26 mai

O jogo de São Paulo x Cruzeiro, com Ronaldo, que valeu por 2 campeonatos.

Geral

De Vitor Birner

A partida mais marcante entre São paulo e Cruzeiro foi a vitória, de virada, por 2×1, na Copa do Brasil de 2000. Vou tratar mais do confronto entre hoje e amanhã.

Este post serve para relembrar uma passagem curiosa.

São Paulo, campeão da Libertadores, e Cruzeiro, vencedor da Supercopa de Campeões da Libertadores (o torneio mais interessante dentre os periféricos que a Conmebol tentou agregar ao calendário além da Libertadores) disputaram a final da Recopa Sul-Americana de 1992.

A confusão era total. As partidas de ida e volta aconteceram em 25 e 29 setembro de 1993. O time do Morumbi, em maio daquele ano, conquistou o bi na Libertadores e se classificou para outra decisão de Recopa sem ter disputado a primeira.

Mas as confusões foram além.

O jogo de ida aconteceu no Morumbi.

Não havia datas, o calendário era bem pior que o atual.

Por conta disso, CBF e Conmebol decidiram algo que ultrapassa o ridículo.

A partida inicial da final também valia para o campeonato brasileiro.

Em suma, era jogo de final de mata-mata na Conmebol também era o da fase de pontos corridos num turno só que classificava 8 times para os confrontos diretos de quartas, semi e decisões do brasileirão.

O resultado foi 0×0.

No Mineirão, onde o jogo valia, por “incrível” que pareça, apenas para um campeonato, os times ficaram outra vez no 0×0.

E a decisão foi para as penalidades máximas.

O São Paulo marcou 4×2 e levantou a Taça.

Dois atletas perderam pênaltis, ambos cruzeirenses.

Paulo Roberto desperdiçou a terceira cobrança.

Logo depois, um garoto que havia completado 17 anos uma semana antes daquele jogo, errou a penalidade.

Era Ronaldo Fenômeno diante do experiente Zetti.

Depois, Ronaldão, o zagueiro, acertou o chute e garantiu o título são-paulino.

O vídeo no fim do post tem os melhores lances do jogo do Mineirão, com os gols perdidos, além do pênalti, pelo jovem e magérrimo Ronaldo.

Mais confusão.

Em 1993 o São Paulo venceu a Libertadores e a Supercopa de campeões da América, numa final histórica diante do Flamengo.

Não precisaria disputar a Recopa para colocar esse troféu na galeria.

Porem a final da Recopa atendia aos interesses de patrocinadores da Conmebol, o clube também ganhava para atuar, por isso aceitou enfrentar na decisão o Botafogo, campeão do terceiro torneio continental em importância, a Copa Conmebol.

O São Paulo foi campeão. Houve um só jogo que terminou 3×1.

Detalhe: a partida aconteceu em Kobe, no Japão, em 3 de abril de 1994.

[Youtube:http://www.youtube.com/watch?v=xhrCXLlQYwk&feature=PlayList&p=40C1C3EC293EA465&playnext=1&playnext_from=PL&index=36]

23 respostas a O jogo de São Paulo x Cruzeiro, com Ronaldo, que valeu por 2 campeonatos.

  1. Luiz Antonio disse:

    Boas lembranças mas, naquela época não tinhamos MR……

  2. Fabio Tricolor Pauli disse:

    Bons tempos em q o Tele queria ganhar até Recopa rsss, hoje o SPFC só quer a Libertadores e Mundial e nao dá a mínima para a Copa Sul Americana q na minha opiniao substitui a Supercopa dos Campeões da Libertadores e é um torneio importante e tambem nao dá a mínima para a Recopa basta ver a Recopa em 2006 q o SPFC nao deu a mínima contra o Boca e tomou baile no Morumbi.

