2 jul

E a Celeste Olímpica se agiganta!

Análise de jogos, Copa do Mundo

De Vitor Birner

Uruguai 1×1 Gana (4×2 nos pênaltis)

A classificação uruguaia foi o grande momento do mundial. Não pela qualidade do futebol.

A forma como chegou entrou para a história. Perdeu Lugano machucado, ficou com a dupla reserva de zaga, Muslera levou o frango e principalmente Suárez fez o pênalti como último recurso no lance final da prorrogação que Gyan desperdiçou.

Não tem mais time que a Holanda. Mas a camisa carrega a história de dar inveja aos hoolandeses, ingleses e espanhóis e portugueses, por exemplo.

Parabéns celeste olímpica!

Equilíbrio e falha

Gana começou o jogo marcando firme atrás e dando a posse de bola para o time uruguaio. Forlán, que comanda a articulação de ataque celeste, trocou de posição com Cavani e atuou mais próximo do atacante Suárez. Mesmo assim, os melhores lances do ataque uruguaio começaram ou passaram pelos pés de Forlán.

O time africano demorou para dar trabalho a Muslera. O centroavante Gyan foi pouco acionado. A linha de 4 ofensiva no 4-1-4-1 ganês, que tinha, da direita para e esquerda, Inkoom, Kasamoah, Prince Boateng e Muntari se preocupou mais com os desarmes.

Após 25 minutos, as chances de gol apareceram mais. Contudo, o duelo ainda não era bom. Gana seguia só se defendendo e o Uruguai, melhor até aquele momento,  insistia em jogadas pelos lados e cruzamentos

Nos 15 minutos antes do intervalo, Gana cresceu e desperdiçou duas chances, em escanteio com Vorsah e em contragolpe que o centroavante Gyan mandou para fora. Boateng tentou o gol de bicicleta.

Para piorar, Lugano, capitão uruguaio, deixou o gramado aos 39 machucado. Scotti entrou em seu lugar. O Uruguai ficou com a dupla de zaga reserva.

No lance final da primeira etapa, Muslera falhou no chute de longe de Muntari e os africanos desceram para o descanso em vantagem. O erro do goleiro fez a diferença no jogo equilibrado até então.

Celeste pressionou

Por conta da desvantagem, a Celeste Olimpica adiantou a marcação e usou as laterais na criação ofensiva desde o começo da etapa final. Lodeiro entrou no lugar de Fernández para melhorar o passe de seu time.

Funcionou. Jogando melhor, aos 10 minutos Forlán empatou de falta. Kingson, goleiro ganês, também falhou no lance. Mas a jogada era complicada, ao contrário da de Muslera.

Depois a partida alternou momentos de equilíbrio com períodos de pressão e superioridade do Uruguai, mais objetivo e competente nos arremates.

Aos 32, Abreu substituiu Cavani, entrou como centroavante e obrigou Suárez a atuar aberto. A troca não surtiu muito efeito e a Celeste deixou de aproveitar os erros de passe e os contragolpes, não foram poucos, dados por Gana.

Faltou perna na prorrogação

Não foram bons 30 minutos. A partida perdeu qualidade e os goleiros pouco trabalharam. Nos 15 primeiros, muitas faltas, jogo parado e catimba. No tempo final, Gana mostrou ter melhor preparo físico e pressionou o time sul-americano.

No último lance, Fucile fez falta boba na esquerda. A a cobrança resultou em confusão na área uruguaia. Suárez tirou a bola em cima da linha 2 vezes, uma delas com as mãos. Pênalti e cartão vermelho.

Gyan, que na primeira fase da Copa fez dois gols em penalidades, chutou no travessão.

O time sul-americano chegou para a disputa de pênaltis com a moral elevada.

Nas penalidades, Muslera defendeu duas vezes, Abreu cobrou do seu jeito característico e o Uruguai conseguiu mais um feito histórico. Forlán pelo tanto que jogou, Suárez pelo pênalti proposital que fez para evitar o gol e até o goleiro Muslera que se redimiu da falha no tempo normal

17 respostas a E a Celeste Olímpica se agiganta!

  1. Righi disse:

    Victor, achou correto o penalty do Suarez? Eu no lugar dele teria feito o mesmo. Acho que fez o certo e era o único recurso para teralguma chance de passar pra próxima fase!

