7 mai

São Paulo entra com recurso para impedir Oscar de jogar no Inter. No documento, clube questiona isenção do Ministro Caputo Bastos

De primeira

De Vitor Birner e Navarro

O São Paulo, por intermédio do advogado Carlos Ambiel, recorreu da decisão do ministro Caputo Bastos, que concedeu Habeas Corpus para Oscar jogar pelo Internacional.

O clube do Morumbi, no agravo regimental (nome técnico do recurso), coloca em questão a conduta, a isenção do ministro caputo Bastos na hora de conceder a liminar.

Ainda não está confirmado, mas o Habeas Corpus pode ser julgado ainda nessa semana pela Subseção 2 da Seção Especializada em Dissídios Individuais, do TST, composta por 9 ministros, inclusive o Ministro Relator, Caputo Bastos.

O recurso do São Paulo provavelmente será apreciado na mesma ocasião.

Veja o resumo dos argumentos de Carlos Ambiel e a íntegra do documento.

Detalhe: Hoje, por volta das 14h, o advogado de Oscar estava no Tribunal.

• O advogado do jogador não juntou no processo cópias de documentos essenciais, como a íntegra das decisões do TRT que julgaram dois recursos, sem as quais não é possível a apreciação e o julgamento do Habeas Corpus.

• O advogado do São Paulo questiona como poderia o TST ter julgado o Habeas Corpus contra a decisão do TRT, se esta decisão não constava dos autos.

• A Lei determina que o processo seja extinto quando documentos essenciais não estiverem presentes. Logo, o TST assim deveria ter procedido ao invés de conceder a liminar.

• Foram praticados diversos atos em favor do jogador fora dos autos do processo, desrespeitando a publicidade do mesmo. Dentre esses atos, há inclusive emails para a Confederação Brasileira de Futebol a respeito de esclarecimentos fornecidos pelo ministro. Contudo, não há nenhum registro no processo de pedido de esclarecimentos nem da resposta a esse pedido. Tudo isso somente poderia ser feito pelos meios oficiais, e tudo constando do processo, e não em segredo.

• O defensor do clube alega que o Ministro Caputo Bastos tem demonstrado “clara inclinação” aos interesses do jogador, tendo em vista que “dias antes de ser sorteado por livre distribuição como Relator, concedeu entrevista à imprensa gaúcha expondo seu ponto de vista”, manifestando-se “fora dos autos, exprimindo sua opinião sobre o caso, e demonstrando parcialidade com relação à posição do Atleta”.

• O representante do tricolor ainda afirma que tal conduta viola a Lei Orgânica da Magistratura (art. 36, III), e afirma que na mencionada entrevista, “o Ministro Relator demonstrou ter entrado em contato com todas as partes interessadas – o SC Internacional inclusive, e “antecipou seu julgamento sobre um processo que nem havia sido ajuizado e muito menos chegado às suas mãos”.

• Como não houve publicidade dos atos do processo (inclusive da ordem para a CBF alterar o registro do atleta), a decisão do ministro seria nula.

• Pede que seja encaminhado novo ofício para a CBF, determinando que deixe de praticar qualquer ato decorrente de ordem declarada nula.

• Não é cabível a utilização do Habeas Corpus para o caso na medida em que não há efetiva violência contra o direito de ir e vir da pessoa. Por isso que o TST permite o uso do Habeas Corpus quando a pessoa estiver presa.

• O embasamento do Ministro para justificar o cabimento do Habeas Corpus não procede. Antigamente, de fato o Habeas Corpus era utilizado  em qualquer caso de restrição à direito fundamental. Contudo, desde o surgimento do Mandado de Segurança, em 1934, o Habeas Corpus deixou de ter esse funcionamento. Hoje, o Mandado de Segurança serve para violação dos direitos fundamentais em geral, ao passo que o Habeas Corpus serve apenas para os casos de violência contra a liberdade de ir e vir.

• O ministro relator também usou como base para sua decisão um precedente do Supremo Tribunal Federal. No entanto, este precedente tratava de uma situação totamlente diferente, da época da Ditadura Militar, na qual cidadãos presos em flagrante eram punidos com a suspensão do exercício da profissão. Ou seja, na época, o uso do Habeas Corpus também estava vinculado a situação de pessoas presas.

• O próprio TST somente admite o uso de Habeas Corpus para os casos de restrição ao direito à locomoção por prisão. Logo, como não é esse o caso do jogador, não era cabível o Habeas Corpus, e em não sendo cabível deve ser exitnto.

• O TST ainda não tem competência para julgar o caso, conforme o Ministro Renato Lacerda Paiva reconheceu, na Ação Cautelar movida pelo jogador. Apenas depois de encerrado o julgamento pelo TRT (onde ainda resta o julgamento de um recurso do próprio jogador) é que o TST teria competência no caso.

