Homenagem ao Maradona do Pop
De Vitor Birner
Quando cheguei do Cartão Verde, ontem, estava sem internet.
Só voltou agora.
A dependência da internet me impressiona e incomoda.
Mundo atual.
Queria ter colocado a homenagem antes.
Nunca fui fã de Michael Jackson.
Quando lançou o Thriller, álbum mais vendido da história, meu negócio era heavy metal.
De música e lobisomem gostava do Bark at the Moon, do Ozzy, apesar de ser o primeiro disco sem o mítico Randy Rhoades, morto em irresponsável acidente de avião aos 25 anos, e não ter a mesma qualidade de Blizzard Of Ozz e Diary of a Madman.
Me lembro da rivalidade do Metal, excluído da grande mídia, com o pop.
Michael Jackson se transformou no maior ícone pop da música no início dos anos 80.
O boom dele aconteceu naquele período.
Eu achava aquela história de dança e a música sem guitarras pesadas sem graça.
Mas “aceitei” Beat It por causa da participação do genial Eddie Van Halen.
Ficava indignado quando as rádios tocavam a música sem o solo de guitarra.
Mal sabia que o Van Halen estava às portas da melosa e chata fase Sammy Hagar.
Com o tempo passei a gostar do Michael Jackson, assim como da música sem guitarras pesadas e agressividade.
Escutei bastante o Off The Wall, meu trabalho preferido na carreira solo do mito.
Michael Jackson tem a envergadura de Elvis Presley e John Lennon.
A morte chocante e inesperada ainda jovem mantem a triste tradição de tragédias dos grandes astros pop.
A vida tão dura quanto de sucesso, os seríssimos problemas familiares, a excentricidade extremada, a clara falta de auto-estima transformaram o talentoso menino no adulto recluso, atípico e autodestrutivo.
Me parece que passou boa parte da via brigando consigo mesmo.
Agora o “Maradona da música”, habilidoso, imprevisível e bailarino vai descansar em paz.
Será reverenciado sempre
Separei 4 vídeos do astro.
Os 2 primeiros são do tempo dos Jackson 5 ( um é o clip de can you feel it que eu adoro e o outro uma capela quando era criança) e explicam o talento de Michael Jackson, único, genial, inimitável.
Os outros são da apresentação no Superbowl de 1993.



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Grande Birner, gostei da homanagem.
Não gosto nada da música Pop atual, mas gosto do trabalho do MJ. Marcou época, fez moda, revolucionou o mundo dos video-clip, bateu records de vendas de disco. Deixará uma grande herança musical.
Era gênio, compunha, cantava, dançava, produzia. Nem parece que era cercado de problemas e conflitos pessoais.
Que a alma do grande Rei do Pop descanse em paz.
Abraço!
Comentário por Guilherme Saluz — 26/06/2009 @ 15:01
Amém.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 16:28
pow Birner, eu gostava do Van Halen com o Sammy Hagar.. rsrsrs
concordo contigo, o cara foi e sempre será um ícone da música pop e seu nome estará sempre entre os melhores e mais importantes.
em tempo: eu não gosto e nunca gostei dele, pelo simples fato de gostar de outro estilo musical ao dele, mas sempre reconheci seu talento e respeito o que ele representou para o pop.
Comentário por Rodrigo Ribeiro — 26/06/2009 @ 15:03
É gosto!
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:13
Se o Michael Jackson é o “Maradona”, quem seria o “Pelé”?
Quem viver, verá: toda a história da música Pop, quando descrita no futuro, terá um marco delimitatório: antes e depois de Michael Jackson.
Comentário por Vinicius Duarte — 26/06/2009 @ 15:18
Nogeral seria Mozart. Pela genialidade, talvez Frank Zappa. pelos números, os Beatles. mas pelo comportamento, me desculpe, Bruce Spingsteen cantando Born in the usa, mas sem o americanismo.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:17
não sou super fã, mas gostava das musicas dele. tenho 26 anos e peguei a fase black or white, clip que custou 6 milhoes de dolares.
ele ajudou a popularizar a mtv, mas era um sujeito atormentado, ele foi sua propria vitima.
fiquei muito surpreso, da mesma forma que ao acordar num domingo em março de 96 e escutar que os mamonas tinham morrido.
a morte prematura que mais lamento é a de kurt cobain.
