De Vitor Birner
O título não se refere à alguma nova dança.
O Governador Sergio Cabral ameaça: se a emenda do deputado Ibsen Pinheiro que prevê a distribuição da arrecadação de royalties do pré-sal entre todos os estados da nação for aprovada pelo Senado e Lula não vetá-la, o Rio de janeiro não terá como bancar os Jogo Olímpicos de 2016 e o a Copa do Mundo de 2014 na cidade.
Sem dúvida, os cerca de R$5 bilhões, segundo algumas fontes, ou R$7 bilhões, de acordo com as informações do Estado, a menos farão enorme falta.
Não quero abrir aqui uma discussão sobre qual o destino do dinheiro arrecadado com o “ouro negro”. O Rio de Janeiro e o Espírito Santo devem lutar pelo que acreditam ser o melhor para eles.
Queria apenas a resposta da pergunta simples e direta do professor Juca Kfouri:
Como não há verba para custear os compromissos esportivos se as candidaturas foram apresentadas antes da descoberta do petróleo?
Reproduzo abaixo, o trecho da coluna do Juca de ontem, segunda-feira, na Folha de SP;
“ou o governador Sérgio Cabral Filho está só fazendo chantagem ao dizer que a nova legislação sobre os royalties do petróleo inviabiliza a Olimpíada e a Copa na Cidade Maravilhosa, ou a candidatura foi uma irresponsabilidade, pois não contava com recursos para tal, pelo menos os do pré-sal“.



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A culpa disso tudo é dos franceses… rs. Bastava eles terem ido além da Baia da Guanabara, e hoje eu estaria provavelmente falndo francês e o Fluminense teria 31 titulos nacionais e o flamengo teria 32 títulos nacionais com asterisco…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Falando sério… Eu queria que as pessoas amassem tanto o Brasil como amam seus estados… rs. Seríamos um país muito melhor. Acho que ao menos eu não veria brasileiroas torcerem para a Argentina em copas do mundo… rs
Já que há uma febre comunista contaminando todo o Brasil, a PETRO1N1, devemos, então, seguindo esta linha, confiscar 50% da receita de toda produção industrial, mineral e agropecuária do Brasil e distribuir para todos os municípios brasilieros. Já que é para fazer festa com dinheiro dos outro que se faça uma festa de arromba logo.
Assim o paupérrimo município sem qualquer estrutura pública de Poroporo, no Acre, terá uma bela receita para "em tese" – sim "em tese" pois nunca devemos perder de vista que quem vai gerenciar a aplicação deste dinheiro são os "políticos" – ser investida em escolas, segurança, transporte, meio ambiente e e saúde. O melhor de tudo é que este longinquo município imaginário não precisará se esforçar em nada para isto. Beleza…viva "la revolution" Bolivariana!!!
Abraços,
Mas Marcio, tambem, pelo jeito ninguem consegue ter um bom argumento, ne'. Pra todo argumento vc tem uma resposta, ai sua causa perde credibilidade. A das aguas internacionais tem sim sentido e na historia da humanidade, nenhum outro pais invadiu as aguas internacionais de outro pais para furar. Outra coisa, se e' tao ruim e faz tao mal, porque entao nao fazerem um movimento para que a Petrobras va embora? Se vcs querem querem e tudo bem, mas nao venha com essa de cu doce.
Marcio Medeiros…
Pois é existe uma lei internacional que fala que até 200 milhas da costa o mar e seu subsolo é territorio nacional.
A lei nacional assegura o subsolo a união e mais que isso o auto-mar também é nacional.
O RJ não pagou pelas pesquisa, não fez investimento na perfuração de poços nem ao menos é feito a extração do petróleo em suas terras. A única coisa que o Rio tem é as refinarias que geram impostos e podem
ser em qualquer lugar.
Impressionante como o Brasil se odeia. Vira e mexe estamos discutindo sobre o quanto uma região ou um estado é mais ou menos arrimo ou parasita. Que São Paulo é quem sustenta o Brasil, que o Rio é um lugar de gente preguiçosa, que o nordestino isso, que o gaúcho aquilo. Há muito tempo atrás tinha uma campanha no RS cujo slogan era "o sul é o meu país" que pregava que os estados do SP, PR SC e RS deveríam ser separados em uma nova nação para não sustentar a parasita do nordeste e do Rio de Janeiro. Em Curitiba até hoje tem muitos adeptos ainda.O tempo passou, algumas pessoas foram presas e mesmo assim a maioria daqueles que lutavam por essa causa continuaram em sua campanha. Não sei se por castigo divino ou por que, na última década o RS tem sofrido os mesmos problemas que sempre assolaram o NE com secas intermináveis ou chuvas torrenciais, produções inteiras perdidas, rebanhos devastados, erosões, desempregos, etc, etc, etc.