  3. Daniel Reiner disse:

    Péssima lembrança, hein, Birner! rs Mas prá ajudar a assimilar a frustração, vou deixar uma pequena contribuíção. As fichas dos 2 jogos:

    São Paulo 0 x 0 Cruzeiro
    Data: 26/09/1993
    Estádio:Morumbí
    Público: 12.974
    Renda: Cr$ 6.789.000,00
    Árbitro: Renato Marsiglia

    SÃO PAULO: Zetti; Cafu, Gílmar, Ronaldo e Leonardo (André Luiz); Dinho, Toninho Cerezo, Válber e Palhinha; Guilherme (Juninho P.) e Valdeir; Téc.: TELÊ SANTANA

    CRUZEIRO: Sérgio; Paulo Roberto, Róbson, Luizinho e Nonato; Ademir (Douglas) Rogério Lage, Boiadeiro e Luiz Fernando; Macedo (Careca) e Ronaldo; Téc.: C.A.Silva

    Cruzeiro 0 x 0 São Paulo
    Data: 29/09/1993
    Estádio: Mineirão
    Público: 20.018
    Renda: Cr$ 7.616.400,00
    Árbitro: Jorge Nieves (Uru)

    CRUZEIRO: Sérgio; Paulo Roberto, Róbson, Luizinho (Célio Lúcio) e Nonato; Ademir, Rogério Lage, Boiadeiro e Luiz Fernando; Macedo (careca) e Ronaldo; Téc.: C.A.Silva

    SÃO PAULO: Zetti; Cafu, Gílmar, Ronaldo e André Luiz; Dinho, Tonhinho Cerezo, Válber e Palhinha (Catê); Juninho P., e Valdeir (Jameli); Téc.: TELÊ SANTANA

    Sequência dos pênaltis:

    (CRU) Paulo Roberto (prá fora)
    (SP) Dinho (gol)
    (CRU) Ronaldo (Zetti defendeu)
    (SP) Cafu (gol)
    (CRU) Luiz Fernando (gol)
    (SP) Válber (gol)
    (CRU) Ademir (gol)
    (SP) Ronaldão (gol)

    Vou ficar na expectaiva prá ler o que você vai escrever sobre o confronto de 1995.

    Forte abraço!!!

    http://1982esporteclube.blogspot.com/

  4. Cristiano disse:

    Outra curiosidade foi a Recopa que o Cruzeiro ganhou em cima do São Paulo com o famoso cai cai no Mineirão. O Cruzeiro teve 3 ou 4 jogadores e expulso e no início do segundo tempo "contundiu" um de seus jogadores e a partida foi encerrada. Em São Paulo o Cruzeiro se sagrou campeão com gol de Fábio Júnior.

  5. José R. Albuq disse:

    Grande Birner,

    Taí!!! Já que você escreveu sobre partidas memoráveis, aqui vai uma para você.

    Revi no final de semana, uma partida memorável para mim. Era garoto.

    Jamais esquecerei este jogo. A partida foi Uruguai vesus Holanda, a "Laranja Mecânica", na longinqua Copa do Mundo de 1974. Me lembro deste jogo como se fosse hoje.

    Nunca havia ouvido falar da tal de Holanda. Agora o Uruguai sim, era famoso. Quando vi aquele time…vestido de camisa "cor de abóbora", cheio de jogadores reservas (concluí isto pela quantidade de camisas com números maiores que onze, 14 do Cruyff, etc) e o goleiro jogando com a número oito (naquela época o "normal" era que os números das camisas fossem atrelados as posições dos jogadores, o lateral direito com a dois, o goleiro com a 1 e assim por diante) pensei imediatamente vai ser uma "baba" para o Uruguai. Ledo engano o meu. E que engano!!!

    O Uruguai foi massacrado. O resultado final de 2X0 não mostra a superioridade da Holanda. Raros são os jogos em que se vê tamanha superioridade de um time sobre o outro.