• Não há violação ao direito de ir e vir do jogador, pois a liberdade de trabalho permite à pessoa escolher exercer livremente sua profissão, “mas não confere a prerrogativa de descumprir contratos e compromissos livremente assumidos, e que, conforme decisão judicial de cognição exauriente, sejam declarados válidos. ”

• A Lei Pelé afirma que o pagamento da clausula penal é requisito para a extinção do vinculo desportivo. Ou seja, o vínculo só é rompido DEPOIS do pagamento eficaz e correto da multa.

• O São Paulo não quer impedir que Oscar trabalhe, pelo contrário, quer que ele lhe preste serviços e cumpra o contrato. No caso, é o proprio jogador que não quer cumprir o que assinou, não sendo possivel falar em ofensa ao direito de trabalhar, mas sim na impossibilddade do atleta descumprir contrato, o que só poderia ser feito mediante pedido de demissão junto com o pagamento da multa, o que jamais foi feito no processo.

TST – Peticao1

1.198 respostas a São Paulo entra com recurso para impedir Oscar de jogar no Inter. No documento, clube questiona isenção do Ministro Caputo Bastos

  1. Cesar disse:

    “Pobre menino bobo”, sobre o caso Oscar — excelente, vejam :
    .
    http://blogdopaulinho.wordpress.com/2012/05/07/pobre-menino-bobo/

    • João Alves disse:

      Mais um desinformado.
      A questão é salarial e foi afirmado desde o início. Agregou-se a isso o aliciamento, mas o principal sempre foi o salário.
      O SPFC fez um contrato de 3 anos quando ele era menor de 16. Esse é o tempo máximo que a Lei Pelé permite. A partir dos 16 esta mesma lei diz que o contrato pode ser de até 5 anos. O Oscar já havia cumprido 1 ano do contrato de 3 anos e aí o SPFC propôs um novo contrato pra segurá-lo por mais 5 anos. Aí é que o SPFC falhou. Neste novo contrato, o São Paulo ofereceu um salário MENOR do que o Oscar estava recebendo. Veja bem: tentaram engrupir o guri REBAIXANDO o salário.
      Como o Oscar é mais esclarecido que a média dos jogadores de futebol, percebeu a falcatrua. Óbvio que o advogado ajudou, mas quem vacilou foi o SPFC. Ou ninguém lembra que em 1a instância ele ficou LIVRE e nem multa precisava pagar?
      A mesma justiça que agora deu ganho para o São Paulo, inicialmente deu ganho para o Oscar. Se o SPFC tivesse feito tudo corretamente já teria vencido desde o início.
      O pior cego é o que não quer ver.

      • josé Godoy disse:

        Caso o jogador fosse um jogador comum sem tanta badalação, esse caso nem seria de conhecimento público, mas, o São Paulo investiu e formou o jogador e não houve aliciamento, pois seus pais concordaram com o contrato; o que aconteceu foi o olho grande do seu empresário, que com sua visão de negociador viu um meio de ganhar dinheiro fácil, pois ele mesmo já declarou que não ganha com o salário ou outra renda do jogador, ele ganha sim com transações, e foi aí que começou as acusações de que seria aliciamento; quando há a ganância do dinheiro rápido existe o interesse. Ele assinou o contrato e deve cumprir, e o São Paulo como formador do jogador deve ser ressarcido financeiramente, e esse empresário já foi demitido pelo Ronaldinho Gaúcho, Kaká, e mais alguns jogadores que no momento estão jogando no exterior.

  2. Márcio Augusto disse:

    Incendiááááááário

    Que coisa curiosa que está acontecendo: o ministro torcedor concede um ABSURDO Habeas Corpus, na Justiça do Trabalho, como se o jogadorzinho Oscar estivesse cerceado no seu direito de ir e vir, pasmem. O clube aproveitador, diante da decisão do ilustre ministro torcedor, coloca todo feliz o mercenariozinho para jogar no final de semana, entretanto, como quem tem consciência de que se apropriou indevidamente de algo, o Interregional está com medinho de colocar o produto do roubo em exposição e vir o verdadeiro dono e tomar as medidas cabíveis ou outros possíveis interessados, se é que vocês me entendem. Portanto, está formada a confusão.Será que o Interregional vai pagar para ver? Vamos esperar. Entanto isso, Juju se delicia, apreciando a novela de longe, mas nem tanto!

    Grande abraço!

  3. joao disse:

    Amigos, como juiz federal me sinto no dever de explicar o caso aos leigos e aqueles que mesmo esclarecidos não querem enxergar a verdade.
    O Oscar está neste momento no BID como jogador do Internacional, e somente isso que importa para ele entrar em campo pelo Inter, não importa se ele tem contrato com o São Paulo, com o Inter, ou até mesmo se não tem contrato… os direitos do trabalhador e do empregador, a justiça comum decide. Caso fosse diferente disto, metade dos clubes perderia pontos ou coisas parecidas.
    Logo, essa discussão nova que o São Paulo está propondo, é uma maneira de agir sem que isso enseje má fé judicialmente, porém juridicamente falando, o clube está zombando da CBF e se aproveitando da pouca prática dos juristas que lá estão… assim prefiro acreditar, pois é meu dever na condição de funcionário público e cidadão honesto.

