De Vitor Birner
Faz um ano hoje que o Luiz Fernando Bindi morreu.
Honesto, gentil, idealista, de coração bom e inteligência acima da média, Bindão foi vítima de infarto cardíaco aos 35 anos.
Sem fazer média.
Ele tinha caráter.
Luiz Fernando Bindi era geógrafo de profissão e grande futebol.
Fazia um trabalho que não acredito ser possível de uma só pessoa dar sequência.
Muuuuuuuuita qualidade.
Colei 3 posts antigos deles neste.
São imperdíveis. Havia outros do mesmo nível quem sabe melhores..
Recomendo mesmo!
Eu sou muito agradecido á dona Erna Lúcia Matarazzo Casciano Bindi, a mãe, que me deu força após o falecimento da dona Luisa, minha mãe, faz 2 anos e 9 meses.
Seu Oswaldo, o pai, também é gente finíssima.
Eliana, esposa e grande companheira, e a cadela Belinha eram os grandes amores do Bindi.
Uma perda dessas deixa um buraco que nunca será tapado.
Mas temos a dificílima obrigação de aprender a viver com ele.
Por nós, e para a alegria de quem partiu nos amando.
Conheça, relembre, aprecie um pouco do espetacular legado do Bindi.
Um beijo para a família.
De Luiz Fernando Bindi (blogado em 3 de janeiro de 2008)
O escudo islamizado do Barcelona
Observe os três escudos acima. Observe-os com atenção. Notou alguma diferença?
Não, não é um jogo dos sete erros. É o jogo da diferença.
Da diferença de entendimentos. Da diferença de compreensões.
Da dificuldade em se entender as diferenças.
Quando da partida entre Fenerbahçe e Internazionale, o advogado turco Baris Kaska enviou à UEFA um protesto oficial contra o uniforme do time italiano (camisa branca com uma cruz vermelha atravessando toda a camiseta), por “manifestar de forma explícita a superioridade racista de uma religião”. Seguno Kaska, a cruz é a mesma utilizada pelos cavaleiros da Ordem dos Templários, fundada pouco depois da conquista de Jerusalém na primeira cruzada: “esta cruz me fez lembrar de dias sangrentos do passado: a Inter ofendeu o Islã”.
Mal sabe ele, do alto de seu próprio preconceito, que a cruz interista é um símbolo de Milão: a Cruz de Santo Ambrósio, patrono da cidade italiana.
Pois o Barcelona, segundo o jornal espanhol La Vanguardia passou pelo mesmo apuro nas camisas que colocou à venda em lojas de esporte da Arábia Saudita e da Argélia e por isso, alterou seu escudo (ver escudo “2″), retirando um dos braços da Cruz de São Jorge, ou Saint Jordí, em catalão, santo padroeiro da cidade, que existe do lado esquerdo do tradicionalíssimo distintivo (ver escudo “3″).
A diretoria barcelonista ainda não admitiu a alteração, já que de 1939 a 1974, durante a ditadura de Franco, o Barcelona mudou seu escudo (ver escudo “1″), reduzindo, por obrigação de leis nacionalistas, a bandeira catalã situada na parte superior direita a simples traços vermelhos e amarelos. O nome também mudou de “Clube de Futebol Barcelona” para “Futebol Clube Barcelona”, sonoramente mais “espanhol”.
Isso, evidentemente, traz terríveis lembranças aos torcedores e ao povo catalão, pois representou a derrota da liberdade e a vitória da força.
Se de fato a alteração do escudo nas camisas para o mercado islâmico se confirmar, será, mais uma vez, a vitória da idiotice e do preconceito.
De Luiz Fernando Bindi (blogado em 7 de janeiro de 2008)
As Olimpíadas que o futebol esqueceu
O futebol é, certamente, o patinho feio dos esportes olímpicos. Relegado a segundo plano desde que a Fifa surgiu e, principalmente, depois da disputa da primeira Copa do Mundo em 1930, o esporte, no entanto, teve sua presença marcada já desde a Olimpíada de 1896, considerada a primeira dos tempos modernos.