    O time da Holanda, praticamente, não saiu do campo do Uruguai. Incrivel. O Uruguai, do Pedro Rocha do São Paulo, do Pablo Forlan do São Paulo, do goleiro Mazurkievisk do Atlético MG, totalmente impotente?!?!? Fiquei pasmo. O meu queixo ia caindo mais e mais conforme o jogo prosseguia e via a Holanda jogar. Parecia uma "zona", um verdadeiro time de "pelada". Todo mundo corria para aonde a bola estava. Nunca tinha visto a "linha de impedimento" antes. Parecia um balé em campo. Em qualquer parte do campo havia mais jogadores da Holanda do que do Uruguai. Pensei eu, será que a Holanda entrou com quinze atletas?!?!? Na verdade, o time da Holanda era uma "zona" organizada.

    O ápice do jogo para mim foi quando acho que o grande Pedro Rocha, cérebro do Uruguai e craque do São Paulo, próximo ao meio campo, matou uma bola "cheio de estilo" no peito. Que categoria!!! Dominou a bola, que mansamente rolou até o seu pé. Isto em segundos. Ergueu a cabeça para pensar no que ia fazer e…viu uma manada de jogadores de "laranja" vindo em sua direção. Imediatamente, passou pelo primeiro, com categoria. Veio segundo, quanse que ao mesmo tempo do primeiro. Deixou o segundo para trás, quase que perdendo o equilíbrio. Veio o terceiro. Quase que caindo no chão, conseguiu, também, driblá-lo, graças a sua categoria. Mas não deu tempo sequer para respirar. O quarto jogador da Holanda já estava em cima dele. Tomou a bola e disparou a toda velocidade, com a manada de jogadores de "laranja" atrás, direto para a defesa do Uruguai. Quando a poeira baixou, caido no chão, lá estava ele, um Pedro Rocha atônito. Alias, ele e eu. Fiquei boquiaberto com aquilo. Era o "carrosel Holandes" em ação.

    Nunca mais esqueci deste jogo. Nunca mais esqueci deste time da Holanda. Nunca mais esqueci de nomes como Johan Cruyff, cracaaaaço, Resembrink, Van Hanegen, Rep, Jansen, Krol, Neekens e outros mais. Virei torcedor holandes de carteirinha daquele time. Time o qual, cujo estilo de jogo marcou a decadência do "futebol arte". Justo do nosso cantado e decantado "futebol arte". Mas, acho eu, a causa foi justa.

    Abraços,

  6. Rener disse:

    Nossa!
    Não sabia que havia esse torneio – Super Copa de Campeões da Libertadores – , Recopa até já ouvi falarem, o então Ronaldinho perdeu um penalti, e, o primeiro jogo da final valia para o campeonato nacional também.
    Que coisa maluca!
    Se bem que por se tratar de CBF e Conmebol, não chega a ser uma surpresa.
    Parabéns pelo post.
    abraço.

  7. Visão Descone disse:

    Moral da história: Mais vale um Ronaldinho errando do que um Ronaldão acertando.

  8. Guilherme Saluz disse:

    Caramba! Obrigado Birner, eu não imaginava que a Conmebol tinha a pouco tempo taaaantos torneios assim! Ridiculo!
    Abraço!

  9. Daniel Reiner disse:

    Poxa…Birner…postei um comentário aqui as 3 da madruga…e você não liberou, cara! O que eu escreví de errado, romeno?

  10. Guto Castilho disse:

    Birner, se possível, comente aquele jogo entre São Paulo e Cruzeiro, disputado durante a década de 90 (não me lembro bem o ano), válido por alguma competição da Conmebol, que, no primeiro jogo no Mineirão, com o São Paulo vencendo por 1 a 0, os jogadores do Cruzeiro protagonizaram um cai-cai, e a partida foi encerrada antes da hora, por falta do número mínimo de jogadores. O resultado do jogo ficou 1 a 0 para o São Paulo, e no jogo da volta, disputado no Pacaembu, o São Paulo perdeu por 1 a 0, e o Cruzeiro acabou vencendo nos pênaltis. Sempre achei absurda a situação, já que o Cruzeiro acabou se beneficiando de um expediente desonesto, já que provavelmente acabaria perdendo o primeiro jogo por uma diferença maior, caso não fizesse o infame cai-cai. Obrigado

