De Vitor Birner
Há 3 anos o mestre partiu.
Como faz falta!!!
Telê, obrigado pelos saudosos momentos que ficam cada vez mais distantes quando vejo futebol.
Abaixo, repito o vídeo que bloguei ano passado nesse mesmo dia.
[youtube:http://br.youtube.com/watch?v=Vr54MTn1w4Q]
O texto a seguir foi publicado pelo titular José Renato Sátiro Santiago Jr pela primeira vez em 21 de abril de 2006.
É a segunda vez que blogo aqui.
Meu Querido Mestre
De José Renato Sátiro Santiago Jr
Sou engenheiro e desenvolvi toda minha vida profissional alinhado com muito dos preceitos morais de minha família que sempre valorizou muito fortemente a moral e, sobretudo a honestidade em todas as ações.
Pode parecer estranho identificar importância tão grande e querer bem de forma tão intenso alguma pessoa com quem você nunca tive contato. No entanto, da mesma forma que houve uma enorme consternação popular, e até mundial, com relação ao nosso inesquecível Ayrton Senna e seu trágico desaparecimento em 1994, eu me sinto completamente abalado com a morte de Telê Santana.
Mesmo sem saber sequer da minha existência, Telê exerceu forte influência em minha vida, apaixonado que sou por futebol desde os primeiros anos de infância, algo que trago principalmente do meu avô, Felipe, e do meu pai.
Durante a Copa de 1982, quando tinha 11 anos, via Telê como aquele Anjo que traria “para mim” o título mundial. Naquela época aquilo era tudo o que eu queria.
A perda daquele título me fez chorar pela única vez por causa do futebol, o que bem lembro foi motivo de crítica de pessoas da minha própria família que não enxergavam importância alguma naquilo. Talvez eles tivessem razão, no entanto a única coisa que me consolou foi ouvir a voz de Telê após aquela derrota.
Cerca de 10 anos depois, eu estava no Morumbi, nas semifinais da Taça Libertadores no jogo entre São Paulo e Barcelona do Equador, quando aquela relação de cumplicidade com este solene desconhecido se aflorou novamente, no momento que um jogador chamado Rinaldo, que atravessava uma fraca fase técnica, fez um gol, depois de jogada ensaiada, e correu para agradecer Telê.
O Morumbi não estava lotado, e aquela cena me chamou mais atenção que tudo, pois mostrava o quando aquele Senhor era querido como pessoa, em um meio tão discutível como era o futebol já desde aquela época.
Obviamente que como são-paulino me recordo sempre de toda alegria que Telê ajudou a trazer graças aos títulos conquistados pelo meu time, no entanto, assim como muitos deixaram de assistir às corridas de fórmula 1 após a morte de Senna, também deixei, instintivamente, de ir aos jogos do São Paulo após seu afastamento em 1996. Claro que não deixei de ser são-paulino, no entanto parece que desde aquele momento todos nós torcedores tricolores ficamos meio órfãos.
Lembro que naquela época Telê passou a ter uma coluna em um jornal aqui em São Paulo . Mais ou menos próximo do problema de saúde que teve, mandei um e-mail para ele, pedindo que só voltasse a trabalhar quando tivesse com sua saúde restabelecida. Possivelmente ele nunca recebeu esta minha mensagem, no entanto a minha torcida, mesmo que de longe e de um desconhecido, sempre foi para o seu bem estar, como uma humilde forma de agradecimento pelo que ele representou na formação de um desconhecido como eu.
Hoje todos nós, torcedores brasileiros, também estamos órfãos.



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Se a torcida do SPFC fosse, em 1990, tão chata, intransigente e corneteira como é hoje, Mestre Telê seria defenestrado do Morumbi no dia seguinte à derrota na final do Brasileiro contra o Corinthians.
Em 82 eu também tinha 11 anos. A seleção brasileira de 82 na copa, foi a melhor q eu vi jogar. E pasmem vcs. eu assisti ao vivo a Copa de 82 e assisti também a seleção brasileira tri-campeã de 70, com Pelé e Cia. pela TV Cultura. Assisti o VT de todos os jogos. Pra mim, a de 82 me encheu mais os olhos.
FOI A MELHOR!!!
