De Vitor Birner
Na reunião de hoje, São Paulo e Internacional não chegaram ao acordo.
A proposta colorada de R$ 7 milhões foi considera baixa pala cartolagem do Morumbi.
Os dirigentes são-paulinos estão certos.
A quantia é inferior ao valor de mercado do atleta e àquele que provavelmente será estipulado quando a Corte Superior definir, de vez, quem tem razão no litígio.
Na situação toda, aó uma pessoa não perdeu nada.
Giuliano Bertolucci, o empresário do atleta.
Vale lembrar que a briga dele com o time do Morumbi começou porque os cartolas são-paulinos se recusaram a dar 30% dos direitos de uma futura negociação, exigidos pelo agente de boleiros.
Oscar tinha contrato em vigor e não fora levado ao clube pelo empresário (o São Paulo costuma dar percentuais nesses casos).
Seria um baita erro doar, sem motivo, o percentual para Giuliano Betolucci.
Por isso ele orientou o jovem jogador a tentar quebrar o acordo profissional na Justiça.
Atualmente, São Paulo e Internacional lutam para ter Oscar.
O atleta briga na justiça com o time que o revelou por causa da orientação do empresário.
E está sem jogar.
Giuliano Bertolucci, que vendeu parte dos direitos econômicos do atleta ao Colorado, goza dos benefícios da negociação.
Resumindo, alguém está ganhando por causa da teórica intransigência do São Paulo, do suposto oportunismo do Inter e da incapacidade do atleta de gerenciar a própria carreira.
Que coisa feia para o futebol brasileiro.



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sou colorado, o INTER é maior que tudo isso e estes club, o Oscar é colorado thau, voces ficam falando de etica etc…, meus amigos voces acham etico o que é feito pelas quadrilhas entre os juizes de futebol, onde descaradamente beneficiam times de rio e sao paulo, estes torcedores de outros clubes vao se preocupar com o time de voces, que devem estar disputando ruralito, a maior torcida (socio Pagantes é nossa), um abraço.
Acredito que nem os próprios torcedores(os inteligentes,claro) do Internacional achem que seria correto deixar o jogador e seu empresário safado levarem vantagem nesse caso. Pegaram dinheiro do clube por 50% dos direitos federativos do atleta com base a uma decisão que poderia ser revertida com facilidade. Os magistrados da segunda instância foram unânimes e o recurso para o efeito suspensivo será negado novamente, uma vez que o jogador não está impedido de trabalho, vencimentos e tem um contrato em vigor. Cabe ao Internacional provar que foi ingênuo para não ser acusado de aliciador e ter que cumprir sanções da justiça, CBF e FIFA e cabe ao jogador e seu empresário devolverem a quantia recebida para que o clube possa tentar uma negociação dentro dos valores pretendidos pelo São Paulo, único prejudicado no episódio. E torço para que isso se resolva o mais rápido possível, que a justiça seja feita e o exemplo fique para que outros casos não aconteçam no futebol brasileiro. Afinal a era Ricardo Teixeira acabou e já está na hora de moralizar o futebol brasileiro.
Concordo plenamente com Juvenal Juvencio ao dizer que quem compra mal paga 2 vezes.A propósito gostaria de informar ao Internacional que caso ele precise de um bom jogador para substituir o Oscar é só informar pois estou vendendo o passe de Lionel Messi por 3 milhões de reais, o de Robinho por 2 milhões de reais e o do portugues Cristiano Ronaldo por 1 milhão de reais.Informo que basta ele depositar em minha conta corrente bancária que eu poderei dar o aceite.Informo ainda ao INTER que negócios são feitos diretamente com os proprietários dos jogadores e não com estranhos aos proprietários e contratos são realizados entre titulares reconhecidos pela Justiça ou Cartórios que legitimam a transferencia dos passes assim qualquer pessoa ou instituição não legítimas devem sofrer punições severas pela Justiça.Espero sinceramente que esta ocorrencia sirva de exemplo para todos e que o INTER tenha representante menos inocentes para intervir em seu nome.
Tanto se fala sobre comportamento deste ou daquele fulano.Esquecemo-nos que agentes da formação comportamental são os meios de comunicação, alem da familia e escolas…Muito me espanta ler como declarações do sr.Juca K-Furo,sem nenhum embasamento juridico, dizer que, individuos trabalham aonde quiser, desrespeitando compromissos assumidos, tacitos ou escritos, pois ambos tem o mesmo valor…Enquanto este tipo de pessoas continuarem influenciando a opinião popular através de uma midia poderosa, nada se ha de fazer…..ou talvez muito pouco….caso Oscar…Leiam as aberrações escritas pelo dito JORNALISTA.