Comentário por rafa 633 — 26/06/2009 @ 15:19
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:17
Existe aqui, não há o lá. Se as pessoas querem tornarem-se eternas, tem algumas décadas para fazê-lo.
Michael o fez. Com brilhantismo. Ele é o criador da música moderna. A música que não fora produzida somente para se ouvir, mas também para se ver e consumir.
O outro Michael, o Jordan, foi responsável de trazer a mídia-consumista pro esporte. Ronaldo, o Fenômeno, de trazê-la para o futebol.
Ambos com a Nike.
E Jackson foi o precursor de tudo isto. É o cara. É o gênio, o mito. O Deus Michael Jackson.
Comentário por Wanderson Marçal — 26/06/2009 @ 15:30
Muuuuuuuuuuito talentoso.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:18
Eu não curto MJackson, mas não há como negar que ele fez a diferença e merece o reconhecimento de tantos e tantos fãs. Há umas coisas meio obscuras na história dele, né? Mentiras? Verdades?
O que me surpreendeu mesmo neste post foi saber dos seus gostos musicais, Birner… um bom samba também te embala?
beijo,
Kelli
Comentário por Kelli — 26/06/2009 @ 15:34
Kelli, sou fanático pelo Vai Vai. bem mais do que você pode imaginar, acho. Nos 3 últimos anos não fui apenas num ensaio. Choro, sofro, perco o sono, dou um jeito de passar depois do trabalho, nem que seja para ficar 15 minutos ao lado da bateria de Mestre Tadeu, O desfile é a final de Libertadores que eu ajudei a preparar. Nem com uma bíblia de argumentos conseguirei transmitir o que sinto pela escola. Adoro samba, não curto pagode. O samba no Vai Vai é melhor que o samba.
Beijo!!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:29
Birner, Michael Jackson é sensacional!!! Estou pra dizer que foi a melhor coisa que aconteceu na música mundial em váááários anos.
Ele é um dos poucos artistas que INVENTARAM um estilo… o cara foi inovador, criou um jeito único, característico e inimitável.
Eu não me sentia tão mal pela morte de uma celebridade desde os Mamonas… Michael Jackson entra para o hall de mitos acima de qq suspeita… Ao meu ver,
foi o artista mais completo que ja existiu, pois compunha, cantava, dançava, dirigia e tinha as idéias de seus próprios clipes… e tudo sempre de forma inovadora.
Não ter tido a oportunidade de ter visto Michael Jackson ao vivo vai ser pra sempre uma das grandes frustrações da minha vida. Devia ser algo SENSACIONAL.
A música do mundo ficou “orfã” hoje. E não só o pop, como todos os ritmos que “descenderam” de Michael.
Abraço,
Comentário por Erick Medeiros — 26/06/2009 @ 15:36
Não haverá nada igual. Pois como você disse, ele inovou, e se alguém pretende ser Michael Jackson, precisa fazer algo bem diferente, não pode sequer parecer Michael Jackson.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 17:40
A morte de Michael Jackson foi o suicídio mais lento da história.
Comentário por Rafael Costa — 26/06/2009 @ 15:37
Teve uma vida muito difícil.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:15
pois fazia uns 25 anos que ele se matava aos poucos.
Comentário por Rafael Costa — 26/06/2009 @ 15:37
O ser humano é produto dagenética, experiências, referências e algumas coisas mais.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:17
O cara era Gênio!!!! Ainda mais com o “temperinho” do Quincy Jones.
Não sou fã, mas respeito muito.
Comentário por Leandro Gouveia — 26/06/2009 @ 15:40
Abraço!!!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:17
Vinicius Duarte, “O Pelé” da música não foi um, foram 4. hehe
Comentário por Leandro Gouveia — 26/06/2009 @ 15:41
Vinicius Duarte DISSE: “Se o Michael Jackson é o “Maradona”, quem seria o “Pelé”?”
Elvis ou Beatles?
Comentário por ADVOGADO DO DIABO — 26/06/2009 @ 15:43
Dos 2, Beatles fácil!
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:18
Caro Birner
Que descanse em paz!
Vai deixar muitas saudades no tocante ao artista fenomenal que foi.
Quanto ao comportamento longe dos holofotes, não vai deixar muitas saudades!
Grande abraço!
Comentário por Márcio Augusto — 26/06/2009 @ 15:50
Eu vivi a época Thriller e até hoje não houve na história da música pop paralelo para este fenômeno!