  2. Vitor Birner disse:

    Righi, aplaudi o Suárez na hora. Se tiovesse feito no primeiro minuto, teria errado. naquela hora, do tudo ou nada, foi jogada d ecraque. para entrar na história do país. Ele só poderia perder o jogo seguinte colocando a mão na bola. Se não o fizesse, ele e todos outros certamente, é matemático o futebol neste caso, perderiam o jogo seguinte e a chance de brigarem pelo tri. A mão manteve pequena possibilidade de sonhar. mesmo pequena, bastou.

    Grande abraço!

  3. Anderson disse:

    Birner, infelizmente não pude acompanhar o jogo. O Lugano se mechucou durante o jogo ou ficou de fora antes do jogo começar? Ele volta na semi-final?
    Abraço!

  4. Fabio disse:

    Appiah estava impedido no chute do lance que gerou o pênalti no final da prorrogação. Veja lá!

  5. evandro disse:

    Desculpe-me pela intromissão, mas:
    uma bola salva pelo zagueiro com as mãos não poderia ser validado um gol? Vamos desenvolver o regulamento do futibal! Faço o comparativo com uma bola na descendente no basquete. Ou mesmo, a lei da vantagem no futebol combinado com isso. Que acha?

  6. evandro disse:

    E a Nike escrevendo o futuro…………..

  7. tiago silva disse:

    SUAREZ deve se heroi no uruguai, penso rapido, sofreu , mais depois agradeçeu.. eu aplaudi de pé… o Uruguai chego com moral nos penaltis e gana abalada, deu no que deu.. heroi do jogo o rapaz.. e birner, bem loco mesmo esse Loco Abreu..rs numa quarta de final de copa, penalti pra decidi.. nun te ki te coragem nao. tem que se loco mesmo…rs

  8. Clayton disse:

    COLUNA DO FAJOPA
    http://www.blogdosaopaulo.com.br/?p=21138

    ***

    Na coluna de hoje vou falar de uma Seleção que surpreendentemente ficou em primeiro lugar no seu grupo e tem ótimas chances de chegar na semifinal, pois deu sorte no chaveamento das oitavas e pode dar sorte no chaveamento das quartas. Essa Seleção é bicampeã mundial, bicampeã olímpica e o carinho que tenho por ela é por ser o país de ídolos tricolores como Pedro Rocha, Pablo Forlan, Dario Pereyra e Lugano.

    Já tive oportunidade de ler e ouvir opiniões de dezenas de são paulinos que são praticamente unânimes em sua torcida pela Seleção Celeste, além da Seleção Brasileira, é claro (apesar que alguns dizem não torcer pela Seleção da CBF). Esse fenômeno talvez esteja ocorrendo porquê temos um exemplo muito recente da raça uruguaia dentro de campo, um jogador que chegou cheio de desconfianças e transformou-se em um dos grandes zagueiros de uma década onde o que o São Paulo mais teve foram grandes zagueiros.

    Lugano não é técnico como Miranda ou Alex Silva, mas compensa isso com uma raça incomum, que diferentemente do que muitos comentaristas de araque dizem, não significa violência. Peguem as estatísticas de expulsões do Lugano no São Paulo e verão que essa lenga-lenga cai por terra. Catimbeiro sim, jogador que chega no ouvido do atacante e intimida, que vai forte sempre na bola e que tem personalidade para peitar adversários, questionar juízes e agir como capitão junto a seus companheiros. Violento não!

    Quando chegou ao São Paulo e atuou em seus primeiros jogos, o jovem uruguaio sofreu marcação cerrada e covarde de Flávio Prado, que antes já tinha perseguido o zagueiro argentino Ameli pelos mesmos motivos. Parece que o ex-são paulino Flávio Prado além de seus problemas do passado com o São Paulo, tem também problemas com jogadores estrangeiros, que ele sempre reputa como “tranqueiras”. Mas deixemos Flávio com sua insignificância como analista de futebol.

