Ídolo (do Leitor José R. Albuquerque )

19 mai

Do leitor

De Vitor Birner

Grande José R. Albuquerque, amigo leitor do blog, botafoguense de quatro costados e desportista nas análises  deixou um comentário no post “Luxa também fala”.

Decidi transformá-lo em post.

Com a experiência de quem viveu a sensação de ter ídolos de verdade, não os efêmeros, criados pela carência de grandes nomes.

Estamos nos tempos da idolatria volátil, e isso não acontece apenas no futebol.

É assim na música, por exemplo.

Só quero acrescentar um detalhe ao texto do amigo.

O ídolo vencedor, campeão, acima da média na função, pode ganhar dinheiro no clube. Mas terá ao cabo da carreira menos do que se fosse mais afeito as trocas constantes.

De José R. Albuquerque

Grande Birner,

Vi as homenagens, alias, diga-se de passagem, justíssimas homenagens, do Botafogo ao eterno IDOLO, o Grande Nilton Santos. Também, foram reverenciados Zagallo e, recentemente, o Didi. Todos IDOLOS do time da estrela solitária. Penso, então, onde estão os ídolos de hoje?!?!?

Só um esclarecimento. Ídolo para mim não é aquele jogador que aparece, desponta, é campeão e…vai embora para a Europa, Ásia, sei lá atrás do DINHEIRO, das regalias. Tudo isto em dois, três anos no máximo. O Maicosuel jogou no Botafogo menos de seis meses.

Ídolo é aquele que dedica a vida ao clube, que dedica os seus interesses ao clube, pois o clube é ele e vice-versa. Ele existe na história do clube.

É uma vocação para alguns poucos e uma opção para a esmagadora maioria. Ou se dedica a ganhar dinheiro ou se dedica ao clube. Em algum momento da carreira de um jogador, ele terá que fazer a opção. Clube ou dinheiro. A maioria vai atrás do dinheiro.

Quantos jogadores neste mundo de hoje mercantilizado podem se dizer ídolos então? Ídolos de uma torcida. Fazer parte da História de um clube.

Lembro imediatamente do Marcos. É caso raríssimo. Ele pode bater no peito e dizer isto…Sou ídolo!!!

Veja não sou eu que digo isto. É a história do Marcos no Palmeiras que diz.

Espero que o Palmeiras (e tenho certeza que fará) faça como o Botafogo tem feito. Mostrar aos seus VERDADEIROS IDOLOS o quanto que eles representam ainda hoje, passados 20, 30, 40 anos. Dizer que eles fazem parte da história do clube e da memória da torcida.

É a vida eterna meu caro. O que muitos procuram e que mesmo o dinheiro é incapaz de dar.

Salve os ídolos. Salve Marcos.

Abraços,

Escrito por Vitor Birner às 14:26 Vitor Birner 37 Comentários

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37 Comentários »

oi birner realmente aquele botafogo dos anos 60 era um TIMAÇO mais tambem fala ai ganharam o que esse time ai hein so ganhaga titulo carioca sempre apanhava pro santos de pelé tambem tem essa ne

Comentário por CAIO FC — 19/05/2009 @ 14:28

 

Oi Bierner. Sou corinthiano desde os 5 anos de idade, hoje tenho 33. Sou apaixonado pelo meu time, mas tenho que esquecer a rivalidade e coroar o Marcos, realmente gostaria muito que no Corinthians tivesse neste momento um jogador com esta afinidade no clube. Claro que se o Marcos tivesse recebido uma proposta de um time europeu para ganhar 400, 500 mil ou mais por mês, provavelmente teria se transferido para lá, mas com propostas pequenas e uma vida intensa no clube não valia a pena sair, coisa que vários outros cansam de fazer. Lembro que na copa de 2002, para mim, o titular tinha que ser o Dida, tendo o Rogério Ceni como seu reserva, o Marcos seria o terceiro goleiro. Ao final do mundial entendi a genialidade do Felipão em mantê-lo titular. Parabéns ao Marcos e ao Palmeiras por manter este grande atleta durante tanto tempo.