Todo as crianças e jovens queriam imitá-lo. Os programas de auditório no Brasil sempre exibiam concursos de melhor imitação do Michael.
Os videoclipes passaram a ser importantes e valorizados depois dele.
Foi absolvido por unanimidade pelo júri da segunda acusação pro pedofilia. No primeiro, chegou a um acordo judicial que arquivou o processo. Merece o benefício da dúvida nessa questão.
Comentário por Bruno Leonardo Pires de Souza — 26/06/2009 @ 15:53
Como mísero mortal que sou, não vou julgá-lo.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:19
Minha teoria sobre o enorme Michael Jackson:
Gênio do entretenimento, perfeccionista, Michael Jackson sofreu muito na tentativa de se superar. Leia-se: produzir músicas e discos compatíveis com o trabalho antológico de Thriller. Fazer shows daqueles que realizou na turnê Bad. Fracassou.
Decidiu, então, que se preciso fosse tomaria um monte de remédios para aliviar as dores do corpo frágil e assim poder fazer bem (no nível de um Michael Jackson) os 50 shows em Londres. Ele foi até as últimas consequências para provar que era capaz de subir ao palco mais essas 50 vezes.
Normalmente, astros desse tamanho se acham imortais, capazes de fazer qualquer coisas irresponsáveis para atingirem os seus objetivos. Em regra, não cogitam a menor possibilidade de algo dar errado.
Pois deu errado, de novo. O mundo da música, do espetáculo, do exagero perdeu um de seus maiores nomes: Michael Jackson.
Comentário por Jovaneli — 26/06/2009 @ 15:54
me mandou outro email? Mande no pessoal, por favor.
Grande abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:20
Birner, olha só o que o REGIS TADEU escreveu sobre o MICHAEL JAKSON.
Muito bom texto. Concordo plemanente com ele.
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Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil
É claro que o mundo inteiro está chocado com a morte de Michael Jackson.Mas é preciso ter um pouco de coragem para escrever o óbvio: todos choram pelo “antigo” popstar, que gravou discos excepcionais, e não pela patética figura em que ele se transformou.
Vamos lá, faça uma autocrítica e não esconda sequer uma ponta de morbidez: quantas vezes você não se pegou ridicularizando a figura do cara, suas esquisitices, seu gosto pelo bizarro, seu “nariz de massinha”, sua brancura artificial e o diabo a quatro?
A maioria dos admiradores – e não os fãs patéticos, que agora estão se desmanchando em choros convulsivos, que não foram trabalhar porque estão deprimidos com a morte de seu ídolo – sabe que a importância de Jackson para o show business não pode sequer ser colocada em um patamar conhecido deste planeta. A maneira como ele revolucionou a indústria dos videoclipes, por exemplo, permitindo que diretores levassem suas ousadias a extremos em termos de efeitos especiais que só foram utilizados pelo cinema alguns anos depois é mais do que digna de aplausos. Isso sem contar a qualidade que ele apresentou em alguns de seus discos, como Off the Wall, o melhor de todos – não, Thriller foi o seu trabalho mais famoso, mas não o melhor em termos musicais.
Mas para quem lida com música de uma maneira séria e racional, a pergunta neste exato momento é: por que ele não foi talentoso o suficiente para apagar o fracasso de seus últimos discos, principalmente do horrível e pretensioso Invencible? Por que ele não fez como todo mundo que se presta a construir uma carreira musical sólida em termos de qualidade até os dias de hoje, como fazem Paul McCartney, David Bowie e Bruce Springsteen?
A resposta é muito simples: porque faltou a Jackson aquela centelha da genialidade musical que o acompanhou desde os tempos de Jackson 5 até o lançamento de Thriller, a mesma centelha que foi capengando e diminuindo gradativamente até o punhado de canções razoáveis que ele reuniu no irregular Dangerous. A partir de um determinado momento de sua conturbada vida, a música perdeu a importância. Jackson acreditou que seria eternamente adorado independente do que fizesse. E isso é uma sentença de morte – artística e até mesmo pessoal – para quem viveu a música com tamanha intensidade.
Como não conseguia mais apresentar algum traço de criatividade, Jackson recorreu a factóides estapafúrdios, como a “agenda dos 50 shows” em Londres – chego a dar risadas quando encontro com alguém que realmente acreditou que ele faria tal pataquada -, mas isso pouco importa agora.