    Há alguns dias André Rizek ousou elogiar Lugano na Sportv, para que o péssimo analista de futebol, Renato Maurício Prado, aquele que afirmou que Felipão iria para o Flamengo, que parece também não acompanhar direito os jogos, classificar Lugano como violento. Foi calado pelos argumentos de André Rizek, que praticamente disse nas entrelinhas que ele nem tinha assistido os jogos do Uruguai, por isso deveria deixar de falar besteiras sobre um jogador que vem sendo importantíssimo. Renato calou-se mesmo…

    Dias atrás o Lugano foi flagrado bebendo água e na sua garrafinha estava inconfundível o símbolo Tricolor, o que deixou extasiado centenas de são paulinos, como o Sombra que não se cansa de citar o fato no ótimo Estádio 97 da Energia FM. Nas entrevistas Lugano também não esconde seu amor pelo clube, onde diz que voltará a atuar logo logo. Essas declarações só me fazem rir das notícias que dão conta que o Fluminense quer contar com o futebol dele. É o Tricolor Paulista que ele ama, não o Tricolor Carioca!

    Outro fato que deixa o são paulino mais próximo da Celeste Olímpica são as declarações de Diego Forlan de que ainda atuará no São Paulo, clube onde seu pai marcou história da mesma forma que Lugano, com um futebol aplicado, raçudo e de muita personalidade. É muito legal ver que o amor pelo São Paulo passou de pai para filho e sempre é muito bom ver que nossos ex-jogadores tem um carinho todo especial com o clube. Aliás, o São Paulo poderia voltar com as festas dos ex-jogadores, momento em que o São Paulo deixava claro como esses caras foram e são importantes para o clube. Uma pena que JJ tenha encerrado um evento que já tinha virado tradição na administração MPG.

    Em um momento em que Pedro Rocha vive problemas de saúde, vale também lembrar desse monstro da história Tricolor, que comandou o meio de campo na década de 70 com uma elegância incrível, a ponto de ser tido pelo Rei Pelé como um dos 5 maiores jogadores da época, o que não é pouco se levarmos em consideração os monstros sagrados que levavam seu talento aos campos de futebol do mundo na década de 60 e 70.

    Outro uruguaio inesquecível é Dario Pereyra, que chegou ao São Paulo como meio campista mas achou sua posição na quarta zaga, onde formou com Oscar uma das maiores duplas de zaga da história do futebol mundial, dupla essa que facilmente seria a titular na Copa de 82.

    Por isso nesse sábado estarei vendo meu primeiro jogo ao vivo da Seleção Uruguaia nessa Copa, contra a Coréia do Sul. Vale lembrar que a Seleção Uruguaia classificou-se na bacia das almas na repescagem contra a Costa Rica e os clubes do país não conquistam uma Libertadores desde a década de 80, fato que demonstra a decadência que esse bicampeão mundial sofreu.

    Esse grupo de jogadores tem a chance de mostrar ao mundo que o pequeno país ainda está vivo no futebol mundial. Se chegar nas semifinais já será uma vitória espetacular e seria sensacional uma disputa com a Seleção Brasileira, tal qual aconteceu na Copa de 70, último grande momento da Seleção Uruguaia em uma Copa do Mundo. Quero ver a Seleção Uruguaia, o Nacional, o Penarol e as outras equipes do país fortes, pois quero ver vestindo as cores tricolores outros jogadores da estirpe dos homenageados nessa coluna.

    Como milhares de são paulinos estarei torcendo muito por Lugano, Forlan, Suarez, Vitorino, entre outros, mas também por Pedro Rocha, Pablo Forlan, Dario Pereyra e até mesmo por Diego Aguirre, Matosas e Carrasco, três uruguaios que não tiveram passagens tão marcantes quanto os 4 homenageados nessa coluna.

    FORÇA URUGUAI!!!

  9. Leandro disse:

    Prá mim o nome do jogo foi o Suárez. Um monte de comentarista louco está dizendo que ele saiu de vilão a heroi? Vilão? Que vilão ele seria se o Uruguai perdesse? Aquela era a ÚNICA possibilidade de NÃO tomar o gol e manter uma chance (ainda que remota, mas suficiente, como você mesmo disse) de manter o time no jogo. Se ele não faz o pênalti ia ser gol e a prorrogação acabaria no reinício do jogo. Jamais ele seria vilão, mesmo que perdesse. Ele teve muito amor à camisa e fez as coisas da maneira como teriam que ser feitas, diferentemente do que o Brasil, nervoso, fez. Parabéns ao Luizito Suárez e à Celeste olímpica, meu novo time no mundial!