O único meio deste jogadorzinho estar em evidência é através de polêmicas deste tipo.
Não vejo esse futebol todo para tanta falação.
Apesar de usar vermelho e branco, o Inter não é Papai Noel para dar de presente 9 milhões ao SPFC… A oferta do clube gaúcho é um sinal evidente de que a confiança na tese jurídica do jogador é quase nenhuma.
O SPFC deveria lançar uma nota com toda a folha de pagamento do Oscariontes para calar a boca de alguns por ai
Como bem o lí durante a Páscoa em comentário de leitor – “trata-se do Judas Oscariotis”. É o cão que morde a mão do dono quando lhe serve a comida.
Gente desse tipo não queremos para jogar sem amor no “Maior do Mundo”; paguem o preço de mercado pelo traidor que alimentamos e formamos ‘até crescer’ (parece que só cresceu fisicamente, mas, não no caráter) e podem levar para ele jogar onde quiser e, até quando os sanguessugas que o empresariam quiserem.
Abraço Birner – Você é Fera!
Acho que o valor oferedido pelo Internacional é muito acima do que se esperava para um contrato duvidoso, tanto que a mesma Justiça do Trabalho que hoje manda cumprir aquele, decidira liberá-lo o que permitiu que ele assinasse com outro clube. Ainda com o agravante de novo contrato e valor pago ao atleta, ambos em decorrencia da decisão judicial que o declarava livre (nada disso haveria acontecido sem a primeira decisão judicial que hoje inverte a decisão). Principalmente pelo baixo salário e multa rescisória bem inferior ao oferecido no contrato que o próprio São Paulo quer fazer valer.
O q penso sobre isso e que 13.o salário atrasado geraria uma debandada geral no SP. Foi isso que aconteceu realmente? Querido internauta seja mais inteligente no seu comentário e menos bairrista…
LEIAM POR FAVOR E PAREM DE “PENDENGAS” BAIRRISTAS. O QUE ESTÁ EM JOGO NÃO É SÓ O SIMPLES DIREITO DE “TRABALHAR ONDE QUISER”, MAS SIM O FUTURO DO FUTEVOL BRASILEIRO.
Caso Oscar: a prevalência da lógica e do Direito
seg, 26/03/12
por Emerson Gonçalves |
categoria Direito Federativo e Econômico, Formação de novos jogadores, Internacional – RS, Negociações de Atletas, São Paulo
Nos últimos dias o caso Oscar voltou a ocupar o palco central e a receber as luzes dos holofotes. Embora com alguma demora, a justiça seguiu um desenvolvimento lógico para o imbróglio.
Normalmente, para desagrado de grande parte dos leitores deste Olhar Crônico Esportivo, defendo jogadores e empresários em diversos embates contra os clubes. Nada tenho contra a função e a existência dos empresários, pelo contrário, até, pois considero que eles são necessários ao futebol que hoje é globalizado, tanto para um Vila Xurupita FC da vida, como para um poderoso e rico clube da primeira divisão de nosso futebol. O empresário, ao menos em tese, é um agente, um player, que atua ao lado do atleta e faz uma ligação com os clubes, com o mercado. Trabalhando bem, ele dá visibilidade, transparência (pois é…) e um dinamismo que não teria como existir sem a sua participação.
Sou também, habitualmente, defensor dos direitos do atleta de buscar o melhor para si próprio, movendo-se de um clube para outro conforme for melhor para sua carreira ou para seus interesses de vida. E mais: não enxergo nenhuma relação de dependência ou obrigação de um jovem atleta com o clube que o formou. Isso não existe. Quem forma, forma para ganhar dinheiro, tem um interesse bem claro nessa relação, que nada tem a ver entre uma relação de pai e filho.
O esporte é profissional, seus vínculos também devem ser.
Quando falamos em profissionalismo e das relações entre as diferentes partes entre entidades diversas, entra em cena o que ordena tudo e permite a convivência de interesses diferentes e até opostos: a lei e sua ferramenta do dia-a-dia, o contrato.
Oscar e a falsa volta do “passe”
Anteontem e ontem em seu blog, o jornalista Juca Kfouri (de quem sou fã, leitor e telespectador há “incontáveis” anos) escreveu a respeito desse caso, dizendo e lamentando que a determinação judicial para a reintegração do atleta é um retorno da malfadada “lei do passe”.
Não é, nada tem a ver.