Comentário por Rodrigo Silva — 19/05/2009 @ 14:49

 

Muito bom. Outra coisa interessante de se observar é a “burrice” de alguns jogadores, coisa que não acontece por exemplo com Kaká: Ele fez a opção pelo dinheiro quando foi para o Milan, mas agora acertadamente quer ser tornar um ídolo (e já é) do Milan! Inteligentemente ele sabe que no longo prazo isso inclusive será mais rentável para ele.
Ronaldinho Gaúcho poderia fazer o mesmo no Barça. Não fez.

Comentário por Rubens — 19/05/2009 @ 14:50

 

O texto é até verdaeiro, uma pena que o autor de vez quando tenha alguns surtos por conta das derrotas do time dele, o que acaba passando a impressão falta de auto-crítica, já tudo e todos são culpados por essas derrotas.
Em tempo, o Palmeiras foi um dos times que mais escorraçou seus ídolos. Mais um, não vai fazer diferença.

Comentário por Régis — 19/05/2009 @ 14:59

 

Birner ,como fica a declaração do branquinho ,sobre o fatao dos gdes anunciantes,não patrocinarem ninguem no futebol,hj com o anuncio da criação da Brasil foods,dois dos maiores anunciantes Brasileiro estão na camisa do SCCP,ou seja Perdigão e Sadia que juntas se transformaram na maior do mundo no segmento alimentação,com faturamento estimado em 15 bi ano……qd se trata de futebol , a sua paixão deixa ele ruim até no que é genio.

Comentário por sergio murilo — 19/05/2009 @ 15:14

 

Me fez lembrar um post daqui do começo do mês, sobre o Raul. Não exista dinheiro no mundo que pague o que ele tem no Real. Será idolo eternamente!

abraço

Comentário por Guilherme Saluz — 19/05/2009 @ 15:25

 

Concordo em partes.
Realmente, ao Marcos talvez tenham faltado propostas grandiosas, assim como ao Rogério Ceni.
Não tiro os méritos dele. Enquanto esteve no Palmeiras ele sempre chamou a responsabilidade, sempre bateu no peito e mostrou o que é ser um diferenciado, um craque, aquele que não amarela quando “a água bate na bunda”.
Concordo 100% que ele merece uma justa homenagem, do tamanho do amor que ele demonstra ter pelo time que defende.

Comentário por Gustavo Sueto — 19/05/2009 @ 15:39

 

Beijos Zé!!!

Comentário por Visão Desconexa — 19/05/2009 @ 15:41

 

MARCOS!
MARCOS!
MARCOS!
MARCOS!
Mil vezes MARCOS!

Nem sei o que mais dizer para tentar agradecer a esse homem o que ele fez pelo time que torço.
Acho que só Marcos já deveria ser um adjetivo suficientemente forte.
Sendo assim, hoje no Palmeiras, tem outro grande jogador que eu posso dizer que me faz sentir gosto de vê-lo atuar,por sua dedicação ao meu time: Pierre. Pierre “MARCOS”.

Comentário por Diego Alexandre — 19/05/2009 @ 15:46

 

Marcos está para o Palmeiras assim como Rogério Ceni está para o São Paulo, justiça seja feita. E na história recente do futebol vejo alguns atletas que podem até não ter o status de ídolos por jogarem exclusivamente no mesmo time a vida inteira, pois é sabido que sua venda também é estratégia de negócio dos clubes para gerar receita, e seria hipocrisia achar que muitos podem se dar ao luxo de viver num único time, ainda mais sendo um craque. Zico é um dos maiores ídolos do Flamengo, mesmo não tendo encerrado a carreira por lá, como Pelé no Santos. Assim, alguns teem em sua identificação com a camisa de um time uma relação de amor que beira a titulação de ídolo, como Danrley/Grêmio; Ronaldo (goleiro), Neto e Marcelinho Carioca/Corinthians; Lugano/São Paulo; Júnior e Zico/Flamengo; além de muitos outros craques que teem livre acesso e o amor de suas ex-torcidas.

Comentário por Adriano Berger — 19/05/2009 @ 15:53

 

Boa tarde, Birner.

Concordo com quase tudo que foi escrito no post.
De fato as efêmeras passagens dos jogadores pelos clubes brasileiros não permitem a criação de laços de amor mais profundos.

