Tradicional pachequismo tolo

16 jul

Birnadas

De Vitor Birner

Pacheco é o populista barato.

Adora fazer média e dar uma de patriota.

O sujeito que se acha mais brasileiro que eu e você porque afirma bobagens como:

O Cruzeiro é favorito contra o Estudiantes”.

Cansei de ouvir isso.

E nunca foi.

A Raposa, sem a menor dúvida, tinha condições de vencer ontem.

E boas!

Tal qual o time pincharrata.

Não havia zebra e favorito.

Entretanto, como de costume, um monte de gente deixou a crise de Pacheco tomar conta.

O típico clichê pobre e chato que despreza aspectos técnicos, táticos, físicos, emocionais e outro qualquer ligado ao esporte.

Basta ser brasileiro para ganhar tratamento de “favorito”.

Não conhecem os atletas do rival, tampouco viram partidas do time.

Mas insistem que há favorito porque o time é do Brasil.

E nada, nada mesmo justificava chamar o Estudiantes, por exemplo, de zebra.

Sistema defensivo muito bem posicionado, bom jogo aéreo e toque de bola, e, acima de tudo, a categoria argentina.

Os times hermanos sofrem com a perda de qualidade das equipes nacionais por conta do êxodo de atletas.

Nós também.

Porém, na parte tática, são superiores.

Não por causa do posicionamento dos atletas, mas pela maneira como os jogadores pensam o futebol.

Também, em regra, são bem mais frios na decisão.

Como as equipes lá e cá são montadas com as sobras do período de transferências para a Europa, trabalho coletivo e pensamento racional fazem a diferença.

Foi o que vimos no Mineirão.

O Estudiantes não contava com os ótimos Ramires e Kléber.

Porem tinha noção que podia parar as estrelas cruzeirenses.

Sabia como trabalhar em equipe e, ao contrário de vários brasileiros ( excluo os jogadores da crítica), acreditava nas possibilidades de perder e ganhar o título.

Isso vale para time, torcida e imprensa.

Aqui, não.

Quem não encontrou algum colega, amigo e escutou que estava resolvido, que o Cruzeiro era muito superior?

O mesmo ocorreu noutros anos.

E pior: se repetirá.

A dificuldade de aprender essa lição faz parte do pachequismo.

O Pacheco acha que amor é elogio.

E que dedicação ao país se mede em palavras.

Escrito por Vitor Birner às 17:31 Vitor Birner 59 Comentários

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59 Comentários »

O que senti foi um otimismo hiper inflado, mas nem tanto o termo “amplamente favorito”. Realmente foi uma decisão equilibradíssima como esperava e a questão das possibilidades de ganhar foi sim mal conduzida por parte da imprensa e torcida. Finalmente entendi claramente o que você queria dizer com: “Adilson Baptista faz um ótimo trabalho com um time não tão ótimo, enquanto Muricy e Tite fazem seus times jogarem menos do que podem.” Você tinha irritantemente razão (como os desfiles da Imperatriz Leopoldinense).

Comentário por N. Silva — 16/07/2009 @ 17:44

 

O único pacheco legal era aquele mascote da copa de 1982, lembra?
A campanha publicitária da gillete naquele ano foi muito divertida e fez história.
Quanto ao cruzeiro, ele perdeu o foco, tal como naquela babaquice de contratar o bebeto para um unico jogo em 1997.
Agora eles têm um jogador mediano (ou um pouco apenas acima da media) que está mais preocupado em fazer media com um time de São Paulo pra onde pretende voltar do que jogar bola de fato. Ele certamente deve ter ontem dedicado a derrota à torcida suina.

Comentário por Jodecir — 16/07/2009 @ 17:46

 

Pois é. A maioria tem essa mania ridícula de diminuir o dos outros e supervalorizar o nosso. É falta de olhar pro próprio umbigo. Vi a transmissão da Globo ontem e quarta passada. É triste ver pessoas falando besteiras a cada minuto. Galvão Bueno, por exemplo, tenho certeza que não viu quase nenhum jogo esse ano. E adora palpitar. O único lúcido ontem era o Bob Faria, que ao contrário dos demais que insistiam em repetir que o Cruzeiro perdeu o jogo, dizia que o Estudiantes venceu. E venceu mesmo. Com méritos. Time completamente concentrado e focado. Levou um gol, quando todos pensaram que tinham ido para o “Brejo”, foram lá e empataram. Depois viraram. Tudo sem se desesperar. Time soube ganhar o torneio. Parece que todo mundo tinha esquecido o trabalho que esse time deu pro Inter na Sulamericana ano passado. Ninguém tem memória. Esquecem que o melhor jogador do Cruzeiro nas finais foi o Fábio, isso mesmo, o goleiro. Sinal de que o time não dominou coisa alguma. Logico que o Cruzeiro tem valores importantes, como Kleber, Marquinhos Paraná e Henrique. Tem um brilhante treinador. E teve um prejuízo imenso de ter perdido Ramires, vendido e convocado para a seleção. Ficou claramente fora de sintonia. Mas não pode-se culpá-lo pela derrota. Nem sempre é necessário existir um culpado por uma derrota, como nem sempre tudo é lindo nas vitórias.
E brasileiro não é acima de qualquer suspeita.
Abraços!

Comentário por Luiz Alberto - Cuiabá MT — 16/07/2009 @ 17:52

 

Vítor!!!

