o patrocínio. Tenho o costume de comprar uma camisa de algum time local quando viajo. Recentemente, fui a Recife e não consegui comprar nenhuma, pois as camisas dos 3 grandes locais são recheadas de patrocínio por todos os lados. E olha que as camisas do Náutico e do Santa Cruz tem combinações de cores muito bonitas.
Outro ponto é o respeito às cores originais do clube. Sou flamenguista e achei o novo modelo lindo, mas aquele logo da BR verde-e-amarelo no meio e a marca da gasolina Podium em azul e branco nos ombros depreciam o material. Só o nome Petrobras em branco não seria suficiente?
Comentário por Amyr — 17/10/2007 @ 10:51
Lembro do patrocínio da Pepsi Twist no Corinthians. O limão era verde em todo o mundo e na camisa pré MSI era amarelo. Verde era proibido. Assim como a Coca Cola no estádio do Grêmio é azul. Respeito é bom e conserva a mística. Abs
Comentário por branquinho — 17/10/2007 @ 22:25
Tenho uma sugestão de post: o uso dos naming rights no futebol. Acho uma forma interessante de arrecadação, mas é um absurdo a imprensa não divulgar.
Por exemplo, o Atlético-PR vendeu o nome do seu estádio que passou a se chmar Kyocera Arena. Só que, salvo engano, somente o Lance! chama o estádio assim. Todo mundo continua falando Arena da Baixada, o que certamente deve diminuir o interesse das outras empresas.
Comentário por Amyr — 17/10/2007 @ 10:56
Só de observar. Gostei, Credo que dentro.
Do BIRNER. Buscarei, arrancar e lhes dar argumento.
e um puquinho de conteudo………..
Comentário por Moacyr Francisco Loureiro Junior — 17/10/2007 @ 20:10
Padre JUCA. Como Sempre Só Tá DANDO SÃO PAULINOS
Comentário por Moacyr Francisco Loureiro Junior — 17/10/2007 @ 20:23
Gostaria de saber se você tem alguma sugestão para a camisa do Corinthians. Pois, acho horrível esse logo da samsung (azul). Que cor ficaria bem para o 3º uniforme do Timão?
E outra pergunta: que produtos fora camisetas, shorts ou qualquer peça de roupa alavancariam a renda dos clubes? Já que tudo que é lançado por eles é bem mais caro, assim, desinteressando grande parte dos torcedores que por sua maioria não ganham R$ 10.000,00.
Comentário por Guilherme — 23/10/2007 @ 15:47
Guilherme,
qto ao logo da Samsung … azul não faz parte das cores do Corinthians mas me lembro de alguma camisa corintiana com o logo em preto. Resolve, não?
Qto a novas maneiras de obter renda … Nesse momento acho que o negócio é buscar alguma coisa no passado. DVDs com conquistas históricas, partidas amistosas entre times de masters, album de figurinhas dos grandes craques … É só colocar a cabeça pra funcionar que aparece um monte de coisas.
Saudações tricolores
Rui
Comentário por Rui Branquinho — 24/10/2007 @ 0:20
Parabéns pela excelente coluna!Ruy Branquinho-Pretinho-Vermelhinho!!!Bom de bola,de samba e da política!!!Pra que mais?Mas tem mais…..muito mais!!!Cria grandes lances pro Tricolor!Seguindo uma velha norma jurídica em que”o acessório segue o principal”não seria ilegal a TV Goebels ficar gravando os póros dos jogadores pra não”captar” os patrocínios?Sendo que os patrocinadores são quem garantem a maior qualidade do futebol,ou do espetáculo transmitido pela emissora?parabéns e boa sorte aqui no blog….abs Luiz
Comentário por Luiz Roberto Vidal — 07/12/2007 @ 18:40