Contudo, não acho errado chamar de ídolo o jogador que, embora esteja há pouco tempo no time, consiga ganhar a admiração de seus torcedores através da demonstração de um bom futebol e de respeito pela camisa que veste.

Isso porque, no meu entender, a palavra ídolo comporta dois significados.

No primeiro, ídolo é aquele objeto ou pessoa que desperta grande admiração, amor e extraordinário respeito. Aí eu incluo jogadores como Ronaldo para os corinthianos, Valdívia para os palmeirenses, Ramires para os cruzeirenses, entre outros grandes jogadores, que se enquadram na definição acima, apesar do pouco tempo no clube.

A segunda definição, mais apropriada à palavra, descreve ídolo como a figura ou imagem que representa uma divindade e que é objeto de adoração. Neste caso, pouquíssimos, mas pouquíssimos mesmo podem ser enquadrados. Melhor dizendo, apenas dois no futebol brasileiro: São Marcos e Rogério Ceni.

Abraços.

Comentário por Edgar Ehara — 19/05/2009 @ 16:01

 

Belo trabalho do dono do blog. Feliz texto do leitor. Mais felizes somos nós que podemos acompanhar tudo isso. de graça.
Se permitem ir além no assunto “ídolo”, tenho pra mim que o Marcão é o jogador mais importante da história do Palmeiras. Pelo que fez e faz dentro e fora do campo, já superou Ademir da Guia.
Estou exagerando ou faz algum sentido para vocês? Abraço!

Comentário por Jovaneli — 19/05/2009 @ 16:22

 

Assino embaixo o comentário do Adriano Berger.
No caso do tricolor um grande exemplo é o Raí… mesmo tendo saído da equipe para jogar na Europa não podemos dizer que ele não é um ídolo tricolor. Quando se fala dele, logo se pensa no São Paulo. Acho que os verdadeiros ídolos estão sempre associados com uma equipe… mesmo se tiverem durante sua carreira saído para um ou outro lugar. Alguns exemplos… Junior e Zico com o Flamengo, Biro-biro e Embu com o Corinthians, Raí pelo São Paulo, Falcão pelo Inter.
Acho o fato de o cara jogar sempre na mesma equipe um plus…

sds tricolores

Comentário por Gustavo Soares — 19/05/2009 @ 16:36

 

Oi Birner.
Concordo com o texto do seu “colaborador” . No futebol brasileiro são poucos jogadores que se tornaram idolos em seus clubes.
Atualmente só vejo o Marcos e o Rogerio Ceni.
Mas será que esses dois serão os últimos?
Abs fábio

Comentário por Fabio — 19/05/2009 @ 16:40

 

Perfeito!

Comentário por vladimir rizzetto — 19/05/2009 @ 17:08

 

O Sr. José que me desculpe, mas como diria Brecht:”Infeliz do povo que precisa de heróis¨.

Comentário por Paulo Henrique Corrêa Porto — 19/05/2009 @ 17:08

 

Muito bom!!!!! De pleno acordo!!!!!!! Sou são paulino e tenho uma enorme admiração pelo Marcos, muito maior que por muitos que passaram ou hoje estão no meu tricolor. São Marcos Raro!!! Acredito também que ele, sendo como é, é muito mais feliz que muitos jogadores milionários!! Parabéns ao José e ao Birner!

Comentário por Leandro Gouveia — 19/05/2009 @ 17:17

 

Birner, e o Raí, hein!!? Me parece um caso a parte, não!?!

Comentário por Leandro Gouveia — 19/05/2009 @ 17:20

 

Olá Birner!

EU não caio nesta estória de DEIXAR DE GANHAR MILHÕES por AMOR ao clube.

Não é que os jogadores do passado tinham mais amor ao clube. O problema é que no passado, não havia tantas propostas, quanto tem hoje, para os atletas deixarem os clubes.

Assim, eles ficavam anos no clube e formavam raízes.

As vezes, quando tinham propostas, não eram quantias astronômicas, como hoje.

Certa vez, vi num documentário da Cultura um jogador dos antigos dizer que recebeu proposta, mas que mesmo boa, não compensava deixar o clube, onde estava bem, pra se aventurar em outro país. Naquela época, não.