A “lei do passe” era uma excrescência jurídica, um absurdo de concepção escravagista em pleno final do século XX. Foi extinta a partir da Europa em ótima hora. No Brasil, rotineira e erroneamente, e muitas vezes com péssimas intenções, atribuem sua criação a Pelé, cujo nome identifica a lei que regulou, entre outros pontos, a extinção do passe. Uma grande bobagem, pois a lei em si, sua essência, já veio pronta e acabada. Com o fim do passe na Europa e seu reconhecimento pela FIFA, tudo que cabia aos países membros era adotar a mesma legislação. Primeiro, por questão de justiça e progresso nas relações trabalhistas; segundo, para garantir aos nossos clubes a manutenção de seus direitos legítimos sobre os atletas. Se aqui vigorasse o passe, como desejam muitos trogloditas do mundo da bola até hoje, nenhum atleta brasileiro seria negociado por seu clube com outro do exterior. O jogador simplesmente iria embora, assinava com quem quisesse e seguiria sua vida sem nada pagar ou dever ao clube “dono de seu passe” em Terra Brasilis.
Sem o vil e infame passe, a garantia que um clube tem para investir na formação de um atleta ou na negociação de um direito federativo, é o contrato.
Contrato existe para ser cumprido
Cumprir um contrato implica até mesmo o seu rompimento unilateral.
Isso mesmo. Cumprir um contrato no mundo do futebol (vamos nos ater a isso) significa tanto jogar bonito e direitinho todo o seu tempo de duração pelo clube como, também, pegar a trouxinha, fechar a porta do armário e ir embora para qualquer outro clube na hora que bem entender. Desde, é claro, que a multa pela rescisão contratual seja paga.
Desde, é claro, que a multa pela rescisão contratual seja paga.
Esse “pequeno detalhe” faz toda a diferença.
O atleta Oscar não cumpriu sua parte no contrato que tinha com o São Paulo. Rompeu-o, unilateralmente, sem pagar ao clube a compensação devida e estipulada no contrato assinado. Alegou, entretanto, que o clube não cumprira com algumas obrigações e estava em falta com ele.
Perfeito, a lei prevê essa possibilidade para um rompimento contratual sem o devido pagamento de multa. Todavia, como ficou claro na recente decisão judicial, as alegações do atleta (e seu advogado e empresário) foram falsas, não tinham base, não tinham fundamento.
Quem disse tudo isso não foi, como na primeira decisão judicial, um único magistrado de primeira instância, como foi o caso nesse processo, mas sim três magistrados de segunda instância, que decidiram, de forma unânime, pelo clube.
Ora, um processo em segunda instância é analisado com mais rigor e atenção ainda, não só por um, repito, mas por três diferentes juízes ou desembargadores. Que são, normalmente, profissionais com maior tempo de carreira e – por que não? – saber jurídico. Essa decisão, portanto, deixou claro, deixou patente, que a ação movida pelo atleta fora, tão somente, um artifício com a finalidade de liberá-lo e garantir que os ganhos financeiros na sequência de sua carreira ficassem com ele mesmo e seu empresário, ao invés de ficarem, como era de direito legal, contratual, com o clube formador.
Parece claro, também, à vista dos acontecimentos da época e declarações de outros atletas, como Casemiro, que tudo isso foi parte de uma armação mais ampla, pela qual diversos atletas deixariam o São Paulo FC e entrariam no mercado sem os custos das transferências. Nos casos de Diogo e Piazon o clube reverteu o processo. Os dois atletas, por sinal, já foram negociados, um deles em definitivo e por excelente valor, considerando sua idade. Outros, como Casemiro, negaram-se a entrar na aventura.
A lógica que deve prevalecer
A FIFA é clara: um atleta não pode ter dois vínculos federativos.
O vinculo federativo é uno e indivisível. A rigor, portanto, o direito federativo ou vínculo federativo, só existe de duas maneiras: ele é 100% ou inexiste o vínculo e o atleta pode assinar com quem quiser.
Oscar foi à justiça e perdeu (sim, é possível que seu advogado ainda recorra, mas, assim mesmo, não há efeito suspensivo da sentença). A determinação judicial foi clara, à prova de burro: o contrato antigo foi revalidado, sua extensão aumentada para compensar o período em que o atleta esteve ausente e, portanto, o mesmo deve ser reintegrado ao clube para cumprir o contrato original.
Simples assim.
Não há, portanto, resquício ou possibilidade alguma de tal decisão configurar um retorno da maldita e atrasada “lei do passe”. Tudo que é exigido é apenas o mínimo: Oscar deve cumprir seu contrato com o São Paulo FC.
Ponto.
