De Vitor Birner
É tão óbvio quanto normal que Muricy quisesse assumir a seleção brasileira. A possibilidade de dirigir o Brasil no Mundial de 2014 mexeria com a cabeça de quase todos os treinadores. Ricardo Teixeira o convidou na madrugada de sexta-feira.
O treinador sempre disse que cumpre os contratos até o fim. Por isso, precisava da liberação do Fluminense antes de qualuer coisa.
Roberto Horcades, presidente do Tricolor, tem boas razões futebolísticas para mantê-lo. O time atua bem e lidera o torneio. Além disso, a chance de Ricardo Teixeira tirar Mano Menezes, técnico de um dos principais rivais na luta pelo título, era grande.
Talvez a firmeza na posição de Horcades também tenha cunho político. Recentemente, ele foi retirado de uma comissão da Fifa para a qual havia sido indicado pelo presidente da CBF.
A briguinha de bastidores aconteceu depois de Horcades votar em Fábio Koff na eleição do clube dos 13.
Lembro que o primeiro mandatário do Tricolor foi amigo e cardiologista de Teixeira por anos.
O ‘não’ de Horcades teve cara de resposta.
Se Muricy chegou ao acordo com Teixeira, tal qual ficou claro na entrevista que deu à ESPN Brasil quando deixou a reunião da manhã, e respeitou o acordo profissional com o Fluminense, merece os parabéns.
Ponto para ele.
Projeto ruim?
A CBF nunca tem projetos especiais para o futebol.
A prioridade da entidade atualmente é o investimento em estádios.
Li sobre a insatisfação de Muricy com a falta de garantias de permanência até 2014.
Se realmente pediu isso, entendo a CBF não aceitar.
E também compreendo a preocupação de Muricy, pois a seleção será reformulada, pode levar tempo, e a possibilidade de Felipão assumir em 2012 caso os resultados e o futebol não agradem é sempre uma ameaça.



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Vitor!Está ficando insuportável assistir o richarlysin,cleber Santana e Marcelinho Paraiba jogando…..e o ricardo Gomes dirigindo o time.INSUPERTÁVEL!!!!
MAKDITO SEJA O JUVENAL JUVENCIO,PAULO ZAROLHO E O RESTO DESSA DIRETORIA PORCA,IDIOTA!
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