Hoje, as coisas são muito fáceis. O cara tá na China, pega um avião e pouco depois tá no Brasil. Internet, TV a cabo, etc… Hoje, viver no exterior não é tão complicado como a 30 ou 40 anos atrás.

São inúmeros fatores que faziam os jogadores ficarem
nos clubes muito tempo, ao invés do AMOR.

No passado, normalmente, o jogador, craque, só recebia proposta, quando já estava MADURO. Ou seja, já estava alguns anos no clube com sucesso. Não compensava deixar o clube que estava a anos por uma coisa um pouco melhor.

Hoje, já estão comprando sêmem de craques.

NUNCA VI alguém recusar uma proposta MILIONARIA por amor. E não falem no Kaká, que já é MILIONÁRIO e que não saiu do Milan por AMOR, e sim, por tranquilidade e condições de trabalho.

Muitos ÍDOLOS do passado, só ficaram muitos anos
em seus clubes, pois não tiveram, como tem hoje, convites milionários, a todo momento. Senão sairiam.

Os tempos eram outros.

NÃO É QUESTÃO DE AMOR OU APEGO AO CLUBE, E SIM,
DE MERCADO.

Grandes craques, ou até jogadores medianos passavam uma vida em um clube. Hoje, não.

Mas, se tivessem propostas MUITO BOAS, realmente teriam saído.

ÍDOLOS DO PRESENTE.

Eu NÃO vi, ou fiquei sabendo, por exemplo, se o Marcos ou o Rogério receberam de algum clube uma quantia milionária para deixarem o país e DISSERAM NÃO.

Aliás, o Marcos, no caso, até foi na Inglaterra fazer testes.

E o Rogério que teve aquela proposta ( do Arsenal? É isto?) e dizem que tentou se valorizar. Até ficou afastado, por esta atitude, não foi?

Só se for INOCENTE pra acreditar que alguém vai deixar de GANHAR MILHÕES por AMOR ao clube.

Até acredito, que alguns jogadores como o próprio Rogério ou Marcos, tenham amor ao clube. Como muitos outros também. Mas, que deixariam de GANHAR MUITO DINHEIRO apenas por AMOR a CAMISA, que isso.

Abraços.

Comentário por ADVOGADO DO DIABO — 19/05/2009 @ 17:30

 

José, já admirava seus comentários, mas depois deste, ganhaste um fã! hehe…

Quem dera eu possa dizer daqui a alguns anos que tive apenas uma pequena parte da quantidade de ídolos que vc teve no futebol… Infelizmente, acho muuuuiiitttooo dificil…

Abraço,

Comentário por Erick Medeiros — 19/05/2009 @ 17:44

 

Belo e verdadeiro texto, José Albuquerque.

Sobretudo, na parte final: infelizmente, MUITAAAAAA gente ainda vincula felicidade e realização pessoal a grana e a uma vida movimentada, daqui pra lá, mudando tudo sempre. E muitos são os que ficam trocando tudo o tempo todo e seguem insatisfeitos.

Felicidade, realização e reconhecimento podem, também, ser conquistados de maneira centrada e dirigida, como mostra Marcos e como também mostra (argh!) Ceni. rs*

Abração para vc.
d.

Comentário por DeboraH — 19/05/2009 @ 18:01

 

OFF TOPIC:

Estou tristíssima.
Ver a marca dos maiores produtores de carne processada do Brasil, agora unidos, na camisa do Corinthians, me dói demais.

Ô, grana.
Ô, vil metal!

beijo triste.
d.

Comentário por DeboraH — 19/05/2009 @ 18:30

 

E aí Zé, recebeu meu beijo?

Pronto, agora estou com tempo para comentar o seu post.