E, como disse mais acima, cumprir o contrato significa, também, pegar a trouxinha, ou nem isso, pois sua trouxinha já foi pega há muito, e ir embora, passando antes pelo caixa e deixando o dinheiro da multa rescisória.
Simples assim. Pagar a multa é cumprir o contrato.
E o direito do Internacional?
Não existe.
Se o primeiro contrato foi revalidado, e foi, o segundo contrato, assinado entre o Internacional e o atleta, carece de base legal, pois não podem existir dois contratos, um atleta não pode ter dois vínculos federativos. Lógica simples.
Quando assinou com Oscar o Internacional já sabia, como todos no mundo da bola sabiam, que havia um litígio, uma pendência judicial envolvendo a saída do atleta. Mesmo assim, o clube assinou e, posteriormente, segundo se informa, pagou alta soma ao atleta (e seu empresário), referente à aquisição de boa parte de seus direitos econômicos em caso de transferência futura. Esse é um problema a ser resolvido entre as duas entidades: o atleta Oscar e o clube Internacional. Eles que criaram o abacaxi, eles que o descasquem.
A quem interessa essa decisão?
Ao São Paulo, é claro.
E a todo clube brasileiro que conta com a receita das negociações de atletas formados em suas bases.
Portanto, é uma decisão que beneficia o próprio Internacional. Afinal, malandragem desse tipo ou similar poderia ter sido empregada por, digamos, Alexandre Pato. E o Inter teria amargado tenebroso prejuízo.
Bons clubes que são, Internacional, Grêmio, Fluminense, Cruzeiro, Atlético Paranaense e outros mais, como o próprio São Paulo, vêm se destacando na formação e negociação de atletas. A legislação, tanto a cível e trabalhista brasileira, como a esportiva que é regulamentada pela FIFA, dão algumas garantias aos clubes formadores que são, na vida real, insuficientes. Isso leva os clubes a buscarem um pouco mais de garantia através da assinatura de contratos mais longos com jovens atletas emancipados. E isso exige dos clubes um cumprimento rigoroso de tudo que assinam com seus atletas, pois se houver brecha ela poderá ser aproveitada para uma liberação unilateral sem compensação financeira.
Como disse, a decisão de segunda instância deixou claro que a primeira decisão foi um equívoco total por parte da magistrada que a proferiu. Assim sendo, o São Paulo cumpria suas obrigações “tudo certinho”, quando foi surpreendido pela saída do atleta e sua entrada na justiça. Essa completa reversão do imbróglio, portanto, recoloca tudo nos seus devidos eixos.
A questão da multa rescisória
Ao contrário do que diz o advogado do atleta, em mero jogo de cena para a imprensa, no qual o Departamento Jurídico não acredita, pelo que sabemos, a multa rescisória para Oscar deixar o São Paulo não é de apenas nove milhões de reais ou até menos que isso, como já foi levantado. O atleta ainda tinha contrato a cumprir e este teve sua duração expandida pelo mesmo tempo que ele ficou ausente, como já disse mais acima.
A multa contratual tem por objetivo ressarcir o clube não só do investimento passado, como também dos ganhos futuros. Portanto, seu valor não será limitado à base de cálculo formada pelo salário do mês em que o atleta rompeu ou aos valores pagos anteriormente, mas deverá, também, incluir os valores salariais que seriam pagos futuramente, de acordo com o contrato. Alguns cálculos apontam para 14 ou 15 milhões de reais, mas ainda não sabemos, ou pelo menos não foi divulgado pelo Jurídico do São Paulo, o valor correto da multa.
Então, é isso. Oscar não precisa jogar à força no São Paulo, onde, diz ele, não se sente bem. Se ele quer ir para o Internacional – e essa é a forma verbal correta, uma vez que ele, fisicamente ou não, está no São Paulo – ou outro clube, tem, apenas, que pagar sua multa contratual.
Ao contrário de outrora, quando existia o passe, ele está livre para ir e vir, está livre para jogar onde bem entender.
Tudo que ele precisa fazer é cumprir seu contrato. Nada m
Carta aberta aos juristas que avaliam o caso Oscar
Se me permitem gostaria de expor minha opinião, em poucas linhas, do caso envolvendo o jogador de futebol Oscar.