Aqui em São Paulo tem um preconceito danado contra os nordestinos, "que vem aqui só pra tirar empregos", que "são analfabetos", etc, etc, etc. Os Paulistas e cariocas precisam lembrar que, sem a força de trabalho nordestina, nenhum desses estados serám o que são hoje e que cada nordestino deixou de forma multiplicada cada centavo que levou daqui. Eu que me considero meio carioca por ter morado mais de 20 anos no Rio me pergunto e todo paulista meio ou inteiro pode fazer a mesma pergunta invertendo os fatores: Por que é que me incomodo com o Argentino se aqui ao lado eu tenho os paulistas que me odeiam tanto? Gente, já disse isso antes aqui e em conversas entre amigos e/ou conhecidos.: o dia em que nosso povo descobrir que somos um único país e que esse país merece todo nosso respeito e orgulho, deixaremos de ser a eterna promessa e seremos uma das maiores potênciasdo mundo. Isso vale para o futebol também. Ah sim, em tempo, o Sr Ibsen era um dos vendedores daquela campanha separatista. Ele não desiste mesmo nunca.
Caro Birner, a questão é um pouco mais ampla. Não se está falando apenas do royalties do Pré-Sal, mas sim de TODOS os royalties do petróleo do Rio de Janeiro. Esses, sim, já existiam e são parte fundamental do orçamento do Estado, garantida constitucionalmente. Os royalties do Pré-Sal ainda não existem, mas o que já existia está sendo retirado e repartido. É contra isso que o governo do Estado do Rio de Janeiro luta. Não sou partidário do governador, do prefeito, e para ser sincero, de político algum, já que ainda não conheci algum que me fizesse ter orgulho do voto dado. Mas esse movimento, a meu ver, como carioca crítico, é errado. Que se reparta os royalties do Pré-Sal com uma lei específica, mas que sejam garantidos e mantidos os royaties que já existem para o Rio de Janeiro. Grande abraço,
Marcelo
Como tudo no Rio acaba em samba, hoje teremos um grande protesto que parará o centro da cidade (haja banheiro químico…). Já que não tem royalty do petróleo, pelo menos os camelôs farão a festa.
Enquanto isso, indo pro irã….
Será que o viajante-mor da nação vai dizer lá também que a culpa é dos prisioneiros políticos?
Pacheco,
mandou bem, e olha que eu nao sabia que o Ibsen estava envolvido com o separatismo, mas me diga se essa tal emenda no final das contas não tem um que de bairrismo?
Forte abraço.
GRUBBER,
Ja ouvi muito comentário de que lá fora consideram a Amazônia um patrimônio mundial, ou você não se preocupa com as tropas americanas vivendo aqui ao lado na Colombia, acabar com o refino da coca, simples, façam com que as petroquímicas americanas não forneçam seus produtos usados no refino, mas isso eles não querem.
Imagine então simplesmente mudar algumas leis que se referem a delimitação de uma Zona Econômica Exclusiva, essa sim de 200 milhas.
Se aqui dentro nós já estamos mudando as leis……
Um abraço.
Agora vejam amigos. Tudo tem seu lado bom. Fossemos cada estado um país independente, o Lulla Babá não seria presidente pois aqui em Sampa ele não ganhou na primeira e nem na segunda eleição. Ganhou no Rio de Janeiro mas os cariocas estaríam livres dele pois como o cara detesta o Rio ele nunca se candidataria por lá. Acho que vou entrar nessa campanha.
Evidente que tem, Marcio. Existe uma guerra declarada há muito tempo entre Rio e São Paulo. Na minha empresa, aqui em São Paulo tenho um gerente bem formado, universitário, de boa família apesar de ser corinthiano(brincadeira) que numa ocasião, há uns cinco anos numa roda de cerveja após o trabalho disse a seguinte pérola: " eu não quero copa do mundo no Brasil não. Se tiver a copa aqui vão mandar praquele riodejaneirodocaralho. Exatamente assim. Foi dureza explicar pra ele que a copa do Brasil não seria no Rio e sim no Brasil inteiro. No Rio de Janeiro os cariocas chamam aquele Pão Pullman de pão paulista sabe por que? Dizem que é quadrado, casca grossa, tem o miolo mole e todo mundo come. Pode ser engraçadinho, mas é o cordão umbilical que alimenta toda essa guerra interna que temos aqui. Tem gente que gosta…
Marcio e Grubber. Nos livros de geografia das escolas americana a Amazônia não consta como território brasileiro. Estarei lá no fim de maio e se conseguir trago um e posto aqui. Assim com a Patagônia não consta como território Argentino. A Amazônia não é só brasileira, é também venezuelana, colombiana e das guiana se não me engano e a patagônia é argentia, paraguaia e chilena, mas eles excluem a Amazônia dos mapas desses paízes. Ridículo isso.
