A polêmica da novela

31 out

Birnadas

De Vitor Birner

A tal cena da novela da Globo (não vi. As últimas novelas que acompanhei foram Roque Santeiro e Vale Tudo), em que uma criança recém-nascida ganha uma camisa do Corinthians e o personagem assumidamente homossexual diz “tomara que ela seja são-paulina quando crescer”, é preconceituosa.

Como também há preconceito por parte de quem se indignou com a cena.

Ser homossexual não é um erro.

Gays não prejudicam o bom andamento da sociedade, e além disso, até onde sei, ninguém interfere na vida sexual de amigos e parentes.

Sob esta visão, não houve maldade na cena.

Por outro lado, o futebol é machista e conservador.

Jogadores não podem assumir a homossexualidade, tal qual dirigentes e outros.

Os árbitros que desmunhecavam sofreram bastante.

Era óbvio que a cena geraria a polêmica, e quem a idealizou, sabia disso.

Poderia ter invertido os papéis, mas não o fez, o que denota preconceito, sim.

O típico clichê popularesco.

Mas por que o São Paulo?

Nunca entendi.

Os grandes ídolos foram Roberto Dias, Serginho Chulapa, Chicão, Forlan, Gerson, Oscar, Dario Pereyra, Careca, Raí, Cafu, Lugano, Zetti, Rogério Ceni…

A diretoria, em regra é conservadora, legalista. Sempre ouvimos sobre os cardeais do Morumbi.

Nas decisões mais acirradas, como as da Libertadores, o time tem o melhor desempenho entre as brasileiras.

A fama que está sendo criada por parte da mídia esportiva, não encontra fundamentos ao longo da história do clube.

Mas os cartolas do Morumbi deveriam tirar proveito da campanha.

O São Paulo poderia atrair ainda mais consumidores e aumentar a torcida.

Deveria ser o time que trata os que sentem-se mal por causa da homofobia futebolística, como gente normal que são.

Ao longo do tempo, o homossexualismo não será mais um tabu e os que gostam de futebol terão time de preferência.

Até onde sei, há varias empresas de olho nessa fatia do mercado.

Cá está uma das dificuldades do “velho futebol”.

Escrito por Vitor Birner às 15:23 Vitor Birner 184 Comentários

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A grande verdade é que a imprensa deu gás para uma brincadeira do Vampeta, que igualou o São Paulo como time de elite (pó de arroz) e deu o apelido de bambi. O contraponto dessa história é que segundo a Polícia Militar de São Paulo, o SPFC tem a torcida organizada mais violenta do Estado. Mas fazer o que deixa falarem. Mas o curioso é que depois que o São Paulo chegou o mundo virou contra. Um dirigente do Palmeiras convoca um jornalista para dar uma entrevista na qual ele mete o pau no árbitro do jogo SPFC x Botafogo, que absurdo, a Globo flamenguista tenta tirar uma casquinha e por ai vai. A grande verdade Birner é que o São Paulo Futebol Clube incomoda e a conquista do tri-campeonato vai mostrar para o Brasil, que quem trabalha sério consegue os resultados e isso os adversários não querem saber.

Comentário por Maurício — 31/10/2008 @ 15:33

 

não seria pq o nome do clube original era São Paulo da Floresta, daí veio os apelidos de veado, bambi e afins?

Comentário por rafael — 31/10/2008 @ 15:38

Não. Começou, alguns anos atrás, com o Vampeta. Foi repetido exaustivamente por alguns da mída.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:14

 
 

Birner, é fácil entender… o que as torcidas adversárias podem falar do tricolor??… ABSOLUTAMENTE NADA! Só podem se render ao belo histórico de conquistas,e isto eles não fazer. então criou-se esse estigma de pó de arroz, para tentar desmoralizar o que não pode ser desmoralizado futebolisticamente falando, já que no campo , que é onde interessa… A GENTE GANHA SEMPRE. os títulos estão aí para quem quiser discutir… realmente o SPFC incomoda e muito os adversários… e aí sabe como é…. não se bate em cachorro morto, não é mesmo birner?

Comentário por MARCIO PILOTO — 31/10/2008 @ 15:38

Acabo de ver o email. Nem precisava agradecer.

Forte abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:15

 
 

Bobagem. Preconceito bobo, rasteiro, mesquinho. O pior é que parece que anda na moda, até na política, em tempos em que perguntas como “É casado? Tem filhos?” viram assunto na disputa eleitoral pela maior cidade do Brasil. Que tristeza.

Comentário por Fábio Matos — 31/10/2008 @ 15:41

 

VB,

O conceito “gay” associado ao SPFC é tão nefasto (do ponto de vista do preconceito) quanto o conceito “maloqueiro/bandido” associado ao querido Corinthians.

Desta cena da novela não sabia, mas lembro bem da cena do filme “Boleiros”, onde um ex-jogador do SPFC cai no meio de bandidos, na periferia de São Paulo e, tentando limpar a barra, diz que tinha sido jogador de futebol, que tinha jogado no São Paulo e tals e ouve a seguinte pérola:

- Que São Paulo o quê, mano! Aqui nóis é tudo Corinthians…

Talvez, achar que a “imagem gay” associada a um time seja mais ofensiva que a “imagem bandido” denote um preconceito ainda mais forte em relação aos homossexuais…

Se eu tivesse um filho e se me perguntassem se, só entre estas possibilidades, eu preferiria que ele fosse bandido ou gay, eu não pestanejaria e escolheria a segunda opção que, a meu ver, não interfere em lhufas na vida do indivíduo. Então, por que será que ser chamado de gay parece ser pior que ser chamado de bandido?

Talvez o lidar mal com isso tudo esteja, sobretudo, na cabeça dos próprios sãopaulinos. Isso, lá na equipe de marketing do Timão, já teria rendido alguma grana. Aposto!

E concordo contigo. A Diretoria do SPFC não está tendo visão.

Abs,
d.

Comentário por DeboraH — 31/10/2008 @ 15:42

Deborah, até a torcida do São Paulo tem cantos se euto proclamando bandidos, Nunca vi uma fazer o mesmo sobre homossexualismo. O problema, no caso, é a visão distorcida da sociedade. teoricamente você estaria certa, mas na prática as coisas não são bem assim? Você e o Visão têm um caso? (he! he!) Tô brincando, mas se pintar um casal via blog, por favor, me avise.

Beijo!!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:18

 
 

Birner,
De novo… isso é coisa dos seus “colegas” de imprensa, torcedores raivosos que não estão suportando a proximidade do tri consecutivo do São Paulo.
Eu mesmo assiti à cena e entendi que o homosexual desejava que a criança tivesse um futuro melhor do que os pais “curintianos”. Só pra efeito de registro, o Pai do garotinho é um pilantra e a mãe uma p… perdão, profissional do sexo, ambos torcedores “roxos” do timão ? hahahahahaha
Ademais, é por essas e por tantas outras que a audiência da globo está despencando em quantidade e empobrecendo em qualidade !!
O que realmente interessa é que o São Paulo continua sendo o time preferido das crianças, de todos os sexos, classes sociais e níveis de escolaridade.
Abraço,
Beto

Comentário por Beto — 31/10/2008 @ 15:43

 

“Nas decisões mais acirradas, como as da Libertadores, o time tem o melhor desempenho entre as brasileiras.”

Pois é seu Birner, até o senhor com toda sua astucia, vacilou na frase ai, rs …

Comentário por Rene L. Crema — 31/10/2008 @ 15:47

Não, Rene. Há esterótipos que a socieradade relaciona com gays. Tratei de generalizações e não de individualidades. Falei de um apelido, ou fama, que deram aos torcedores. E usei o exemplo para mostrar que não tem embasamento histórico,

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:22

 
 

Vítor, meu querido. O seu post é preconceituoso. Falar a respeito de diferenças e argumentar sobre essas diferenças defendendo um ponto ou outro é preconceito. Esqueça isso. Agora, você deixou a situação ainda pior. Acho que este post baterá todos os recordes de acessos. Somente porque você citou apenas um dos ídolos do São Paulo que jogam no time atual. Tem mais gente. Infelizmente não poderei emitir minha opinião porque as leis são preconceituosas e, se eu chamar um travesti de homossexual e ele me processar eu ainda vou preso. Portanto, eu prefiro deixar para lá. Não sou contra e nem a favor, acho que cada um faz de si o que bem entender, sem agredir os direitos alheios, óbvio. Até entendo o sujeito que esconde a sua opção sexual para não gastar tempo e nem a sua paz com imbecis que o julgam por isso ou aquilo. Quem não tem ou faz algo que seria reprovável perante a sociedade? Então, acho que você deveria deixar isso para lá. Se houve mesmo uma cena mostrando um homossexual com a camisa do São Paulo, do Corinthiamsi ou do Flamengo… Paciência. Para mim apareceu mais a insensatez de quem produziu a cena do que a opção da personagem. Será que na torcida do Flamengo não existem gays? Na do São Paulo, na do Palmeiras, na do Botafogo? Eu acho inclusive que a violência gerada por algumas Organizadas é fruto de uma borboleta aprisionada que deseja expandir-se. O mundo é meio gay, durante o dia ou à noite, nas penumbras. Eu ia te mandar um abraço mas, para não ser mal interpretado… Um aperto de mão, Vítor.

Comentário por Visão Desconexa — 31/10/2008 @ 15:48

Ok, seu mundo é puro, perfeito e sem recalques. O que eu vivo precisa, sim, de discussões como essa.

Forte abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:24

 
 

Birner, o que tem a ver as conquistas e jogadores com apelido da torcida?!?!?! Explique o porco então!!! Não foi preconceito tb com relação aos italianos?!?!!?
E isto não está sendo criado pela midía, desde que eu me lembro os torcedores do são paulo são apelidados dessa forma (pó de arroz por exemplo é bem antigo e acredito q vcs foram na onda do fluminense nessa) … e bem ou mal… dificilmente mudará!!!! e mesmo vcs adorando ser o carro chefe do marketing, a maioria desaprovaria!!!!

Comentário por PORCO — 31/10/2008 @ 15:48

Concordo, a maioria desaprovaria. O porco foi assumido pela torcida palmeirense nas finais contra a Inter, em 1986.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:25

 
 

Birner, no começo do seu texto achei que você faria uma justa defesa da livre opção sexual e uma crítica ao preconceito, mas do meio pro final você foi tão preconceituoso quanto a cena de novela que atacou, releia:

“Mas por que o São Paulo?

Nunca entendi.

Os grandes ídolos foram Roberto Dias, Serginho Chulapa, Chicão, Forlan, Gerson, Oscar, Dario Pereyra, Careca, Raí, Cafu, Lugano, Zetti, Rogério Ceni…

A diretoria, em regra é conservadora, legalista. Sempre ouvimos sobre dos cardeais do Morumbi.

Nas decisões mais acirradas, como as da Libertadores, o time tem o melhor desempenho entre as brasileiras.

A fama que está sendo criada por parte da mídia esportiva, não encontra fundamentos ao longo da história do clube.”

Isso aí foi uma argumentação baseada em fatos para comprovar – mesmo que nas entrelinhas – que o São Paulo seria “um time de macho” e que a fama “bambi” não tem fundamento na realidade.

Ou seja, se está argumentando contra toda essa bobagem que é pura provocação anedotária – e assim deveria ser tratada, você parece considerar negativo o rótulo “homossexual” que o São Paulo ganhou.

Entendo que sua reclamação seja contra os rótulos em si e não contra os homossexuais, mas sua argumentação foi infeliz ao recorrer (como algo positivo contra o rótulo) à citação de supostos “ícones machos” que o time apresentou ao longo da sua história (diretoria conservadora, raça nas decisões ou jogadores “machões”).

Comentário por doda — 31/10/2008 @ 15:49

Contra ambos. Por favor, leia a resposta que dei ao Rene um pouco acima. Um detalhe. Isto é um blog. Não tenho como desenvolver teorias enormes para que não fiquem com impressões como a sua.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:28

 
 

As empresas que souberem usar de uma boa campanha de marketing para atrair esse publico estarão feitas.
Os gays, em geral são profissionais bem sucedidos que não tem esposas e filhos, e portanto sempre tem dinheiro sobrando para gastar consigo mesmo.
Ja eu, toda vez que vou no shopping com a mulher e filha, me ferro e tenho que ficar fazendo malabarismos para fechar as contas no final do mes.
Quanto a ceninha da novela, tipica cena tendenciosa e preconceituosa da rede bobo corinthiana.
O detalhe que a proporção de corinthianos dentro do publico gls bem é maior que no publico hetero. É só ver a pesquisa que a gazeta faz todo ano na parada gay. Corinthians teve 48% da preferencia este ano na pesquisa feita pelo mesa redonda. Pelo jeito a camisa roxa é um sucessooooo…

Comentário por Sten — 31/10/2008 @ 15:52

 

Birner, por acaso assisti a cena. Apesar de são paulino, não me ofendi e até achei graça no momento, pois já era previsível. Quando um dos personagens mencionou o Corínthians, de imediato falei para a minha esposa que o homossexual se declararia são paulino. Também acho preconceituoso, e uma grande bobagem, mas não me afeta em nada, até porque, como bem disse, os homossexuais não são doentes nem inferiores aos heterossexuais. Não sei como esta história surgiu, mas deve ter sido influenciada pela inveja das demais torcidas que não suportam mais ver o tricolor sempre disputando títulos. Um abraço!

Comentário por Snorck — 31/10/2008 @ 15:55

Eu não vi. Só escrevi porque recebo um monte dfe mensagens sobre o tema.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:29

 
 

Como sempre, ótimo comentário. Assino em baixo.

Comentário por roger — 31/10/2008 @ 15:55

Roger, o sempre fica por conta de sua boa vontade. As vezes escrevo coisas que leio e não gosto depois de algum tempo. Obrigado pelo elogio.

Forte abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:30

 
 

Curiosidade: por quê os dirigentes do SPFC são chamados de ‘cardeais’? Não vejo essa denominação para nenhum outro clube.

Comentário por Denis — 31/10/2008 @ 15:58

 

Caro Birner! A origim de toda esta polêmica está lá atrás numa brincadeira do Vampeta com a hsitória do Bambi. Lembra? A moda pegou e agora não tem jeito mais. Mas acho que os São Paulinos não deveriam ficar chateados não. Afinal, há por aí homossexuais mais machos que muitos homens. É ou não é?

Comentário por Orlando Carisio — 31/10/2008 @ 16:06

Claro que me lembro. Mas vale pensar por qual razão, ou melhor, como.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:31

 
 

Vitor, a piada é por causa da torcida. Possivelmente (confesso que não conheço a história) a torcida do São Paulo originou-se entre as classes mais ricas que, por isto, são mais “refinadas” e menos toscas. Bons modos e moderação às vezes são confundidos com frescura. Veja se você nunca ouviu algum diálogo parecido com este: “Fulano é viado?” “Acho que não, só é muito educado, mesmo.” Hoje em dia é claro que a torcida cresceu muito, está nas mansões e nas favelas, nas metrópoles e nos rincões, por isto a piada não faz mais sentido. Mas está arraigada, não tem mais jeito.

Comentário por Ewerton — 31/10/2008 @ 16:08

Ewerton, ao invés de desmentir a história da elite (isso acabou faz quase 20 anos) desde quando o povo é composto peloos homens mais ricos do país, os 2 últimos presidente da república e a maior rede de Tv brasileira?

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:34

 
 

Novelas, assim como suas polêmicas, são, no mínimo, perda de tempo.

A Globo precisa de IBOPE e faz esse tipo de coisa.

A mesma emissora que coloca o malandro pobre, filho de cafetina, e uma prostituta como corinthianos, e o homossexual como são-paulino, vem pedir paz nos estádios.

Promovem briga entre os paulistas como forma de esconder um pouco o descalabro do futebol carioca e tentar melhorar um pouco a imagem do Rio de Janeiro; que mesmo sendo muito menor que São Paulo, consegue ter mais problemas que aqui.

Se for o caso, o São Paulo tem que tomar as medidas judiciais cabíveis.

Como são-paulino, acho interessante a torcida, o (bem humorado) técnico e os jogadores, se manifestarem com comentários e boicotes à rede Globo e suas novelas, principalmente nas transmissões ao vivo.

Comentário por Henrique — 31/10/2008 @ 16:13

 

Esse negócio de Bambi é de fácil explicação, bastar ver duas crianças discutindo. Quando uma está perdendo a discussão, começa a chingar a mãe, tacar pedra… O mesmo ocorre no futebol, como não tem argumentos dentro de campo para “zoar” o São Paulo, so lhe restam agir como crianças, chamando os outros de viados..

