Com keirrison bem, chance aumenta
De Vitor Birner
O Palmeiras não achou a escalação ideal para pegar o Nacional na vitória diante do Cruzeiro.
Faz algum tempo que o esquema com 3 zagueiros é o mais eficaz.
A boa notícia do domingo para o palestrino talvez tenha sido a bela apresentação de Keirrison.
Se repetir o desempenho, a chance do time passar pelo Tricolor Uruguaio e chegar ao título aumenta.
Vamos saber amanhã se foi o momento ou reencontro com o gol.
Em tese, a partida de Montevidéu é o desafio mais difícil que os diante de Colo Colo e Sport.
O texto abaixo é do titular José Renato. Ele cita as particpações do Nacional que construiu rica história na Libertadores.
De José Renato Sátiro Santiago Junior
escudo por Luiz Fernando Bindi (http://www.distintivos.com.br/)
Trata-se de uma das equipes com mais tradição em toda a história da Taça Libertadores, uma vez que participou de 34 edições.
Em sua primeira participação, em 1962, caiu nas Semifinais frente o seu grande rival, o Penãrol.
Já em 1964, chegou às Finais, no entanto foi derrotado pelo Independiente.
Sua segunda Final aconteceria em 1967, quando foi novamente vencido, agora pelo Racing.
Após ser eliminado ainda na Primeira Fase em 1968, chegou às Finais de 1969 e foi novamente derrotado para uma equipe argentina, o Estudiantes.
Após tanta tentativas, o primeiro título veio em 1971, quando depois de eliminar o Palmeiras nas Semifinais, interrompeu a seqüência de conquistas do Estudiantes ao derrotá-lo na partida desempate por 2 a 0. O bicampeonato não veio em 1972, pois foi eliminado pelo Universitário por saldo de gols, ainda nas Semifinais.
Após 3 eliminações na Primeira Fase, voltou a ter destaque em 1980. Conquistou o título após eliminar na Primeira Fase seu rival Defensor e duas equipes bolivianas, e depois superou nas semifinais o então campeão Olímpia. Nas finais, venceu o Internacional de grande craque Falcão.
Nas participações seguintes, 1981, 1983 e 1984, o Nacional chegou às Semifinais, sendo eliminado por Cobreloa, Peñarol e Independiente. O tricampeonato veio em 1988, após eliminar o Universidad Católica e América de Cali, e derrotar o Newell’s Old Boys nas Finais.
Desde a conquista, o Nacional participou de 17 edições. Em 13 delas chegou apenas até as Oitavas de Finais, com campanhas bem irregulares. Apenas em 3 oportunidades chegou as Quartas de Finais. Em 1991 quando caiu contra o Colo Colo, em 2002, após eliminar o tradicional América de Cali foi desclassificado pelo Grêmio, e em 2007 foi eliminado pelo Cucuta da Colômbia, estreante daquela edição.



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Se o Luxa não inventar, escalar WENDEL e SOUZA, e se o K9 jogar bola, o Palmeiras se classifica com mais facilidade do que a maioria do pessoal aguarda.
Como eu acho que essa combinação irá ocorrer, eu marco seco: PALMEIRAS 3 X 0 NACIONAL.
O Nacional é Horrrrrííííívvveeellll !!!!
Comentário por Erick Medeiros — 16/06/2009 @ 8:56
Realmente, com o Keirrison bem, as chances aumentam, mas vamos ver se o ténico vai escalar a equipe direito, não fazer nenhuma bobagem como tem feito em vários jogos.
O adversário tem muita tradição, mas acho que o Palmeiras vai passar.
Abraço.
Comentário por Rener — 16/06/2009 @ 9:14
BIRNER DISSE:
“Em tese, a partida de Montevidéu é o desafio mais difícil que os diante de Colo Colo e Sport.”
_______________________________
Birner,
Se for mais difícil, o Palmeiras não vai passar, então.
Vejamos:
Contra o Colo Colo, ganhou nos acréscimos. um gol espírita.
Contra o Sport, foi pior ainda. Foi nos pênaltis.
Se o desafio for pior, como passar então?
Até quando a sorte dura????????????????
Comentário por ADVOGADO DO DIABO — 16/06/2009 @ 10:30
Mas se os uruguaios tiverem assistido ao tape dos últimos jogos, inclusive a vitória contra o Cruzeiro, vão mandar um cão-de-guarda colar no Cleiton Xavier, e acabou-se a saída de bola do Palmeiras…. aí o time vai depender de um chutão desde a defesa que, por sorte, encontre livre um dos três mais avançados.
Qualquer um que acompanhe os jogos do Palmeiras sabe que o Edmílson (embora estivesse um desastre na cobertura aos zagueiros) está fazendo muita falta na organização da saída de bola do time. Desde que ele se machucou, o Cleiton Xavier está sozinho nessa função, e as constantes invencionices do Luxemburgo, na busca de uma solução, só têm piorado o problema, uma vez que os jogadores ficam confusos e não guardam a posição que deles se deseja.
Pelo menos 3-4-3/3-5-2 usado no domingo reduziu o imenso buraco antes existente entre a proteção à defesa e o ataque, sobretudo com a correção do posicionamento do Pierre e do Wendel, que atuaram um pouco mais avançados que de costume. E, estando o time um pouco mais compacto, fica um pouco mais fácil de fazer a bola chegar à frente em condições de gol.
Comentário por Marco Antonio Granieri — 16/06/2009 @ 12:44
Isso, se: a) O Cleiton Xavier jogar como volante; b) O Willians entrar em campo (não sei por quê, só sei que é assim); c) Com algum dos zagueiros avançando (era o Edmílson, tem sido o Marcão).
Mas veja que há problemas. Jogar 3-5-2 exige zagueiros velozes. O Marcão é muuuito lento. Essa se torna a pior fraqueza do time com o 3-5-2. Com o 4-4-2, com o Armero e o Wendell mais atrás, fica mais fácil marcar meias e atacantes rápidos do adversário.
Comentário por Marcos Diniz Ribeiro — 16/06/2009 @ 13:29
Concordo plenamente com o Marcos Diniz Ribeiro.
O esquema de domingo trouxe melhoras ao time, comparativamente com o desastre que era antes.
Mas seria realmente melhor um 4-3-3/4-4-2 à moda europeia, com laterais em vez de alas. No meio de campo, o Pierre fazendo a cobertura e, em linha à frente dele, o Cleiton Xavier e algum outro meia com grande poder de marcação (do tipo Danilo, Juninho Pernambucano, Zé Roberto, Ricardinho, Tcheco ou Souza do Grêmio) ou um volante ofensivo (do tipo Hernanes, Ramires, Lucas Leiva, Anderson, Ibson ou Kleberson). Nessa formação, o time teria maior possibilidade de impor o toque de bola; vejam o time do Barça: se os atacantes se movimentam e dão opção, recebem na cara do gol o tempo todo!
Abraço
Comentário por Marco Antonio Granieri — 16/06/2009 @ 14:24