Grande Grubber,
Está tudo errado meu caro. Acaba com os royalties…OK…fechado, mas…sempre há um "mas", que o pagamento do ICMS seja na origem do produto e não no consumo. Se você é de SP, é uma boa hora para praticar seu idealismo pelos irmãos brasileiros necessidatos.
O problema não são os royalties, é o ICMS no consumo só, e somente só, como diria Gilberto Gil, para o petróleo e derivados.
O problema foi criado aí, quando tentaram agradar SP com esta estória do ICMS.
Abraços,
Comentário por Pacheco — 17/03/2010 @ 13:00
Perfeito. Sem mais.
Puxa Pachequinho, você e essa sua mente brilhante!!
O presidente de Sumpaulo seria o Serra e o do Rio, disputa acirradíssima entre os Garotinhos. Que beleza!!!
Bem, talvez perdéssemos muitas coisas com essa nova realidade, mas essa mania de reclamar do governo… a essa teria sua necessidade acentuada.
Coitado do Lula, provavelmente teria de tentar sua eleição nos países do Eixo-norte, lá aonde vivem os mais pobres e miseráveis dopaís. Ah, também, não é lá que precisam mais dele? Separatismo Já!!!!!
Pachequinho, o pente eu arrumo, o macaco fica por sua conta.
Abraços!!
Quantos anos vc falou que tem mesmo, Visão? Acho que vc ando mentindo a idade. Muito embora esteja aparentemente lúcido, vc dá umas escorregadas das boas. Veja essa: papinho "burguesinho?" Velhinha hem? Depois tem essa história de que a masculinidade está pendurada na orelha… Ve lá se vc não vai dizer que a Killma rouseff é um tremendo brotinho e que o PT é uma brasa mora. Que o Lullababá é um pão eu sei que vc não vai dizer pois diz que é macho.
Só faltavo o indireto "vá pentear macacos" para saber que o Visão já está lá pela quarta idade. RSSS.
Posso mandar o Kassab para o teu país?
Galera,
então acreditar que os irmãos do norte, aqueles marrentos que falam inglês desde muito pequenos, podem repentinamente entender, eles e todo o armamento que possuem, que essa conversa de Zona Econômica exclusiva é conversa de brasileiro e que a partir de então eles desconsideram isso, levam um projeto para a ONU e lá certamente receberão o apoio do Japão, já que este adora pescar nesta tal zona brasileira, aí companheiros, derrubam a tal zona e aí eu quero ver, não seria mais ou menos a mesma coisa?
Grande abraço.
Kassab carro que non Pacheco!! ( Já estou falando com nosso sotaque).
Quanta a meu idade… É que eu gosta de história, porriso non fico farrando besterra no blog das outras.
Além do mais, esse negócio de fazer parte da quarta idade realmente me enlouquecia. Mas meu psicologo me apresentou a uma vendedora dos Laboratórios Pfizer que conseguiu me colocar em pé de igualdade contigo, na primeira idade (suponho eu) . A cabeça?!! Não, essa está a caminho da quinta idade.
Abraços Pacheco!!!
Hoje eu sou Fogon!!!!! É contra quem hein!!?? Será no tapeton?
Marcio, o Japão pode. Quem não pode é o Rio de janeiro.
Visão,
Primeira idade? Já passei de meio século. Não tem pfizer que resolva.
Isso é o que te diz a sua primeira idade, quando chegares na quinta verás que há prazeres a proporcionar que dispensam o laboratório.
Não se cobra ICMS de origem no Petróleo porque que ele do mar 270 km da costa já em alto mar (território federal) não tendo estado que possa recolher ICMS de algo que não esteja alocado em seu território .
Seria como se descobri-se que existe um jazida de diamante dentro de uma universidade federal (território federal), não se cobraria ICMS de origem já que a origem é a união
Gubber,
difícil discutir, entendo que sua opinião já está formada e será perda de tempo tentar convencê-lo do contrário, mas suponhamos que o Rio de janeiro se junte ao Espírito Santo e daí surja um novo país, a quem pertencerá o tal petróleo?