Comentário por alessandro — 31/10/2008 @ 16:16

 

Olá Birner!

Acho que apesar de debochar das 2 torcidas (pois a criança será filha de uma prostituta com um malandro ou seja que a torcida do Corinthias é marginal) achei a cena profundamente preconceituosa e de mal gosto. Acho que do mesmo modo que declarações de dirigentes e jogadares inflamam as torcidas esse tipo de coisa tem o mesmo efeito… Mas como vale tudo por ibope e com algumas excessões o nível da tv aberta brasileira é péssimo, está tudo dentro da “normalidade”.

Abraço!

Comentário por Sidney — 31/10/2008 @ 16:19

Não conheço os personagens.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:35

 
 

Sobre os apelidos e as gozacoes nesse sentido ao saopaulino, tem uma explicacao simples. O que sempre foi normal no Brasil, hoje nao eh.

Era normal um time estar por cima, e os outros arrumarem ainda motivos pra fazer zoacao em cima.

Acontece q foram-se acabando os motivos (o SPFC se tornou melhor em tudo) e alem disso, o saopaulo tem se mantido no topo mais do q o normal. Mais do q o suportavel para os rivais. Eh todo ano, e da-lhe gabacao, melacao, e tudo eh SAOPAULO na TV e nas ruas.

A torcida contraria, que eh obvia maioria, soh esta aproveitando do poder na midia e usando algo baixo pra atingir a torcida q eles odeiam e querem debochar, envergonhar e impedir de crescer.

Vamos dizer o q? Eles conseguiram! Chamar uma torcida de bixa eh realmente ofensivo, irrita, e causa desgosto em mta crianca q vai crescer saopaulino e ouvindo isso.

Tudo bem do nivel do Brasil, claro. Onde recem-chegados na faculdade morrem de trote, criancas sao assassinadas por cortar o cabelo, e por ai vai. Esse eh o nivel de gozacao q se faz nesse pais.

A unica solucao eh torcer pra isso nao afetar jogadores que vem jogar no SPFC, nem as criancas q querem escolher seu time de forma racional e saudavel.

Baixar-se ao nivel deles e discontar na mesma moeda, creio eu, nao esta de acordo com a tradicao saopaulina bem exposta pelo Birner.

Comentário por David Marinelli — 31/10/2008 @ 16:24

 

Caro Birner, Boa Tarde!

Concordo com quase tudo que foi escrito neste post sobre o SPFC.

Mas gostaria de lhe fazer uma pergunta.

Tenho notado que a grande parte dos emails escritos sobre a SEP, aborda temas quase sempre ligados a algum tipo de problema/polêmica.(Arena Palestra Itália, declarações do Marcos/resposta do Luxemburgo, deficiência no trabalho do mesmo, insinuações quanto aos comentários sobre o Hernanes e por ai vai.), mesmo que você tenha apontado, por duas vezes, que acredita que o Palmeiras, mesmo sem apresentar um futebol que justifique os altos investimentos realizados, ganhe o brasileiro de 2008.

Entretanto, me chamou atenção alguns aspectos ligados a ausência de comentários em situações semelhantes que o São Paulo enfrentou.
Não me lembro de ter visto nada em sue blog á respeito da polêmica entre Hernanes e Muricy, quando o comandante São Paulino criticou a forma técnica do volantes após o retorno da seleção. Também não me recordo de ter visto algo sobre os problemas enfrentados pela SPFC com a construtora Gafisa, para a realização das obras no Morumbi.
Comentou em letras maiúsculas que o palmeiras tinha sido prejudicado contra o argentinos jrs, e em apenas um letra que ocorreu um erro no duelo desta quarta contra o Botafogo.

Os últimos dois comentários que li á respeito do SPFC eram verdadeiros e muito bem escritos, mas falavam de coisas boas, de como por exemplo, o são paulo se tornou um time vencedor, de chegada, da incoerência do apelido de bambi, etc….Repito que concordo com esses artigos que citei.
Escreveu diversas linhas sobre o ocorrido na novela.Ok, sem problemas

Mas será que os lances polêmicos ocorridos nas últimas duas rodadas não merecem um pouco mais de atenção? Será que em um campeonato tão disputado, esse dois últimos erros não podem fazer toda diferença?

Gostaria de lembrar que o atacante Rodrigão, do Vitória, sofreu pênalti claro do zagueiro Rodrigo quando o jogo ainda estava 1×0 para o time Baiano. Não vi nada em seu post comentando sobre isso. Na quarta feira, no Rio, mais um erro a favor do São Paulo, ao anular um gol legítimo do Botafogo.Você apenas escreveu, em duas palavras, que “foi um erro”!

Pelo menos nas minhas humildes contas a diferença entre campeão e vice dificilmente será maior do que tais 1, 2 pontos.

Lembro também que esse mesmo árbitro de SPFC x Botafogo apitou Flu x SEP e desconsiderou a opinião do bandeira, chamou a responsabilidade, e corretamente, validou o gol de Washinton.

O que me parece, como todo o respeito, é que você encontra certas dificuldades em escrever algo que possa gerar polêmica no tricolor paulista.

Grato pela atenção.

Um abraço.

Gabriel

Comentário por Gabriel — 31/10/2008 @ 16:25

Caro Gabriel, se o Muricy tivesse dado o ultimato ao Ceni seria motivo de um post. nem quero entrar em polêmica, mas recomendo que veja a falta do Vanderson, ainda no primeiro tempo, que originou o gol de empate do São paulo contra o Vitória. Ele tinha cartão amarelo. O pênali foi no segundo tempo, mas com 10 em campo, como deveria, e com duas linhas de 4, se a bola chegasse, não seria o Rodrigão lá, mas do que adiana eu escrever isso sem a imagem. E o gol do Grêmio no Olímpico, E o do dagoberto no Beira-Rio? Tem mais…Só que não tenho, num blog, como me aprofundar em cada detalhe e todos os torcedores acham que falta algo. Algumas vezes falta, mas sou um só, não a Folha de SP ou oB Estadão. Curiosamente, os são-paulino dizem que pego no pé do time demais.

Grande abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:42

 
 

Tenho q acrescentar…

Pior que tudo isso eh ver como o homossexualismo eh bem aceito pela grande maioria dos que tem o poder da midia na mao. Uns por hipocrisia, outros pq ja foram cauterizados pelos padroes considerados “modernos” da sociedade. Tudo caminhando pra extincao de algo chamado “familia”.

Ser contra o homossexualismo deveria ser no minimo tao normal qnto ser a favor!

E pra longe do SPFC q venham com qualquer apoio EXTRA aos homossexuais. Que seja feio somente marketing UNISEX pra todo ser humano, isso sim.

Comentário por David Marinelli — 31/10/2008 @ 16:25

 

Legalista? Piada.

Comentário por Marcello — 31/10/2008 @ 16:29

Totalmente.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:42

 
 

Pois é. Os são-paulinos ficam ofendidos de serem rtotulados de algo improcedente.

Talvez, vocês, torcedores do São Paulo, sintam o mesmo que nós, tricolores cariocas, que é taxado por todos como o time das viradas de mesa. Quando, na verdade, toda torcida do Flu era contra e se envergonha até hoje por causa daqueles anos negros. E até hoje, paga o pato de ter tido incompetentes e desonestos em sua direção, naquela ocasião.

Mesmo sempre admitindo que as viradas de mesa foram erradas, o torcedor do Flu é obrigado a conviver com um incomôdo rótulo, do qual não tem culpa e nem se orgulha. Tal e qual os tricolores paulistas, com esse rídiculo rótulo de “Bambi”.

A culpa disso é da mídia, que sempre alimenta esse tipo de adjetivo para vender jornal e dar audiência. Esquecendo que isso também causa briga, discussão e acirramento de ânimos entre torcedores adversários.

Comentário por Leo Lemos — 31/10/2008 @ 16:34

 

A conclusão que tirei ao assistir à cena é óbvia. Nem que os pais sejam ambos corinthianos, o filho seguirá a paixão deles. É óbvio que uma criança que venha ao mundo neste século seja sãopaulina. É a torcida que mais cresce no Brasil!
Recalcados, preconceituosos, homofóbicos…o futebol, o mundo não precisa de vocês!

Comentário por Felipe Mello — 31/10/2008 @ 16:38

 

Olá, Birner!
Não acho que haja preconceito por parte de quem se indignou com a cena.
Simplesmente porque nesse caso me parece que o homossexualismo do personagem foi utilizado totalmente fora de contexto, com o simples intuito de provocar e agredir uma torcida.
Como vc mesmo colocou, porque o personagem homossexual não citou outro time? Claramente porque tinha a intenção de provocar os são-paulinos, daí a indignação ser justificada.
A mensagem que o autor quis passar não é a de que o personagem é um homossexual que, como qualquer pessoa, também torce por um clube de futebol, mas sim que a torcida de um clube é formada somente por homossexuais.

Comentário por Luiz — 31/10/2008 @ 16:42

 

Vitor,
sou mineiro, portanto, minha visão é à distância. Mas parece-me que esta brincadeira de ligar o São Paulo ao homossexualismo tem a ver com o fato de a torcida do clube ter fama de elitizada, de ser composta por “mauricinhos” etc. Vide aquela piada dizendo que, em dia de jogo do São Paulo, os shoppings ficam vazios.

Tem algum email seu que eu possa encaminhar um texto?
Obrigado,

Bruno.

Comentário por Bruno Quirino — 31/10/2008 @ 16:48

Bruno, a torcida do São Paulo é a que tem mais casos de crimes. Tb é a mais violenta. Tenho amigos que foram assaltados pelos próprios sãopaulinos quando compravam ingressos para o jogo. As coisa são um pouco diferentes do que vendem para vocês aí. Tente encontrar os ricos são-paulinos e, por exemplo, os corintianos. Você verá para quem a elite torce.
vitorbirner@globo.com

Forte abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:46

 
 

NÃO ENTENDEU??? VC ANDA MEIO LERDO. A IMPORTÂNCIA Q SE DA AO FATO, É QUE FAZ A MÍDIA ALIMENTAR A BRINCADEIRA. IMAGINA UM MARGINAL FAZENDO UM COMENTÁRIO “QUANDO CRESCER VAI SER CÚRINTIA”. É SÓ BRINCADEIRA MAIS NADA, NÃO TEM NADA DE PRECONCEITO. AFINAL DE CONTAS UMA PEQUENA PARTE DOS BAMBIS SÃO GAY. KKKKKKKK

Comentário por luiz cabral — 31/10/2008 @ 16:51

 

Birner, ótimo post!
parabens! estou 100% com você.

Saindo do assunto, como anda as negociações do novo patrocinio do SPFC?

ABS

Comentário por Rennan — 31/10/2008 @ 16:54

Preciso apurar mais detalhes para escrever um post.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:46

 
 

Futebol é um ambiente machista e qualquer associação/gays gera desconforto entre os torcedores, infelizmente. Acho que um gay ser torcedor do meu time algo normal, assim como mulheres e crianças.

Quanto ao porque de ser o SP, isso é algo evidente…. Pelo que eu leio aqui, São-Paulinos adoram ser mais alguma coisa, portanto a quantidade de gays em suas dependencias também é mais que em outros times, como deve ser com outras minorias. São os que tem mais títulos, os que te mais dinheiro, os que tem mais organizãção e os que tem mais gays.

Comentário por Alan — 31/10/2008 @ 16:55

 

Birner,

Digo um pouco do porquê, sob meu modesto ponto de vista.

O São Paulo sempre foi retratado como “time da elite”, por suas origens e pelo estereótipo que se desenvolveu para a sua torcida com o passar das décadas.

Lembro-me, na minha infância e adolescência (anos 80, comecinho dos 90) de que nós são-paulinos éramos chamados de “playboys”, “mauricinhos”, etc – em contraposição à “pobreza” do corintiano e à “italianidade” do palmeirense.

Aí entra um fator que desconheço: esse estereótipo de “nobre”, “burguês”, “aristocrático”, começou a migrar para um aspecto de “afeminamento”. Sutilmente, sem alarde.

O boom dessa “classificação” que passaram a nos atribuir veio com o “caso vampeta”, que usou a mídia para se promover com base nas brincadeiras que lhe são peculiares (e que hoje, em vez de motivo de reprovação, são consideradas “coisas boas” no caráter das pessoas). Com o total aval da “mídia”.

A própria torcida do São Paulo, inconsciente da proporção que a coisa tomaria, passou a chamar (à boca pequena) a “geração Kaká” de bâmbi, etc., por causa da meninice, da imaturidade, sabe-se lá.

Enfim… um pouco do que sei é isso. Eu não me considero preconceituoso. Não sou gay (tenho amigos gays, sem problemas), mas tenho minhas convicções. Tenho filhos, e pretendo ensinar a eles as coisas em que acredito – sabendo que eles serão livres para escolher seus caminhos.

Mas a mim incomoda essa pecha que querem nos atribuir. Não gosto da idéia de que, talvez, meus filhos sofram brincadeiras idiotas na escola por serem são-paulinos (não que ser gay seja vergonha, entendam-me). Sabe-se que as crianças são inconseqüentes, agridem sem ‘ponderação’. E isso, às vezes, marca.

Chamam a isso de “brincadeira”, mas não é o tipo de brincadeira que se possa levar na esportiva – como o “porco”, assimilado pelo Palmeiras, ou o “gambá”, pelo Coríntias (conheci alguns corintianos que se ofenderam por serem chamados de “cachorros”, “sarnentos”, etc. – digo isso para demonstrar que há limites nas “brincadeiras”).

Enfim, há muito quye se falar a respeito. Talvez neste espaço surjam pistas de como essa “brincadeira” surgiu, e quais rumos tomará. Claro, surgirão também aqueles que distribuirão mais agressões, mas esses a gente ignora, como vimos fazendo há algum tempo).

Saudações em vermelho, branco e preto.

Comentário por Alexandre Oliveira — 31/10/2008 @ 16:59

Alexandre, o São paulo realmente foi o time da elite. faz algum tempo que não é. Se existir algum, certamente é outro.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:48

 
 

Ótima explanação Birner! Das tantas opiniões que li internet afora, a sua foi a que achei mais sensata. Concordo 100% com você!

Comentário por joao pedro — 31/10/2008 @ 17:05

Jpoão Pedro, grato pelo elogio.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:48

 
 

Essa história se deve muito ao fato de o São Paulo ser um clube tradicionalmente mais de elite. E as classes mais baixas costumam ver as mais altas como “frescas” e por aí vai.

O São Paulo tem seu estádio em um bairro de elite, tem um patrimônio grande, é o time “certinho” (ou mais próximo disso), mais planejado e tal. E no nosso querido Brasil, ser rico e correto é uma coisa feia, e o preconceito associa isso a homossexualidade. Bom mesmo, pra essa gente, é ser pobre acomodado ou rico espertalhão.

E vamos mais longe. Também há uma sensação de não saber o que falar mal sobre o São Paulo. É o time que TEM estádio, TEM uma grande torcida, TEM muitos títulos, TEM muito patrimônio….ou seja, a solução simples e apelativa para nos atacar é chamar de viado. O time de viado. Típico argumento de quem não tem razão.

Eu, como são paulino, acho que isso não dura muito tempo, porque a tendência é o preconceito diminuir, acredito. Quero ver o que vão inventar depois disso.

Ótimo post, Vitor. Um abraço

Comentário por Bruno — 31/10/2008 @ 17:07

Bruno, foi o time da elite. Hoje é extremamente popular. Sobre o morumbi, há uma distorção. O bairro era afastado e segundo dizem, não havia nada ali. Virou um bairro caro depois. Hoje, não é mais.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:49

 
 

Birner, a fama não é pelo time, mas pela torcida.
Você sabe disso.
A torcida do Palmeiras sempre foi considerada a Italiana. A do Corínthians era a dos ‘mano’ pretos, populares e humildes. A do São Paulo era a dos riquinhos, branquinhos e educadinhos. Esse é o estereótipo.
Claro que hoje a sirtuação não é mais essa, nem sei se algum dia foi assim. Mas a fama pegou.
Os Menudos do Morumbi e o Richarlysson contribuíram.
Não acho que seja algo ruim.
O São Paulo poderia inverter a situação, dar um exemplo de cidadania e acolher os gay’s sem meias palavras.
Um abraço e até mais.

Comentário por Moura Santos — 31/10/2008 @ 17:07

Concordo! Só que ro lembrar de alguns detalhes. Os Menudos do Morumbi foram criação da imprensa. O Banbi, quase.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 21:50

 
 

Acho que esse preconceito contra o GBLT, Grupo Gay da Bahia, Sãopaulinos é pura bobagem.