Eu, enquanto torcedor, não gosto de cultivar esta coisa de ídolo. Calma, não gosto mais. Já gostei e muito!
Noutro dia estava aqui, acho até que defendendo uma opinião sua que estava sendo contrariada, dizendo do Botafogo e da bela tradição que este clube possui. Uma tradição não somente forjada pelos títulos – que não são lá muitos, não é verdade? – mas, forjada pela inúmera quantidade de ídolos que este clube já produziu. Acho até que mencionei alguns. Não conheço outro clube com tanta gente a ser homenageada. Vendo a homenagem ao Armando Nogueira percebo que os ídolos do Botafogo não foram apenas jogadores, mas cronistas esportivos também. Que outro clube tem em suas fileiras jornalísticas gente em profusão da estirpe de Armando Nogueira, João Saldanha, Sandro Moreira, Márcio Guedes, entre tantos outros? Nem o meu Flamengo e o Flamengo do Calazans possuem uma sala repleta de gente assim.
É verdade, hoje não curto mais os que se dizem ídolos, estejam eles no meu time ou na Seleção Brasileira. Os ídolos de outrora eram, antes de tudo, homens. Homens em um sentido diferente dessa palavra. Os que se dizem ídolos de hoje… Não sei, parecem meio desorientados. A própria filosofia do profissionalismo atual faz com que se dissipem os ídolos em minha consciência. Isso é muito triste. Não para mim, pois Zico está muito vivo ainda em minha memória e posso morrer tendo como última imagem um gol qualquer do Galinho, basta eu querer. Entretanto, sou obrigado a me entristecer quando penso em meus quatro pequenos rubro-negros. Como diz o Bírner, nem na música eles tem a quem idolatrar. Pois o ídolo da música depende muito da boa vontade da gravadora em forjá-lo. Eu desisti.
Sim, temos o Marcos. Temos o Marcos e…?

Um abraço Zé!

Comentário por Visão Desconexa — 19/05/2009 @ 18:56

 

Birner,o post do colega é uma realidade.Triste e lamentável.Entrevistado,o jogador Wellingtom,do Flu e da Seleção sub-20,falava em ir pra europa.sequer citou ser ídolo da torcida Tricolor.

Comentário por AUGUSTO CESAR — 19/05/2009 @ 20:33

 

Birner, quando o dentinho foi punido por três jogos por te dado uma cotovelada no Rafa Moura, eu fiz um comentário no seu blog dizendo que era muito estranho o Fred não ser punido por um tapa desferido no rosto do jogador do Goiás. Disse que estava havendo pesos e medidas diferente. Um blogonauta (leitor do seu blog) insinuou que eu estava analisando de forma não isenta. Retruquei que não faço análise baseado em time X ou Y.
Agora, você deve estar se perguntandoo por que eu estar retomando esse assunto (de novo)?!?!
Do mesmo jeito que achei o fato estranho. Agora com o efeito suspensivo e a liberação do dentinho para jogar contra Flu, digo que é VERGONHOSO…
OBS: Desculpa enviar uma mensagem que não tem nada haver com o post.

Comentário por Luiz Amaro — 19/05/2009 @ 20:36

 

O advogado do diabo escreveu tudo, e atualmente até Deus concorda.

Comentário por Edwin Perez — 19/05/2009 @ 22:22

 

Caro Gulherme Saluz:
O Raul nunca sairia do Real, e não é por causa do amor que ele tem pelo time, mas porque é muito limitado e não teria mercado. No caso dele é fácil ficar e declarar amor ao time. Se sair vai ser para ganhar bem, mas bem MENOS…
O Raul enganava meia dúzia de espanhóis fanáticos, que necessitavam na época de um ídolo a qualquer custo, mas ele nunca me enganou.
Depois que começaram a surgir novos e verdadeiros ídolos, ele foi esquecido.
É só ver que sem ele, a Fúria começou a jogar de verdade e não mais para ele.

Comentário por Régis — 19/05/2009 @ 22:43

 

Meu último ídolo se foi em um primeiro de Maio. No futebol não consegui fazer dos jogadores um ídolo verdadeiro.

Nutro um carinho enorme pelo Ezio, eterna gratidão ao Renato Gaucho (Jogador), vi o Edinho e Paulo Vitor, Romario em 2002 calou a minha boca ranzinza com gols e jogadas maravilhosas, mas nunca fiz deles meus ídolos tal qual “eles” fizeram do Zico por exemplo.

Sempre eles se vão, pior, muitas vezes vestem a camisa rival e se dizem torcedor deles desde criancinha.

Vide o Roger, que nem craque é.

Concordo com o texto. Eles se vão. Muitas vezes nem ficam um ano.