  10. Andy disse:

    Evandro,

    Sabe o que eu acho? Acho que futebol se escreve f-u-t-E-b-o-l, e não "futibal". E o Suárez não é zagueiro!

    Quer que eu soletre inveja e dor-de-cotovelo também????

    Chora, gambá!!!!!!!!!!!!!!

  11. Eduardo Dami disse:

    Birner, ao ver esse jogo lembrei de um post seu que falava da importância das faltas e criava a hipótese de um jogador cometer um penalti como Suarez e salvar o time.

    Não o encontrei pra ler de novo, mas acha que devido as circunstancias vale até ser postado novamente.

    Abraços e parabens.

  12. Alan (Fluminense ete disse:

    Torci para o Uruguai se classificar e permaneci torcendo por ele até agora. O que ocorreu hoje foi um daqueles momentos inesquecíveis em copa do mundo.

    O jogador saindo chorando para o vestiário e depois comemorando foi mais uma das imagens das comemorações nesse mundial dignas de serem lembradas.

    Quem vai para a final eu não sei, só sei que se for a Holanda ou Uruguai eu ficarei feliz… Rs.

    Queria terminar com uma pequena historia. Quando soube que o Uruguai tinha se classificado, parabenizei uma amiga uruguaia e ela tristemente falou "Se for para fazer vergonha melhor nem ir". Respondi que Uruguai merece sempre estar na copa do mundo, falei da mística e da historia celeste. Nos despedimos comigo prometendo torcer para eles.
    Cumpri minha promessa e quando se calssificaram para a oitava a cumprimentei de novo. O sentimento já era de orgulho pela seleção novamente, esperançosa de uma classificação para a quarta de final.
    Hoje depois do jogo, falou comigo chorando, emocionada com a vitoria. O orgulho uruguaio tinha voltado… rs

  13. Daiti disse:

    Suárez passou a ser o nome da Copa. Certamente não jogará as duas últimas partidas uruguaias, mas sua raça e sua atitude no final do jogo (cometer o pênalti) ficarão marcadas por muitos anos. Vejo muitos dizerem que as regras do futebol são ultrapassadas, que o lance deveria ser validado como gol mesmo assim.. Discordo.
    Um lance de desespero, o jogador não pensa. Aliás, pensa sim: em salvar seu time. Se, numa partida decisiva, lá pelos 45 do 2º temp, num contra-ataque do adversário, o goleiro faz uma falta, é expulso, o cara erra o pênalti, o gol teria que ser validado também?
    Suárez é o nome da Copa.

    Eu, como bom são-paulino, torço sim para o Uruguai desde o início da Copa (tenho a camisa Celeste) e estou muito feliz nas semifinais. Que venha a Holanda!

  14. DeboraH disse:

    Na hora deste jogo, eu estava no salão, fazendo as unhas.

    TODO mundo estava torcendo para Ghana, pois era o único país da África ainda em competição e tals. Eu dizendo que por mais que entendesse e tivesse simpatia por Ghana, torcia pelo Uruguai. Choque total. Não pode!! Não pode!! Uai, por que não pode? São hermanos, do nosso contiente. São hermanos, mas não são argentinos, galera!!! Nada! Só eu torcendo pelo Uruguai.

    Enfim, terminei pés e mãos no primeiro tempo da prorrogação. Subi até a Paulista, ansiosíssima, pois detesto decisão por pênaltis e tudo indicava que acabaria nisso.

    Na Paulista, entrei num mini shopping e um jovem chinês, com um sotaque fortíssimo, vestindo a camisa do Brasil, recebia todo mundo em torno da pequena televisão de seu stand. E a cada vez que um lojista japonês, vizinho de stand, se aproximava, o chinesinho gritava, gesticulando mais seleção brasileira que eu: “Japonês é fdp! Juiz fdp!” Foi hilário. Cena de filme. Demais!!

    Quando cheguei lá, estava a maior agitação, pois o jogador de Ghana tinha perdido o pênalti na prorrogação.