Cada um cos seus pobrema!

Comentário por Cesar Gremista — 31/10/2008 @ 17:08

 

Pois é Birner. Fiquei sabendo disso pela internet pois também não assisto novela. Acho o seguinte: a polêmica, engenhosamente premeditada, é desespero de quem está levando prejuízo. Um modo barato e popularesco, como a exploração exaustiva recente da tragédia da adolescente morta, pelos canais onde impera pouca qualidade de programações. Ser gay não é crime, não é doença, não é errado. Mas pode servir como um gatilho para difamar e passar uma imagem negativa diante da sociedade, machista como disse, que vivemos. Seria até ingenuidade minha, acreditar só na justiça da igualdade entre os grupos raciais, sociais, sexuais, apesar de lutar por isso. Quando o contexto é oportunista e barato, usado de forma vexatória e totalmente fora de um contexto, torna-se preconceito puro. Abuso, deboche, e todo sentimento que instigue mais preconceito e divergência entre a sociedade. A Globo vem tomando medidas bastante “pequenas” para alavancar sua audiência. Inversão de valores e atitudes desrespeitosas com o telespectador. Mas sabe o que mais preocupa? É que ele nunca temeu, e jamais temerá punições dos orgãos de comunicação.

Comentário por ronan — 31/10/2008 @ 17:09

 

Aqueles q reclamaram da cena e ficaram indignado são preconceituosos e acima de tudo inseguros ao extremo.
E para vc ter falado sobre isso Birner provavelmente deve ter ficado intreigado tb, afinal de contas vc deu tantas justificativas nesse post.
Eu sou Corinthiano e sempre ouvi brincadeiras do gênero com são-paulino, nada q fosse preconceituosa ou caoisa do gênero, mesmo no futebol ainda há espaço para brincadeiras, o q não pode é gerar violência por causa disso (e nem por motivo nenhum diga-se de passagem).

Comentário por Ramon — 31/10/2008 @ 17:14

 

muito bem sacado! quanto aos torcedores se apegarem a essas coisas, eu acho normal, afinal, todo torcedor tenta tirar um sarro do torcedor adverário de alguma forma e eles se apegam nessa história de ‘bambi’ por causa de certo comentário do Vampeta. o que é revoltante é que alguns ditos jornalistas e comentaristas usam isso pra inflamar as torcidas, gerando um ciclo vicioso que cedo ou tarde vai acabar mal (se é que já não acabou). Pra que você perceba onde estou querendo chegar, sugiro que veja comentários dos colunistas no site do Lance!, aqueles que falam especificamente sobre seus times, que na falta do que falar sobre seus próprios times se apegam a esse tipo de comentário preconceituoso. talvez não saibam que são formadores de opinião e que mesmo sendo sofríveis em seus comentários eles exercem influência sobre muita gente…

Comentário por Matheus — 31/10/2008 @ 17:14

 

Acho difícil que a sociedade aceite um torcida composta de homossexuais e seria motivo de chacota dos demais clubes rivais.

Comentário por Carlos Sato — 31/10/2008 @ 17:18

 

Concordo plenamente! Nada como uma visão inteligente! Não assisto a novela, mas vi a cena, e pelo que me falaram, me parece que, de certa forma, de acordo com o perfil de todos os personagens envolvidos, há preconceito dos dois lados, esteriotipando são paulinos e também corintianos. Não me parece saudável ou útil, a não ser para os pontos de ibope. Quem critica a cena, única e exclusivamente, por causa do fator homossexualismo, realmente não tem razão, concordo em cem por cento, pois qual será o problema de torcedores ou profissionais do esporte serem homossexuais, mas enfim, como diria Eisnten, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito, e acredito que cenas como essa não colaboram com o contrário. Parabéns Birner!

Comentário por Leandro Gouveia — 31/10/2008 @ 17:28

 

Meu caro Birner a torcida do Corinthians é sempre chamada de marginais, ladrões, pobres. Talvez por se tratar de uma brincadeira antiga a torcida Corinthiano em sua grande maioria leva isto na brincadeira e até se diverte com isto. Talvez, esta história de Bambi para os São Paulinos talvez seja assimilada com o passar do tempo e ai tudo termina bem. Afinal, sendo bem racional o que é pior ser chamado de Marginal ou de Bambi?

Comentário por Terencio Trindade — 31/10/2008 @ 17:35

 

Caro Birner, um pouco dentro do tema, o que você achou da faixa colocada pela torcida do Vitória que apontava para a torcida “baiana” do Flamengo com o título “Vergonha do Nordeste”?

Comentário por Rodrigo — 31/10/2008 @ 17:37

 

É…a preferência dos sopradores de latinha o São Paulo já conquistou. Agora jogador do São Paulo tem direito de levantar a camisa prá comemorar gol – prática condenada pela FIFA e que recebe punição de todos os árbitros do mundo. Mas o Hernanes pooooode.

Quanto ao assunto proposto…essa idéia foi dada por um rapaz de inteligência limitada chamado Vampeta, que na falta de argumentos prá zoar os sãopaulinos se utilizou dessa mediocridade. Mediocridade esta que os não menos mediocres animadores de circo chamados,as vezes, de jornalistas,deram crédita e espaço prá que ela fosse difundida.
E tem gente que diz que o futebol precisa de gente alegre e divertida como o Vampeta.; Faça-me o favor não é? Gente do nível do Vampeta se encontra em qualquer boteco “copo-sujo” com muito melhores provocações.

O sãopaulino,como você Birner,que trate de usar essa babaquice da melhor maneira possível…como a idéia dada por você.

Por que não o time mais ajudado pelos soppradores de latinha,não ter iniativa de marketing voltada para os doentes(segundo Freud e eu concordo) homossexuais?

Comentário por Daniel Reiner — 31/10/2008 @ 17:41

 

Caraca…nenhum comentário meu é mais publicado. Teria alguma explicação,Birner? (não que vc precise dar satisfações,claro)

Comentário por Daniel Reiner — 31/10/2008 @ 17:43

 

BAMBI! BAMBI!

Comentário por rycharlysson — 31/10/2008 @ 17:47

 

Caro Birner,
Eu acredito que grande parte dos homosexuais como eu nos tornamos são paulinos por causa do RAÍ e os mais novos pelo KAKÁ. Eu nunca gostei de futebol, pois sofri muito preconceito durante a infância, pois meus “colegas” não me deixavam jogar por eu já ter na época feições afeminadas. Aprendi a gostar de futebol e do São Paulo por causa do RAÍ e vários de meus colegas também e grande partes das minhas amigas mulheres também.
Por isso acho que devíamos assumir como a maior torcida gay do país e divulgarmos isto para o mundo.
Viva a liberdade de escolha e o nosso Tricolor.
Beijos,
Maurício

Comentário por Maurício Soares — 31/10/2008 @ 17:47

 

Ernesto, meu pai, na simplicidade de sua sabedoria afirma que quando criança ensinaram a ele que “fumar era bonito e dar a bunda era feio”. Hoje esse valores foram invertidos. Com 76 anos, entendo que é perda de tempo tentar convence-lo que não é bem isso. Ele se incomoda em ser chamado de bambi, eu não! Entendo que esse estigma é o que sobro para que nossos adversários nos provocarem, senão vejamos: Você conhece algum clube que ganhou mais títulos que o São Paulo desde a década de 1970 (futebol moderno); Você conhece algum clube que tem mais patrimônio que o São Paulo no Brasil; Você conhece algum clube com melhor situação financeira que o São Paulo neste país. Então Ernesto, cabe a eles nos provocarem com provocações sexuais mesmo. No lugar deles eu acho que faria a mesma coisa. Imagine eu sendo corinthiano e me perguntarem sobre estádio!!! Imagine eu sendo palmerense e me questionarem sobre títulos e parcerias!!! Imagine eu, sendo santista e me pergutarem sobre o futuro!!! Ernesto, vamos compreender as limitações de nosso adversários e permitir a eles pelo menos um argumento. Nem que seja mentira.
abraço

Comentário por Napoleão — 31/10/2008 @ 17:47

 

O São Paulo mimou demais o São-paulino

Se, quando se propõe a discutir futebol com um são-paulino, o máximo que você recebe é um olhar de desdém ou desprezo, não se preocupe, o problema não é com você. Para esse torcedor, é evidente que o São Paulo Futebol Clube é o maior clube do mundo. Não tem para time europeu nenhum. O Tricolor é o maior clube do Brasil, que tem o melhor futebol do mundo. Faça as contas.

E agora me responda: por que um torcedor que considera o seu time melhor do que qualquer outro – independente da equipe que põe em campo – se daria ao trabalho de tentar convencer alguém disso? Para o são-paulino, essa superioridade é tão clara que ele não precisa se prestar a persuadir ninguém.

Naturalmente que existem times tão ou mais competentes que o São Paulo. Mas o torcedor tricolor está ungido de uma tal soberba que, por maiores que sejam as conquistas das outras agremiações, elas sempre serão diminuídas perante a grandiosidade são-paulina. Essa forma megalomaníaca de enxergar o próprio time atribui a todo tricolor um ar de superioridade e o envolve de uma nobreza fictícia numa época em que ser nobre não significa mais nada.

O são-paulino reina soberano no Brasil, só que coroado por ele mesmo. E, por mais irritante que seja seu comportamento, reluto em condenar o torcedor do São Paulo por sua arrogância. Seu clube tem cinco títulos nacionais, além de cinco vice-campeonatos e três terceiros lugares no Brasileirão. Isso quer dizer que o time do Morumbi chegou ao final de 13 competições de um total de 37 – ou seja, um terço. Além disso, o São Paulo é o único tricampeão continental e mundial do país.

O desempenho do Tricolor é tão inquestionável que, desesperados, encurralados pela magnitude desse clube, os torcedores adversários apelam invariavelmente para insinuações homofóbicas no debate com um são-paulino. O apelido de “bambi” não é mais que um grito singelo das outras torcidas por misericórdia. Não dá para dizer que o São Paulo não tem estádio. Ou que aquela parceria com uma empresa estrangeira deu errado.

O são-paulino recebe tantos afagos de seu clube que eu diria que ele é daquele tipo de cara criado pela avó. Ele é o torcedor mais mimado do Brasil – e conseqüentemente o mais pedante. O time praticamente não passa por crises e invariavelmente é citado entre os prováveis campeões das competições que disputa. No Morumbi não tem perigo de rebaixamento ou goleada. Torcer pelo São Paulo é, de fato, uma moleza. Fácil até demais, eu diria. Quer dizer, onde é que fica a emoção?

Essa história vencedora do clube reveste o são-paulino de uma tranqüilidade irreal e única. A certeza de que o trabalho está sendo bem feito enche de orgulho o torcedor tricolor, que perde o possível prazer que pode haver em uma derrota. É difícil sofrer pelo São Paulo, e sofrer faz parte do jogo. Para algumas torcidas, aliás, sofrer é uma prova de amor ao clube.

Pior: se existe um lado ruim na glória permanente é a possibilidade da sua banalização. E, nos últimos anos, o São Paulo triunfou tanto que deixou o seu torcedor mal-acostumado. O Tricolor do Morumbi é tão vitorioso que a torcida não se contenta mais com pouco. O são-paulino elegeu o maior campeonato do continente como sua principal meta, e, ainda assim, essa copa significa apenas um passaporte para seu objetivo máximo, que é a conquista periódica do mundo.

O resultado disso é um estádio vazio. O Cícero Pompeu de Toledo tem capacidade para 80 mil pessoas, mas algo me diz que o são-paulino só lotará as suas dependências quando a final do campeonato mundial de clubes for disputada ali. Os campeonatos nacionais se tornaram pequenos demais, só que são as disputas que duram mais tempo. A exigência alta tornou fugazes os momentos de prazer do são-paulino, que virou uma espécie de torcedor frígido.

O gozo é mais difícil pelas bandas do Morumbi, e, por isso, mais raro. É preciso enfrentar o Milan, o Barcelona, o Liverpool; é preciso medir forças com seus iguais para referendar o seu reinado, mas esses embates são raros demais, e, por mais que o orgulho cegue o são-paulino para a possibilidade da derrota, seu time não ganha sempre.

Resumo? O são-paulino é tão enjoado, mas tão enjoado, que não se incomoda nem de falar mal de si próprio. Ele sabe que é tudo mentira.

Comentário por Michael Serra — 31/10/2008 @ 17:50

 

Tem mais Ernesto, essa é pra você, meu pai também ensinou que novela é coisa pra mulher e comentar novela é coisa de mariquinha!!!! hehhhehe
abraço

Comentário por Napoleão — 31/10/2008 @ 17:52

 

so o SPFC tem o Rycharlysson desmunhecando dia sim dia sim

Comentário por MARCIO — 31/10/2008 @ 17:53

 

Eu descordo parcialmente da sua opinião. Eu acho que a diretoria do são paulo devia buscar indenização pelos danos à imagem do clube que essa campanha velada causa.
Observe que nenhum outro clube é tratado pelos “cronistas” por seus apelidos pejorativos. Você nunca verá os corintianso sendo tratados de barbies, ou os palmerenses de nazistas.

O prejuizo tem sido a diminuiçao no crescimento da torcida, pois nenhum garoto quer ser associado com homosexualismo.
Começou na imprensa com o MN usando caixoes cor-de-rosa para homenagear as derrotas do são paulo e atualmente é mantida diariamente pelo Jose Paulo da Gloria da radio bandeirantes , alem de chico lang e alguns outros intereseiros no IBOPE causado por falar do São Paulo.

Comentário por Jair — 31/10/2008 @ 17:55

 

Não sei se vc lembra de mim BIRNER, faz tempo que apenas “visito” seu blog e não deixo comentários, atitude muita suja da rede GLOBO, todos sabemos que eles são flamenguistas, e estão com medo do SÃO PAULO ser campeão, e outra ser GAY não é doença, respeito os gays (homossexuais, lésbicas etc.), eu não acho correto o homossexualismo, pois sou uma pessoa que acredita em DEUS e a Biblia não apóia tal comportamento, mas não é por isso que vou sacanear com eles, até conheço e falo com pessoas gays, mas nunca tive preconceito com nenhu, cada um faz o que quer da vida.

Comentário por J. JÚNIOR — 31/10/2008 @ 17:57

 

Não entendo o porque de Curintianos estarem rindo! O pai da criança que Curintiano é GOLPISTA e a mãe Curintiana é PROSTITUTA! E depois ouvi um Curintiano dizer que a novela retrata a realidade,é verdade Curintiano GOLPISTA e Curintiana PROSTITUTA é o mais puro retrato da REALIDADE!

Comentário por Ivan — 31/10/2008 @ 18:06

 

Pô Birner, por essas e por outras que eu sou teu fã. Eu até iria comentar a nóticia, mas faço das suas as minhas palavras.

Abração.

Comentário por MAURO. — 31/10/2008 @ 18:08

 

Birner, por que tanta indignação? Qual foi a mentira contada na novela?

Comentário por Rogerio Canada — 31/10/2008 @ 18:10

 

‘Birner, é só você verificar no youtube o Jô Soares tirando o sarro do sp e vários outros programas fazendo o mesmo. Este brincadeira não acontece de hoje!

Comentário por Rogerio Canada — 31/10/2008 @ 18:11

 

O sp passou vários meses tentando empurrar guela abaixo o fracassado batismo tricolor. Agora vocês tem mais uma oportunidade de tentar emplacar o impossível.

Comentário por Rogerio Canada — 31/10/2008 @ 18:15

 

Inveja! Num meio machista, conservador e historicamente amadorista, um jeito de tentar “detonar” com o mais profissional e bem sucedido clube de futebol do Brasil. Fora as ladainhas do tal “dinheiro público”…
Abraço!

Comentário por Luiz Franco — 31/10/2008 @ 18:16

 

Sim, não há erro, problema algum com isso. Mas que a imagem do São Paulo F.C. ficará para todo sempre ligada à isso, não há dúvida. Graças ao Chico Lang e principalmente ao Vampeta…..

o que cai no gosto popular não tem jeito. O fato é que essa associação foi muito forte no futebol brasileiro, mais ainda que por exemplo, quando a torcida do Corinthians criou o apelido de porco para o Palmeiras.

Eu confesso que não consigo mais referir-me à um saopaulino sem pensar na palavra bambi.

Comentário por Marcos Jr — 31/10/2008 @ 18:18

 

Vitor,

O texto está excelente, realmente descreve como todos deveriam pensar, mas no país chamado Brasil e no esporte chamado Futebol, estas pessoas não têm espaço.

