De Vitor Birner
Tal qual na questão da Copa do Mundo, não achei o melhor dos negócios trazer os Jogos Olímpicos para cá.
Deixarei isso claro até as circunstãncias mostrarem o contrário, todavia será improdutivo se eu ficar brigando com os fatos ao invés de observar cada detalhe que eu tiver acesso sobre a organização.
Agora é momento de fiscalizar, saber se as “oportunidades” de organizar ambas as competições serão boas para quem vive no Brasil, sem prvilégios dos poucos com poder de decisão e acesso ao dinheiro de impostos.
Duríssima missão.



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É parece que o pove também está olhando mais de perto, ouvi o Juca ler a 4 cartas, de cariocas, ao jornal "O Globo", demonstram que tem bastante gente de olho, o que surge uma esperança no fim do túnel.
Vamos ficar de olho.
Abraço.
Ouvi um comentário que me deixou intrigado: Chicago, que fica no país mais rico entre os concorrentes, apresentou o seu projeto, no qual 80% da infraestrutura para a realização dos Jogos Olímpicos já estava pronta. O Rio de Janeiro, se não me engano, é que o mais vai ter de construir, pouco aproveitando daquelas "maravilhas" utilizadas no Pan. Será que licitações, aumentos de verbas, fiscalizações pífias, descontrole, orçamentos estourados, entre outras mazelas de obras construídas com o direito público, interessam aos membros COI?
Neste caso, falar é fácil. Difícil, será fazer.
Como pode um cidadão comum, fiscalizar as verbas para as olimpíadas de 2016? Isto é discurso em vão.
Só queria deixar aqui, Vitor, se me permite, um protesto contra um colega seu do qual eu era leitor e admirador. Claro que deixarei de ser pelo que direi.
Li n'uma coluna da folha, Rui castro escrever que como ele já deu gorjetas a flanelinhas e já fez compras a camelôs, sente-se sem condições morais de fiscalizar os gastos da Rio 2016.
Eu nunca vi nada mais vil. Nenhuma forma mais tosca de aceitar desvio de verbas estatais e enriquecimento ilícito. Me engana que eu gosto. Para beneficiar-se dos investimentos na sua cidade.
Rasteiro. Mas semelhante a muitos que escrevem aqui defendendo o evento.
Birner,
Meu maior receio é ter de pagar essa conta na forma de inflação.
Abraço,
Cláudio Prado
Há muitos brasileiros com noção crítica das coisas.
Abraço!
Não estão nem aí.
Abraço!
Luiz Antonio, acho impossível fiscalizar de verdade. Podemos, no máximo, incomodar um pouco.
cobra uma fortuna de taxas.
Teremos. Não vejo como possa ser diferente na atual situação.
Abraço!
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