Michael Jackson está morto. Fisicamente. Porque, em termos artísticos, nos últimos quinze anos ele foi apenas um zumbi do qual todo mundo ria e tirava sarro. E são essas pessoas que hoje se mostram comovidas com o seu falecimento.
Mundo estranho este, não? Pense nisso…
Comentário por ADVOGADO DO DIABO — 26/06/2009 @ 15:57
cara, Sammy Hagar é um senhor vocalista… melhor album do Van Halen, sem dúvida é F.U.C.K; e Right here Right Now Live… o David Lee Roth só era mais elástico e mais gay… mas de voz, o Sammy detona ele até hoje…
pena q só pude conferir o Van Halen ao vivo com o Gary Cherone.. esse sim, bem inferior até ao DLR..
há brassos
Comentário por Fabio Blanes — 26/06/2009 @ 16:06
Concordo que é um sr vocalista. Foi indicado por Frank Zappa.
Mas no caso eu e você gostamos de van Halens diferentes.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:22
Entendi a comparação com Maradona. Ambos geniais e atormentados.
Pelé foi craque, mas nunca atormentado ou autodestrutivo.
Comentário por Bruno Leonardo Pires de Souza — 26/06/2009 @ 16:11
É isso. Altos e baixos, excêntricos, bailarinos, imprevisíveis….
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:23
ontem de madrugada eu assiti o VT do jogo do Brasil.
Alguém por favor pode avisar o Juca Kfouri que o André Santos NÃO jogou um PARTIDAÇO.
Não sei de onde ele tirou isso.
O André Santos no máximo não comprometeu.
Mas fez uma prtidinha igual ao time do Brasil: PÍFIA
Comentário por Luiz Pereira — 26/06/2009 @ 16:40
Será avisado (he! he! he!)
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:24
A homenagem foi razoável. Mas o título do post foi uma sacada sensacional. Sugere várias e controversas interpretações. Vou aguardar as repercussões.
Comentário por Daniel Reiner — 26/06/2009 @ 16:58
Abraço!!!!!!!!!!!!!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:24
Vitor, faço minhas as suas palavras, de cima a baixo. Inclusive (e principalmente) a parte que fala do heavy metal. Penso e sinto exatamente igual a você. Aliás, há umas duas semanas eu te enviei um e-mail que falava sobre isso, e você não respondeu. Imagino que deve receber centenas de mensagens, o meu passou batido. Enfim, belo post. Abraço. Ewerton.
Comentário por Ewerton (Gastão) — 26/06/2009 @ 17:03
Gastão, em qual email? No pessoal? Eu até demoro para ver, muitas vezes nem consigo responder, todavia não me lembro e certamente recordaria. me desculpe. Se puder, reenvie.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:26
Van Halen com Sammy Hagar é tão bom quanto David Lee Roth!!!
Quanto ao Michael, boa música, mas espero que esteja sendo currado pelo pau do demônio nesse momento…
Com criancinhas Michael??
Comentário por Paulo Beck — 26/06/2009 @ 17:12
Paulo, não devemos julgar, quanto mais condenar alguém fundamentados em suposições.
Van halen com sammy Hagar e David Lee Roth são bandas diferentes.
Abs.
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:27
Vítor : linda homenagem. “Can you feel it ?” é uma obra prima do pop, musical e visual. É o canto do cisne dos The Jacksons !
Comentário por Caio Bulhões — 26/06/2009 @ 17:12
Gravada em março de 1980. Já no fim dos Jackson 5. Tinha outras mais de raiz, balanço puro que gosto bastante, mas escolhi Can You feel It. É demais!
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:31
Birner, voltando ao Pelé do Pop, li vc falando do Mozart, Zappa….. os dois eram excepcionais, absurdos, mas não faziam POP. The Beatles é o maior fenômeno POP, não acha?
Comentário por Leandro Gouveia — 26/06/2009 @ 17:43
Acho que são.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:32
Nasceu preto, tornou-se brano e agora virou cinza….
Me desculpe Birner, mas beatles e Mozart estão anos luz a frente do Jackson
Comentário por Sobrenatural de Almeida — 26/06/2009 @ 17:51
Nem cabe compará-los musicalmente. Fizemos metáforas de futebol. São “produtos” de tempos diferentes. Um é erudito (meu preferido), outro rock psicodélico (na melhor fase dos beatles era) e o outro pop, com raiz na música negra, da important´´issima época do Motown…
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:37
Um dia ele viu a foto da Diana Ross e disse: “Tenho que me parecer com ela… ” Verdades à parte, a única criança que considerei como cantor(a) foi ele. Depois de velho (mas ainda genial) a loucura (herdada) imposta em parte pelo pai louco me distanciaram um pouquinho dele.