Eu penso como você, essa parcela que sofre é interessante para os cofres de qualquer ramo de atividade, mas não dá para esquecer que somos muito atrasados para pensamentos tão (na verdade pouco, mas… deixa pra lá) modernos em um país tão atrasado e ignorante.

Acho que o país perde tempo com isso, mas ao mesmo tempo, não está preparado para aceitar tudo que acontece no mundo. Há preconceito contra negros na Espanha. Como é que o Brasil aceitaria os gays????

A novela pisou na bola feio, pois criou problema para os clubes, para os homossexuais que devem ouvir um monte de baboseira nos seus trabalhos por causa do capítulo de ontem, aos seus telespectadores que perceberam que houve preconceito e principalmente à sociedade, uma vez que uma emissora com uma audiência de mais de 50 pontos prestou um desserviço à toda a população (eu achei que eles estivessem lá para fazer justamente o contrpario).

Comentário por Fábio — 31/10/2008 @ 18:21

 

Birner, o ponto principal é que estão fomentando um preconceito imbecil e sem fundamentos, como a maioria dos preconceitos. Como vc bem disse, não há qualquer base para essa besteira, provavelmente não deve ter qualquer relação entre o número de gays e o time para o qual torcem, porém a televisão tem poder de criar imagens na cabeça das pessoas, e manipular a verdade.

Veja a cena:
http://br.youtube.com/watch?v=OluivVcqf18

Reclamem aqui:
http://afavorita.globo.com/Novela/Afavorita/Global/0,,NFN0-15470,00.html

Ou aqui:
http://www.eticanatv.org.br/index.php?sec=3&cat=7&pg=5

Eu já não assisto porcaria nenhuma da Globo, mas esse tipo de insinuação prejudica o torcedor do SPFC. Inveja mata!

Comentário por Ricardo Schiavo — 31/10/2008 @ 18:22

 

A melhor explicação que eu já vi para o fato foi essa:

“PORQUE O SÃO PAULO É BAMBI:

O futebol, nos seus primórdios, era um esporte de elite, em terras brasileiras. O Bangu, no Rio de Janeiro, e, principalmente, o Corinthians, em São Paulo, foram pioneiros em levar o povo a participar da festa da bola.

Clube mais importante da cidade do Rio de Janeiro nas primeiras décadas do séc. XX, o tricolor Fluminense também era o clube mais representativo da aristocracia carioca. É por isso que o jogador Carlos Alberto, contratado pelo Fluminense, em 1914, procurou esconder a sua morenice (mulato que era) passando pó-de-arroz sobre a pele. Mas não adiantou. Logo na estréia, contra o América-RJ, aconteceu o inevitável: o pó-de-arroz começou a escorrer, misturado ao suor, e a torcida adversária não perdoou, começando a gritar: “pó-de-arroz, pó-de-arroz…”

Em pouco tempo, a torcida do Fluminense incorporou a gozação e adotou o pó-de-arroz como símbolo do clube (fenômeno que se repetiria, depois, com vários clubes: Flamengo/urubu, Vasco/bacalhau, Corinthians/maloqueiro, Palmeiras/porco, etc). E os tricolores passaram, até, a levar pó-de-arroz, talco e similares para os estádios, para saudar o seu time.

*

O futebol, na década de 1920, se consolidou como o principal esporte, na cidade de São Paulo (graças, em grande parte, à ascensão do Corinthians , o primeiro clube popular a participar do então elitista campeonato paulista). Três clubes se firmaram como as grandes forças, formando o “Trio de Ferro”: o Corinthians, o clube do povo (ou da “gentinha”, da “arraia-miúda”); O Palestra Itália, clube dos italianos (ou “carcamanos”) e o Paulistano, clube da aristocracia (ou dos “almofadinhas” e “janotas”). >>>>>>>>>>>>>>>> Com o advento do profissionalismo, o Paulistano, partidário dos “ideais do amadorismo”, abandonou o campeonato paulista. Órfãos de uma agremiação, atletas e seguidores do Paulistano fundaram o precursor do atual São Paulo FC: o clube que ficou conhecido como “São Paulo da Floresta” (nada a ver com a fauna própria desse tipo de habitat; o Floresta se deve ao nome do campo onde o clube costumava mandar os seus jogos, e à necessidade de diferenciá-lo do São Paulo atual).

Apesar de sempre ter aspirado ser o representante da elite paulista, como “continuador” do Paulistano (clube que existe até hoje, e vai muito bem, obrigado), nem sempre o São Paulo conseguiu manter a pose. Sem contar a falência que decretou o fim do “São Paulo da Floresta”, o próprio São Paulo passou por dificuldades, a ponto de ter “passado o pires” para os torcedores dos rivais Corinthians e Palestra, no jogo que ficou conhecido como “O Jogo da Barrica”. Mas, mesmo na sarjeta, o São Paulo nunca perdeu a soberba, e, com o apoio de membros mais poderosos (ou do poder), conseguiu entrar no lugar que era do Paulistano no “Trio de Ferro”, principalmente com as conquistas obtidas nos anos 40.

*

Se o Corinthians, e sua torcida, chamavam a atenção, na década de 10, por serem intrusos em um meio futebolístico claramente elitizado, na década de 50 a situação havia mudado, e muito. O futebol era o esporte das massas, provocando o advento de estádios enormes (como o Pacaembu, em 1940) ou gigantescos (como o Maracanã, em 1950).

Mas “ser da elite” ainda era muito valorizado. Nos anos 40, o Fluminense adotou o “Cartola” (um refinado sujeito de fraque e cartola) como o seu mascote. Em terras paulistas, era o São Paulo que levantava a bandeira do “clube da elite”. O fato de serem tricolores reforçava a identidade entre as duas equipes. No Rio, como em São Paulo, os “riquinhos” eram, pejorativamente, identificados a mimados e fresquinhos.

Mas os sãopaulinos não levavam muito em conta essas brincadeiras. Tentavam manter-se, olimpicamente, à parte (ou acima) de coisas reles como a ancestral rivalidade entre “maloqueiros e carcamanos” (Corinthians e Palmeiras). Seus sonhos de grandeza se concretizaram com a nebulosa construção do Morumbi, aquele que já foi chamado de “maior estádio particular do mundo”.

*

Para reforçar a sua aura de “clube de elite”, o “pó-de-arroz” São Paulo adotou o próprio. Ou seja, a sua torcida passou a levar quilos de talco aos jogos no Morumbi, formando nuvens brancas para saudar a entrada do seu time em campo – espetáculo marcante, nos anos 70.

Anos 70 marcados, também, pelo sucesso do “Show de Rádio” da Jovem Pan, programa humorístico apresentado logo após o término das transmissões esportivas, que possuía uma audiência esmagadora. Os personagens principais interpretados pela equipe do genial Estevam B. Sangirardi eram o corinthiano Joca (crioulo, favelado e macumbeiro), Noninha, do Palmeiras (representando a colônia italiana) e o Didu Morumbi (o aristocrático e afetado torcedor do São Paulo). O Didu reforçou o estereótipo do torcedor do São Paulo, afrescalhado e deslumbrado com as supostas manifestações de distinção do seu time, em relação aos rivais.

Curiosamente, quem representava o Didu era o próprio Sangirardi que, apesar de sãopaulino, de fresco não tinha nada. O que denota a tranqüilidade com que a torcida do São Paulo lidava com esses estereótipos.

*

DE ALMOFADINHA A PÓ-DE-ARROZ, DE PÓ-DE-ARROZ A BAMBI (PASSANDO POR JANOTA, CUEQUINHA DE VELUDO, MIMADINHOS, FRESQUINHOS, ETC).

Nos tempos atuais, os valores e a cultura da elite não são tão valorizados como já foram. São estigmatizados, até. A cultura popular (ou popularesca) assumiu a frente do palco. Filhas de oligarcas baianos (brancas) capitaneiam bandas de axé, e cantam “Sou negrão”. A juventude das classes média e alta, pelo Brasil afora, adotaram o “é nóis” e o rap paulistas, e o funk carioca.

Ser “pó-de-arroz” deixou de ser motivo de orgulho. O legal, agora, é ser “maloquero”. Se o Palmeiras enfrentou uma crise existencial (ainda não inteiramente resolvida) para deixar de ser o clube dos italianos e descendentes, o São Paulo enfrenta uma ainda maior, nessa transmutação de clube da elite para clube popular.

Porque clube de torcida grande é uma coisa, e clube popular é outra – mais profunda, ligada à essência, às raízes e à história. Um clube elitista pode se tornar um clube de grande torcida. Mas não pode se tornar popular – a não ser que renegue a sua história, que jogue fora o seu álbum de fotografias, que cale os seus antigos remanescentes.

*

Quando Vampeta se referiu, em 2002, aos rivais e fregueses sãopaulinos como “bambis”, ele não estava criando uma denominação nova. A novidade estava em um jogador utilizar uma denominação dos botecos. Que soou particularmente ofensiva pelo momento que o São Paulo vivia: uma seqüência de anos marcados por fracassos retumbantes – muitas vezes, para o arqui-rival Corinthians.

O “bambi” incomodou tanto porque, além da evidente conotação pederasta, servia para definir, também, um time sem fibra, que amarelava, que tremia, que pipocava, enfim, nas decisões. No auge de sua vergonha, a torcida do São Paulo invadiu o CT e jogou pipoca nos seus jogadores. Apoiou, também, a saída do “fresquinho” Kaká do clube.

Essa fase passou. O São Paulo é, no momento atual, a principal equipe do futebol brasileiro. Ninguém mais chama os seus jogadores de “pipoqueiros”. O clube adotou o amarelo como cor predominante nos uniformes de treinos. Daí a assumir o bambi como mascote vai uma distância (apesar do termo “bambiada” utilizado pelo ídolo Rogério Ceni). Existe resistência e preconceito (como ficou claro nos recentes episódios vividos pelo jogador sãopaulino Richarlyson).

Mas… quem sabe? O bambi sempre foi um sucesso entre as crianças. Será que os sempre elogiados marqueteiros sãopaulinos não conseguiriam, a partir daí, encontrar uma solução para a crise existencial vivida pelo São Paulo – um clube que sempre se gabou de ser diferenciado e de elite, e que, no presente, se depara com uma torcida engrandecida e com essa questão de praticar ou sofrer preconceito?”

(J. Carlos)

Comentário por Samuel — 31/10/2008 @ 18:41

 

Birner, que tal levar na brincadeira? Veja Caju e Castanha em http://www.youtube.com/watch?v=hqq7CNxFFPs&feature=related

Comentário por Rogerio Canada — 31/10/2008 @ 19:05

 

Birner, concordo com vc. O autor dessa famigerada novela, que de acordo com a UOL, tem os piores indices de audiência de todos os tempos, fez de caso pensado.

Aliás, tentou estereotipar o torcedor do SP, o quea meu ver, é besteira.

Sou tricolor, casado, e para mim tanto faz, tanto fez se fulano ou beltrano é gay ou não.

O que me incomoda é a polêmica boba, à toa, que desvia o foco do principal: a novela é ruim e o SP está perto de ser HEXA, quando todos já consideravam o time carta fora do baralho.

No futebol, meu time está por cima, ao contrário da audiência global.

Comentário por César — 31/10/2008 @ 19:06

 

Vc ta certo, essa fama não pertence a história do clube, nem a dos principais jogadores e muito menos da torcida.
Faz muita parte da história daquele baiano tetra-rebaixado que pousou nu pra revistas homosexuais, quando no time sem estádio gostava de ofender nossa torcida. E hj ainda usa o SPFC pra aparecer na mídia e falar mais m…
Acredito que isso evoluiu pelo simples fato de não haver mais concorrente direto em termos de títulos, estrutura, paixão e emoção que o SPFC.
Quem não tem como concorrer sente inveja e parte pra agressão. Agressão inflamada pela tal emissora que posa de santa com comentaristas pra lá de duvidosos quanto sua idoneidade e carater.

Comentário por emmanuel — 31/10/2008 @ 19:12

 

Birner, boa noite.

Porque você só citou grandes ídolos do São Paulo?

Outros clubes, também tem seus ídolos como Zé Maria, Zé Roberto, Wladmir, Ademir da Guia, Evair.

Realmente, existem muitas “EMPRESAS” DE OLHO NESSA FATIA DE MERCADO. Essas empresas, Vitor Birner, chamam-se jornalistas.

Abraço.

Comentário por Canela — 31/10/2008 @ 19:30

 

Birner,aqui no Rio o pó-de-arroz tricolor é motivo de chacota,pricipalmente de quem não conhece a história.Qualquer tipo de preconceito é estúpido e imbecil.

Comentário por AUGUSTO CESAR — 31/10/2008 @ 19:36

 

Vitor,

Sou são-paulino. Concordo integralmente com você. Já passou da hora do tricolor ASSUMIR. E acho que o momento é propício. A atual supremacia nacional do tricolor ( já igualou os bi-campeonatos do Santos 62/63 e tem chance de igualar o Flamengo 80/83 com 3 brasileiros, libertadores e mundial), ajudaria a serenar os “machos” mais independentes. Em época de fila esta idéia teria menos espaço.

Um abraço

Comentário por Marcos Costa — 31/10/2008 @ 19:38

 

Acrescento aos deuses da raça citados: Pintado, Zé Teodoro e André Dias (supera as limitações).
A inveja produz coisas ridículas.
Quem quer ser gay que seja. Sou casado, filhos e hoje em dia quando perguntam meu time digo: – Sou Bambi.
Acho que os apelidos surgem quando o cara fica nervosinho. Deixa para lá, vamos ganhar de novo!

Comentário por Walter Kindro Andreoli — 31/10/2008 @ 19:49

 

boa cara qdo o são paulo estava 11 pontos atras do grêmio ninguem falava dos erros contra o tricolor

agora q o Tricolor comeu pelas beradas e ja ta na liderança São paulo contra tudo e contra todos

Comentário por Daniell Henrique — 31/10/2008 @ 19:56

 

Quanta besteira! Na novela caso o senhor não saiba o Pai da menina é um Estelionatário e a Mãe interpretada pela Gostosa da Débora Secco faz o Papel de um prostituta.
Quem torce pelo Corinthians nunca ligou pra essas picuinhas que fazem parte do futebol. Por causa dessa frescura dentre outras que os São Paulinos são apelidados de “Bambis”.

Comentário por João — 31/10/2008 @ 19:59

 

http://www.youtube.com/watch?v=yAyROLUgSUo

Ta ai o video!

Concordo com a sua visão e acho qualquer tipo de preconceito abominável, no entanto acho que sua proposta jamais seria viável para um clube de futebol.

Como você lembrou, o mundo do futebol ainda é mto machista e qualquer tipo de campanha, ou mesmo uma simples ação geraria uma enorme polêmica até com os torcedores, que como sabemos, são os clientes mais fiéis e qualquer empresa gostaria de tê-los…

Comentário por Guilherme Dorneles — 31/10/2008 @ 20:23

 

Faco minhas as palavras do personagem : “tomara que seja sao-paulino quando crescer !”.

Como jah dizia o mestre : “O ser-humano nasce ignorante e evolui com o passar do tempo”.

Comentário por rodolfo Goes (Terre Haute, USA) — 31/10/2008 @ 20:32

 

Ô Vitor! Esse negócio de bambi foi criado pelo Vampeta… Como ele precisava de fazer chacota com o São Paulo e não tinha motivo aparente, chamou o time tricolor de bambi uma, duas, três vezes, e a mídia comprou… poderia pegar no quesito técnica, mas como não ia colar, criou o apelido bambi, de conotação sexual. Parece que deu certo, e a estratégia de marketing negativa do Vampeta está durando…. Rui Branquinho explica!
Abs

Comentário por Ricardo Pinheiro Lima — 31/10/2008 @ 20:34

 

Birner, com essa atitude o autor da novela pode criar uma grande confusao nos proximos jogos, a torcida esta revoltada.
Quanto a sua pergunta, te digo que essa historia de “bambi” foi criada para tentar nos ofender de alguma forma, sendo que discutir de futebol nao tem graça…
Rumo ao Hexa, abçs

Comentário por Tunito — 31/10/2008 @ 20:34

 

Outra coisa: ah se o Chicão ou o Toinho ainda entrassem em campo! Aí o bambi não pegaria…. ia sobrar bordoada p/ todo lado…

Comentário por Ricardo Pinheiro Lima — 31/10/2008 @ 20:36

 

Eu ouvi parcialmente esse texto no CBN Esporte Clube, lido pelo Juca Kfouri e ao chegar em casa vim correndo ler no seu blog. Concordo em gênero, número e grau com você.
Meus amigos vivem me atormentando com essa história de Bambis. Eu sempre digo que eles são retrógrados, antiquados. Aina que todos os jogadores e toda a diretoria fosse homossexual, o que importa são os resultados mostrados em campo, coordenados por uma diretoria competente.
E tudo começou com o Vampeta, não foi?

