De Vitor Birner
Marcelo Teixeira participou ontem do Globo Esportivo, das 19h às 20h, ao vivo no estúdio da Rádio Globo.
Falou sobre vários assuntos. Disse que até hoje tenta remontar o time mal planejado por Leão no início de 2008.
E comentou assuntos mais interessantes.
Separei duas declarações. Estão nos players, no fim do post.
São respostas às perguntas de Oscar Ulisses e Gustavo Vilani, âncoras e narradores da emissora.
Na primeira ele diz que não pretende ser candidato à presidência do Peixe.
Na outra afirma ter sido obrigado a botar dinheiro do bolso nesta temporada, pois não vendeu jogadores.
Vamos aguardar o próximo pleito santista para saber se realmente não sairá candidato. Contudo, além disso, seria importante para o Peixe ter oposição competitiva e capaz. Do jeito que são as coisas lá, a fiscalização de quem é contra administração atual não ecoa com a força necessária.
E botar grana do bolso pode tanto ser sinal de abnegação quanto de má administração.
Mas como acabamos de dizer, aparentemente não esta ameaçado, concorra ou não na próxima eleição.
O Peixe precisa de novas idéias e doutro tipo de política administrativa.



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Deixará a famosa Vila, de ser um feudo?
Assumirá a devida e respectiva grandeza e não aquela que o senhor feudal lhe atribui que, por não lhe caber as pernas faz com que caia reiteradamente, várias vezes num só ano? Deixará de sentir frio nos pés os na cabeça devido a querer ser maior do que o próprio cobertor curto?
Viverá tão distante do hiper glorioso passado quanto o (lamentável que tenha ficado longe), tempo médio secular?
Vejo de bom alvitre, a nova. Boa base mais sólida para o futuro.
O passado está nas nossas mentes, nos relatos jornalísticos e nos poucos VTs daqueles espetáculos extraordinários. Ele não consegue sustentar nem mesmo alguns dos artífices, que dirá os nvos pretendentes?
Santos e Botafogo! O que era certeza de maravilha agora é certeza de lamentações.
O Luxemburgo pode nao ser um santo, acredito que até esteja distante disso, mas como ele comanda o futebol mesmo, seria uma boa oportunidade de vê-lo como presidente.
Birner, você está certo ao cobrar uma "oposição competitiva e capaz", para fiscalizar a administração do clube. Porém, com o "golpe do estatuto" promovido pelo Marcelo Teixeira em 2003, para perpetuar seu grupo político na cúpula santista – caso da exigência mínima de quatro anos para que o sócio tenha direito a voto e a imposição da barreira de dois mandatos como conselheiro aos que desejam ser presidente do Santos -, a democracia virou fachada na Vila Belmiro. Seria importante você explicar essa questão num post específico. Abs