1º parágrafo: justificativas
2º parágrafo: opinião
1) O jogador iniciou sua jornada no futebol nas categorias de base do São Paulo Futebol Clube onde teve, alem do apoio para desenvolver seu futebol, apoio para sua formação pessoal (educação, alimentação, estadia, lazer, ajuda para família e etc). Lógico que o clube tem o objetivo de formar grandes atletas que tragam conquistas ou pelo menos lucros para a instituição e, assim, a máquina do futebol clubista se mantenha. Mas sabemos também que cerca de 99% destes meninos não se tornarão craques de futebol ou sequer jogadores de futebol no seu futuro…. Não importa, o clube fez seu papel e ajudou na formação de pessoas de bem que terão, agora, mais condição de vencer na vida. ( Muitos vindo de famílias pobres e comunidades carentes que talvez não tivessem oportunidades mínimas ). MAS…. aproveitando-se de brechas nas leis, sem investir qquer centavo na formação de ninguém surgem Empresário de Futebol. No caso o Sr Giuliano Bertolucci (especula-se ligado a Kia Jorabchian) aliciou o jovem Oscar (que também tem sua parcela de culpa), oferecendo-lhe dinheiro para que, agora formado, entrasse na justiça e se desvinculasse do São Paulo FC, assim poderiam dividir os lucros de uma futura negociação sem ter que partilhar nada com o clube formador. O mesmo empresário tentou o mesmo ato com outros jogadores (Casemiro, por exemplo) oferecendo R$1 mi, mas não obteve êxito. Sabe-se la como, obtiveram êxito em primeira instancia e mais que quintuplicaram os lucros em negociação com o Internacional-RS. Sim, um empresário oportunista com alegações frágeis e sem investir um misero centavo em nada….. Levou mais de R$ 3 mi. Para o jogador acho que não houve grande vantagem pois cedo ou tarde lucraria o mesmo ou mais (sem passar por tudo isso)se permanecesse no São Paulo Fc. Para o Inter- RS foi um bom negócio, pois sabia se tratar de um jogador de grande futuro, já formado e oferecido a “preço de banana”, mesmo sabendo que cedo ou tarde a situação de Oscar na justiça pudesse ser revertida (ou seja, apostou na morosidade/imprecisão da Justiça brasileira). Nem o Corinthians, arquirrival são-paulino, a quem Oscar foi oferecido, entrou em negociação sabendo se tratar de algo nebuloso.
Agora, 2 anos mais tarde, revertido o caso…..Agora Inter e empresário querem sentar e negociar o jogador. Nestes últimos anos o São Paulo nunca foi procurado para qquer conversa ou negociação. E pasmem oferecem R$ 7 mi (dizendo ser o máximo, quase um favor ao São Paulo FC) por um jogador a que pedem 25 mi euros!!!! ( interesse da Inter de Milão – noticia da internet)
2) Seria uma grande decepção pessoal se a Justiça Brasileira revertesse a decisão do TRT-SP ou desse qquer outro beneficio aos réus (sim réus, não vitimas), como um efeito suspensivo. A justiça deve ficar ao lado do bem, do justo. Qquer decisão contraria vai beneficiar a ilegalidade, a imoralidade e vai abrir um precedente perigoso. Afinal valerá a pena continuar investindo na formação de jovens sem nem a segurança de um contrato ter?
O contrato…. Este sim deve ser respeitado no futebol e em qquer outro setor da sociedade… no Brasil e em quer outro pais do mundo. O jogador não deve ser impedido ou obrigado a jogar em qquer lugar, pois é sua profissão e tem o respaldo da lei….nem é isso que o São Paulo Fc quer. O que o São Paulo Fc quer, eu quero e acho que todo cidadão de bem quer é que o contrato seja respeitado: se não for do desejo do jogador retornar a jogar pelo São Paulo Fc, que reembolse o devido, ou seja, equivalente aos custos de formação, indenização por ruptura unilateral de contrato e indenização pelas perdas e danos nos últimos 2 anos levando-se em conta o valor atual de mercado do atleta.
Peço aos nossos ilustres representantes da justiça brasileira muita serenidade em sua decisão.
Um abraço
Th, sao-paulino e brasileiro
Birner, você extrapola quando defende o São Paulo em tudo, que culpa tem o Inter se o Oscar apareceu lá com o passe na mão pra negociar? Será que se fosse ao contrário o São Paulo falaria assim “não te quero menino”, aliás como fez com o caso Lucas que era do Corinthians, é claro que são casos de diferentes, mas no quesito ÉTICA é a mesma coisa, viu.
Caro Sr. Ribamar, o Lucas não tinha contrato em vigor,simples assim! Não se trata de casos diferentes, um é um “caso”, o outro (lucas), não é um caso, não tem o que se falar!
Oh Ribamar!!!
Explicar o correto para vc acha que não dá!!
Então vai em uma linguagem que vc vai entender !!!