O Pacheco nem aparece mais por aqui…

Bírner, se o seu São Paulo, o último campeão brasileiro, fosse disputar uma partida final, na casa do Estudientes, depois de um 0 x 0 em São Paulo… o Estudientes seria o favorito sim. A presença de um favorito está relacionada a inúmeros fatores e, não define a existência de uma Zebra. O Cruzeiro era sim, o favorito, mas perdeu. Não perdeu para o Tabajara FC, isso seria uma zebra, perdeu para um adversário de sua altura.

Abraços

Comentário por Visão Desconexa — 16/07/2009 @ 17:53

 

Boa tarde, Birner.
Pois é Birner, infelizmente ainda existem Pachecos aos montes por aí.
E o pior é que são justamente eles que deteém os direitos de transmissão dos jogos de futebol e demais esportes.
Contudo, sinto que com a popularização dos canais de de esporte das TVs por assinatura, e com a disseminação das opiniões de colunistas inteligentes e isentos através de blogs como este, o pachequismo tem perdido muito espaço.
Nós estamos aprendendo a ter opinião.
Grande abraço.

Comentário por Edgar Ehara — 16/07/2009 @ 17:54

 

Birner

Comentário perfeito.
Em sua grande maioria, jogadores de futebol são limitados intelectualmente e por isto acreditam neste tipo de comentário que gera um
relaxaram mentalmente.

Não vi ninguém da imprensa falando que se o Fábio não faz milagre o jogo de ida tinha sido uma goleada.

Belo Horizonte ontem estava sensacional, até engraçado o tanto de EstudiantesAtleticanos na rua. Quando ocorre com respeito e sem violência é muito legal a rivalidade GaloxRaposa.

Nota triste é a Globo não dar a mínima pro jogo, como se o futebol mineiro fosse inferior.

Grande abraço.

Comentário por Castor — 16/07/2009 @ 17:59

 

Certo Birner, este pachequismo é caracteristica da grande parte dos jornalistas brasileiros que quase nunca veem jogos dos times sulamericanos, só conhecem o principal jogador, neste caso o Veron, e já dizem que o futebol brasileiro é favorito. Só olham a parte técnica. Como o jogador brasileiro é hiper indisciplinado taticamente, desprezam a disciplina tatica dos adversários. Dá nisto aí. Só não concordo com você quando diz que o Kleber é ótimo. Onde ???? Quando ???? Por que ???? Ganhou o que ????? Se fosse bom mesmo, esta final era jogo pra ele se consagrar, decidir a partida. Não se viu nada disto. Ontem ele mais parecia estar em um “Ultimate Fight” ou coisa parecida. Cotovelo pra cá , empurrão pra lá…. não vejo nada neste jogador. Comum ao extremo, se destacou pelo lado negativo, violento e marrento. No SPFC foi reserva do Luis Fabiano. Não passou disto. Titular jamais. Me surpreende você tão lucido em suas análises dizer isto.
Não tem perfil nem equilibrio para uma Seleção Brasileira, como quer quase toda a imprensa.

Comentário por Marcelão SPFC — 16/07/2009 @ 18:02

 

Perfeito comentário, Birner! Era o que eu discutia hoje de manhã com colegas… não sabia de onde tantos meios de comunicação tiraram que o Cruzeiro era favorito disparado, e depois do empate na Argentina então… para todos aqui – inclusive jornalistas – é fácil acompanhar o Cruzeiro, ver Ramires, Kleber e cia. e achar que o time é bom – é mesmo! Mas de onde menosprezaram tanto o Estudiantes? Alguém chegou a acompanhar seus jogos? Foi o mesmo que ocorreu quando o Palmeiras enfrentou o Nacional – acharam que seria fácil, fácil. Deu no que deu.

Acho que a maioria, quando cobre a Libertadores, vê o seguinte: o time do outro lado é o River, Boca ou então um dos antigos campeões da Libertadores que todos lembram de nome, como Peñarol ou Colo-Colo (independentemente de estarem com um time bom ou não)? Então vai ser dureza. Agora, se o adversário é o América de Cali, o Estudiantes, o Universidad, o Nacional, o San Lorenzo, etc., já colocam o time brasileiro como favorito (às vezes dão algum crédito a um time argentino). Infelizmente, esse é o nível da análise de boa parte da mídia esportiva e dos torcedores também. Ainda bem que não é o seu caso Birner! É ótimo ler e ouvir seus comentários embasados sobre outros times do continente.

Comentário por Marcos Torres — 16/07/2009 @ 18:07

 

Texto perfeito. O Mauro Cezar, da ESPN Brasil, fala muito isso e leva a fama de mal-humorado. Se for assim, também sou, pois detesto esse negócio de achar que os times brasileiros são superiores e que os outros é que dão pancada. O pachequismo é uma praga.
No jogo da Argentina, Ramires deu uma cotovelada em Verón, que sangrou até o fim do jogo. Não ouvi gente indignada com a agressão covarde do brasileiro.
Mas aí veio o jogo do Mineirão e o troco de Verón. Pronto, foi o bastante para os pachecos, com ou sem microfone, ficarem revoltados. Dois pesos e duas medidas. Pacheco é cego. Ou melhor, Enxerga mal.
Grande abraço, Birner!

Comentário por Jovaneli — 16/07/2009 @ 18:11

 

A globo sofreu de Pachequismo. Tá na cara que contavam com a vitória azul, para fechar a edição do globoesporte de hoje, com uma matéria que duraria meio bloco, sobre a festa cruzeirense. Como ela não veio, tiveram que fechar com uma matéria da Copa América de 89. Viu isso Birner?