    Fiquei extremamente compadecida com Ghana, mas, mesmo assim, não conseguia torcer por eles de fato.
    Me perguntava: mas por que esta coisa com o Uruguai?
    Tudo bem, quero que uma equipe ‘menor’ e com menos títulos leve este mundial e tudo o mais, mas Ghana tbém mereceria e blá, blá, blá na minha cabeça comigo mesma quando, no momento do pênalti decisivo, entendi, finalmente, porque tanto quis que o Uruguai ganhasse.

    Vendo Loco Abreu se preparando para bater, percebi que, de uma maneira louca, completamente irracional, era como se sentisse, nos pés dele, do querido jogador do Botafogo, uma pequena possibilidade de “vingança” do meu querido Brasil.

    Sim, sim.
    Era como se fosse um brasileiro, um representante do meu país, aquele que ai estava , decidindo a classificação do Uruguai.
    Coisa doida!!!
    Vi nele, não um uruguaio. Vi nele o jogador do Botafogo. Um cara que vive no meu país, que defende um time do meu país, que fala minha língua aqui. Que dá alegria e esperança a milhões de pessoas que vivem aqui, e a cada semana. Um cara que já fez muito felizes os queridos Pacheco e ZéBuquerque!!! Meninos, pensei MUITO em vcs na hora do pênalti. Acreditam? ;o)

    Não vi nele um estranho, nascido no meu país, que pouco vi jogar aqui, que já se vendeu novo para os clubes europeus. E que quer dar alegria a meu povo apenas de 4 em 4 anos. Pior, não honrarram a camisa do meu país.

    Vejo no Abreu o que vejo no Tevez.
    E fico alegre pelo Abreu , como fico pelo Tevez.
    Porque eles, sim, deram MUITO mais alegria ao meu povo que muitos destes que vivem na Europa e que, ontem, não honraram a camisa do meu país, pois permitiram ser eliminados, não numa disputa digna nos pênaltis, mas num segundo tempo fraco, patético, ridículo, sem garra e sem responsabilidade para com estes milhões de corações brasileiros que pararam por 90 minutos, parra se envergonhar de ‘seus’ jogadores – não de todos, evidentemente, mas de boa parte…

    Brasileiro, para mim, é quem aqui vive, aqui produz, aqui batalha ou que aqui deixa sua marca.

    É o Loco Abreu, o Tevez e o Valdívia.
    É o chinesinho do stand.
    Somos nós aqui, que respiramos futebol o ano todo, e não só na Copa.

    Futebol brasileiro para mim é o futebol dos clubes do meu país e não esta colcha de retalhos chamada seleção.

    Quero meu campeonato brasileiro de volta.
    Quero a copa Libertadores de volta.
    Quero emoção sincera e futebol de verdade de volta.

    Quero meu Timão!!!!!
    Quero o Palmeiras, com Felipão e Kléber nos dando trabalho.
    Quero o Spfc alucinado por mais um título.
    Quero o Santos e seu meninos ‘arrogantes’.
    Quero meu Paraná Clube fazendo de tudo para sair da segundona…

    Mas enquanto isso não vem:

    Vai, Uruguai!!

    Beijos,
    d.

  15. oton.zip.net disse:

    Um time que dá gosto de acompanhar.
    Fá de futebol não perde http://oton.zip.net

  16. re_moutinho disse:

    Já imaginou uma final de copa do mundo entre Uruguai e Paraguai? Impossível, talvez, pelo caminho que o Paraguai tem a frente. Mas, sem dúvida, seria motivo de orgulho para nós Sul-Americanos … (Nota: A Argentina não conta … rsrsrrs).

  17. Luciana Santana disse:

    A cada jogo desde as eliminatórias eu sempre senti o meu coração mais feliz, batendo mais acelerado em jogos do Uruguay do que que quando o Brasil jogava, é uma coisa sem explicação. A cada jogo do lugano com a Celeste ao ver o brilho daqueles olhos o prazer em vestir sua camisa é diferente de olhar para os jogadores Brasileiros que já estão a tanto tempo fora do país que agem com uma frieza irritante. Ver o Lugano jogar é retornar o que senti na final do mundial de 2005, o orgulho que demonstrou ao se enrrolar e desfilar pelo campo com sua bandeira Celeste, jamais se esquecendo da sua origem mesmo jogando por um clube que nem éra do seu pais.
    E independente do que acontecer estarei felz e sabendo que o amor entre sãopaulinos e Lugano cada vez fica mais forte.

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