Os registros desse torneio se perderam, mas muitas fontes dizem que ele foi disputado por uma seleção de Atenas, uma seleção de Esmirna (então parte do Império Otomano) e um time da Dinamarca. A seleção de Esmirna venceu os atenienses e depois, foi derrotada por 15×0 pelo time dinamarquês. Não se tem mais informações sobre esse torneio.
Em 1900, nas Olimpíadas de Paris, houve um torneio-exibição de futebol, jogado no estádio Vélodrome de Vincennes, entre três times que representavam seus países: o Upton Park FC (Inglaterra), o Club Française (França) e o Université de Bruxelles (Bélgica). Num torneio de curioso regulamento, o time inglês, que usava uniformes iguais aos do Flamengo, passou pelos franceses por 4×0 que depois venceram os belgas por 6×2. Como o aproveitamento dos ingleses foi de 100%, eles ganharam o torneio, que não deu medalhas oficiais os vencedores.
Nas Olimpíadas seguintes, em 1904, disputadas em Saint Louis (EUA), outra disputa não-oficial, também desta vez disputada por três times. Porém, o maic curioso é que dois deles jogavam pelo mesmo país: os Estados Unidos, que eram representados pelo Christian Brothers College e pelo St. Rose Parish, ambos colégios de Saint Louis. O terceiro time era o Galt Football Club (foto abaixo), do Canadá, que acabou sendo campeão, mas não levou medalha, já que era apenas exibição. Tempos depois, o presidente do Comitê Olímpico Internacioal (COI), Juan Antonio Samaranch, deu uma medalha de ouro a mais para o Canadá.
Eis que em 1906, Atenas organiza uma edição intercalada dos Jogos Olímpicos, até hoje não recohecida pelo COI. No entanto, foi um grande sucesso de público e inaugurou uma nova forma de se promover as Olimpíadas como um evento separado do resto, já que então era apenas mais um atrativo das famosas feiras internacionais.
E nesses jogos intercalados de 1906 também houve futebol. Quatro times disputaram o torneio: uma seleção da Dinamarca (que não era a seleção nacional, mas conta nas estatísticas da DBU, a federação dinamarquesa), e as seleções das cidades de Esmirna, Atenas e Salônica. A final, jogada por Dinamarca e Atenas, só teve meio-tempo, já que os atenienses, que perdiam por 9×0, abandonaram o jogo. Por isso, no dia seguinte, houve um raro jogo de decisão do segundo lugar, vencido pela seleção de Esmirna.
Dos jogos de 1908 (Londres) em diante, seleções nacionais passaram a representar os países. Na edição de 1908, o grande destaque, apesar do título vencido pela Grã-Bretanha, foi o jogador dinamarquês Sophus Nielsen (acima), que fez 10 gols no jogo em que a sua seleção venceu a França A (havia duas seleções francesas) por 17×1 na semifinal. A derrota foi tão humilhante que os franceses desisitiram de jogar pela medalha de bronze e deram sua vaga para a Suécia, que acabou perdendo da Holanda.
De Luiz Fernando Bindi (blogado em 25 de dezembro de 2007)
FC Santa Claus e o futebol na terra do Papai Noel
Nessa época de Natal, não há melhor maneira de comemorar tal data falando de futebol.Acima, o escudo mais natalino do futebol mundial: o FC Santa Claus, de Rovaniemi, que é a capital da Lapônia, província finlandesa considerada oficialmente a Terra do Papai Noel. O Santa Claus, fundado em 1978, joga na Kolmonen, que é o equivalente finlandês à quarta divisão nacional. O time já esteve na terceira divisão, mas caiu depois que a indústria carbonífera local fechou, atendendo a determinações do Ministério do Meio Ambiente do país.