Comentário por Sobrenatural de Almeida — 16/07/2009 @ 18:12

 

O que me deixa bobo de constatar é que o Estudiantes pode ter uma linda história, mas é um clube mediano em termos de Argentina, bem atrás de Boca e River Plate em títulos e recursos.

Ainda assim, já acumula 4 Libertadores.

Aqui, o São Paulo, que é o maior vencedor de Libertadores no Brasil e tem uma estrutura muito superior ao Estudiantes, tem 3….

Parece que os argentinos sabem jogar melhor do que a gente esse torneio….ainda que gozando de uma estrutura menos sofisticada.

Comentário por Bruno Leonardo — 16/07/2009 @ 18:13

 

Parabéns pelo post, Birner, está correto na minha opinião. Porém eu acho que o complexo de vira-lata na argentina é muito maior e eles sempre tremem quando o assunto é enfrentar os europeus. Acho que pela seleção brasileira ter mais títulos em Copa do Mundo do que qualquer outra os times/torcedores/jornalistas brasileiros colocam na cabeça “se a seleção consegue ganhar dos europeus, o time brasileiro também consegue”, agora a Argentina só ganhou uma Copa e lá a história é diferente

Comentário por Pedro O. Obliziner — 16/07/2009 @ 18:16

 

O CRUZEIRO foi um time argentino em La Plata e a seleção americana no segundo tempo da final da copa das confederações, aqui no Brasil…
Fato é que o CRUZEIRO não é mais time do que o ESTUDIANTES… mas faltou a mesma coisa que faltou ao Flu ano passado… Atenção… Pega e dedicação coletiva…
Mais um TIME com a SOMBRA do MURICY… Acho que se o Cruzeiro chamar ele … dessa vez aceita…
Cada vez mais me convenço que para ganhar uma libertadores tem que esquecer do Brasil… ou seja… colocar um time bem inferior no campeonato quando chegar a decisiva e Ter Jogadores experientes…
Foi assim no São Paulo de 2005… que tinha Luizão, Amoroso e cia

Comentário por Sr Dartanham — 16/07/2009 @ 18:27

 

O engraçado é que eu assisti todos os jogos do estudiantes que passaram, e sempre disse que o estudiantes seria campeão, se o são paulo não chegasse as finais. Depois da eliminação tive certeza, e todos que me ouviram dizer isso sem exceção me chamavam de louco.
Pois bem, eu avisei!

Comentário por joAo — 16/07/2009 @ 18:35

 

Morte ao Oba-Oba! Ninguém ganha de véspera. Mas perder, perde! Nem é o caso do Cruzeiro especificamente. A derrota de ontem não foi nenhuma tragédia… mas o Oba-Oba, esse sim, é um verdadeiro e péssimo vício brazuca.

Comentário por werner — 16/07/2009 @ 18:36

 

Visão, acho que se o nosso São Paulo 2009 pegasse esse Estudiantes pela frente, ia ser triste pra nós tricolores. Não ia rolar um 0X0 no primeiro jogo não… ainda bem que caímos fora antes. A gente ia acabar tomando um vareio, fora que com certeza pelo menos uns cinco iam ser expulsos já no primeiro jogo. Mas o pior já passou…

Comentário por werner — 16/07/2009 @ 18:42

 

sinceramente, alguém consegue imaginar o thiago ribeiro ganhando uma libertadores? impossível!

Comentário por fabio — 16/07/2009 @ 18:44

 

E todo mundo da TV por aqui aliviou pro lado do Ramires com aquela cotovelada no carequinha no primeiro jogo. “Acidental”, a enorme maioria andou decretando. Acidental, nada, foi um cotovelaço mesmo. E tomou na tarraqueta porque levou o troco e com juros.

Comentário por werner — 16/07/2009 @ 18:44

 

Os ingredientes para um “desastre” estava em campo ontem; o pachequismo;a arrogancia de alguns jogadores,entre eles KLEBER “GLADIADOR DE PORCO”, W.PAULISTA MARRENTO e RAMIRES que de humilde não tem nada.

Os jogos contra São Paulo e Gremio que foram de pura sorte para o Cruzeiro e eu não vi ninguem dizer isso,só que time que encanta,que joga solto, habilidoso,de craques, de treinador destemido enfim, e q se viu naqueles jogos foram gols achados de bolas paradas ou chuveirinhos (como tentaram ontem)gols espiritas que de onde chutavam faziam curvas que desafiavam a fisica e entravam, mas isso ninguem falou, ficaram na onda do Tostão, que vamos combinar que melhor que ja vi centenas de atacantes que não tiveram um Pelé ou Rivelino ao seu lado, mas como foi tricampeão ele vira o oraculo (não deixa de ser pachequismo tb).
E como diria o confeiteiro da Savassi;

O SONHO acabou freguesia……….