Era quase certa também, uma turnê mundial com os Jacksons 5… que pena!
Birner, deixa de ser from hell, pô Sammy Hagar, chato?
Só porque ele é mais glam ( e mais cantor tb que o David)?
Por acaso vc foi guitarrista?
Abraço poser.
Comentário por Rafa — 26/06/2009 @ 18:06
Fui.
Van halen com Sammy Hagar é rock chato, poser,
Se é para enveredar por aí, no tempo do Van halen com Hagar eu ouvia além, claro, como sempre, de Iron Maiden, Sabbath, Ozzy e Motorhead, Celtic Frost, Possessed, Destruction, Kreator, Sodom, Metallica e Slayer.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:42
Na época que o Michael explodiu p/ o sucesso havia uma geração de Funk Music sensacional de grupos como Earth Wind and Fire, Kool and the Gang, KC e outros, música com todo o swing e o R&B da fantástica Black Music; ele usou essa influência misturado a um pop, inserindo batidas diferenciadas e criando um trabalho genial.
Michael inovou em todos os sentidos: criou coreografias, estilos, vocais que influenciavam a todos na época, um estilo original e inimitável; ele era único.
Aprendi a curtir música sob influência dessa “boa” black music dos anos 80, incluindo o pop de qualidade de Michael Jackson. Sou fã confesso do trabalho dele, no período de Off The Wall, Thriller, Bad e Dangerous, incluindo alguns trabalhos do Jackson 5; Após Dangerous 1993, infelizmente não houve nada brilhante, sendo que mesmo de Thriller em diante houve uma queda, sem dúvida, até por conta do fantástico álbum, difícil de ser igualado.
Não sei se Michael foi exatamente um gênio, mas tenho a certeza de que foi GENIAL na música; marcou mais de uma geração, e tem ao menos duas décadas de trabalhos sensacionais, e um legado de inovações que serão sempre uma marca sua.
Comentário por Carlos — 26/06/2009 @ 18:10
A geração da Motown é vital para a história da música.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:43
Grande amigo Birner, parabéns pela homenagem. Quem é um pouco mais velho (ou até nem tanto), com certeza sempre teve o Michael Jackson como um dos ídolos musicais. Marcou história na musica mundial. Independente de tudo que fez na vida pessoal.
Comentário por Fabio Borges — 26/06/2009 @ 18:17
Borges, depois me manda um email com seu telefone. Liguei faz alguns dias e não deu sinal.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 18:44
Pantera nunca fez parte do seu arsenal?
Comentário por Rafa — 26/06/2009 @ 18:45
Não por achar ruim, mas como apareceu aqui um pouco depois, apesar de ser contemporânea, no ápice da fase from hell, não ouvia. No fim dos 80, qiuando o pantera estava em alta, eu ouvia muito Ministry, Sisters Of mercy, Fields of The Nephilim, Alien Sex Fiend. Do metal, em 89, escutei e nunca mais parei de ouvir o Nothing face do Voi Vod, para mim um dos 10 maiores discos da história no gênero. Espetacular.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 19:09
Um monstro. Michael Jackson tem de ser reverenciado como todo Beatle que nos deixa. Inigualável. Você o comparou a um Maradona, o fez bem. Os problemas pessoais de ambos são poeira perto de suas histórias naquilo que fizeram de melhor. Meu tataraneto conhecerá Maradona, Pelé, Zico e tentará dançar como Michael, mas se Deus quiser saberá Caetano e Chico de cor e salteado.
Parabéns pela bela homenagem Vítor. Sou do tempo no qual não se podia perder o desenho Jackson Five – muito bom!
Abraços
Comentário por Visão Desconexa — 26/06/2009 @ 18:56
Não gosto de Ozzy, se não fosse os guitarristas que tocaram/tocam com Ozzy, ele não faria o “sucesso” que faz. Canta muito ruim. No Black Sabbath, Dio canta muito mais do que ele. Como disse um amigo aí acima, avisa ao Juca que André Santos foi um jogador mediano naquele jogo contra a África do Sul. e Fábio Costa, mais uma confusão… será que tem fim?? Quando ele se aposentar!