Comentário por Ligia — 31/10/2008 @ 20:44

 

Dizer que são paulino é bambi é o mesmo que dizer que corintiano é vencedor, não cola, tem coisas que não pegam de jeito nenhum, essa é uma delas, é natural que nós torcedores tenhamos esse tipo de rivalidade, agora uma emissora decadente como a globo não tem o direito que denegrir a imagem do maior clube das américas.
Abaixo uma matéria jornalistica que prova o que estou falando:
*********************************************
CORINTHIANS É O TIME PREFERIDO DA PARADA GAY, aponta enquete de TV
da Folha Online

O programa “Mesa Redonda”, exibido pela TV Gazeta, fez uma enquete na Parada Gay de São Paulo, realizada neste domingo (25/08/2008). A atração queria saber qual o time preferido dos participantes –um atalho talvez para deduzir a dimensão do público GLS em seu público-alvo (torcedores de futebol) ou difundir pechas e estigmas.
Em primeiro lugar, com 48% da preferência, ficou o Corinthians. A segunda colocação, com 33% das menções, apareceu o São Paulo. Palmeiras e Santos ocuparam a terceira e quarta posição, respectivamente.
A Parada Gay foi um dos destaques do “Mesa Redonda”. O programa ouviu transgêneros (montadas, por exemplo) e transexuais (operadas) para repercutir o caso do jogador Ronaldo com uma travesti.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u405317.shtml

Comentário por RICADONI — 31/10/2008 @ 20:50

 

A fama não está sendo criada por parte da mídia esportiva. Os são-paulinos sempre foram chamados pelos adversários de pó-de-arroz, bambis e outros apelidos semelhantes. Todos os torcedores são chamados por apelidos pelos rivais, como uma forma de tirar sarro.

Comentário por David — 31/10/2008 @ 21:02

 

A torcida que, em termos absolutos, mais tem gays é a do Flamengo. Aliás é a torcida que mais tem de tudo, no mundo! O problema é que, os tricolores (todos eles), ficam estigmatizados pq qualquer grupo de 3 rapazes alegres inseridos em suas torcidas já configura um número estatisticamente significativo.

Comentário por Cesar Medeiros — 31/10/2008 @ 21:03

 

Caro Victor,

No mundo artístico, dizem, alguns que perderam a muita fama fingem namorar os que estão em alta para se promoverem, geralmente com o consentimento do famoso em alta – corporativismo -, o Vampeta fez isso… já não jogava mais nada, aliás na minha opinião nunca jogou, falou maldosamente uma idiotice e a imprensa deu o que ele precisava, fama! Infelizmente ou felizmente, como vc mesmo conclui, sobrou para os tricolores!!! Hoje pode soar ruim…. mas e amanhã!!! Agora o escritor da novela foi extremamente maldoso…. aí sim… isso é muito ruim!!!
Obrigado!!

Comentário por Augusto César — 31/10/2008 @ 21:04

 

O mais engraçado é que quando tiram sarro de corintianos em programas humorísticos, aparecendo personagens sem dente, pouca cultura, camisa do Corinthians toda rasgada etc., aí não é preconceito… Mas com o São Paulo ninguém pode mexer que já ocorre um estardalhaço.

Comentário por David — 31/10/2008 @ 21:23

 

O Chico Anisio disse uma vez que a sorte do FRANK SINATRA é que ele não tinha nascido no Brasil, porque com tanta merecida fama, seria taxado de VIADO.
Para a maioria preconceituosa do pais o que falar do SPFC , primeiro nos rankings nacionais e internacionais?
Sugiro que o SPFC acate a causa e atraia esta minoria que recém foi traida pela MARTA SUPLICY.
E vamos lembrar que a homofobia é crime e dá cadeia.
E não vamos esquecer que Vampeta é aquele da frase que o Flamento finge que paga e eu finjo que jogo além de ter chamado o SPFC de time de BAMBI, depois que o próprio saiu na revista G nú.
A Psicologia está á disposição de todos. Esta proximidade é emblemática.Nunca se esqueçam do Coronel Fitts de Beleza Americana.

Comentário por carlos magno gibrail — 31/10/2008 @ 21:24

 

RICADONI, a torcida do Corinthians vai ser sempre maior em qualquer seguimento da sociedade, seja medico, advogado, operario, faxineiro e inclusive dos homosexuais. Mas torcida bambi só tem uma é é a do sp! Não adianta contestarem. Se borram todos só de lembrar do Richarlison, tanto que sequer gritam o seu nome …

Comentário por Rogerio Canada — 31/10/2008 @ 21:51

 

Mas, Vitor, quando você cita ídolos como Chicão, Chulapa, Forlan, você não está citando exatamente uns tipos machões? E quem gosta de machões? Acho que você vai mal por aí, principalmente porque se, de fato, você não tem preconceito, por que responder? Ótimo que a novela reforçou uma brincadeira e ponto, não é mesmo? Digo isso porque sou gay, palmeirense, e não tô nem aí quando me chamam de bicha, embora eu não faça o tipo espalhafatoso. E acho o Chulapa, por exemplo, um portento. E daí?

Comentário por José Porto — 31/10/2008 @ 22:03

E daí nada. O post teve dois objetivos e acho que ficaram bem claros. Falar de preconceito e de mídia.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 23:19

 
 

Impressionante!
Até em brincadeiras da novela da Globo estamos participando. Engraçado que não vejo na novela mencionarem outros times. Sempre SPFC, Corinthians e Flamengo.
Isso só mostra o quanto somos grandes. Falar de nossa história, não da. De nossos títulos, também não da. De nossas glórias, muito menos. De nossa estrutura então nem se fala….
Pois é, resta dizer que somos “bambis”. Bambis Tri campeões mundiais. Bambis Tri da América. Bambis penta do Brasil. Bambis na arrancada do Hexa.
Ahhhhhhh, como a inveja mata! HA HA HA HA

Comentário por Bambino Hexa — 31/10/2008 @ 22:32

 

A Independente poderia parar com essa bobagem de não gritar o nome do Richarlison… isso já seria uma vitória contra o preconceito. Um abraço.

Comentário por Ronaldo Silva — 31/10/2008 @ 22:37

 

Agora, o mais engraçado é essa argumentação de que “na nossa torcida também tem bandido” e querer citar o nome de antigos jogadores com “pinta de macho”…

Faz lembrar aquela frase:
“PARA TODA REGRA EXISTE UMA EXCEÇÃO”.

Relaxa, gente…

Comentário por Felipe — 31/10/2008 @ 22:50

 

Birner. Por que vc deu tanta importância a isso? Uma simples cena de novela. Já foi feito comercial onde o narrador terminava com a frase: “…O único defeito, era ser corintiano”, nem por isso a torcida do Corinthians deu piti. A culpa é de posts como esse Birner…

Comentário por Paulo Luciano da Silva — 31/10/2008 @ 22:57

Paulo, eu não estou nem aí. Mas escrevo com o que avalio, e posso me enganar, do que interessa aos que lêem o blog, e não dos meus problemas. Por exemplo: a Claro me mandou conta do meu cel. prépago como se fosse pós pago. Não consigo falar com ninguém. Quinta fiquei quase uma hora esperando e cumprindo inúteis ordens da secretária eletrônica. Mas isso não é de interesse de ninguém. De qq forma, uma cena na principal novela da Globo, é algo grandioso, já muita gente assiste. Como o futebol. Algo lúdico que muita gente, mas bem diferente de novelas.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 31/10/2008 @ 23:17

 
 

“Ronaldo Silva”
a independente não grita o nome do Richarlisson por preconceito… por acaso você tem visto os últimos jogos dele??? o cara é ruim de mais

engraçado o vampeta apelidar os são paulinos de bambi, afinal foi ele quem posou pra g-magazine!

Comentário por crazydrake — 31/10/2008 @ 23:23

 

Birner, como bom são-paulino era importante sua opinião sobre essa famigerada cena global. Parabéns pelo texto. Agora, o comentário do Michael Serra merece comentário, né não? Excelente!

Comentário por Rita — 31/10/2008 @ 23:29

 

Fala Birner, beleza?
Como profisisonal de imprensa que sou, seu companheiro na SKY e São-paulino fanático e inteligente, acho sim que a cena foi de mal gosto e proposital.
Mas, como vc, não entendo a relação entre SPFC e GLS, nunca vi isso ser verdade.
Pra quem não sabe, a TV Gazeta, no Mesa Redonda, fez a eleição do time com mais adeptos, ou simpatizantes, na Parada Gay. Em dois anos consecutivos, o Corinthians venceu. E isso não quer dizer nada, pra quem acha que Bambi é ser gay, essa “eleição” corintiana deveria dizer alguma coisa, mas é o mesmo caso do Bambi.
No filme, Bambi, o veadinho é macho e o Gambá que é o melhor amigo dele, é afeminado e se chama Flor.
Esse “apelido” que Vampeta nos colocou, ele mesmo, que posou para a G Magazine, Revista direcionada ao público Gay, veja só, ele mesmo, o Vampeta, apelidou o SPFC e sua torcida de Bambi, após o episódio Ricardinho no SPFC. Coisa de quem quer criar polêmica e com isso, transformou a Independente na torcida mais violenta do país.
Outra coisa: relacionar ricos com gays é coisa de idiota, como se não houvesse homossexual pobre e gay heterossexual. Uma imbecilidade.
Mais uma: o SPFC começou sem dinheiro nenhum, aliás, quase não começa, vivia com opires na mão, depois da fundação foi crescendo aos poucos, ganhando campeonatos e projeção, um dia, ficou de elite, porque cresceu tanto no cenário nacional, que essas pessoas começaram a “simpatizar” com o time e criar um vínculo, comprando carnês para a construção do Morumbi, que todas as outras torcidas, inclusive colegas de imprensa que fazem parte delas, contestam a construção do Estádio e a origem do dinheiro para tal, mas se esquecem que demoramos 13 anos para ganhar um campeonato. Se fossemos tão ajudados como dizem, ganharíamos pelo menos uns 3 na era Pelé, certo?
O clube se elitizou, até quem na década de 80, havia campanhas publicitárias para levar o São-paulino ao estádio. A torcida estagnou e na década de 90, com a Era Telê, a coisa mudou, os títulos vieram e o clube se popularizou e hoje é a torcida que mais cresce no país, projetando uma massa de torcedores gigantesca nos próximos anos.
Tracei esses paralelos para que todos vejam que tudo o que dizem contra o SPFC é bobagem e que o clube não é perfieto, nunca vai ser, mas com certeza é o mais organizado.
Quem é São-paulino sabe o valor dessa camisa, desse clube, dessa torcida, dessa diretoria, dessa história.
Pros outros, restam comentários preconceituosos, segunda divisão (Vampeta é Penta em queda para a segundona) e dor de cotovelo.
Tenho muito orgulho de ser São-Paulino, o Tricolo que funciona, independentmente de títulos.
Abs e sucesso!!!!

Comentário por Mauricio Bonato — 31/10/2008 @ 23:30

 

Birner.

Dentre os grandes times do futebol brasileiro o São Paulo é o que mais tem incomodado a Globo nas renovações dos contratos de transmissão de jogos tanto do Paulista como do Brasileirão. Dentro desse contexto, o troco da Globo foi sutil e certeiro. No mundo machista do futebol, e ninguém duvida que isso é um fato, associar a imagem do time ao homossexualismo em horário nobre é ferir o time, dentro das estruturas de marketing atual, de morte. Não há como a diretoria reclamar, vão acusá-la de discriminação. Com a jogada da Globo, a diretoria ficou de mãos amarradas. Não sou tão otimista quanto você em relação a utilizar tudo isso como marketing.
Agora, duas coisas sempre chamaram a minha atenção em relação mídia nesse assunto em questão:
primeiro, como um jogador como o Vampeta, depois de posar para uma revista Gay, deitou e rolou nos microfones tranquilamente àquela época em que apelidou de “Bambi” o time do SPFC, sem ser lembrado em nenhum instante desse fato pela mídia paulista; segundo, por que a essa mesma mídia paulista, não levou em frente o apelido dado ao Corinthians depois dos retumbantes fracassos na Libertadores de “Galinhas”. Ao contrário, lembro que muitos começaram a ressuscitar o distintivo até então odiado de “Gambá” rapidamente. Existem ainda

Comentário por Rogério Martins — 31/10/2008 @ 23:32

 

Ola Vitor! Acho que levaram a sério de mais uma brincadeira até boba. ( Sou Corintiano! ) Abraço!!!

Comentário por Ediney Aprigio — 31/10/2008 @ 23:37

 

Olha Birner, não precisa ser politicamente correto.Também não tenho nada contra os gays.A questão é outra.A Globo usou um concessão pública para difamar todos os tricolores que serão ridicularizados novamente pelos os invejosos de sempre.Por que fez isso?Pois vive em função do Flamengo?Do Corinthians?Dos times cariocas?Pois o São Paulo é duro na hora de negociar direito de imagem e ela resolveu tratar a gente como os evangelicos da Igreja Universal?Esse ano mesmo, ela cortou o som da nossa torcida em pleno Morumbi no jogo da Libertadores contra o Fluminense, fez o mesmo no paulista contra o Corinthians.Quem deu esse direito a ela?Ela pensa que vivemos ainda na ditatura?Que todo mundo aceita passarem Flamengo toda semana?Que o carioquinha é um campeonato que vale alguma coisa?Para mim ela baixou ao nível dos nazistas que só sabem espalhar intolerância e mentiras.Nesse país o sucesso é um crime.

Comentário por Joelson — 31/10/2008 @ 23:39

 

Faço toda questão de não acompanhar novelas, é algo que te aliena e não aumenta em nada seu conhecimento, mas pelo que li até agora sobre esse caso não teve nada demais e concordo com vc quem fez essa cena já pensou nisso antes, talvez para retomar parte de seu ibope que perdeu pra Record.
Abraços e bom fds.

Comentário por Luiz Alberto — 31/10/2008 @ 23:47

 

Como sou corintiano estou aproveitando para tirar um sarro dos meus amigos São Paulinos, porém tenho que reconhecer que a Globo pegou pesado, apesar que se a diretoria do SP reclamar podem serem taxados de preconceituosos pela mídia.
Devemos lembrar tambem que na mídia sempre brinca com o Corinthians como sendo time de ladrão.

Comentário por ricardo — 31/10/2008 @ 23:52

 

A grande verdade da cena é mostrar a todos os brasileiro um preconceito com a torcida do curintia….. Afinal o autor da novela coloca o golpista (bandido) e a prostituta como curintianus e o milionario como sãopaulino……

Sem contar a mensagem sub liminar que fica nítida na cena que mais um filho de prostituta será curintiano…..

O que acha Birner???

Comentário por Rodolfo Passos — 01/11/2008 @ 0:07

 

Birner, desculpa mas acho q se vc não fosse são-paulino, não teria dado tanta ênfase pra essa polêmica digna de mesa redonda …

Pior é dizer que fizeram isso pq o time esta na briga direta pelo título, lamentável! O apelido ‘bambi’ e tiração de sarro existe assim como chamam também os cruzeirense de ‘marias’ e por ai vai, tudo por pura RIVALIDADE e não PRECONCEITO!