  11. Alexandre Rodrigues disse:

    Isso mostra como são mau organizados os torneios da Sul-Americana; uma Recopa, envolvendo 2 times de tradição ter tido tão pouco interesse, além de ser disputada de forma mambembe, sem muita divulgação. A antiga Supercopa foi o torneio que mais funcionou pois tinha um número limitado de clubes e era apenas em mata-mata, não tinha grupos ou fases prévias; por causa de interesses televisivos/empresariais criou-se a Mercosul, que até poderia ter ido bem, se tivesse alguma sequência. Agora temos a Sul-Americana que até hj é questionada. Ainda falta muito para chegarmos ao nível das competições da UEFA em termos não de emoção, mas de organização. Sobre o título o SP sentia a falta do Raí e do Leonardo (que tinha voltado ao clube, mas estava machucado) e por isso teve dificuldades, mas conseguiu ao menos mais um título.

  12. Vitor Birner disse:

    Qual comentário não foi aprovado?

  13. Alexandre Rodrigues disse:

    Birner o que vc acha da Globo não passar o jogo do São Paulo (assim como fez com o PalmeirasxSport) pela Libertadores, para passar Copa do Brasil?

  14. Carlos Bertoldo disse:

    Eu não concordo, e acho que a maioria não concorda. A Globo vai passar Corinthians x Vasco ao invés de Cruzeiro x SPFC para a capital. Por importancia, a Libertadores valeria mais sem muita discussão.

    Mas a emissora de TV é como qualquer rede de lanchonete. Vende o sanduiche que voce quer comer, não o que é mais saudavel ou “correto”. E se a maioria quer Corinthians, vai Corinthians.

    Os tricolores devem estar enlouquecidos, com razão. Os corintianos até surpresos, porque o jogo é menos relevante.

    Mas, se por um lado cabe a critica ao bom senso da emissora, por outro cabe uma bela reflexão:

    Porque será que a empresa mais bem sucedida do país, de ótima administração comercial e detentora de numeros claros de audiencia dos ultimos 50 anos faria isso?

    Burra ela não é. Talvez haja um motivo… E talvez seja hora de alguns se perguntarem qual é. Afinal, tenha plena certeza de que os diretores que tomam essa decisão lá dentro sabem muito mais do que eu e você.

    Talvez isso seja um grande retrato daquela velha discussão que alguns torcedores adoram ter: “O que vale mais, torcida ou titulo?”. E é claro que, pro torcedor, vale o titulo. Como é natural, e aí uma bela prova, que comercialmente vale a torcida (clientes).

    A TV vende o futebol. E ela vende pra quem compra, óbvio. Ninguém consome mais futebol do que a torcida do Corinthians em SP, e digo isso com fontes bem razoáveis de departamento de vendas de jornais, revistas, radios, etc. Isso é clarissimo.

    Agora, entenda o termo consumir.

    Ele não se refere a voce COMPRAR a camisa, mas sim a voce comprar a ideia de acompanhar o time. E isso eles fazem muito bem.

    Quando se questiona a presença em estádios e surgem aquelas interminaveis discussões de porque, quem, quando, não ganha jogo e o caralho a quatro, reflete no resto. Ir ou não a um estádio é uma amostra gratis do quanto uma torcida costuma se envolver com um clube em seu dia a dia.

    Os tricolores amam a Libertadores e os jogos internacionais.Não todos, mas uma maioria representativa.

    Os corintianos amam o Corinthians por si só.Não todos, mas uma maioria representativa.

    O grande jogo sempre chama mais atenção, pra toda e qualquer torcida. Amanhã os 2 jogos chamam atenção iguais de ambas as torcidas.

    Mas eles são maioria. Maioria não apenas em existencia, mas em consumo do produto futebol. Por isso, não ache tão estranho a capa do jornal ser sempre o Corinthians, nem que os programas da hora do almoço falem 2 horas de Corinthians. Eles só trabalham sob demanda.