Meu meio campo dos sonhos: Zico, Sócrates e Falcão.
O maior problema do Brasil na época foi a contusão do
Careca e a não convocação do ponta esquerda Zé Sérgio do SP ( um craque ).
Dia destes compararam o Hermanes ao Falcão.
Quem viu o Falcão jogar, ao menos um pouco, fica indignado com a comparação.
O Telê foi um técnico que tinha o estilo de futebol arte. Futebol ofensivo. Só que muitos esquecem que o Telê era considerado um dos maiores pé frio do futebol, além de chato e ranzinza. Tal como o Luxemburgo.
Perdia e a culpa era do árbitro. Vi, e não sai da minha memória, umas três expulsões do Telê. Ele e aquela sua camisa pólo vermelha.
Porém, após a passagem vitoriosa pelo SP com o Bi-campeonato da Libertadores e Mundial ficou lembrado como um vitorioso.
Sem dúvida nenhuma estamos órfãos. Sentimos a falta de comprometimento de muitos atletas, a falta de profissionalismo, ética, respeito ao torcedor. O mestre Telê, nos times que comandava, não deixava o torcedor alimentar tais sentimentos.
Telê, obrigado pela coragem e determinação demostrada nos trabalhos realizados por onde passou
Eu nascí em 1982 e, como apaixonado pelo futebol, carrego um sentimento indescritível por aquela derrota. Derrota,não. Tragédia. E o Telê, claro, faz parte de tudo isso. Como todo ser humano e profissional cometeu erros quase imperdoáveis. Mas, ai desse esporte apaixonante se não tivesse contado com a contribuíção desse imortal.
Sim, Telê Santana faz muita falta.
Ele merece ser sempre lembrado e homenageado.
Obrigada por este post, Birner.
Pois é…
Eu tinha apenas 6 anos na Copa 82. Aquele episodio é uma das primeiras lembranças q tenho. Lembro de um desapontamento e comoçao q nunca presenciei antes. Algo igual, apenas quando Tancredo Neves e Senna morreram. Para q seleçoes como a de 70 e 94, ficassem imortalizadas, tiveram de ser campeas. Acho q nao existe um fato tao fantastico como a de 82, q derrotada, tornou-se inesquecível.
Contudo o Mestre Tele, nao partiu sem deixar um legado. Perguntem ao Barcelona e ao Milan. Perguntem aos jogadores q atuaram com ele.
Poxa,que saudade do Mestre Telê! Que nós brasileiros amantes do futebol,nunca nos esquessamos deste ser,que tanto nos encheu de alegrias e tritezas sentimentos inerentes futebolísticos! Valeu Telê.Valeu Birner,pelo reconhecimento e a homenagem ao mestre.
nasci em 1983 e só com 12 anos soube o que tele fez antes de treinar o spfc.sua carreira no fluminense, quando era ponta direita e recuava , uma revolução na época, seu apelido era fio de esperança.foi o tecnico do brasileiro de 1971 campeão com o galo. em 1979 com o palmeiras fez 4 x 1 no flamengo em pleno maracanã. em 1977 quebrou a hegemonia do inter de falcão com o gremio.montou uma baita seleção que infelizmente perdeu em 1982. retornou em 1986 e foi eliminado nos penaltis, com 4 vitorias, 1 empate e apenas um gol sofrido.pouca gente sabe mas em 73 treinou o sp, sendo boicotado segundo dizem por parana.foi convidado em outubro de 1990 por carlos caboclo, mas tele relutava, achando que não gostavam dele.ele aceitou, mas perdemos a final de 1990, aumentando a fama de pe frio. em 1991 ganhamos o brasileiro e o paulista.o começo de 1992 foi complicado, com 4 ou 5 derrotas seguidas. numa sexta- feira com o time reserva perdemos para o criciuma por 3 x 0 e no domingo fomos goleados pelo palmeiras. tele quase foi demitido, mas kalef joão francisco e fernando casal de rey seguram o mestre.com muita dificuldde ganhamos a libertadores, numa quarta feira fria de junho com 105 mil torcedores.no fim do ano ganhamos o paulista e o mundial contra o barça, que tinha um timaço: zubizarreta, bakero, koeman, stoichikov, michael laudrupp.o gol de falta de rai só deu certo no jogo, pois nos treinos em sp não havia acertado.o que eu gostaria de escrever é o que tele representou pra mim. mesme sem lhe conhecer é uma das mais importantes pesssoas da minha vida.me lembro da torcida vendo o time ser tri da libertadores em 2005 e cantando : ole, ole, ole tele, tele.de 1990 pra cá coloco tele, rai, rogerio ceni e o saudoso marcelo portugal gouveia no ponto mais alto da historia do spfc.