Comentário por GIBA VILA MARIA — 16/07/2009 @ 19:00

 

Faço das suas palavras as minhas caríssimo Birner.
O nosso noticiário esportivo televisivo anda muito sem criatividade, não vi NINGUÉM apostar no Estudiantes, tratavam-no como um time de segunda categoria.E mais, hoje vi jornalista dizendo que o Cruzeiro é mais time que o Estudiantes.COMO ISSO MEU DEUS???Jogaram 4 vezes pela mesma competição, com duas vitórias argentinas, um empate (com boas condições de vencer) e uma derrota.Mas será possível que o Estudiantes é esse timeco todo que falam?Acho que isso soa como uma crise que vai além do “pachequismo”, chega ao velho ufanismo.Lamentável o desconhecimento de futebol por pessoas do meio, ou que, pelo menos, deveriam ser…

Comentário por Danilo Angeloni — 16/07/2009 @ 19:01

 

Saudações a todos!
Birner, mais uma vez, todas as loas a um post do blog.
Incrível a qualidade e o elevadíssimo nível do que leio. Lucidez, capacidade de análise e, honestidade que me parece insuperável (em comparação ao que vemos na imprensa em geral), pelo menos no quesito Brasil.
Tudo o que foi escrito é nada mais que a realidade! Só gostaria de colocar algo que já foi levantado pelo Juca Kfouri (sem “puxa-saquismo”, o seu blog está, em alguns momentos, conseguindo ser melhor que o dele!). Simplesmente, a Libertadores não é vista como prioridade em nosso futebol. Claro! Se fosse, não teríamos 06 partidas do Campeonato Brasileiro marcadas para o dia da decisão, além do mais, a ÚNICA detentora dos direitos de transmissão de futebol nesse país, só transmitiu o jogo para Minas Gerais. Ora, se o Cruzeiro era o representante do futebol brasileiro na Libertadores, com essa atitude devemos supor o que? Que Minas Gerais é o Brasil? São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e outras praças fazem parte de um outro país? Esse é o quadro do nosso futebol, reflexo do que é, atualmente, o nosso país. Um lugar onde o interesse pessoal está acima do coletivo! Não temos um futebol brasileiro, nem temos um país chamado Brasil. Temos sim, zonas de influência, capitanias hereditárias, verdadeiros feudos, em que UM decide por todos! Vemos isso todos os dias. O presidente (seja da república, do senado ou dos ditos conselhos de ética)reune a bancada e impõe algo que deva ser feito! O dono da CBF impõe as cidades sede da copa e, a “venus platinada” impõe o que se deve assistir!
Para encerrar, parabéns ao Cruzeiro Esporte Clube, pela digna campanha no torneio! E quem sabe um dia, trataremos como prioridade, as questões prementes como um país, um Brasil Para Todos( não só como campanha publicitária mas, como realidade!!)
Abraços

Comentário por Tiago SPFC Sempre!!!!!! — 16/07/2009 @ 19:07

 

O Governador do Estado de São Paulo foi ao Mineirão fazer campanha para que a abertura da Copa do Mundo 2014 seja em Minas Gerais.
O Presidente da Federação Paulista de Futebol fez uma enorme falcatrua para prejudicar um Clube Paulista, Federado e Fundador da Entidade e beneficiar um Gaucho no Campeonato Brasileiro 2008.
Dá pra acreditar num país que produz atrocidade desse naipe.
Socorro!

Comentário por Bob que Vale — 16/07/2009 @ 19:08

 

acho que o spfc é o único time do Brasil que sabe jogar contra argentinos.
por outro lado a libertadores está com 5 brasileiros e o spfc não está se dando bem contra brasileiros, 4 derrotas e 1 vitória, sendo que a vitória foi para um time sem tanta expressão no fut brasuca.
essa combinação de apenas o spfc ganha de argentino, com spfc não ganha de brasileiros poderá reduzir nossos títulos.
o spfc ganha do palmeiras em mata-mata mas dos cruzeiro, gremio, inter e corintians eu não acredito.
em fim resta ao spfc aprender a ganhar destes times ou estes times aprenderem a ganhar de argentinos.

Comentário por coelho — 16/07/2009 @ 19:24

 

Bom Jovanelli o Mauro pode ser um bom jornalista, mas peca por ser muito esquentadinho, e é outro defensor do Muriçoca…

Quanto a Libertadores ficou em boas mãos… preferia que o campeão fosse (devido a impossibildade do tricolor de sagrar-se tetra) um dos dois uruguaios… mas fazer o quê…

sds tricolores

Comentário por Gustavo Soares — 16/07/2009 @ 19:45

 

Birner…
Sugiro um Post, onde discorramos sobre as razooes q levam os “imbatíveis” times do Brasil a ter resultados nao tao “imbativeis” assim na Libertadores.

Comentário por MIRANDA, "Tri-campeão da humanidade"!! — 16/07/2009 @ 19:46

 

Atribuir essa partida ruim do Cruzeiro aos méritos do Estudiantes é supervalorizar uma qualidade do time que ele não tem.

Acho que o Cruzeiro tinha muitas condições de ganhar deles na Argentina e no Mineirão.

P.S.: torci contra o Cruzeiro e não acredito nesse blablabla de que time A ou B é Brasil na Libertadores

Comentário por Fernando — 16/07/2009 @ 19:50

Fernando, discordo. O time do Cruzeiro não dofere tanto na parte técnica.
Tanto é que jogou menos em La Plata e no Mineirão.
Quando falo de pachequismo não me refiro ao fato de torcer.
Torcida é preferência. E isso se respeita, não se discute.
Quem torce numa situação dessas tem insegurança no resultado. Não acha que do outro lado o adversário é uma porcaria simplesmente porque não é daqui. São coisas diferentes.

Abraço!

Comentário por Vitor Birner — 16/07/2009 @ 19:55

 
 

O mesmo se passa com a selecao, sempre somos favoritos e nem ligamos as grandes selecoes.