Comentário por Thiago Velame — 01/11/2008 @ 0:41

 

isso nasceu do Vampeta, um jogador mediocre, que conseguiu ser rebaixado por 5 times (Vitória, Brasiliense, Fluminense, Corinthians e Juventus) e como ele tem inveja de time que ganha campeonatos, a bola da vez é o São Paulo, ele fez isso pra imprensa (que a maioria, que são acima de 30 anos, e é corintiana) esquecer que o time deles foi rebaixado pra segunda divisão, escapou de ser rebaixado pra segunda divisão do campeonato paulista, porque o tricolor deu uma mão, a maioria dos caras que se julgam profissionais, mas que não passam de torcedores que se julgam jornalistas, não aguentam o São Paulo ou outro time ganharem mais que o time deles. Teve um dia escutando o Papo de Craque da Transamerica, um cara que se julga profissional dizer o Maior Time do Mundo estava de volta pra primeira divisão, só porque tem uma das maiores torcidas do Brasil, ignorando que o outro profissional, que dizia que o maior tinha que ser aquele que tem um patrimonio maior, ou aquele que tem ganhado os principais campeonatos do mundo. RESUMINDO: Os caras falam isso, é pra esquecer que o time deles é MEDIOCRE, se não fosse não estaria na segunda, eles preferem falar mal do que reconhecer que o outro time (que eles não torçam) seje campeão. Na minha opinião, devemos ignorar, o que vem de baixo, principalmente, quando é comentarios preconceituosos e inveja, isso é APELAÇÃO DE QUEM NÃO TEM COMPETENCIA DE SER CAMPEÃO.
Eu acho que os profissionais que não estejam nesse grupinho de individuos que se julgam jornalistas, deveria fazer uma reportagem sobre o jogador VAMPETA, um jogador que conseguiu a façanha de rebaixar 5 times, ele deveria estar o GUINNES BOOK.
Falando sobre isso, vamos estar fazendo o joguinho deles, e esquecer de falar no que realmente interessa, que é falar sobre GRÊMIO, SÃO PAULO, CRUZEIRO, PALMEIRAS E FLAMENGO, os times que tem chance de ser CAMPEÃO ….
Um abraço

sem pressa, rumo ao Hexa (inédito no Brasil)

Comentário por Nelson - Suzano — 01/11/2008 @ 0:52

 

Prezado Birner,

Primeiramente, qual e’ o principal objetivo de uma novela televisiva? Qual seria o seu principal escopo se nao o tao venerado ibope?
Fica bem claro a intencao de se prolongar o assunto alem dos meros espectadores de novela.
Se a repercussao nao fosse tanta, a atitude seria outra.
Por isso acredito que o seu comentario objetiva o que a situacao da novela propos.
A chacota faz parte do futebol, o torna mais interessante, mais apaixonante e mais viciante.
De algum modo surgiram os Bambis? Sim, surgiram, mas tbm surgiram as Sereias, os Porcos, os Gambas, as Marias, etc.
Prolongar o assunto para a questao do preconceito e’ tentar explicar desnecesserariamente esta faceta inerente ao futebol.
Entendo perfeitamente o seu posicionamento contra, como sao paulino, e faria o mesmo se o fosse, assim como faco qdo o alvo das chacotas e’ o meu time que prefiro nao revelar para nao evidenciar supostas tendencias.
Ao meu ver, foi uma colocacao tendenciosa para a polemica envolvendo um aspecto inerente ao futebol, nada mais, sem choro nem vela..
Um grande abraco.

Comentário por Miguel — 01/11/2008 @ 1:37

 

O negocio é que os SP tão pegando pilha.
Pegou pilha o apelido pega é sempre assim desde os tempos do colegio.
Birner faltou o Ricky nos idolos do SP.
Vem pra vila no domingo ?

Comentário por Eduardo Montejano — 01/11/2008 @ 1:38

 

Não se esquecam, a Flora é o mal encarnado, se bobear a globo poe ela como saopaulina também.
Eeeeee varzea, os caras não conseguem tirar a supremacia tricolor dentro de campo e ficam apelando para esse tipo de artificio.

Comentário por Sten — 01/11/2008 @ 2:04

 

Pura mentira que esta história de bambis nasceu do vampeta. Eu nasci em 74 e desde que comecei a acompanhar o futebol em 1981 eu sempre escutei que o corinthiano é gambá o palmereinse é porco e o são paulino é bambi.

E quanto mais os são paulinos reclamarem deste apelido mas as outras torcidas vão chama-los de bambi.

Veja por exemplo a torcida do palmeiras, quandos eles adotaram o porco ninguém mais pegou no pé deles.

Então para você meu querido torcedor são paulino eu tenho uma sugestão para uma campanha em que ninguém pegará mais no seu pé.

O lema da campanha é:
Eu sou bambi e sou feliz! :)

Tenho certeza que vocês consegueriam mudar a opinião de um país machista como o Brasil.

Já que você é são paulino birner você poderia começar a campanha.

abs

Comentário por Alex — 01/11/2008 @ 2:45

 

Qual o problema do personagem gay ser sãopaulino? Se ele fosse nazista seria menos pior? Se ele fosse racista seria melhor?
Ora bolas, vocês sãopaulinos (não negue que tu o és) são muito metidos a importantes. Menos Birner, menos!

Comentário por Pedro — 01/11/2008 @ 6:04

 

Caro Birner,

O futebol (incluindo imprensa, cartola, atletas e torcedores) é um meio composto basicamente por pessoas aculturadas.

O estereótipo do SPFC time bem sucedido financeiramente, localizado num bairro nobre e com patrimônio invejado, incomoda.

O jornalista admira o Corinthians pq. é o “suposto time dos pobres e oprimidos”. Mas o jornalista que ganha dinheiro, não vai deixar seus filhos nascerem no SUS por idealismo e vão colocá-los em escolas particulares de renome.

Prefiro ser rico e bem sucedido do que pobre e coitadinho. O Brasil é subdesenvolvido e enquanto ficarem “elogiando” o lema: “sou maloqueiro, pobre e sofredor com orgulho”, não vamos sair do buraco.

Quero ter acesso aos estudos e a cultura para enriquecer licitamente.

Agora, se for para ver quem é mais homem, coloque todas as torcidas numa arena e veja quem sai vivo.

Garanto que a do SPFC é a última a cair.

Comentário por marcos — 01/11/2008 @ 6:55

 

VB,

A sociedade não suporta a liberdade que a sexualidade assumida e livre proporciona. Se o sexo não estiver vinculado ao matrimônio, à propriedade e à procriação (três coisas quase indissociáveis), seja ele homo, hetero ou ‘pan’, será taxado de marginal. O sexo liberta e ser livre, em pleno século 21!!!, ainda é perigoso.

Sim, bem sei que na prática as coisas não são ‘bem assim’, mas somos nós, pessoas, que determinamos nossa história. Os gays, assumindo-se mais, podem mudar esta história; outros “parafílicos”, que têm orientações e práticas sexuais não-tradiconais, também. E não falo de assumirem-se com crachá, bandeira na rua, uniformes, não. Falo de assumirem-se na sua intimidade, buscando parceiros realmente compatíveis e não relacionamentos hipócritas. Quanto mais pessoas assumindo seus reais desejos tivermos, menos pessoas agredindo as demais haverá. O preconceito vem, invariavelmente, de quem não se assume, não se conhece, não se trabalha. E viva Wilhelm Reich! Rs*

Eu e vd? Ele rasxsxsga, eu rasssssgo. Nós rasssxxxsssgamos. Quer coisa melhor?

Meu caso mesmo é bígamo e me fará sofrer esta tarde. Estarei no Pacaembu, para Corinthians e Paraná. Na torcida do Timão, pois irei com amigos daqui; mas com a camiseta do Paraná embaixo da do Corinthians. Duro demais, para uma monogâmica fiel por natureza ter dois amores assim. Quase morro! ;o)

E, para terminar, teu blog já gerou um casal, mas um casal de amigos! Aqui, acabei conhecendo um moço que está lá em Paris. Ser humano excepcional, inteligentíssimo, pessoa realmente rara. Estive com ele e com a esposa dele duas vezes, em minha última viagem. Saiba, portanto, que teu blog proporciona, sim, encontros maravilhosos!

Merci!
Bj,
d.

Comentário por DeboraH — 01/11/2008 @ 7:55

 

Birner, vc é um fanfarrão. Porque o SP ? Pergunte ao Vampeta.

Comentário por Donizete — 01/11/2008 @ 8:07

 

Colegas, a história de “elite” e “pobreza”, não têm nada a ver, foi uma coisa que falada varias vezes virou uma “verdade”, a imprensa tem disso, agora, pegou muito fácil porque vcs deram uma importância gigantesca à opinião de um jogador de futebol, incitado por certo jornalista que gosta de “merchan”.

Com o Mundial de Clubes do Corinthians é quase a mesma coisa. Todo mundo sabe que o Mundial foi legal, a participação o Corinthians foi legitima, o torneio foi um verdadeiro Mundial de Clubes, foi o melhor e mais técnico Mundial de Clubes da história, o formato ajudou claro. Então, ficaram 6 anos repetindo a mesma ladainha de que o Mundial não era mundial, era meia boca, torneio de verão e etc… De dois anos para cá, a coisa murchou, hoje esporadicamente um comentarista abre a boca para tamanha bobagem, tudo graças à verdade está do lado dos Corintianos.

Então, esse negócio é criado pela força da repetição juntamente com a força da importância que vc da ao “evento”…

Comentário por Paulo Luciano da Silva — 01/11/2008 @ 8:27

 

A idéia da Globo é desmoralizar a torcida tricolor, q devido ao seu crescimento assustador (para eles) pode tirar o trono dos queridinhos flamengo e corinthians de maior torcida do país….então intimida a sociedade a se desviar do SPFC (sociedade essa q é assumidamente preconceituosa na grande maioria) associando ser sao paulino a ser gay… atitude baixa e asquerosa, embora esse ataque baixo ao tricolor tende a mostrar sua grandeza, pq afinal , ah como estamos encomodando não é?

Só lembrando que o campeao da ultima parada gay foi o Corinthians…daí dá para se ver a má intenção….

Comentário por Vinicius — 01/11/2008 @ 8:42

 

Boas, Birner! Em primeiro lugar: não assisto novelas. – Mas quanto à cena que vc descreveu, deve ter à ver com o fato do SPFC ter confrontado o plim-plim, enquanto o Andres Sanches disse amém, e com o pires na mão.
Mas o grande problema dos caras que chamam são-paulinos de bambis é ver os filhos nascerem e começarem torcer para o São Paulo. Com o meu vizinho santista aconteceu exatamente assim: O cara vive me enviando e-mails pejorativos relacionados aos são-paulinos, e o filho dele (5 anos) vive cantando pelo condomínio: Óóó tricolor… Abraço. P.S: Parece que as nossas críticas estão surtindo efeito (rsss) Todos ao morumbi, amanhã!

Comentário por Toninho Tricolor (40 anos) — 01/11/2008 @ 9:26

 

Birner, há mais preconceito na cena em questão.

Além do personagem homosexual ser são paulino, os personagens corinthianos são :

Uma garota oriunda de uma periferia pobre, sem familia e ex-prostituta

e

Um galã mal carater (pelo menos no inicio da novela), tranbiqueiro, sem mãe (por enquanto) e criado por uma cafetina em um bordel (que é sua casa).

Sinceramente, acho que no final só queriam aparecer um pouco mais.

abraços

Comentário por fabiano novaes — 01/11/2008 @ 9:32

 

caro birner ficar comentando isso , é perda de tempo, pelo amor de deus novela é ficção, e esse tipo de coisa so pega se a pessoa fica brava, pelo visto pegou, apesar de corinthiana, acho que esse espaço deveria ser utilizado por coisas mais interessantes, por ex por nao foi comentado a presença do agora vereador , marco a cunha na negociação da garota eloa , acho que ai chegariamos a uma conclusao tranquila, que nem sempre os meios, (querer aparecer a todo custo ) justificam os meios e lugar de direigente é no ct, em cotia e nao querer aparecer falando com sequestrador, se nem a policia estava conseguindo, lamentavel

Comentário por adriana andrade — 01/11/2008 @ 10:20

 

… Eu não concordo que seja uma brincadeira como outra qualquer. Brincar com a sexualidade dos outros é algo mais sério que falar que não toma banho, que tem índole duvidosa, etc.

É como foi dito por alguém: começe a chamar os corintianos de sarnento, filho de sarnento, filho de piolhenta (coisas inerentes à pobreza) pra ver se eles vão gostar.

Isso não é brincadeira. É ofensa.

E generalizar a opção sexual dos outros também é.

Eu não tenho preconceito contra homossexuais: eu tenho CONCEITO quanto ao homossexualismo, o que é muito diferente. E vejo que muitos o têm, também.

Portanto, me incomoda ser “motivo” de chacota e de piadinhas, COMPLETAMENTE INFUNDADAS e sem razão de ser, só por causa do time para o qual torço.

Mas isso é histórico: quando não há o que falar sobre alguém, parte-se para aspectos pessoais, privados. Denigre-se, com argumentos sem comprovação atirados ao vento – ataques à honra, à homossexualidade, a um “passado negro” qualquer. O ônus da prova fica com o réu.

E é o que acontece no dia-a-dia. Quando surge uma discussão sobre futebol, todos têm os seus argumentos. O são-paulino, cujo time está ‘por cima da carne seca’, é o que tem a postura mais, digamos, prepotente (só perde para o corintiano, que se gaba de outras coisas que não são futebol). Então, alguém vem com um gracejo qualquer, quanto ao homossexualismo, e o são-paulino se cala, porque o revide transgride abertamente o limite do desrespeito – mas a transgressão ocorreu antes, veladamente!!

O que fazer? Nada… é uma armadilha, criada involuntariamente mas que acabou se solidificando.

Há até meninas torcedoras de outros clubes que fazem piadinhas com rapazes são-paulinos. Uma vez mais, é mais sério do que alguns têm colocado, inclusive o blogueiro.

Enfim… os carros de reportagem da rede Globo correm sérios riscos ao fazerem cobertura de jogos do São Paulo, porque o grosso da torcida não tem capacidade de relevar esas bobagens como aqueles um pouco mais esclarecidos. Alguém poderia ter pensado nisso antes.

Comentário por Lex — 01/11/2008 @ 10:40

 

Não achei tão preconceituoso assim, exceto sobre o homossexualismo, uma vez que a própria mídia se refere aos dois times como “Corinthians o time do povão” e “SPFC o time da elite”. A novela apenas repetiu o que se fala todos os dias nos noticiários esportivos.

Comentário por Suzi — 01/11/2008 @ 11:16

 

Bom, existe sempre a mania da mídia esportiva, e também dos torcedores, de reduzirem os clubes a estereótipos simplórios. Tal time de chegada, tal time amarela, tal time isso, tal time aquilo. Estereótipos são falhos até quando se trata de pessoas, quando se trata de time de futebol, beira o ridículo. Não existe um time de chegada, nem um time que amarela. Assim como não existe time de gambá, de porco, de chorão, de mulambo de viado ou seja lá o que for. São conceito etéreos, criados pelo desleixo de certos veículos carnavalescos. Eu não levo a sério, assim como não levo a sério novelas. Agora, quem acha ofensivo esse ou aquele estereótipo, esse sim é preconceituoso. Todos os estereótipos – bom ou ruins – são ofensivos. Ofensivos à inteligência, como novelas e
certos veículos carnavalescos.

Comentário por João Martins — 01/11/2008 @ 11:28

 

O Corinthians sempre pipoca na Libertadores. Onde segundo os hermanos precisa ter “huevos” para ganhar.

O Palmeiras amarela para times pequenos em jogos decisivos…..Inter Limeira, Ferroviaria, Bragantino, 15 Jau, Santo André, S. Caetano, etc…..

E digo mais….

O SPFC é o mais novo, o mais vencedor e o mais bem sucedido administrativamente e financeiramente dos grandes clubes brasileiros.

Deve ter algum defeito, certo?

Será mau-hálito? Têm chulé? Não…..são gays…
Abraços,
Marcos

Comentário por marcos — 01/11/2008 @ 11:29

 

Essa mídia é a 1ª a pedir paz mas sempre que pode provoca a torcida são-paulina, se não é em novelas e em transmissão, nos jogos do São Paulo eles ficam procurando algum torcedor perto de outro, alguém com uma camisa de cor rosa, alguma torcedor que na hora de um lance mais agudo faz um gesto diferente.

Podem prestar atenção, difciilmente colocam uma imagem de um torcedor são-paulino com sua namorada.

Comentário por Ronaldo Tri Mundial — 01/11/2008 @ 11:58

 

Quem colocou aquela cena no intuito de uma boa piada, escorregou num humor rasteiro, ou revela absoluta ausência de sensibilidade. Ninguém é idiota para não entender tal mensagem subliminar. Foi preconceituosa com os homosexuais e procurou atingir a torcida do São Paulo, que vem sofrendo este assédio moral por parte dos demais torcedores. Não tenho dúvida que isto se deve a tragetória vencedora do clube, que está buscando seu tri campeonato consecutivo, e não oferece motivos ou vulnerabilidades como os demais para uma pauta de crítica. Por ser bem administrado, bem organizado, rico e estruturado acaba sendo alvo de insinuações de favorecimento de arbitragens, etc…

Comentário por Paulo S — 01/11/2008 @ 12:06

 

A reação da torcida, pricipalmente as organizadas, em resposta a esse tipo de brincadeira será a violência. Todos sabemos disso. Mas parece que é exatmente isso que a midia quer: brigas, violência para encher os jornais com esse tema, dizer que são contra sendo que ao mesmo tempo a midia é o combustível, incendeia. Essa liberdade de imprensa é realmente uma maravilha!!!!