Jogando de camisas e calções vermelhos com detalhes brancos e meias pretas (simulando a roupa do Papai Noel), o Santa Claus tem feito bons campeonatos, mas não consegue subir de divisão, principalmente pela falta de dinheiro.
A Kolmonen é dividida em 12 grupos regionais, determinados pelas províncias do país: Helsinque e Região Metropolitana (3 grupos), Itä-Suomi, Kaakkois-Suomi, Keski-Pohjanmaa, Keski-Suomi, Pohjois-Suomi, Satakunta, Tampere, Turku e Ilhas Alandas e Vaasa.
Da Kolmonen, sobem três times que vão para a Kakkonen, a terceira divisão nacional, que é formada por 3 grupos de 14 times cada.
Abaixo, os participantes da Kolmonen, com os escudos do principal time de cada grupo.
Grupo Helsinki e Região Metropolitana
Sub-grupo 1
BK-46 Karjaa
EBK Espoo
EsPa Espoo
Espoo 2
HIK Hanko
Lohja
Kelohonka (Espoo)
NJS Nurmijärvi
NuPS Vihti
PMP EJ Espoo
Pöxyt (Espoo)
Sub-grupo 2
Degis (Helsinque)
POHU Helsinque
HerTo Helsinque
HIFK Soccer (Helsinque)
JäPS Järvenpää
Kiffen (Helsinque)
MaKu Helsinque
PPV Helsinque
PuiU Helsinque
SAPA(Helsinque)
TuPS, Tuusula
Sub-grupo 3
AC Vantaa
Akilles Porvoo
Kontu Arctic (Helsinque)
Viikingit 2 (Helsinque)
Gnistan/Ogeli (Helsinque)
IVU Vantaa
MPS Helsinque 2
Keski-Uusimaa (Kerava/Tuusula/Järvenpää)
PK-35 Helsinque 2
Ponnistus (Helsinque)
Stars Lahti
Itä-Suomi
JIPPO Joensuu 2
LehPa Kontiolahti
OuPa Outokumpu
PAVE Iisalmi
PK-37 Iisalmi
Riverball (Joensuu)
KuFu-98 Kuopio
SiPS Siilinjärvi
Warkaus JK 2
Zulimanit Kuopio
Kaakkois-Suomi
HP-47 Heinola
KTP Kotka
Kultsu (Joutseno)
PEPO Lappeenranta
Purha (Anjalankoski)
RPS Ruokolahti
SavU Mikkeli
SiU Simpele
STPS Savonlinna
VKajo (Valkeala)
VoPpK Kuusankoski
Keski-Pohjanmaa
Esse Ähtävä (Pedersöre)
YPA Ylivieska 2
Jaro Pietarsaari 2
GBK Kokkola 2
Myran Alaveteli (Kruunupyy)
KP-V Kaustinen
NIK Uusikaarlepyy
No Stars (Kokkola)
PeFF Pedersöre
Reima (Kokkola)
TUS Terjärv (Kruunupyy)
Keski-Suomi
BET Jyväskylä
K-Jazz Äänekoski
FCV/Reds Vaajakoski
HPP Haapamäki
Huima Äänekoski 2
JIlves Jämsänkoski
JPS Jyväskylä
LPK Jyväskylä
Pamaus (Laukaa)
SäyRi Säynätsalo (Jyväskylä)
Pohjois-Suomi
Kajaani
OPa Oulu
Raahe
Rio Grande (Rovaniemi)
Santa Claus (Rovaniemi)
Haukiputaan Pallo (Haukipudas)
KemPa Keminmaa
OLS Akatemia (Oulu)
Tervarit Oulu
TP-47 Tornio 2
Satakunta
EuPa Eura
Rauma
Ulvila
KoPa Kokemäki
Nasta (Nakkila)
P-Iirot Rauma 2
PoPaMukava (Pori)
RuosV Pori
TOVE Pori
Tampere
Tigers (Tampere)
FJK Forssa
Härmä (Hämeenlinna)
KaVo Kangasala
LaVe Lammi
NoPS Nokia
Pato Tervakoski (Janakkala)
PJK Pirkkala
PS-44 Valkeakoski
TKT Tampere
TP-49 Toijala (Akaa)
VaKP Valkeakoski
YlöR Ylöjärvi
Turku e Ilhas Alandas
Boda (Kemiö/Dragsfjärd/Västanfjärd)
HammIK (Hammarland)
JyTy Turku
LTU Littoinen (Lieto)
PIF Parainen
SCR Raisio
TPK Turku
TPK Turku 2
TuTo Turku
VG-62 Naantali 2
Vilpas (Salo)
ÅIFK Turku
Vaasa
KOMU Mustasaari
Korsholm (Mustasaari)
IK Ilmajoki
Karhu (Kauhajoki)
NuPa Nurmo
Sporting Kristina (Kristiinankaupunki)
TePa Teuva
VIFK/Young Boys (Vaasa)
Lapuan Virkiä (Lapua)
VPS Vaasa 2
VPV Vaasa
VäVi Vähäkyrö



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RSS
Bela homenagem Birner!