O SPFC salvou o Lucas!!
Quem falando … O SP e o maior atravessador de negocios do futebol brasleiro. Tem mais que levar ferro mesmo. Isso o ‘imparcial’ Birner nao comenta. E ai, vai falar algo, blogueiro?
Estamos percebendo quem levará o tal ferro…
Birner, permita-me mudar um pouco sobre este assunto do Oscar e lançar uma campanha contra a corrupção, PT, Lulla, etc.
Está na hora de uma reparação histórica, pois o Itaquerão, fruto da corrpção do Lulla com Ricardo Teixeira, os quais estão sendo investigados pela PF e MPF sobre propinas exigidas por RT dos governos paulistas para construir o Itaquerão.
Esta reparação histórica consiste em impedir que aquela aberração arquitetônica faça a abertura da copa-14 em detrimento das demais sedes que com lisura pleitearam suas candidaturas.
Como nossos irmãos mineiros que estão construindo um belo estádio, sem arquibancadas provisórias, investindo pesado, de forma séria e honesta?
Ou como Brasília, com um belo projeto de um estádio magnífico, tendo a vantagem das embaixadas e acostumada a receber chefes de estado, ser melhor representante do Brasil?
Ou como o Rio de Janeiro, que vai ser palco do encerramento, podendo não receber a seleção brasileira, é muita injustiça com nossos irmãos cariocas que tanto investiram!
Ou Salvador, afinal, a copa é 100% voltada para o turismo de lazer, e o que tem em Itaquera para que estes turistas internacionais voltem? Nossos irmãos baianos estão sendo largamente prejudicados nessa estória de corrupção que envolveu a escolha da sede da abertura.
Há pouco tempo atrás, você comemorou a tal da democracia corintiana, pois bem, está na hora de ser feito um plebiscito democrático em todo o Brasil para escolher de forma incorruptível a sede da abertura da Copa-14 no Brasil.
Mesmo no estado de São Paulo, a esmagadora maioria da população é contra esta aberração que estão fazendo com os cofres públicos, com terrenos públicos da COHAB/SP e o Sem Teto, com todo o crime que envolveu a escolha do Itaquerão da Vila Carmosina como sede da abertura, e que tanto envorgonha SÃO PAULO.
Democracia já!
Vamos escolher uma nova sede para a abertura da Copa-14 e demonstrar todo nosso repúdio a Ricardo Teixeira, Lulla, etc.
Nós paulistas não somos coniventes e tampouco condescendentes com criminosos e corruptos.
Suposto oportunismo? Deve estar doendo, né? Clube mais “oportunista ” do Brasil deveriam saber que um dia beberiam do próprio veneno! Lamentável sua falta de capacidade de separar o coração da razão. Aceito o choro da torcida, não à sua.
Deste história toda só se tira uma lição. O torcedor fanático é um imbecil de carteirinha. O caso Oscar vs SPFC é bem simples. Ele estava emancipado quando assinou o contrato. Depois, jamais deixou de receber o que lhe era devido. Os encargos (FGTS – INSS) foram pagos religiosamente conforme consta na defesa apresentada pelo clube no TRT.
Fatos estranhos:
A Juiza de 1ª Instancia concedeu liminar, possivelmente sem enteder direito o que se passava, já que a advogada do atleta na epoca havia obtido exito em casos semelhantes. O tempo passou, o caso foi para uma Instancia Superior que de forma unanime deu ganho de causa ao SPFC.
Possivelmente desesperados, jogador e empresário tentaram sem exito, depositar R$ 4,5 milhões, e foram informados que nao poderiam utilizar deste subterfugio.
Pra concluir, a situação é bem simples. Ou paga ou paga. Já quanto vale isto, só com muitos calculos. O Oscar pode se tornar um excelente jogador. Já como homem, sempre será um canastrão e um banana, já que durante todo este tempo, sempre se escondeu atrás do empresário e agora vergonhosamente aparece sempre com a camisa do clube, onde só treina. Quero ver, quando ele for vendido para outra agremiação como se portará!!!
Se o SÃO PAULO FC realmente quer Vender o jogador Oscar, que venda no valor bem superior, do que está divulgado, pois valor que esta vai prejudicar o clube e o revelador do atleta e próprio atleta , a vc’s lembra valor merreca venda do jogador KAKÁ. e uma pena o jogador não quer pelo SÃO PAULO. OPINIÃO seu vc presidente venderia pelo valor bem alto mais do que está sendo divulgado para encerrar está novela. e o jogador siga a sua vida.
esse jogador nao vale tudo isso que o sao paulo quer nao ganhou nada e pelo que eu vi e apenas um bom jogador baixo e magro la fora iria apanhar em todos os jogos
Tem gente que acredita em tudo que ouve , pensem um pouco, não doi, esse Vagner Ribeiro é um falastrão e vem com essa que o SPFC atrasou salário e Fgts, se o garoto como alega ganhava R$5.OOO.OO e fizeram um contrato com valores escalonados – o pagamento do FGTS não seria um valor alto que um time de futebol não pudesse pagar.