    E para nós é um afronto, chega a ser absurdo. MAs, talvez para o departamento comercial da Globo seja uma decisão ate óbvia: Corinthians e Vasco, somados, vendem mais do que Cruzeiro e SPFC.

    Justo? Não sei.

    Explicavel? Sem duvida.

  15. MIRANDA, "Tri-c disse:

    Eu to me lixando se a Globo vai passar o jogo do corinthians. Sugiro q os torcedores desse time saiam pra comemorar essa fantástica conquista nas ruas.
    Eu farei isso qdo o tricolor conquistar a Libertadores e O Mundial

    Anotem aí SAO PAULO X BARÇA EM 2009.

  16. Leopoldo Molica disse:

    Pow, Esse Carlos Bertoldo poderia pelo menos colocar o crédito do texto que ele postou do Blog do Ricardo Perrone. hehehehe

    Acabei de ler esse texto lá.

    Como todo comentário que eu coloco a cada post seu sobre o jogão que será São Paulo x Cruzeiro…

    EU ACREDITOOO!!!

    Só com muita fé para torcer pra esse time atual, Birner…

    Grande abraço!!!

  17. Gastão disse:

    Para Guto Castilho e Cristiano. O jogo a que vocês dois se referem foi em 1995, válido pela Supercopa e pela Recopa.

    O cai-cai do Cruzeiro não foi nem um pouco "infame", foi apenas uma reação aos "erros" e ao destempero de Wilson Souza de Mendonça. Expulsou 4 jogadores (dois zagueiros, um volante e um atacante), sendo que tudo começou com uma falta desleal do Rogério Pinheiro do SP, que nem sequer foi advertido. Ainda fomos até o final do primeiro tempo, e no início do segundo o Luiz Fernando Gomes fez o cai-cai.

    Depois fomos a SP com o time desfalcado, ganhamos de 1 a zero, o juiz ainda "falhou" ao não validar outro golaço legítimo de Paulinho McLaren, de letra, com cruzamento de Dinei. O árbitro alegou que a bola havia saído pela linha de fundo, mas ela ficou a pelo menos 30 centímetros da linha. Mesmo assim ganhamos.

  18. AUGUSTO CESAR disse:

    O calendário têm atrapalhado grandes clássicos brasileiros mesmo.A Supercopa era pior que a copa CONMEMBOL,não pode uma competição continental ter quase sempre os mesmos participantes (o FLU não participava,tinha uma dor de cutovelo terrível!)

  19. Wellington disse:

    Estive no Morumbi no jogo que valeu pelos dois campeonatos. Foi um 0 x 0 bem modorrento. Contra o Botafogo, no Japão, em 1994, foi um jogaço! Assim como a final dos reservas tricolores contra o Peñarol pela Copa Conmebol, também em 94. Muricy era o técnico e o São Paulo humilhou por 6 a 1.
    O jogo do cai-cai cruzeirense que um leitor comentou não foi final de Recopa, foi numa fase eliminatória de uma Supercopa. Uma grande vergonha cruzeirense.
    Sobre tantas partidas entre São Paulo e Cruzeiro, no Mineirão, além de reações incríveis do Tricolor, com gols de Rogério Ceni, e golaço de Hernanes nos últimos anos, não custa lembrar o grande ídolo de Victor Birner: Dodô. Em 1997, Sampa 5 a 0 no Mineirão, com cinco gols do cara.

  20. Jefferson disse:

    Acho a atitude da Globo nojenta, como pode isso…? A maquina funciona assim e nós temos que engolir… Monopólio ridiculo.

  21. jésus disse:

    qqqqqqqqqqqqqqqui troxa

  22. Victor Nagib Aguiar disse:

    Época inesquecível do SPFC. Quem viveu sabe bem! A gente ganhava até no par ou ímpar para escolher bola ou campo!!

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