Algumas coisas me fizeram ter vergonha que vamos sediar o mundial depois da ZA, vi na TV (Fox Sports – argentino), a tv mostrando o tratemento que os Hinchas do Estudiantes tiveram da policia e da organizacao do Minerao, algo vergonhoso. O fato dos jogadores do Cruzeiro receberem as medalhas e logo as tirarem apenas mostra que realmente venceu quem deveria, pois se os atletas e comissao nao sabe perder, nao merece vencer.

Precisamos descer um pouco do nosso salto alto brasileiro…

Comentário por Philipp — 16/07/2009 @ 20:12

 

Oi Vitor,

há tanto tempo que não conseguia assistir ao Cartão Verde ao vivo que nem sabia que o horário havia mudado!!! hehehe

então, daqui a pouco vou lá para frente da tv ver e ouvir vcs enquanto acompanho o São Paulo na CBN.

bjs

Comentário por Cris Sato — 16/07/2009 @ 20:14

 

faz tempo que o mengão não chega, quando chegar venceremos, não temos vocação pra vice, nossos vexames acontecem no início, em finais o mengão atropela.

Comentário por valmir — 16/07/2009 @ 20:50

 

Acompanho o relator. Eu digo sempre… qdo nao fala do time do coração, é perfeito.

Comentário por AS — 16/07/2009 @ 20:55

 

Miranda e Birner,
As derrotas dos times brasileiros contra os argentinos nas finais podem ser creditadas ao que Nelson Rodrigues chamava de “síndrome de vira-latas”. Abraço

Comentário por pascoal veneroso — 16/07/2009 @ 21:01

 

Não sei porque quase todos os jornalistas esportivos escrevem no estilo cocô de cabra: uma frase curta,ponto, parágrafo.Esse é um estilo adotado pelos publicitários, nos anos 70, para aproveitar o pouco espaço para texto num anúncio. Hoje, nem mais a publicidade usa essa técnica de escrever.

Comentário por nelson — 16/07/2009 @ 21:08

 

pachequismo maior que em 2006 na copa sera dificil de superar

Comentário por CAIO FC — 16/07/2009 @ 22:01

 

Esse pachequismose trata mesmo de um complexo de inferioridade e, como o Pascoal lembrou aí acima, o Nélson definia perfeitamente como “complexo de vira-latas”. Não sei a razão, mas se trata sim.

Mas o mais infame é esse ranço com a Argentina – concordo que é uma rivalidade antiga, mas hoje em dia é uma coisa gratuita, sem nexo às vezes, de gerações mais novas – inclusive de jornalistas, que desconhecem a importância do futebol argentino ao longo dos tempos, tal qual a do brasileiro.

Me lembro uma vez que fui jogar society com uma camisa da Argentina, e um cara lá que até era calmo, não se conformava que eu vestia a camisa portenha, falava em falta de patriotismo e outras besteiras do gênero….

Comentário por Marcos Grillo Jr — 16/07/2009 @ 23:13

 

Pergunta: Por que não escreveu isso antes do jogo?

Comentário por Manoel — 16/07/2009 @ 23:31

 

Ola Birner, estava esperando um post seu nesse sentido. Conversei com amigos desse tema antes do primeiro jogo. Cansei de ver em programas esportivos que o Cruzeiro era infinitamente superior etc etc etc…
Tanto que no ultmo Bem Amigos, o Galvao Bueno encheu a cabeca do Kleber esse assunto, ate convidou o Palhinha.
Escutei tambem que quando o Palmeiras estava disputando contra o Nacional que se passasse estava garantido na final porque o Estudiantes era fraco e que o Veron nao era o mesmo de antigamente.
O Cruzeiro na minha opiniao perdeu para um otimo time.
Abracos
Rubens

Comentário por Rubones — 16/07/2009 @ 23:46

 

Esse Ramires, pra mim foi uma negação, nos dois jogos, não jogou absolutamente nada, só espero que esse cara se for a Copa do Mundo, e ainda como titular, não faça essas besteiras, pelo amor de Deus! Que jogador supervalorizado, e endeusado, ridículo, para não dizer outra coisa.

Comentário por Pedro Pellegrino — 17/07/2009 @ 0:22

 

Pachequismo é uma coisa Caio, assumir o favoritismo é outra completamente diferente.

Qualquer copa do mundo em que o Brasil estiver ele é favorito assim como a Italia e a Alemanha. Isso não é ser pacheco é ser realista. São gigantes do futebol e como todo gigante são favoritos em qualquer competição.

Entra ano sai ano e continuamos achando que empatar na Argentina é um bom resultado. A única vez que não acharam isso foi na liberta do ano passado entre flu e boca. Nas outras vezes é sempre isso. O time brasileiro empata lá ou perde por uma diferença de um gol e muitos acham que isso é suficiente para superar os adversários.

Comentário por alan/fluminense eterno amor — 17/07/2009 @ 0:30

 

Perdeu.Para variar os argentinos foram melhores.Agora ficam com essa de inventar desculpas moralistas.Favoritismo não joga.Humildade também não.Isso é tolice.Deviam é aprender como os argentinos fazem.

Comentário por joelsonlima — 17/07/2009 @ 0:53

 

Que bom ler estas linhas Birner.

O grande Mal que acomete a imprensa esportiva brasileira é a Soberba.

Não admitimos derrotas.
Somos os melhores Sempre “Ad Eternum”.

Essa “cultura” forma a cabeça de muitos torcedores, que transferem essa “cultura” para seus clubes.