vou encerrar esse comentario com uma frase de fiori gigliote: tele santana você tera incrustado na memoria do cantinho da saudade.
ole, ole,ole, tele,tele
Eu amo o Tele. Se eu pudesse casaria com ele.
Para o Conrado: São Paulinos não são chatos não, nós somos exigentes porque somos mais esclarecidos do que os demais torcedores e por isso não transformamos nossa paixão pelo futebol e pelo São paulo em idolatria cega.
Quando vc escuta dizerem que o São Paulo Fc é um clube diferenciado dos outros, que está muitos anos á frente em organização e profissionalismo, saiba que isso é puro reflexo da atitude dos seus torcedores… inteligentes, esclarecidos, ponderados e exigentes.
Por isso Conrado, mestre Tele Santana nunca teve, e jamais teria, o seu trabalho questionado porque nós sempre conseguíamos vislumbrar o objetivo maior que ele buscava para o nosso querido São Paulo FC, apesar de alguns pequenos tropeços que ocorreram sim.
O mestre Tele foi simplesmente o puro reflexo da alma são paulina, exigente, lúcido, honesto e apaixonado pelo futebol arte !!!
Abraço,
Beto
OLÊ, OLÊ, OLÊ, OLÊ, TELÊ, TELÊ!
Saudades do Mestre. Tinha 8 anos em 82 e para mim, depois que o Brasil perdeu aquela Copa o futebol mudou. Vieram então os volantes limitados, os zagueiros brucutus e a busca pelo resultado a qualquer custo. Sou são-paulino e já vi meu time ganhar várias vezes e perder tbm. Mas quando o Mestre estava em campo, sempre havia a chance de se ver o jogo bem jogado, a virada no intervalo com alterações, coisas que não vemos hoje com esse futebol previsivel. Além disso, era uma pessoa de caráter e gostava das coisas feitas de maneira correta e transparente. Saudades, Mestre. Saudades.
A indignação de Telê pela falta de empenho dos jogadores e sua obsessão pela perfeição acabaram por fazer mal para a sua saúde.
Mas não se entregou. Foi assim até o fim da vida.
E ainda tem alguns medíocres que acreditam que Telê foi um perdedor, por não ter ganho as Copa de 1982 e 1986. É uma pena que tenha gente pensando assim, e pior, achando que Parreira é um grande treinador, pois a conquistou em 1994, com uma das piores performances que já vi na minha vida.
Vi todas as seleções desde 1970 e não tem como não considerar que, depois da de 1970, pela qualidade dos jogadores, a de 1982 foi um colírio para os olhos. Perdeu para o anti e pragmático futebol da Itália, muito adorado pelo Parreira e seus seguidores como Muricy, Mano Menezes, entre outros.
O futebol arte sempre estará sujeito a derrotas, mas até suas derrotas serão mais épicas do que as derrotas dos medíocres. Ou será que tem alguém que acha que a nossa derrota para a França na Copa de 2006 ou a do São Paulo no último domingo foram coisas dignas de um futebol minimamente de qualidade?
Quanto ao colega que falou do Falcão, assino embaixo. Realmente quem fala que Hernanes é um Falcão, não o viu jogar, ou quer faz propaganda enganosa. Para quem não viu, a TV Cultura de SP mostrou recentemente Falcão, já em fim de carreira, jogando pelo São Paulo na final do campeonato Paulista de 1985, onde ele não erra um passe sequer. Todos os seus passes forma precisos e inteligentes. Se no fim de carreira ele jogava assim, imagine agora no Inter dos anos 70, só com craques ao seu lado?