Comentário por robertinho — 01/11/2008 @ 12:28

 

Vitor querido, não vejo novela, então nem sei de qual se trata.
Lembro que esse apelido foi dado pelo Vampeta, e acabou pegando… até eu, que sou “aliada”, ou “simpatizante” como quiser, que vou em parada gay, chamo são-paulino de bambi.. e por pura diversão mesmo.
Só acho que todo mundo esquenta a cabeça demais com essas coisinhas tão pequenininhas.
Não acho que seja uma ofensa ser chamado de bambi, mas com certeza o é, quando você mostra raiva ou nojo de ser assim chamado (é só uma brincadeira!).
Eu corintiana, já fui chamada de bandida trilhões de vezes, já ouvi amigo meu brincando “ainda bem que não carrego nada de valor comigo”, e nem me importo..
Mas quando é o contrário, rapaaaz… segura, porque a revolta é grande..
Acho besteira… acho que no futuro vocês farão que nem os porquinhos, que também não gostavam de ser chamados assim (porcos), e hoje tem até “festa no chiqueiro”…
Futebol é alegria, e é besteira esquentar a cabeça com esses apelidos “carinhosos”.
Cada um sabe o que é, então que diferença faz?

beijão! =]

Comentário por Lilian Nomura — 01/11/2008 @ 13:39

 

Birner

Acho que essa discusão foi longe de mais.

Os apelidos pegam quando os apelidam se importam com a mácula.

Comentário por Alexandre — 01/11/2008 @ 14:32

 

O curioso é assistir ao Cartão Verde e ver entre 3 pessoas ponderadas – por mais engraçados que sejam alguns comentários do excelente Xico Sá – o Dr. Sócrates se referir ao Tricolor como Bambi e até ao próprio irmão dessa forma e vc, Birner, não se manifestar… por que agora com a idiotice dessa novela de baixo nível?

Abração, cara, sou teu fã!

Up the Irons!!!

Comentário por Celso — 01/11/2008 @ 17:09

 

o texto que postei na minha mensagem anterior é de autoria de Rodolfo Borges, para o blog Os Geraldinos… Não postei a fonte antes pq a bem da verdade pensei que o post nem tinha ido… hehe

Comentário por Michael Serra — 01/11/2008 @ 17:25

 

Será que estou ficando maluco? Estão amarrando cachorro com lingüiça mesmo… uma rede de TV tenta provocar o time de maior sucesso dos últimos tempos… Enquanto isso o cara que eu tinha como referência de seriedade no jornalismo esportivo – Juca Kfuri – diz que vai torcer pro Hamilton simplesmente por ser negro e inglês, da terra de origem do Corinthians….tudo porque o Massa disse ter torcido pela queda do Timão. Hãããã???? parem o mundo que eu quero descer… lamentável…

Comentário por Celso — 01/11/2008 @ 17:46

 

Conta a lenda (ou as duas):
1- O sao paulo certa feita foi chamado pela imprensa (por atrair mulheres, veja só.) de menudos do Morumbi. Como os menudos rebolavam ai vem os preconceituosos invejosos …
2- Vampeta resurge com o novo termo, justamente associando aquela epoca.

Pior que o preconceito é levarem em consideração o que Vampeta fala HAHAHHA.
No mais, deixa falar. cada um sabe onde seu pepino torce! HAHHAHA

Comentário por Paula — 01/11/2008 @ 17:59

 

Vítor o meu mundo é perfeito porque é cheio de defeitos, imperfeições e recalques, assim como nós, os seres humanos. O preconceito contra os homossexuais começou em Neardenthal. Faz parte da hipocrisia humana que julga as prostitutas e lota as casas de massagens.

Comentário por Visão Desconexa — 01/11/2008 @ 18:10

 

Samuel, o termo “bambeada” (com e por favor) vem do verbo bambear, que significa tornar bambo.
Ah, a ignorancia….

Comentário por Paula — 01/11/2008 @ 18:22

 

Somente comentarios a favor do Sao Paulo? Onde estão as opinioes daqueles que fazem disso uma piada????
Vitor, pare de ser tendencioso e aprenda um pouco de imparcialidade de imprensa. Esta sua pagina não parece ser de um jornalista correto, e sim de um pobre fanatico. Vc não e blogueiro!!!!!

Comentário por paulo — 01/11/2008 @ 19:21

 

Paulo, no dicionário do futebol as bambi, bambear, sp são sinonimos!

Comentário por Rogério — 01/11/2008 @ 20:02

 

Errei o nome da última mensagem. É para a Paula e não Paulo.

Comentário por Rogério — 01/11/2008 @ 20:03

 

Celso, por que lamentável. É uma brincadeira e como todas as brincadeiras se ficar nervoso, o apelido pega! Agora não adianta chorar.

Comentário por Rogério — 01/11/2008 @ 20:06

 

Av. Paulista, 19:07 h.

Inúmeros corinthianos voltam do estádio do Pacaembu.

A avenida está movimentada, clima predominante de alegre satisfação. Diversos carros passam com bandeiras desfraldadas.

Um grupo de uns 10 corinthianos, todos jovens, pelos menos umas duas meninas, vem cantando eufórico : “ooo, o Coringão voltou, o Coringão voltou…” Não agem de modo agressivo.

De repente, começam a cantar mais forte e mudam a letra: na direção oposta, vem um cara com uma camisa do São Paulo e bermuda, talvez fazendo um cooper.

Para não cruzar com o grupo, o sãopaulino tenta atravessar a avenida, mas o sinal está fechado.

A corinthianada para atrás dele, e canta forte: “ooo, todo sãopaulino é gay, todo sãopaulino é gay…” As meninas do grupo são as mais animadas com a brincadeira.

Nada de muito agressivo. Tanto que as pessoas que passam acham graça. Quando o sinal abriu, o torcedor do São Paulo atravessou a rua e os corinthianos retomaram o seu caminho.

O que provocou esse acontecimento? A cena do Orlandinho? As declarações do Vampeta?

Não é nada disso. Desde que eu era criança (estou com 39 anos) que eu vejo essas brincadeiras com os sãopaulinos. Inclusive já vi coisas muito mais agressivas.

Já faz muito tempo que é assim. Tanto que todo mundo ouvia o Show de Rádio e se divertia com o Didu Morumbi (inclusive os sãopaulinos).

O que acontece é que o São Paulo tenta mudar a imagem do clube com fins marqueteiros, só que não dá para apagar a história do clube.

Pra quem não sabe, apesar de ter sido fundado meio que “nas coxas”, o São Paulo foi fundado por gente ligada ao Paulistano (torcedores, diretores e jogadores), que tinha desistido do futebol.

Dentre os fundadores estavam os donos do Estadão, o jornal mais importante de São Paulo.

Depois, veio o Paulo Machado de Carvalho, dono da Jovem Pan e da Record. É por isso que o São Paulo sempre foi forte na mídia.

O que tem de estranho nesse episódio da novela da Globo é justamente isso: o fato da Globo fazer uma piada mais forte com o São Paulo.

Todo mundo que assiste a Globo sabe que ela sempre defende o São Paulo (a não ser contra o Flamengo). A maioria dos jornalistas inclusive é sãopaulino: o Galvão Bueno (quem nunca viu no youtube o vídeo dele chorando quando o São Paulo ganhou a Libertadores?), o Caio, o Casagrande, o Falcão…

Então, o que ficou meio estranho foi mesmo aquela piada vindo da Globo, porque na sociedade ela é comum.

Comentário por Ricardo — 01/11/2008 @ 20:08

 

Caro Vitor Birner,

Só pra dizer que aquela jovem senhora meio sem jeito (porém simpática!! rs*), vestindo camisa do Corinthians, que te disse “olá!” da porta da cabine da CBN antes do jogo, eqto vc. trabalhava, era eu (se bem que foi tão rápido que nem sei se vc. percebeu).

Quem sabe, numa próxima, eu consiga chegar antes de vc. já estar trabalhando e me apresente decentemente.
;o)

beijo,
d.

Comentário por DeboraH — 01/11/2008 @ 21:04

 

Foi lamentável o ato da Globo. A cena ficou fora de contexto. E é incrível oque o Flamengo e a Globo são capazes, principalmente porque o que não falta na Globo é gay.
E como são paulino, heterossexual, pai de 3 filhos tabém são paulinos acho que o SP deveria iniciar uma campanha contra a homofobia. Quem sabe a grande maioria dos gays e lésbicas (que não são são paulinos) não viram são paulinos, aumentando a massa tricolor e revertendo em renda ao clube? (e consequentemente mais títulos)…

Comentário por André — 01/11/2008 @ 21:09

 

Há tempos eu tinha um amigo em Curitiba que é negro e muito ligado à cultura e defesa dos negros. Numa ocasião ele falou num grupo de amigos que se ele visse um negro viado ele baixava a porrada. Lhe respondi que ele lutava tanto contra o preconceito e era muito mais preconceituoso que qualquer outro. Perguntei à ele porque é que um negro não tem o direito de optar pela sua sexualidade. Na hora ele se ligou e disse que eu tinha razão. Não o vi mais, mas acredito que ele tenha mudado de opinião. Esse seu post é mais ou menos a mesma situação. Muito poucas pessoas, pelo que notei, viram essa cena e eu também não vi, mas seu post superdimensionou a idiotice de quem a idealizou que nem seria idiotice caso o preconceito não estivesse impregnado na maioria das pessoas.

Comentário por Pacheco — 01/11/2008 @ 21:45

 

Você não sabe porque o São Paulo? Por uma simples razão: o São Paulo não tem grandes “defeitos” como os outros clubes(não que eu considere o homossewualismo um defeito). O tricolor ganha títulos com maior freqüência que seus rivais(grandes títulos, como Brasileiros, Libertadores e Mundiais, e não apenas paulistinhas), não precisa de parcerias para fazer grandes times(como precisam Palmeiras e Corinthians), tem um estádio próprio, diga-se de passagem o maior estádio particular do mundo, tem dirigentes competentes e uma torcida que cada vez cresce mais, especialmente entre as crianças. Então só há uma razão para ter essa história em relação ao São Paulo: inveja dos outros. Abraços.

Comentário por Bruno Salum — 01/11/2008 @ 22:36

 

Birner,

É até hilário alguém acreditar que o Casagrande é sãopaulino. Corinthiano da gema, que respeita o São Paulo pois foi muito bem tratado ali e percebeu que o clube tem estrutura e se prepara com seriedade para as competições não é de hoje. Além de ter uma visão de longo prazo, que norteiam não só as ações de Marketing, mas também a construção do patrimônio.

É um fato que os torcedores do São Paulo assumiram desde cedo a posição de elite, o que incluía o lançamento de talco (pó de arroz) pela TUSP (Torcida Uniformizada do São Paulo, a primeira do gênero no país). A degeneração para referências mais explícitas a homosexualismo veio com a degeneração do respeito ao próximo, que eu presenciei nos últimos 45 anos.

O primeiro jogo em que eu fui foi um Corinthians e São Paulo, levado por meu pai sãopaulino. Eu tinha oito anos e vi um 1 x 1 na arquibancada do Morumbi em companhia de minha irmã à época com dez anos. Ela era corinthiana (como minha mãe, que se dizia corinthiana pois andava de ônibus. Dizia também que trocaria de time se e quando ganhasse um carro, o que aconteceu apenas em 1972). Meu pai comprou uma bandeira de cada time para cada um. Até achei engraçado ter tanto vermelho no escudo do Corinthians, afinal não era um time branco e preto?

Sentamos juntos, como juntos ficavam todos os torcedores comuns, só os uniformizados se isolavam.
O isolamento traz o desconhecimento do outro. O desconhecimento traz o medo, e o medo a agressão.

Parei de ver novela a muito mais tempo que vc (me diverti muito com o Bem Amado). Não me surpreende que o autor tenha se utilizado de argumento tão rasteiro. As novelas de tv estão perdendo audiência para outras mídias, tv paga, internet. Fazem qq cois para causar polêmica e gerar audiência. É um caminho ruim para a Globo, pois o nível cultural e consumidor de sua audiência tende a piorar, o que leva junto seu faturamento.

Se eu não tinha motivo nenhum para assistir essa novela tenho agora ainda menos.

O mais engraçado disso tudo é um dado histórico. Acho que já comentei aqui. Corinthians se refere aos habitantes de Corinto, cidade da Grécia antiga. Como se sabe a sociedade grega era extremamente licenciosa (na visão “puritana” dos seus conquistadores romanos). Corinto se destacava como cidade cortesã. Tanto que São Paulo, após se converter ao cristianismo foi pregar nessa cidade, no intuito de salvar as almas de seus habitantes, os coríntios. Como se sabe o homosexualismo era uma prática aceita na sociedade grega, portanto eram os coríntios os homosexuais…

Abraços,

Cláudio Prado

Comentário por Claudio M. A. Prado — 01/11/2008 @ 23:27

 

Olha Binner

Não acho que chamar os São Paulinos de Bambis, seja um preconceito de quem chama, chama porque incomoda os São Paulinos em questão, qdo os palmeirenses não gostavam de chamar ser conhecidos por porco, a torcida do corinthians chegava levar porcos no estadio para provocar, depois que a torcida do palmeiras assumiu ser chamada de porcos, este tipo de provocação deixou de existir, ou seja, chama-se de bambi porque a torcida do SPFC não aceita e se sente provocada, ou se quer que as torcidas rivais vai chama-los de queridinhos da america, fala serio, acho por sinal, muito mais preconceito qdo se chama a torcida do Corinthians de Gambá , porque o Corinthians é o povão, é as camadas mais baixas da população e ninguem é pobre porque quer, ou porque escolheu, e ser pobre não significa ser sujo ou mal cheiroso, como a associação quer dizer, agora se vcs quiserem para se serem reconhecidos por Bambis é fácil, assume, começa a gritar no estadis Bambiiiiii eeeeeooooo, como a torcida do palmeiras fez com o porco, que ai para

Comentário por VALTER — 02/11/2008 @ 10:22

 

Que Vanpeta que nada, esse papo vem de muito longe, quem se lembra ou já ouviu falar do inesquecível Show de Radio da Jovem Pan (anos 70), sabe que a visão afrescalhada do sãopaulino vem no mínimo daquela época, assim como a de maloqueiro dos corintianos.
Os personagens saopaulinos eram o ricaço lord Didú du Morumbi e seu mordomo Arquibald (só caviar e champagne) e o núcleo corintiano era o negão Joca, pai Jaú e a Nega que trazia as ampola (cerveja) pro Joca, além de personagens representando outros clubes paulistas como o palmeirense Fumagalli e a Noninha; os santistas Zé das Docas e o Lança Chamas e os lusos Washington e Wellington.
Não tem jeito, assim como a fama de Campinas e Pelotas ficou, muito embora existam cidades, digamos, mais gays, a do glorioso São Paulo também veio pra ficar.
Não adianta relembrar a elite que torce pelo Corinthians, ou os jogadores gays que já passaram por lá e outros clubes.
O que a novela fez foi apenas reproduzir com humor o que está na boca do povo.
Tudo isso é injusto com vocês sãopaulinos e o que sugiro é que sigam o conselho da então ministra do turismo e outrora defensora do direito das minorias e aceitem seus destinos como os corintianos, palmeirenses e santistas.

Comentário por Fernando Santos — 02/11/2008 @ 10:35

 

Muitas pessoas – corinthianos – viram esta cena de outra maneira.
A Sol é uma prostituta, engravidou de um e casou com outro. Ela é corinthiana.
O Halley é um golpista, filho de um senhor marginal e que dá vários golpes, foi criado num prostítulo e ele é corinthiano.
Isso significa que os corinthianos são golpistas, marginas e prostitutas?
É claro que não.
A novela também comprova outra coisa: filhos de corinthianos estão se tornando são-paulinos. É por isso também que a torcida do SPFC não pára de crescer.

Comentário por Fernando — 02/11/2008 @ 10:41

 

Birner,

não seria a hora de nos declararmos então o VERDADEIRO CLUBE DE MASSA?…

Porque pelo visto, corinthianos e flamenguistas não aceitam gays em sua torcida.

E o futebol é para todos.

Se o SP tem a torcida que mais cresce, é justo então que aceitemos gays, negros, brancos, pobres, ricos, mulheres, indios, orientais, para que todos possam torcer pelo Tricolor.