Ano passado foi o Thiago Silva. Adorado pela torcida, ídolo de muitos, tinha a proposta de um salário igual do clube italiano. Preferiu sair fora. Não o culpo. Faria o mesmo, tenho certeza. Dunga só convoca quem joga no exterior, no Brasil o futuro pode ser incerto. Fui na sua despedida. Talvez se ficasse no flu mais alguns anos eu teria finalmente um ídolo no futebol.

Comentário por alan/fluminense eterno amor — 20/05/2009 @ 0:20

 

Grande Birner,

Obrigado pela canja e, principalmente, pelo “amigo”.

Aos colegas de blog, obrigado pelos comentários, apupos e elogios.

Abraços,

Comentário por José R. Albuquerque — 20/05/2009 @ 8:07

 

Régis,
Qual ídolo do Palmeiras foi escurraçado?

Comentário por Alessandro-Palmeirense — 20/05/2009 @ 9:41

 

Grande post!
Tem que reverenciar mesmo, São Marcos. Hoje ao lado de Rogério Ceni, os únicos ídolos de verdade, e, que tem, muita identificação com seus clubes, atuando no futebol brasileiro.
Abraço.

Comentário por Rener — 20/05/2009 @ 9:50

 

Advogado do coisa-ruim: Se a sua visão de felicidade está atrelada a dinheiro, por favor, veja que essa é a SUA visão de felicidade. Não queira medir os outros por sua régua: Você deve ser solteiro, sem pais e sem filhos. Pois Marcos fez sim exames no clube inglês, na qual foi aprovado, e não foi porque a vontade dele não era essa. Nem sei se foi por amor ao Palmeiras, mas pelo menos pelo filho que esperava e pela distância dos pais, foi. Ainda tenho minha mãe, dois filhos, sou bem casado e não troco eles por milhão algum do mundo. E olha que no meu ramo de atuação, embora em cifras bem mais modestas, já tive oportunidade de deixar o país e não o fiz justamente por esses fatores.

Comentário por Alessandro-Palmeirense — 20/05/2009 @ 9:57

 

RESPOSTA ao ALESSANDRO PALMEIRENSE,
em letras MAIÚSCULAS.

ALESSANDRO disse:
Advogado do coisa-ruim: Se a sua visão de felicidade está atrelada a dinheiro, por favor, veja que essa é a SUA visão de felicidade.

Resposta do ADV:
QUEM DISSE QUE MINHA FELICIDADE ESTÁ ATRELADA AO DINHEIRO???? EU DISSE???? VOCÊ LEU ISTO NO MEU COMENTÁRIO???

ALESSANDRO disse:
Não queira medir os outros por sua régua: Você deve ser solteiro, sem pais e sem filhos.

Resposta do ADV:
VOCÊ ERROU, OUTRA VEZ. NÃO SOU SOLTEIRO, TENHO FILHO E PAIS.

ALESSANDRO disse:
Pois Marcos fez sim exames no clube inglês, na qual foi aprovado, e não foi porque a vontade dele não era essa.

Resposta do ADV:
SE A VONTADE DELE NÃO FOSSE SAIR, POR QUE FOI ATÉ A INGLATERRA FAZER EXAMES????
SEGUNDO O MARCOS, EM ENTREVISTA, OS MOTIVOS FORAM OUTROS, NÃO AMOR AO CLUBE, QUE O FEZ FICAR NO BRASIL.

ALESSANDRO disse:
Nem sei se foi por amor ao Palmeiras, mas pelo menos pelo filho que esperava e pela distância dos pais, foi.

Resposta do ADV:
BOM, AÍ VC JÁ ESTÁ DANDO RAZÃO AO QUE EU DISSE.
QUE NÃO SAIU DO CLUBE POR AMOR. POR ISSO, EU
DISSE QUE ESTA ESTÓRIA DE ÍDOLO É MARMELADA.

ALESSANDRO disse:
Ainda tenho minha mãe, dois filhos, sou bem casado e não troco eles por milhão algum do mundo.

Resposta do ADV:
OUTRO ERRO SEU. QUEM DISSE QUE TEMOS QUE TROCAR A FAMÍLIA POR DINHEIRO? EU DISSE?