Não dá para aceitar comparações com um Hernanes, a não ser pelo fato deste ter um empresário melhor e mais poderoso do que o do Falcão. Só isso.
(Beto — 04/21/09 @ 10:28 = cometário perfeito!!!!!)
Nasci em 1980. Os deuses do futebol m privaram d sofrer pela tragédia d sarriá, mas m presentearam c/ os anos Telê Santana no São Paulo Futebol Clube!
Estava em Poços d Caldas naqla manha fria e ensolarada d 21/04/06… um dia q jamais esquecerei e sempre chorarei.
Dessas coisas malucas q só acontecem por conta do futebol… ñ m lembro a data do falecimento d vários parentes próximos, porém esse 21 d abril m acompanhará pelo resto d meus dias!
Com muita emoção e já c/ os olhos marejados: MUITO OBRIGADO, MESTRE! Sr. FAZ MUITA FALTA POR AQUI.
3 dias atrás tive um sonho muito bonito c/ ele, parecia real, consegui aos prantos agradecê-lo…. acho q foi uma forma dele amenizar minha saudade.
Que grande profissional o Telê!
Honesto,sério,responsável e competente.Como Tricolor Carioca fico feliz dele está ligado a história do Fluminense.
Birner,
Apesar de muito tempo ausente, não poderia deixar de observar que esse seu post e os comentários aqui me deixaram emocionado.
Ver como o meu time, que é o mesmo que seu, está jogando, sem vontade, sem raça e sem variação de padrão de jogo, acho que me deixou ainda com mais saudades dos tempos de Telê.
Telê não faz parte do São Paulo, mas sim da vida de todos aqueles que amam um boa partida de futebol, independente da vitória ou da derrota do seu time, ou mesmo se for o seu time que estiver jogando.
Para nós, Telê sempre será eterno.
Conrado, essa sua observação foi a mais inútil possível.
Acho que você não acompanhava futebol em 2000. Telê pegou um time quebrado em 2000 e o fez chegar à final. Perdeu é verdade, mas nada se compara ao milagre que ele fez com aquele time nas mãos.
Dizer que a torcida de hoje o colocaria fora é muita especulação da sua parte.
Por que você não pergunta se o 'competente' Muricy tivesse o time que Telê tinha em 2000, não acabaria rebaixado naquele ano? Já que o time, além de fraco, com Ivan, o terrível, na zaga, o a parte final do Brasileiro era em mata-matas, coisa que o seu Muricy não sabe jogar.
Sou torcedor do Sport.
Tinha 7 anos quando do título mundial conquistado por Raí, meu ídolo de infância. Aquele time me fez gostar de futebol, na verdade, eu tenho a esperança de ver outro time de Telê nascer. Não é dificil encontrar pessoas da minha idade que tenham admiração por aquele time, ou que tenham se interessado por futebol depois daquele time.
Sou torcedor do Sport, porque nasci rubro-negro. Mas também torci pelo São Paulo de Telê. Torci pelo São Paulo de Raí, o zelador da classe no futebol. Torci por Zetti. Torci pelo destruidor de adversários. Talvez a lembrança mais forte da minha infância de torcedor foi um 5×2 que o Sport aplicou no São Paulo. O São Paulo já não era mais "aquele" São Paulo, mas na minha cabeça o meu time tinha goleado o melhor time que existia. Até o fato de ser apaixonado pelo Sport eu devo a Telê.
E com toda certeza digo que uma tristeza da minha vida foi não ter nascido antes para ver a seleção de 82 que meu pai dizia ser "o que pode ser mais próximo do futebol perfeito".
Do jeito que ele estava três anos atrás, não fazia nenhuma diferença mais ao futebol. Mas foi um grande treinador em 1992/93.
Birner,
Muito importante a lembrança do dia do passamento do mestre. Telê, mineiro e atleticano, passou a ser sãopaulino como muitos profissionais que se tornaram torcedores do time após passagem pelo Morumbi.
O respeito ao profissional é artigo em estoque há muito tempo por aqui, e isso é parte do que se diz em relação à administração diferenciada do São Paulo. No pouco tempo em que a CBF teve coisa parecida, sob a batuta de Giulitte Coutinho, Telê pode mostrar ao mundo o que nosso futebol era capaz de fazer, mesmo sem Pelé.