Se o salário dele fosse de R$150.000,00 poderia até pensar que o FGTS estaria atrasado ,mas se o que o proprio jogador alega que ganhava R$5.000,00 , não pagar FGTS seria estranho para um clube de futebol que recebe uma das maiores cotas da televisão
Sao Paulo e Inter são dois times que jogam um futebol técnico e limpo. Não são inimigos. Existem vários clubes no Brasil que não agem desta maneira e conseguem obter poucos títulos utilizando artifícios desonestos dentro e fora de campo como suspensão de jogos em um campeonato e favorecimento por parte dos árbitros. O Inter apenas adquiriu o passe do Oscar (que é um jogador que ninguém pode falar mal do seu carater e estava descontente e sentindo-se desmotivado no clube anterior) quando o mesmo estava sem vínculo com o São Paulo.
O Inter errou em não entrar em um acordo financeiro com o São Paulo naquele momento, mas agora o que deve ser feito e com a maior brevidade é resolver este problema através de um acordo benéfico aos dois clubes INTER e SÃO PAULO. LEGÍTIMOS CAMPEÕES DO MUNDO QUE JOGAM UM FUTEBOL LIMPO DENTRO E FORA DE CAMPO.
Sou corinthianissino,mais neste caso estou do lado so SPFC pois isto que esta acontecendo serve de licao para muito garoto que despreza o clube que o formou por conta de empresarios sem carater vejam o caso do Fagner lateral do Vasco hj e formado na divisoes de base do Corinthians saiu e o clube nao ganhou nada, pois que o SPFC va ate as ultimas consequencias e que ele fique ate cem anos sem jogar se for preciso, mais que os outors garotos aprendam alguma coisa com este caso
Birner, recebi cópia da ação cautelar do Oscar no TST e tbm decisão que nao foi publicada (negando e solicitando documentos ao Oscar)…qual seu e-mail para encaminhar?
Se a coisa pega, te cuida inter, vão roubar os teus Atletas também. Estas pessoas que apóiam isto deveriam pensar melhor. Por isso que o Brasil esta deste jeito. Vamos analisar as coisas com a razão e não com o fanatismo clubistico.
que isso sirva de exemplo para outros jogadores…
acho que o INTERNACIONAL sabia muito bem o que estava fazendo
quando comprou esse jogadorzinho metido a esperto
agora chupa traidor!!! em relação ao INTER,acho que a FIFA junto a CBF deveria suspender a RECOPA e o GAUCHÃO,títulos conquistado pelo INTER com participação desse safado traíra.serviria como exemplo,para que outros clubes não pensasse duas vezes antes de agir de forma desonesta…
RETIFICAÇÃO
para que outros clubes pensasse duas vezes antes de agir de forma desonesta
O papel ou o blog tudo aceita o que realmente, tanto o INTER quanto OSCAR tentaram um acordo com o são paulo com base numa decisão absurda do TRT – SP, também como reza o acordo de cavalheiros. Essa decisão ainda não foi julgada como sendo final, portanto cabe recurso. Quanto a FIFA tirar os titulos do INTER, deviam é tirar do são paulo pelo menos não precisamos de titulo dados de graça pela CBF os que ganhamos foram conquistados em campo não pelo tapetão. Se tem alguem que devia ser punido é o são paulo um grande time do futebol brasileiro que não devia estar aliciando menores fazendo atos ilicitos como é proibido pela FIFA.
Será lindo o Grêmio levar o jogador, o inter quiz ser zóião e dar uma de esperto, o tricolor é o clube formador quem pagar mais leva, 17 milhões certissimo Mr Juvenal, agora eles querem negociar para levar o jogador mal carater, e ingrato o clube formador gastou grana com ele na formação dele e agora quer sair pela saida dos fundos, pague a multa e va com Deus.