Veja o São Paulo, por exemplo.
São 4 anos de conquistas importantes.
É natural uma queda, um fastio, um periodo agora de entressafra, remanejamentos internos.

Todos os grandes são assim.

Há a época do Corinthians (como parece ser essa), a época do Palmeiras, do Santos, enfim, um subir e descer natural, um baile onde cada um tem a sua vez de protagonizar e comandar a “Sagrada Dança dos Deuses do Futebol”.

Nenhum time é melhor que o outro.

O são, de forma passageira, como que para manter encantados permanentemente, todos os torcedores, de camisas diferentes.

Não vejo “crises”, há momentos de reconstrução.
Nem surpresas, como a derrota do Cruzeiro, resultado absolutamente normal.

Em vez do clima de decepção a torcida do Cruzeiro deveria exaltar seu time, seu técnico que foram extremamente competentes.

É raro chegar a uma final de Libertadores.
É uma conquista sim.
E valorizar as conquistas – as maiores e as menores – é um bom antídoto para a Soberba.

Comentário por Carlos Durães — 17/07/2009 @ 1:25

 

Birner,

O Estudiantes não chegou à decisão à toa, mas eu acreditava na força do Cruzeiro no Mineirão. Ainda mais podendo ter até 120 minutos de jogo e contando com um preparo físico mais bem aprimorado, já que os argentinos estão no final da temporada.

O Cruzeiro ficou muito nervoso no jogo e se perdeu na catimba argentina. Pelo menos uns três lances de agressão de jogadores do Cruzeiro foram flagrados pelas câmeras, e era só o caso de jogar bola. Pena, acho que o Cruzeiro faria um jogo melhor com o Barcelona.

Abraços,

Cláudio Prado

Comentário por Claudio Prado — 17/07/2009 @ 1:42

 

O que eu acho incrível é como os times Brasileiros sofrem pra criar jogadas pelos lados quando jogam contra linhas de 4 “Zagueiros” com a do Estudiantes, onde eram 4 zagueiros de ofício, Ré, Desábato, Schiavi e Cellay.

Me Lembrei de São Paulo e Once Caldas… tudo bem que os colombianos tinham uma retranca bem maior, mais vieram aqui, e foram a Argentina pegar o Boca, e conseguiram bloquear brilhantemente os ataques adversários.

Comentário por Emerson — 17/07/2009 @ 8:13

 

Birner, você disse tudo…eu, particularmente, achei que o Estudiantes fez uma senhora partida…jogaram muita bola.

Comentário por Gui Xoste — 17/07/2009 @ 10:01

 

Grande Birner, mais uma vez você estava certo, eu disse que o Cruzeiro era o favorito, mas concordo com tudo com o que você disse, o Guiotti por exemplo disse que as chances de o Cruzeiro ser campeão era de 90 %, na próxima vez, eu particularmente, serei mais cauteloso, sobretudo diante de times argentinos, eles são mais frios mesmo, o Cruzeiro fez 1 gol parecia que o Estudiantes que precisav virar o placar.
Nós somos freguêses deles em libertadores, confrontos de clubes, mas nos últimos tempos, no ponto de vista de seleção, eles tornaram nosso principal freguês, he he he.
Abraço.

Comentário por Rener — 17/07/2009 @ 10:19

 

Olha, Birner, interessante como recentemente voce tem se preocupado mais em criticar o critico do que o evento ou as equipes. Assisti boa parte da partida na Argentina e achei o time da casa normal, nada de espetacular e por isso achava mesmo que o Cruzeiro tinha obrigacao de ser o campeao. Nada a ver com essa coisa sobre a qual voce escreveu. Como vc sabe se a maioria nao teve outros motivos para achar o Cruzeiro favorito? Eu mesmo, Corinthiano, nao gosto muito da ideia de ver um outro palestra campeao, mas, achava que time por time o cruzeiro era melhor em casa, alias, muitos argentinos com quem falei aqui tambemachavam que o estudiantes tinha perdido a chance em casa. Seriam eles o que entao? O que seria o inverso do tal Pacheco? As vezes os analistas tentam buscar pelos em ovos. Nao restava duvida de que apos empatar na casa argentina o cruzeiro era mesmo o favorito, alias, Birner, este seu comentario, dizendo que o time argentino era melhor taticamente seria mais legal se tivesse sido escrito antes da partida. Se existem os idiotas que voce disse, os falsos patriotas, o que seriam os profetas do dia seguinte? Aqueles que gostam muito de vender a todos a ideia de que eles sim e’ que estavam certos? Eu confesso que nao entendo isso. Somos todos torcedores, meu amigo, porque simples e desimportantes palpites ou comentarios sobre futebol tem as vezes que ser tratados com tanta analise e preciosismo? Nao consigo entender a necessidade de agredir, bem voce que diz odiar agressores. Deixe cada um torcer em paz, Birner. Nos nao queremos estar certos sempre, esta e’ a graca de torcer. Torcedor nao deve satisfacao a ninguem, so ao colega do lado.

Comentário por Sergio Lima — 17/07/2009 @ 10:33

 

Ue´não foi você que escreveu isto no seu blog?

Decidir em casa é vantagem cruzeirense.

O time de Adilson Batista têm mais opções em caso de necessidade de mudança tática.

Comentário por José Antonio Bastos — 17/07/2009 @ 10:35

 

Foi um belo jogo. Nem achei o Cruzeiro tão mal assim, e sim um típico jogo de final: sempre tenso demais, e como do outro lado estava um time argentino de qualidade, as coisas ficaram ainda mais difíceis para o time mineiro.