Comentário por Fernando - Recife (PE) — 26/06/2009 @ 19:18
O Ozzy fez os guitarristas. Dio é mais técnico, Ozzy é único. A merlhor fase do Sabbath é com Ozzy. os discos solo de Ozzy são melhores que os do Dio.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 22:10
Tenho esperanças, que um dia, as múmias da FIFA, farão uma festa de encerramento de Copa do Mundo nos moldes do SuperBowl.
Já imaginou um intervalo na final da Copa do Mundo, Brasil x (Alemanha, Itália, Argentina), como o U2 fazendo o show??
Comentário por Wanderley Takahashi Assis — 26/06/2009 @ 19:30
Sou ultra conservador nisso. Antes e nos intervalos dos jogos, nada de shows. Só se fizer antes da partida e terminar faltando uma hora para começar o jogo. Espetáculo, no estádio, quem faz é torcida. Depois do jogo seria interessante um show, em especial no de sábado.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 19:42
birner o maicon é o rei do pop quera vc ou não. os numeros não mentem 750 milhões de discos no mundo todo. o album mais vendido da historia. vc devia fazer uma homenagem a esse gênio seu texto foi so pra queimar o cara
Comentário por marcos — 26/06/2009 @ 19:31
Marcos, olhe para seus botõies e pergunta a eles.
Por que entre todos os comentários só eu achei que o texto foi para queimar o cara?
Esperom que consiga uma reposta que se enquadre em lago como realidade.
Abs
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 19:40
Ozzy, o cara.
Na época de Sabbath, de cara solo, depois que morrer, enfim, eternamente ….
Comentário por Lucas Henrique — 26/06/2009 @ 19:58
Ozzy é mito. E dos grandes.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 22:12
Voltou pra casa: voltou pra lua…
Quem se foca nos escândalos da vida pessoal e nas bizarrices dos últimos anos acaba se esquecendo do que realmente vai imortalizar o Michael. Ele foi um dos maiores artistas do nosso tempo, quiçá de todos os tempos. E um dos meus primeiros ídolos na música.
Só nele ficava bem usar sapatos e calça preta com meias brancas…
Sem mais.
Comentário por vinicius Zanotelli — 26/06/2009 @ 20:09
Birner, eu lhe acompanho sempre pelo Blog, CBN EC, Quatro em Campo, Cartão Verde e comentário nos jogos.Nunca havia feito comentário. Parabéns pelo excelente trabalho.
Sou fanzaço do Iron Maiden (como você) e também fanzaço do Michael Jackson. Parece contradição, mas o cara realmente era o rei do pop.
Parabéns pelo post de homenagem, de todos os blogs esportivos que acompanho (Juca Kfouri, Fabio Seixas, Teo Jose, PVC, etc) não vi nenhuma notinha, nem de rodapé comentando essa notícia, que mesmo não sendo esportiva, deveria ter um pouquinho de lembrança.
Abraços.
PS.: Prometo que farei mais comentários no âmbito esportivo, agora que vi que você sempre os acompanha os e na maioria das vezes os responde.
Comentário por Jonatan Dutra — 26/06/2009 @ 20:17
Jonatan, obrigado pelo elogio. Gostaria de responder mais. Muitas vezes não consigo.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 22:13
É mesmo Birner? Pq vc é contra os shows antes ou no intervalo? Pois pra mim no fim, a festa tem que ser dos campeões…
Abraços!
Comentário por Wanderley Takahashi Assis — 26/06/2009 @ 20:49
Por achar que não há nada mais apropriado para o jogo de futebol que a festa da torcida. Sou apaixonado por torcidas e vejo nelças o maior espetáculo dpo futebol. mais que qualquer jogada.
O show quebra o clima. Concordo com você sobre espetáculos em eventos esportivos, mas excluo o futebol.
Abraço!
Comentário por Vitor Birner — 26/06/2009 @ 22:15
Michael Jackson foi um grande artista.Também não era seu fã,mas sempre respeitei seu trabalho.Havia um desenho animado do Jacson 5,que era engraçado.Realmente não soube lidar com a genialidade.
Descance em paz!