A derrota na Copa de 82 só tem paralelo com a derrota da Hungria em 56.
Obrigado Telê por ter sido tão intransigente em prol do futebol de qualidade.
Abraços,
Cláudio Prado
Ah Birner se Tele pudesse treinar o Hernanes, logo a maior revelção são-paulina que não acerta, de maneira nenhuma, o último passe, aquele que fulmina o adversário, coloca o artilheiro na cara do gol, vira o jogo, dá ritmo e velocidade à equipe.
Que decepção ver o Hernanes pedalar, pedalar e errar passes curtos, longos, enfim, errar passes é um pecado no futebol, não é memso Telê?
Q coisa ??
E inacreditável, q existam pessoas q se gabam de serem a "SEGUNDA" maior torcida do país, inflam-se por serem recordistas do CAMPEONATO PAULISTA, a ponto inclusive de considerarem-no o maior do mundo só por isso. Além disso acham q o restante das torcidas nao apoia seus times.
Mais incrivel ainda é q eles se referem aos outro torcedores como arrogantes e esnobes e se auto-definem como humildes. Já repararam q sempre q um corinthiano é zoado, a brincadeira a ele dirigida é tratada como se fosse preconceito ou chatice ? Já aquelas por eles feitas sao sempre originais e carregadas de uma grande dose de humor.
Eita, Miranda.
Pára com isso.
Achei que este assunto já estivesse encerrado.
Afff!!!
Pronto, acabou a "Síndrome de Estolcomo'!
rs*
Em tempo:
Miranda,
Please, dirima uma dúvida que tenho aqui:
Vc, por um acaso, é do signo de TOURO?
;o)
deborah patalógica
Assim como o Miranda, eu tinha 6 anos na copa de 82. E essa é a primeira grande lembrança que tenho do futebol. No bairro onde eu morava, pintávamos a rua e cada morador levava um prato de doce ou salgado e fazíamos uma festa após os jogos do Brasil. A mesa ficava bem em frente a minha casa. Me lembro do dia em que perdemos para o Paolo Rossi… a cena que mais me marcou, foi dos meus visinhos chorando e cada um recolhendo seu prato ainda cheio… ninguém podia acreditar que aquele timaço iria perder a Copa..
Pude acompanhar melhor o trabalho do mestre Telê no São Paulo na década de 90. Mesmo sendo santista (td bem que não foi uma década muito boa para o meu time… excessão feita a 95) foi inevitável torcer para o tricolor… estudava de manhã e ia dormir super tarde para assistir aos jogos… e as finais dos mundiais de madrugada??? Acordava para assistir… uma delas foi em véspera de vestibular… e mesmo assim não perdi.
Telê faz muita falta ao futebol.
Beijos a todos!
Ei Debie sou Sagitário (signo do fogo né???)
Td bem… tenho de admitir q me alonguei em certos assuntos. Mas foi apenas pq achei q um amigo nos posts anteriores fez um comentário "justo", porém inadequado para o Post em questao.
VACILEI…
Alexandre…
Dias atrás eu estava pensando igual a vc.
Imagina se o Hernanes cai nas maos do Tele ??
O mesmo vale pro Daboberto e pro Andre Lima.
O "Pi", se tornaia craque e os dois atacantes, provavelmente, se tornariam bem mais eficientes.
Sensacional Birner, eu infelizmente não acompanhei a carreira do Telê, ouço não só de você, como de diversas pessoas que ele foi o melhor treinador brasileiros visto, além de ser um excelente treinador, pelo que muita gente diz, tinha um caráter fora do comum. Parabéns!
Abraço.
Tenho um sentimento muito parecido ao do AUTOR DO TEXTO em relação ao MESTRE.
O que diria o Telê diante dessa "escola gaúcha" que vem ocupando espaço no futebol brasileiro, com estilo de jogo totalmente diferente do que era proposto pelo mestre Telê?
Telê eterno.Torcida chata ou exigente?Com certeza nesse país ser exigente é algo raro e que não interessa aos poderosos.
TE DEVEMOS O MUNDO 2X
VALEU MESTREEEEEEEEEEEEEEEE.
TELÊ ETERNO.