ALESSANDRO disse:
E olha que no meu ramo de atuação, embora em cifras bem mais modestas, já tive oportunidade de deixar o país e não o fiz justamente por esses fatores.

Resposta do ADV:
FOI EXATAMENTE ISTO QUE EU QUIS DIZER. QUE MUITOS JOGADORES NÃO SAÍRAM DE SEUS CLUBES POR AMOR A CAMISA, E SIM, POR “INÚMEROS” MOTIVOS. FAMÍLIA, DISTÂNCIA, DIFICULDADE DE ADAPTAÇÃO EM OUTRO PAÍS. ISTO, NAQUELA ÉPOCA.

HOJE, É TUDO MAIS FÁCIL E POR ISSO OS JOGADORES VÃO EMBORA.

PORTANTO, VOLTO A REPETIR, QUE SÓ EXISTIRAM ESTES “IDOLOS” DO PASSADO, POIS NÃO SAÍAM DO CLUBE POR I N Ú M E R O S MOTIVOS, NÃO AMOR A CAMISA. E ESTE LONGO PERÍODO NO CLUBE PARECIA FIDELIDADE.

abraço.

Comentário por ADVOGADO DO DIABO — 20/05/2009 @ 17:24

 

Parabéns grande Zébuquerque,

concordo, realmente temos um grande vácuo onde antes se viam ídolos, realmente nos resta a opção e o dever de reverenciar os de outrora. Quanto ao Marcos, virou realmente um grande ídolo do palmeiras, assim como o RC no São paulo, mas amigo, sinceramente, só porque são grandes jogadores e sempre foram suficientes para a função que desempenhavam, nunca foram dispensados de seus clubes, mas confesso que se um convite houvesse para que partissem para a Europa quando estavam no auge, teriam ido, como os convites não ocorreram, viraram ídolos e podem hoje bater no peito e se dizerem ídolos, mas enquanto se pagar 100 mil euros pra qualquer um, o fluxo continuará orientado para fora.

Um forte abraço.

Comentário por Marcio Medeiros — 20/05/2009 @ 18:42

 

Eu entendo a visão do Advogado do Lafranhudo. Se Nilton Santos tivesse recebido a mesma oferta que o Souza do Corinthamsi recebeu para jogar no Mundo Árabe, não ficava nem mais uma semana no Botafogo.

Entretanto, ADV (ficou melhor assim, economizamos letras – menos eu, que estou escrevendo isso aqui), mas, ADV, meu jovem, isso não nega a existência dos ídolos e toda sorte de pura essência mais lúdica que envolve o esporte bretão que os ligava aos seus clubes – normalmente, clubes de coração. havia exceções. Garrincha, por exemplo, era mais rubro-negro do que eu, apesar de arrebentar com o Mengão toda vez que tinha o Mais Querido pela frente. Eles existiram, foram ídolos e, meu amigo, como era bom!

Abraços!

Comentário por Visão Desconexa — 20/05/2009 @ 18:55

 

Quando forem falar da história de Botafogo, ídolos e coisas antigas indico a leitura do livro Estrela Solitária de Ruy Castro.

SRN

Comentário por Orlani Júnior — 21/05/2009 @ 1:20

 

Depois que eu vi o q passou a família do Dener depois que ele faleceu , mudei meus conceitos sobre o vínculo clube /jogador…

O Maicossuel está numa boa fase agora mas e se caísse de produção , como aconteceu até com o Ronaldinho Gaúcho que depois de levar o Barcelona a várias conquistas , foi escorraçado de lá…

Quanto ao Marcos e Rogério Ceni , será que eles seriam tão leais a camisa se jogassem no Botafogo , que além de não pagar altos salários , não disputa uma Libertadores desde 1996…

Recomendo uma coluna do excelente Humberto Perón da Folha de São Paulo que mostra o outro lado :

F:\Folha Online – Colunas – Futebol na Rede – Vida de jogador tempo de clube – 11-11-2008.mht

Lógico que eu também gostaria que meus ídolos não saíssem do meu time, mas depois não é a tor cida que vai compensar o que o jogador perdeu por amor ao clube…

Comentário por Joker — 21/05/2009 @ 13:52

 

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