Fala-se muito de “catimba” argentina, mas tendo agora a oportunidade de ver alguns jogos entre eles que passa no Sportv (Campeonato Argentino) reparei que este estilo de jogo é o que eles usam normalmente. Não sei se o Birner concorda comigo?

Também não vi os jogadores do Cruzeiro menosprezando o Estudiantes, mas até por ter voltado com um zero a zero de lá, isto certamente lhes deu uma confiança maior.

Que sirva de lição para o Cruzeiro e demais times brasileiros.

Comentário por Roberto — 17/07/2009 @ 10:48

 

Concordo plenamente Birner! E não vi ninguém falando do passe do Véron no primeiro gol dos caras, o nego sabe muito.
Mas o Cruzeiro está de parabéns, mereceu chegar na final.
Na final, nos dois jogos, como você disse, não mereceu vencer, foi pior nas duas partidas, na minha opinião, na mesma proporção.

Comentário por Leandro Gouveia — 17/07/2009 @ 11:04

 

Ouvi uma vez em um programa de TV que o brasileiro é humilde em tudo, menos quando falamos de futebol
O Cruzeiro tinha a vantagem de decidir em casa, uma vitória simples, a categoria de dois bons jogadores, um ótimo goleiro, a tradição de quem já ganhara duas Libertadores.
AH, esqueci de dizer que não assisti porque a TV Globo IGNORA completamente a nossa liga dos Campeões.
Semana passada fui ao estádio ver o jogo contra o Flu (culpa minha.rsrs) e quarta agora passou Flamengo e Palmeiras (que chato). Nada contra, mas, pôxa, um jogo no início do campeonato, se o Palmeiras perdesse de oito ou ganhasse de 20 não iria mudar a cotação do dólar, agora o jogo mais importante do ano, a capital do Estado de São Paulo, para quem não tem TV a Cabo, não assistiu.
Fui dormir.
Que pena que não vi o Brujita, nem o Cruzeiro, nem como foi…fazer o quê né??
Amigo, já que vc tem um microfone e blog influentes, não dá pra iniciar uma campanha para melhorar e racionalizarmos por hierarquia os jogos na tv???
Perder a final da Libertadores para assistir um jogo do brasileirão que nem final foi???
Abraços

Comentário por Flávio Adjuto — 17/07/2009 @ 11:07

 

Manoel, pra perguntar porque o Birner não escreveu isso antes do jogo, de que achava que não havia favoritos nesta final, acho que você pulou este post, do dia 8:

http://blogdobirner.net/2009/07/08/estudiantes-x-cruzeiro/

Leia a primeira frase.

Comentário por Marcos Torres — 17/07/2009 @ 11:10

 

Fala Birner! Espero que este comentário vá pois vivo postando e não consigo “registrar” o comentário. Não sei se é problema do meu computador do escritório…enfim com estou em férias estou te enviando de casa.
Lendo seu comentário, sem “elogios exagerados”, como você diz, você foi perfeito, amigo!
Passei a semana inteira ouvindo a Imprensa Pachequista Brasileira dizer:
- O Cruzeiro já ganhou!
Até Fernando Calazans, sempre ponderado, Segunda Feira no Linha de Passe da ESPN Brasil disse:
- O Cruzeiro é franco favorito!
O brasileiro seja jogador, torcedor e imprensa tem a bendita ou maldita mania de achar: brasileiro é craque resolve a hora que quer e dá nisso. Foi assim o SPFC contra o Velez em 94, as vezes que o Palmeiras parou no Boca, o Santos parou no Boca em 2003, da mesma forma, o Grêmio no Boca em 2007 o Flu na LDU (apesar de não ser clube argentino) ano passado e o Cruzeiro na mão do Estudiantes esse ano. Isso falando de finais, fora em outras fases. E assim vai, porque como você disse vai continuar porque o brasileiro trando-se de futebol, a começar pela imprensa não perde a soberba. – Aqui são craques! Dizem…Esquecem o que os argentinos e outros clubes Sulamericanos fase infinitamente melhor que o brasileiros:
Obdiencia tatica e cabeça fria no momento adverso.
É isso…
Um forte abraço.

Mauro Ratto

Comentário por Mauro Ratto — 17/07/2009 @ 11:21

 

Grande Birner,

Desde que lembro de mim, jogar com os argentinos não é mole não. É a minha experiência de vida.

Nas minhas andanças no sul, tive a oportunidade de “bater” umas “peladas” com eles. “Time contra” se é que me entende, Até em pelada eles não são moles não. Marcam em cima. Empurram. Mordem o calcanhar. Não dão espaços. Grudam. Tu dribla um camarada, levanta a cabeça e…já tem outro na tua frente de novo. São chatos mesmo.

Meu pai contava que sobre alguns jogadores argentinos incríveis de um passado distante. Contava que a seleção brasileira levou “vareio” (esse foi o exato termo que ele usou) do selecionado argentino em plena “Laranjeiras”. Sim, no campo do Flu, da Rua Pinheiro Guimarães. Não havia, o estádio de São Januário e sequer do Maracanã. falava muito bem de um tal de Labruña e Rossi ou coisa parecida. Isto vem de longa data meu caro.

Meu filho achava que o jogo era do Cruzeiro. Eu o avisei. Estes camaradas dos pampas vendem a derrota muuuuito caro. Fazem qualquer coisa para vencer da gente, nós brasileiros. Parece ser uma coisa pessoal.