Um abraço.
Pacheco…neste novo território o Visão é terrorista. Fala até uma lingua que não é a da "nova" pátria.
É o que dá fazer amizade com o Bin Laden e não pagar multas de trânsito…quantas mesmos…19 em 11 meses. Ele não tinha que ter a carteira apreendida?!?!? Ahhh ele anda na Vila Vintem..lá não precisa de carteira, se atropelar um (cachorro no caso) como o Wagner Love os seguranças resolvem. ÓÓÓÓhhhh vida!!! ÓÓÓÓhhhh cruz!!!
Abraços,
Zé,
Sabe aquele velho deitado? "Digame com quem andas que eu te dieri quem és" Meu avô, da época do Visão dizia isso…ABÇ.
A marcha do petróleo
Foi bonita a passeata pelos royalties na capital fluminense. Mas não consigo evitar perguntas incômodas. Os manifestantes sabem realmente do que se trata? Conseguem discutir o tema acima da antipatia a Ibsen Pinheiro ou da simpatia a Sérgio Cabral? Compreendem a extensão desse posicionamento? Por exemplo, defenderiam que o petróleo em torno das Malvinas pertence à Argentina? Que os rendimentos de qualquer riqueza natural sejam revertidos para as regiões originais? E se o Paraná reivindicasse o mesmo por Itaipu?
Esse “carioquismo” ferrenho soa como qualquer bairrismo tolo. Depois que vaiaram Lula no Pan (e em seguida fizeram carnavais pelos Jogos Olímpicos), as manifestações populares cariocas parecem trazer um ranço de militância partidária. Muita gente lembrou a Marcha dos Cem Mil (junho de 68), contrária à ditadura. Assim é fácil. Em São Paulo, quatro anos antes, houve outra manifestação, igualmente “espontânea” e numerosa. Chamou-se Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Engraçado como ela não serve mais de comparação para ninguém…
Guilherme, a cobrança pela venda da energia de Itaipu para as distribuidoras é tributada? Para onde vão esses impostos? O maior coinsumidor dessa energia é São Paulo, pode ser que assim como no caso do petróleo, essa tributação se dê no destino e não na origem.
Esse "carioquismo", como você o chamou, é bairrismo sim, eu não estava vivo, mas convenhamos que todos ouvimos falar da política do café com leite, e essa guerra tributária por que passamos até bem pouco tempo atrás, com estados brigando por empresas, não ocorreu no passado, um grande parque fabril se instalou em São Paulo, mesmo não tendo condições de arcar com a infraestrutura nevcessária. tanto que se construiu Itaipu.
Gui9lherme, também chamar uma manifestação de "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" fica difícil né!
A tal manifestação foi para inglês ver, uma chuva forte, agora manifestação boa foi uma que rolou hoje lá no litoral gaúcho, será que também é carioquismo?
Não acredito.
Grande abraço.
Discutir o mérito disso tudo é muito difícil para meu limitado conhecimento. A cobrança do ICMS no destino não me parece explicável; pelo raciocínio do gubber, frutos do mar pescados a 200km da costa entrariam na mesma situação.
O que eu acho realmente interessante é a hipocrisia de nossos atuais governantes: aquele cujo-nome-não-se-pronuncia declarou que o problema é do congresso, que a bola está com o congresso… HHmm… Isso é uma bela lavada de mãos, pq, quando interessa, elle mexe os pauzinhos (e os tesoureirozinhos) e compra quantos votos necessários para aprovar medidas importantes como absolver o sarney, renan, etc…
Esse tema será analizado a passos de cágado no senado e nosso (cuspe junto com o do Pacheco) mandatário empurrará o abacaxi para seu/sua sucessora.
Abcs
Guilherme, boa noite,
Não há carioquismos aqui, desta forma tudo o que você escreveu perde o sentido.
A emenda Ibsem Pinheiro deve ser julgada e sacramentada, ou não, por quem, pelo executivo? Pelo nosso Presidente da República Luís Inãcio LULA da Silva, filho do Brasil? Ou é um "problema" do Congresso? (cuspe aqui, longe do de vocês, não gosto dessa troca de saliva tão concordante). Essa falta de argumentos em pessoas tão inteligentes fica feio.
Em tempo: o abacaxi não sairá das mãos do Congresso e não arranhará nossa Presidenta.
Abraços!!!