Oscar não valeria nem um terço disso se tivesse ficado no Sao Paulo, que esta sem visibilidade há tempo. Não fosse o Inter ter colocado-o na vitrine do futebol internacional, que hoje só Inter e Santos é que o fazem, aliás ha 6 anos ganhando titulos internacionais sendo o primeiro brasileiro no ranking internacional hoje. Me desculpem os SP mas vcs vivem só de marketing, só quem ganha titulos aí é Santos e Corinthians, é isto que se ve aqui do sul. Qto ao cara que falou de categoria de bases, pergunto se esqueceu de Pato, Sobis, Tyson e tantos outros que sempre desclassificaram vcs na Libertadores. O ódio saopaulino deve-se a anos que sao nossos fregueses. É ou nao verdade que sao fregueses?????? E Dagoberto veio com muita satisfação para o Inter, acho q ele queria jogar campeonatos internacionais.
mais uma vez parabens ao presidente juvenal e diretoria , sobre caso oscar , deveriam saber que nao se negocia o que não é seu , caso do inter , leia-se dona wilma , achou que passaria a perna no sao paulo. agora aproveito para dizer ao juvenal , vamos cobrir o morumbi e causar inveja aos ladroes. obs: agora que a cbf nao persegue mais o sao paulo vamos aceitar a copa america no morumbi , sao paulo é de raça o resto é fumaça
Porq
Vamos falar a verdade, o Sao Paulo so esta fazendo isso pra tentar ganhar algum dinheiro, nao tem a menor possibilidade do Oscar ser reintegrado e ser titular, nao tem clima, o jogador provavelmente nao teria a mesma disposicao e a torcida ia cair de pau no jogador logo de inicio e no tecnico tambem por escalar ele.
Outra coisa, se alguem realmente quisesse comprar o Oscar ja teria aparecido, alias pelo que consta o SP ja poderia negocia-lo, mais eu duvido que alguem apareca e se aparecer nao vai ser por muito mais que os 7 milhoes que o Inter ofereceu, fora que o Oscar tem que aceitar ser negociado.
Ou seja, a cada dia que passa o valor de mercado do Oscar cai, jogando no Inter ele vale pode valer alguma coisa, nao jogando ele nao vale nada.
“SUPOSTO oportunismo do Inter”?!?!? Quanta pureza… kkkk
Birner, certíssimo seu post. Agora, o que me chama muita atenção é a passividade da CBF perante o caso e o Internacional.
O jogador está inscrito como do SPFC , mas não pode utilizá-lo. A CBF não fala nada!!
O SPFC, clube formador de atletas , está sendo totalmente detonado pelo Inter, que não forma coisa nenhuma.
O único que ganha é a raposa empresária e o resto dança. Não dá para sentar SPFC, CBF e Inter e colocar um ponto final nesta vergonha???
O SPFC deveria vender o Oscar para o futebol arabe ou algum time do leste europeu!
Escutem as ameaças que o Oscar sofreu……
http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u669623.shtml
E assim os empresários vão ganhando sua grana, descaracterizando o futebol brasileiro.
Tenho muito amigos colorados.. mas estão errados!!
A decisão proferida da segurança aos clubes quanto a negociação de seus jogadores!!
O Internacional foi pretensioso ao querer o jogador sem pagar nada ao SPFC, está na contra-mão quanto ao fortalecimento das instituições clubes, pode em outro momento ter que provar do próprio veneno!!
No final já pagou um valor consideravel pelo jogador e esta em situação critica, em ter que respeitar um contrato válido e pagar mais ao SPFC.. levando a um tiro no pé.. quanto a qualquer lucro na negociação do jogador!! Então, arriscou e terá que arcar com prejuízos.. seja financeiro e não poder contar com o jogado ja por algum tempo..
O jogador uma pena, maior prejudicado.. mal assessorado, com representante que está lucrando muito.. sem qualquer preocupação com o garoto, visou seu lucro anteriormente e irá visar lucro futuramente.. em possível negociação!!
Lembre-se que os representantes ao que tudo indica são os mesmo que melaram, negociação para o Nilmar vir para o SPFC!!
Entendo que o SPFC está correto em sua posição, pague Inter o valor correto e cobre do representante do Oscar o prejuízo…
Até a liberação para jogar está complicado!! Vinculado a que time?? Para o SPFC não volta, no Inter sem contrato.. Vai receber salários dos dois clubes??
O Oscar pelo que acompanhei está recebendo menos que o Casemiro, será que valeu tanto assim ir para o Inter, entrar na Justiça e tudo mais.. possibilidade de ficar fora das Olimpiadas!!
penso que a rescisão de oscar com o spfc deveria ser feita baseado na valorização do atleta na epoca em que jogava no clube paulista a boa valorização de agora se dá devido ao seu desempenho em seu clube atual.então não deveria ser realizado no seu antigo salarionos tempos de são paulo?