Comentário por AUGUSTO CESAR — 26/06/2009 @ 21:46
Caraca Birner, não sabia mas temos muita afinidade musical… Tenho 36 anos e nos anos 80 ouvia mais ou menos a mesma coisa que vc Celtic Frost, Possessed, Kreator, Sarcófago, etc. Mas o que mais fiquei gratamente surpreso foi por vc ouvir Zappa. sou fanático, hehehe. Ouço muito samba (de verdade) hj em dia, coisa que eu jamais imaginaria nos anos 80, acho q evolui, hehehe. Nunca fui fã de Van Halen, e farofas em geral, rsrs. Uma pergunta, vc já assistiu a The Central Scrutinizer Band? Abs
Comentário por Rogério — 26/06/2009 @ 22:11
Eu me pergunto como é que vc passou a gostar de samba? pois adorava rock, mas parabéns Birner seu gosto musical melhorou
Comentário por Luiz Alberto — 26/06/2009 @ 23:50
Vitor!!que lindo!!que legal suas palavras..putz..amei..
Vc me supreende..bacana..estou virando sua fã incondicional!!Abraços e bom fim de semana!
Comentário por ester — 27/06/2009 @ 0:18
Grande homenagem Birner, que Michael Jackson descanse em paz. Foi melhor assim infelizmente.
A morte chocante e inesperada ainda jovem mantem a triste tradição de tragédias dos grandes astros pop.
A vida tão dura quanto de sucesso, os seríssimos problemas familiares, a excentricidade extremada, a clara falta de auto-estima transformaram o talentoso menino no adulto recluso, atípico e autodestrutivo.
Me parece que passou boa parte da via brigando consigo mesmo.
Agora o “Maradona da música”, habilidoso, imprevisível e bailarino vai descansar em paz.
Pefeito Birner.
Uma pena que há muita gente fazendo piadinhas maldosas, impressionante como o ser humanos gostas de tirar sarro dos sofrimentos dos outros, não consigo entender o ser humano Birner.
Abraço.
Comentário por Rener — 27/06/2009 @ 10:35
Birner, mito é AC/DC, o resto, não chega nem perto.
Back in black, é GENIAL.
Comentário por Nívio — 27/06/2009 @ 10:44
Fiquei comovida.
O cara era genial!!!
Lembro claramente (e tendo uma memória completamente esburacada, isso é um feito!) de ouvir Jackson 5, menininha de tudo, no rádio.
Ele nunca fez parte das minhas preferências musicais (gostava mais do Prince, gênio tbém), mas nunca ignorei sua genialidade.
Comovida pela perda ‘fora de hora’ (gente como ele deveria ser eterna) e, sobretudo, pela vida bizarra que a precocidade de sua genialidade, a exploração e os abusos de seu pai acabaram provocando.
Que encontre lá no outro plano a paz que parece nunca ter tido aqui.
d.
(por aqui, continuarei gostando das versõse que o Caetano fez para ‘Billie Jean’ et ‘Black or White’. )
Comentário por DeboraH — 27/06/2009 @ 13:57
permitam-me postar meus humildes e sinceros pêsames, a todos os admiradores desse extraordinário astro do pop music, sempre achei que faltava algo na vida de Michael, algo que se perdera em sua infância, tornou-se um gênio solitário, ceifaram seus sonhos ainda quando criança, repercutindo por toda a sua vida, nunca fui muito dedicado a sua obra, pois o meu negócio é o progressivo, porém sempre tive muito carinho pelo seu ser. Irmão em cristo, descanse em paz, ou melhor, terás melhores dias ao lado de nosso Deus, Amem.
Comentário por wilde tavares — 27/06/2009 @ 21:20
Clipe de lobisomen de verdade é Bark the moon mesmo. Quer dizer, o clipe é tosco mais a música é foda.Uma das melhores músicas da era pós Randy Rhoads.
Comentário por EÐUARÐO 6-3-3 — 27/06/2009 @ 22:33
Muito legal sua homenagem. Fiquei surpresa… vc um homem do metal falando de Michael Jakson!
Adorava MK. Principalmente na época de Thriller, apesar de ter demorado anos para conseguir assistir ao clip inteiro… rsrsrs… morria de medo…Adorava o desenho dos Jakson´s five e na pré-adolescencia fazia o bom e velho moon walk nos bailinhos…
Eu fiquei muito triste com sua morte. Acho que eu tinha a impressão que ele seria eterno.
Que Deus o receba e cuide bem…
Beijos!
Comentário por Monica — 27/06/2009 @ 23:47
corrigindo: Bark at the moon.
Comentário por EÐUARÐO 6-3-3 — 28/06/2009 @ 20:07
Valeu Birner! Michael: obrigatório!
Comentário por Rita — 28/06/2009 @ 20:27