Abraço.
Boa lembrança.
Birner,
O Bindi tinha um pequeno 'defeito': era palmeirense, mas que ele conseguia compensar totalmente com os posts geniais dele.
Uma grande perda, mesmo.
Um abraço.
Que perda não Birner? É o tipo de pessoa que eu tinha o prazer de ler seus posts. Sempre acrescentava algo interessante. Mas, podemos dizer que ele não morreu: Voltou para casa.
Não o conheci, mas as referências são as melhores possíveis. Conheço alguns dos amigos dele, entre os quais o dono deste blog, então consigo imaginar que era um cara do bem.
Enfim, posso dizer que ele levou a alegria e genialidade dele para outro lugar. Sorte de quem habita esse outro lugar.
Aqui, fiquemos com uma bela lembrança, muita saudade e nenhuma tristeza. Afinal, tenho certeza de que o Bindi não vai querer que os seus amigos de cá lembrem dele com tristeza.
Sempre digo isso: o melhor é lembrar daqueles que se fora com alegria. Saudade, sim, mas nada de tristeza. Alegria!
Vitor,
A palavra amigo jamais deveria ser vulgarizada como normalmante é, utilizada como definidora de qualquer relação amistosa. Amigo significa algo maior talvez até, do que irmão. Irmão é maravilhoso mas herdado. Não se pode deixar de ser irmão. Amigo é escolhido e isto fala por sí.
Temos amigo em comum. Eu gosto muito e dedico muito carinho e afeto a pessoa que já me confidenciou: " O Vitor Birner é meu melhor amigo".
Ao invés de enciumado fiquei feliz por saber que o meu amigo tem uma amizade ainda maior do que aquela que lhe dedico. Um amigo é um grande patrimônio. Mais de um, é riqueza. É felicidade impar.
Lamentemos muito a ausência do Bindi. Mas penso que, embora sem te-lo conhecido, ele foi feliz em sua lamentávelmente curta existência nesta vida. Se não por outras coisas, pelo fato de ter desfrutado em vida, de um amigo como você demonstra que foi e é, para ele.
Receba um abraço de alguém que gostaria de te-lo como amigo pois você tem dado várias mostras de ser tão digno quanto as pessoas que escolho para dedicar tal denominação.
Excelente homenagem!
Puxa, já um ano
Espero que a família e os amigos já tenham se recuperado da dor maior de perda tão precoce.
Boa Birner!
Todas as pessoas que eu tenho consideração e conheceram Bindi pessoalmente, tem excelentes lembranças dele.
Valeu a lembrança. Merecida homenagem.
Bela homenagem!!! Parabéns pela iniciativa de reavivar um pouco o trabalho (sempre competente) do Bindi!!!
Sinceramente, não sei se meus comentários estão sumindo por iniciativa sua ou pelo defeito no servidor. Poderia responder?