Nós brasileiros, muito mais voltados ao futebol do Velho Mundo, nunca demos muita “bola para eles”, eles os “arrentinos”. Mas, de um tempo para cá, mais precisamente, do início da década de 90 para cá, “coincidentemente” ou não do início da “Era Dunga” para cá, nós acordamos para isto e começamos a fazer “jogo duro” com “eles”. São, acho eu, 8 Libertadores em menos de 20 anos. Esta muito bom se comparada com as parcas conquistas de “antes”. As “coisas” começaram a mudar.

O “Pacheco” a que você se refere não conhece a história do futebol argetino na Libertadores, pois se o conhecesse não o seria “pacheco”.

Tudo mudaria se as arbitragem sulamericanas fossem menos complacentes com a catimba, o antijogo e com a violência.

Alias…por onde anda o verdadeiro Pacheco?!?!

Abraços,

Comentário por José R. Alkbuquerque — 17/07/2009 @ 11:32

 

o diferencial nessa final, como em tantas outros, foi a experiencia e maturidade argentina em libertadores. nesse torneio ainda vai demorar um pouco pro brasil igualar as condições dos hermanos. o cruzeiro amarelou msm, mas fazer oq, estava além de sua condição ter a tarimba necessária para impor o seu jogo. emblemático pra mim foi o ramirez q nada fez. claro q o estudiantes marcou bem e tudo mais. mas o mais determinante talvez tenha sido o chega pra lah q levou do veron logo no inicio do jogo. abalou o rapaz q provavelmente desde o inicio já estava meio desconfortável no seu papel. acho q isso representa bem o q aconteceu no mineirão, a vitória do jogo no terreno mental, mt mais que uma questão de raça ou de técnica.

Comentário por davi — 17/07/2009 @ 11:44

 

Profeta do acontecido, logo você.

Comentário por CID RANGEL — 17/07/2009 @ 12:05

 

No jogo de apresentação dos reforços e abertura da temporada, em 17/01/09, o Corinthians recebeu o Estudiantes, no Pacaembu.

Resultado:

CORINTHIANS 5 X 1 ESTUDIANTES.

Obs. 1: O Estudiantes jogou sem Verón.

Obs. 2: O Corinthians jogou sem Ronaldo.

Curiosidade: O técnico do Estudiantes, Alejandro Sabella, já trabalhou no Corinthians, como auxiliar de Daniel Passarella, quando este foi técnico do alvinegro do Parque São Jorge.

Comentário por Mário — 17/07/2009 @ 12:21

 

Birner,
90% da Imprensa Brasileira não conhece nada dos times argentinos. Apenas compram o Boca ou River como rivais perigosos, quando as vezes estes nem estão em boa fase.

Eles também sabem pouco de nós! Realmente. Só São Paulo e Palmeiras botam medo nos rivais abaixo do Chuí.

Bom, falar que o Cruzeiro era favorito também acho que foi uma burrice, porque numa final contra argentino sempre vai ser difícil. Seja o Estudiantes, o Gimnasia, o Huracán ou o Lánus! Eles se multiplicam em campo.

E eu tinha certeza que algo poderia acontecer, porque quem viu Cruzeiro x Grêmio na partida de ida, sabe que a Raposa passsou os 45 minutos iniciais com o c…. na mão. Eles jogaram melhor fora do que em casa na Libertadores.

Foram 3 chances claríssimas para o Tricolor Gaúcho: 2 Alex e 1 Maxi. Os cruzeirenses sentiram o peso da decisão. “Na hora da final a gente vê quem é jogador de verdade”. Coitado do Kléber, num deu um chute a gol!!!

Abraços, parabéns pelo post e depois me conta, quem vc acha que são os Pachecos, porque eu tenho vários. No rádio e tv, há de sobras!

Comentário por Gustavo Carvalho — 17/07/2009 @ 15:16

 

Birner, dá uma carregada maior nas tintas nos “colegas” da imprensa…os maiores pachecos do Brasil são eles, despreparados, palpiteiros, não fazem análise alguma, não mostram dados e sequer que conhecem os jogadores do time adversário, só as “estrelas”, veja o caso do Estudiantes, só conheciam de verdade o Veron…e isso pq o cara já foi da seleção…..Dos que conheço e acompanho, vc e o PVC são exceções….(analisam, estudam, pesquisam), podem ser realmente chamados de profissionais. Abraços…

Comentário por Marcos Leal — 17/07/2009 @ 15:41

 

Birner, ótimo texto. Concordo contigo em todos os aspectos. Acrescento que muito deste pachequismo se dá em razão da falta de conhecimento da maioria da imprensa esportiva. Veja no caso do Brasileirão: antes de começar, pegaram o último resultado do Atlético, que tomou de 5 para o Cruzeiro na final do Estadual, e colocaram o time como favorito ao rebaixamento. No caso da Libertadores aconteceu o mesmo. O Estudiantes, sem estrelas conhecidas da mídia brasileira, era o azarão só porque jogaria contra o brasileiríssimo Cruzeiro. Mesmo se durante o este próprio torneio já tivesse metido 4 no Cruzeiro e se no primeiro jogo da final o melhor em campo foi o goleiro Fábio, que salvou o time de tomar outra lavada. Abraço de BH!

Comentário por Rodrigo Fonseca — 18/07/2009 @ 0:22

 

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