Torcida é a mesma: não tem sexo, cor ou classe social.

Pelo visto, quem está se tornando segmentado é a torcida do Corinthians com seus Olivettos e Hucks, en quanto o tricolor cresce a olhos vistos.

DEMOCRACIA, PELO VISTO, SÓ NO TRICOLOR.

RUMO AO HEXA

Comentário por César — 02/11/2008 @ 13:46

 

Birner,
post absolutamente sem sentido.
Não é a torcida do SP a que mais cresce? E se cresce, cresce em todos os segmentos: pobres, ricos, brancos, pretos, amarelos, azuis e afins.
Não entendi ainda o lance do Homossexualismo?
Não existem homossexuais corinthianos, palmeirenses, santistas, portugueses?
Acho que o preconceito está em quem vê isso como você viu, como algo desrespeitoso.
Chega de estigmas e de bobagens. A torcida do SP sempre será de gays para os outros torcedores, a torcida do Santos sempre será de viúvas do Pelé, a torcida do Palmeiras sempre será a de Porcos e a torcida do Corinthians sempre será de maloqueiros, seja isso verdade ou não.
É uma pena que você, ao falar que poderiam ter invertido os papéis mostrou todo o seu preconceito. Ou seja, sentiu-se ofendido porque o homossexual da novela falou que queria que o menino fosse são paulino, mas não se sentiria ofendido se o menino fosse corinthiano. Pra você tudo bem se o menino fosse homossexual, mas corinthiano.
O que me preocupa é alguém se sentir ofendido com a homossexualidade, em pleno século XXI.
Evolua Birner!!!!

Um abraço de um corinthiano que aceita e respeita a diversidade, qualquer que seja ela.

Comentário por Fernando — 02/11/2008 @ 13:46

Ofendido? Você não me conhece. Meus amigos gays podem falar melhor sobre isso. Pena que é foi tão difícil para você entender um texto simples que trata de preconceito e MÍDIA. Para ser mais direto, de mitos, mentiras, e de que tal torcida é fria, que a outra é fiél, qua a outra tem a turma do amendoim…Na verdade, são todas parecidas, e possuem homossexuais, fiéis, corneteiros em quantidades similres. Mas tem os rótulos que vendem mais, né? A que só tem fiéis, a que só tem frescos,a que só tem gente que reclama do time… Você, quando criança, na hora de escolher o time, se identificaria mais facilmente com qual? Os caras pintadas, por exemplo, brasileiros que foram para as ruas protestar não voltaram a se manifestar mais como daquela maneira. Além da intimada burra do presidente, será que teve influência da mídia no tamanho do movimento? Será que a forma como as coisas são vendidas interfere no futuro? Acho que me fiz entender.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 02/11/2008 @ 14:22

 
 

Só tem um jeito de descobrir quem é mais homem.

No braço. Coloque todas as torcida numa arena com os leões.

Quem sair vivo é macho. quem morrer é gay…….

Comentário por marcos — 02/11/2008 @ 13:52

 

BA LE LA,
Comentário de são paulino mesmo.
Se voces chorarem e pedirem por favor quem sabe consigam acabar com isso.
Ah, o SP não é o que mais tem titulo.

Comentário por bob — 02/11/2008 @ 14:30

 

“(…)mitos, mentiras, e de que tal torcida é fria, que a outra é fiél, qua a outra tem a turma do amendoim…Na verdade, são todas parecidas, e possuem homossexuais, fiéis, corneteiros em quantidades similres.”
Comentário de Vitor Birner — 11/02/08 @ 14:22

Não concordo.
Não é como o blogueiro vê, ou quer ver.

A história, e o momento atual, mostram que não é assim.

A torcida do Corinthians se manteve fiel durante os 22 anos que seu time não foi campeão paulista.
No mesmo período, o São Paulo ficou 13 anos sem ser campeão, e a sua torcida sumiu, sendo superada até pela do Santos.

Em 2008, o Corinthians disputou a Série B, e a Fiel deu um show.
O São Paulo disputou a Libertadores, está próximo de ser tricampeão pela primeira vez na sua história, e a torcida (como sempre) só apareceu nas partidass decisivas.

Em fidelidade e em vibração as torcidas do Corinthians e do São Paulo são MUITO diferentes.

As semelhanças que o blogueiro vê ocorrem porque O MODO DE TORCER E DE SE COMPORTAR DO CORINTHIANO PASSOU A SER IMITADO.
É um modelo vencedor. Você vê filmagens e reportagens da Fiel de 30 ou 40 anos atrás e não se notam tantas diferenças com o presente.
A torcida do São Paulo mudou um pouco (onde anda o pó-de-arroz?). Mas em seus melhores momentos, não passa de um SIMULACRO da torcida do Corinthians.

Dizer que a torcida do São Paulo é parecida com a do Corinthians é como dizer que a torcida do Grêmio é parecida com a do Boca Juniors.

TRICOLORES GAÚCHOS E PAULISTAS NÃO VÃO ALÉM DE PÁLIDAS IMITAÇÕES DE SEUS MODELOS. Mais pálida ainda no caso do tricolor paulista. E isso – repetindo – quando está nos seus melhores momentos.

ps:

Tem mais uma coisa: os corinthians sempre tiveram que agüentar as piadinhas na TV em que eram representados como ignorantes, banguelos, esfarrapados e masoquistas. E numa época em que a discriminação social era muito mais cruel (era impensável, por exemplo, ter um Lula como presidente da República). Portanto, o sãopaulino tem que segurar a sua onda, agora.

Comentário por Junior — 02/11/2008 @ 16:25

 

Birner, você sabe, como eu sei, que essas pechas aos Tricolores, vieram da mídia e não das pessoas comuns.

O objetivo claro, é vender jornal e espaços comerciais em programas idiotas.

Tanto que um apresentador incitou o diretor palmeirense a falar que o jogador Richarlyson era gay.

Enfim, eles sabem que sem essas coisas, não conseguem manter a atenção dos telespectadores.

E o SPFC foi escolhido, porque é o time que catalisou ódios por aumentar sua torcida de maneira consistente, durante a década de 1980 e 1990, causando o desespero dos corinthianos e dos palmeirenses.

Com essa mudança, de perfil dos times, com a popularização do Tricolor, a saída, incentivada pela mídia foi o preconceito.

Como a candidata que tentou desesperadamente vencer uma eleição através disto, corinthianos e palmeirenses tentam vencer na preferência das pessoas através disto.

É uma coisa canalha, mesquinha, nazista, enfim…

Só que a candidata tomou uma patrulhada da imprensa e mudou de idéia, no caso do SPFC, a Imprensa, e você como integrante dela sabe, incentiva e cria factóides sobre o tema, para poder perseguir os sãopaulinos.

O objetivo é claro, fazer com os sãopaulinos, o mesmo que Goebbels fez com o judeus, estigmatizar e justificar todo tipo de perseguição, se aproveitando do preconceito das pessoas.

A sexualidade não determina o time, assim como o time não determina a sexualidade, são coisas absolutamente diferentes.

Comentário por Denilson Martins — 02/11/2008 @ 17:06

 

Birner, se ser homossexual não é um erro, se não te ofende a polêmica, se você desqualifica a novela e seu autor, por que faz questão de defender a masculinidade do SPFC do meio para o fim do post? Por que não relevar apenas?

Comentário por Ale Rocha — 02/11/2008 @ 17:19

 

Ale Rocha,
exatamente isso.
SE o cara não tivesse preconceitos, isso não o abalaria, mas…
Enfim Birner, as atitudes dizem mais que as palavras.

Birner, quando vc pergunta com qual time eu me identificava quando criança? Simples, me identificava com o time que a minha mãe e meus tios apoiavam. Além disso, como jogava bola e era goleiro, adorava ver o Ronaldo jogar (aliás, quando eu o encontrei, foi um dos momentos mais emocionantes pra mim até hoje).
Aposto que tem muitos meninos que na mesma época se identificavam com o Raí.
Hoje em dia, vocês tem sorte de ter um Rogério, onde muitos garotos se identificam e acabam torcendo para o time.

Ah, já naquela época o Corinthiano era tratado como ignorante, pobre, favelado, banguela, etc…

Birner, é simples, a família e os heróis acabam direcionando os pequenos torcedores, sejam eles, bambis, gambás, sereias ou porcos.

Até mais!

Comentário por Fernando — 02/11/2008 @ 22:17

 

CALMAAAA FRANGA!!!!!!! NÃO É PORQUE VC É SÃO PAULINHO QUE DEVIA FICAR TÃO INDIGNADO COM A BRINCADEIRA, ATÉ PORQUE DEVERIA APENAS IGNORA-LA, PORÉM ATRAVÉZ DO SEU POST ACABOU SENDO PRECONCEITUOSO DA MESMA FORMA!!!
PERGUNTO: NÃO EXISTE A BRINCADEIRA QUE TODO CORINTIANO É MALOQUEIRO, FEIO E POBRE E NUNCA LI COMENTÁRIOS DEVENDENDO O CONTRÁRIO.

BIRNER…VC FOI MAL NESTA!

ABRAÇOS…

Comentário por Douglas de Poá — 03/11/2008 @ 10:01

 

Só para exemplificar,

A Gaviões da Fiel proibiu a Timão Gay de estender a faixa no Pacaembu.

A Mancha Verde proibiu o Leão Lobo de desfilar no seu carnaval.

Quer torcidas mais inseguras quanto a sua masculinidade do que essas duas?

Entendo quando vc diz sobre a babação de ovo que a mídia corintiana (velha guarda) precisa fazer sobre a propria torcida. É complexo de vira-latas.

Eles se orgulham de serem “maloqueiros e sofredores”, mas o legal é ser rico e bem sucedido, desde com méritos proprios e honestidade.

Veja se algum jornalista corintiano endinheirado deixa o filho nascer no SUS de Itaquera por ideologia ou prefere o Einstein, do Morumbambi? Juca Kfouri, Chico Lang, Dr. Osmar, tudo 100% periferia, certo mano?

A Torcida do SPFC hoje é mais periferia do que a do Corinthians. O Mano Brown é quem diz.

Zona Sul (paraisopolis, heliopolis, capão redondo, jardim são luiz, grajau, taboão da serra, etc…) conte quantas camisas tem do SPFC e do SCCP e me fale.

Comentário por marcos — 03/11/2008 @ 23:29

 

Desde que o cinema, teatro e televisão brasileira exintem, sempre que tem um bandido em cena ele está, invariávelmente com a camisa do Flamengo ou do Corinthians, dependendo de onde se passa a história. Nunca vi nenhum protesto de qualquer dessas agremiações à isso. Acho que os sãopaulinos estão muito preocupados com isso. Repito que não vi a cena que, se existiu de verdade, foi a primeira vez que uma camisa do triclor paulista virou figurino no horário nobre e vcs ainda reclamam? Perguntei à minha esposa quem era Orlandinho e a cara não engana. Ele é mesmo Sãopaulino…rs Ou, se a trama se passa no Rio é Fluminense. De qualquer forma é tricolor.

Comentário por Pacheco — 04/11/2008 @ 8:32

 

isso é mais importante do que discutir se um bambi é bambi…
abs

http://video.google.com/videoplay?docid=-7568664880564855303

Comentário por Emerson — 04/11/2008 @ 20:42

 

Esqueceu do Richarlyson na lista de ídolos.

De onde tu tirou que tudo começou com o Vampeta ???

Comentário por Rodrigo — 04/11/2008 @ 20:55

 

KKKKKKKKK…. Me desculpem, mas o que eu dei de risada qdo vi a cena na novela foi um absurdo… foi engraçado demais!!!

(Tudo bem, podem me xingar… eu mereço!!! Passei só pra pentelhar dessa vez!! hehehe….)

Comentário por Erick Medeiros — 05/11/2008 @ 12:09

 

Vitor, a origem do apelido é a seguinte:
Vampeta voltava de um churrasco e viu Kaká e o Luis Fabiano uns dias antes da final numa sorveteria. Como ele não bebeu água no churrasco brincou com eles: “_ Vocês ficam tomando sorvete, vocês não vão ganhar nada seus bambis”. Isso foi em 2003, qdo o Corinthians foi o campeão paulista.
Uma brincadeira entre conhecidos que tomou grandes porporções e, por incomodar, estigmatizou a torcida.
Nas conversas com amigos sempre tenho como cia torcedores amigos que desfiam piadas e argumentos preconceituosos. Acjo que numa mesa de bar, com uma cerveja trincando de gelada, acepipes e bom papo, as brincadeiras são legais. No contexto da novela, achei de mal gosto. O estigma de maloqueiro, desdentado, analfabeto e ladrão nos perseguem e são muito mais depreciativos na vida prática de uma sociedade evoluida. Na nossa, bambi é mais mal visto que ladrão.
Aliás, como vc disse, membros de organizadas adoram ser “ladrões”.
Abraço!

Comentário por André Nogueira — 05/11/2008 @ 12:51

 

Correção do comentário, havia um erro:

Fala Birner, beleza?
Como profisisonal de imprensa que sou, seu companheiro na SKY e São-paulino fanático e inteligente, acho sim que a cena foi de mal gosto e proposital.
Mas, como vc, não entendo a relação entre SPFC e GLS, nunca vi isso ser verdade.
Pra quem não sabe, a TV Gazeta, no Mesa Redonda, fez a eleição do time com mais adeptos, ou simpatizantes, na Parada Gay. Em dois anos consecutivos, o Corinthians venceu. E isso não quer dizer nada, pra quem acha que Bambi é ser gay, essa “eleição” corintiana deveria dizer alguma coisa, mas é o mesmo caso do Bambi.
No filme, Bambi, o veadinho é macho e o Gambá que é o melhor amigo dele, é afeminado e se chama Flor.
Esse “apelido” que Vampeta nos colocou, ele mesmo, que posou para a G Magazine, Revista direcionada ao público Gay, veja só, ele mesmo, o Vampeta, apelidou o SPFC e sua torcida de Bambi, após o episódio Ricardinho no SPFC. Coisa de quem quer criar polêmica e com isso, transformou a Independente na torcida mais violenta do país.
Outra coisa: relacionar ricos com gays é coisa de idiota, como se não houvesse homossexual pobre e “RICO” heterossexual. Uma imbecilidade.
Mais uma: o SPFC começou sem dinheiro nenhum, aliás, quase não começa, vivia com opires na mão, depois da fundação foi crescendo aos poucos, ganhando campeonatos e projeção, um dia, ficou de elite, porque cresceu tanto no cenário nacional, que essas pessoas começaram a “simpatizar” com o time e criar um vínculo, comprando carnês para a construção do Morumbi, que todas as outras torcidas, inclusive colegas de imprensa que fazem parte delas, contestam a construção do Estádio e a origem do dinheiro para tal, mas se esquecem que demoramos 13 anos para ganhar um campeonato. Se fossemos tão ajudados como dizem, ganharíamos pelo menos uns 3 na era Pelé, certo?
O clube se elitizou, até quem na década de 80, havia campanhas publicitárias para levar o São-paulino ao estádio. A torcida estagnou e na década de 90, com a Era Telê, a coisa mudou, os títulos vieram e o clube se popularizou e hoje é a torcida que mais cresce no país, projetando uma massa de torcedores gigantesca nos próximos anos.
Tracei esses paralelos para que todos vejam que tudo o que dizem contra o SPFC é bobagem e que o clube não é perfieto, nunca vai ser, mas com certeza é o mais organizado.
Quem é São-paulino sabe o valor dessa camisa, desse clube, dessa torcida, dessa diretoria, dessa história.
Pros outros, restam comentários preconceituosos, segunda divisão (Vampeta é Penta em queda para a segundona) e dor de cotovelo.
Tenho muito orgulho de ser São-Paulino, o Tricolo que funciona, independentmente de títulos.
Abs e sucesso!!!!

Comentário por Mauricio Bonato — 06/11/2008 @ 21:05

 

Correm boatos sobre o vampeta que ele dá marcha a ré e tb bate em mulher e em suas declarações fica claro a inveja pelo Tricolor onde o mesmo nunca teria lugar Afinal ele mandou 4 pra Segundona

Comentário por carlos c o fonseca — 14/11/2008 @ 10:30

 

xxx

Comentário por carlos c o fonseca — 14/11/2008 @ 10:39

 

eu achoa assim o diretor da tv globo me colocou presa sr roberto irineu marinho entao ele usa estas novelas para dar um ar de vitoria

Comentário por vania — 14/11/2008 @ 12:24

 

eu queria ser da novela.

Comentário por mariana braz de oliveira — 10/12/2009 @ 12:01

 

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