Gênio!!!!!!
Abraço!
Ele era beeeeeeeeeem acima da média.
Abraço!
Luiz Antonio, amigos, os verdadeiros, são a família que escolhemos aqui na terra.
Abraço!
Não conheci o Bindi, mas também perdi um amigo precocemente e me emocionei com seu post.
Essas perdas a gente nunca supera. Apenas aprende a lidar.
Um forte abraço!
Não se recuperaram. Sofrem demais ainda.
beijo
O Bindi não fazia mal às pessoas. Por isso é tão querido.
Abraço!
Oi Birner,
É… um ano sem o Bindi.
Escutava o Bindi todos os dias na 105, toda segunda no programa do Marcelo Duarte na Rádio Bandeirantes.
Mas naquele dia de um ano atrás eu não escutei o programa e no dia seguinte um amigo do meu serviço me disse que o Bindi tinha morrido, na hora eu não acreditei e lembro que na hora do almoço entrei na Internet e vi que era verdade.
Até hoje não acredito que ele não está mais entre nós mas com certeza ele está lá torcendo para o Juventus, o Palmeiras e o Toro.
Abraços e parabéns pelo blog e pelo Cartão Verde.
Bruno Bisquiliare Lima
Sempre que estudei literatura,e quando chegava nas caracteríticas das escolas literárias,uma me chamava a atenção:"consciência da transitoriedade da vida".
Essa frase passou a fazer a apresentação do orkut (detestava,até começar a discutir em fóruns nas comunidades do Fluminense,Legião Urbana e Los Hermanos e encontrar amigos da infãncia).Mas minha mãe faleceu…e mesmo com essa consciência a dor e o sentimento de fracasso foram ou são inevitáveis.A angustia e as vezes apatia ainda são muito fortes.Esse post me faz chorar,embora não conhecesse o Bindi,conheço o sentimento…doí bastante.
Vida Passageira
IRA!
Composição: Edgard Scandurra
Do alto da montanha
Ou em um cavalo
Em verde vale
E tendo o poder de levitar…
É como em
Um comercial de cigarros
Que a verdade
Se esquece como os tragos
Sonho difícil de acordar…
Quando seus amigos
Te surpreendem
Deixando a vida de repente
E não se quer acreditar…
Mas essa vida é passageira
Chorar eu sei que é besteira
Mas meu amigo!
Não dá prá segurar…
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Desculpe meu amigo
Mas não dá prá segurar…
Vou dar então um passeio
Pelas praias da Bahia
Onde a lua se parece
Com a bandeira da Turquia…
É o planeta inteiro
Que respira
Sinais de vida
Em cada esquina
Tanta gente que se anima…
É quando seus amigos
Te surpreendem
Deixando a vida de repente
E não se quer acreditar…
Mas essa vida é passageira
Chorar eu sei que é besteira
Mas meu amigo!
Não dá prá segurar…
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Desculpe meu amigo
Mas não dá prá segurar…
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Desculpe meu amigo
Mas não dá prá segurar…
É quando seus amigos
Te surpreendem
Deixando a vida de repente
E não se quer acreditar…
Mas essa vida é passageira
Chorar eu sei que é besteira
Mas meu amigo!
Não dá prá segurar…
Não dá prá segurar…
Não dá prá segurar
Não dá prá segurar
Desculpe meu amigo
Mas não dá prá segurar…
Bela homenagem Birner,o Bindi era um grande cara,uma pena eu não o ter visto pessoalmente,no máximo ter conversado pelo telefone,o que foi um grande prazer.Quando soube da sua morte,chorei tanto que parecia que algum familiar tinha morrido,mas pelas conversas,parecia mesmo.Sei o quanto gostava das suas profissões,trabalhava muito e duro,mas era feliz com o que fazia.
Saudades do Mestre!
Abraços
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pesquisando achei um cara com o mesmo sobrenome que o meu gostaria de mandar um abraço pra toda sua familia