    Espero ter esclarecido, e evitado futuras discussões desnecessárias e sem sentido.

    PS: não sou torcedor do internacional, muito menos do são paulo… para falar a verdade não vejo futebol, recem hoje resolvi ler sobre isso para entender porque tanta discussão e percebi o óbvio, fanatismo e dinheiro.

    • Paulo Cruz disse:

      Data venia, como um atleta profissional pode jogar sem contrato? O sr. afirma que ” não importa se ele tem contrato com o São Paulo, com o Inter, ou até mesmo se não tem contrato…(sic).
      E diferente do que o sr. afirma, também data maxima venia, a Justiça Comum não decide acerca dos direitos do trabalhador e empregador e sim a especial, trabalhista.
      E, aliás, já existe uma decisão de mérito no caso, e ela é única e assegura o vínculo jurídico com o clube original formador, o São Paulo, a outra é uma liminar, provisória e sem jurisdição de mérito.
      Assim, não creio que o clube do Morumbi esteja “zombando” da CBF, apenas reivindicando o que lhe é direito.
      E quanto aos juristas daquela entidade, muito embora não os conheça, certamente estão bem informados sobre o processo, e prudentemente não vão se bater contra uma decisão colegiada, de mérito, a única que julgou efetivamente o caso até agora.
      Resta evidente, e a imprensa esportiva denunciou fartamente isto, que o jogador, com o concurso de outros interessados, buscou romper as sua obrigações contratuais à revelia da Lei e dos direitos do clube formador, onde ficou se estruturando profissionalmente por 5 anos.
      Aliás, o único julgamento mérito efetivo até agora, com sentença de segunda instância, unânime, reconhece o pleno direito do São Paulo como clube formador e restabelece com este o vínculo profissional originário do atleta.
      A sua defesa buscou se justificar na “plena liberdade de trabalho”, que não se aplica ao caso, visto que aqui se trata do “pleno cumprimento dos atos jurídicos, ou contratos bilaterais”, que tem gênese no “Pacta Sunt Servanda”, que informa todo o nosso ordenamento jurídico.
      Ah, mas o jogador pode romper o vínculo, dirão.
      Claro, desde que se submeta às cominações da lei e do contrato profissional.
      E o jogador buscou esta rescisão ignorando as cláusulas contratuais bilaterais, e até agora não teve sucesso, senão uma decisão liminar, provisória. Decisão proferida pelo julgador monocromático, sem juízo de mérito, visto que este só poderá ser analisado pelo colegiado da máxima corte de Justiça Trabalhista.
      Decisão incomum, controversa — como ilustra a manifestação do Procurador de Justiça Gaúcho, Lenio Luiz Streck, no link abaixo — em sede de habeas Corpus, incomum, e que perpetua uma instabilidade jurídica, não apenas para o clube envolvido mas para todas as associações esportivas com relação aos seus profissionais.
      .
      http://www.conjur.com.br/2012-mai-03/senso-incomum-habeas-corpus-jogador-oscar-exemplo-decisionismo

      • João Alves disse:

        Mas tá evidente que estão zombando da CBF.
        Como tu mesmo afirmou, o Oscar está amparado de uma liminar que, enquanto não for cassada, é o que está valendo. Pessoas com algum conhecimento jurídico sabem disso, mas o SPFC usa inúmeros artifícios para confundir os que tem com pouco ou nenhum conhecimento, pois o único objetivo é ver o circo pegar fogo, já que ainda não engoliram o que o Oscar fez e muito menos quando ele afirmou que “prefere ficar parado do que voltar para o SPFC”.

    • Paulo Cruz disse:

      E apenas para acrescentar, sou um modesto advogado, e julgo que os juristas que “lá estão” na CBF devem possuir uma boa prática jurídica, e muita prudência também, com é comum quando se trata de Justiça.

      • rubens disse:

        Por gentileza, reporte-se para resposta minha, a defender basicamente que o contrato trabalhista se acha prescrito desde o afastamento do jogador do clube SPFC, por razoes cujo merito passa a ser o menos relevante!Tudo o mais nao transforma um contrato rescindivel em contrato irrevogavel (a propria multa indica isso!

  4. Danti disse:

    Dois contratos = Perda de pontos + suspenção

  5. André Carlos da Fonseca disse:

    Prezado Birner, obrigado pelo seu texto. Quiçá todos os reporteres tivessem o bom senso de publicar matérias controversas fidedignas aos fatos. Brilhante também sua idéia de disponibilizar o Agravo Regimental no site, pois o torcedor leigo pode ter uma idéia do teor jurídico da discussão, em que pese a liguangem rebuscada utilizada.
    Tomei até aliberdade de disponibiliza-la no meu facebook para ler a opinião dos meus colegas juristas.
    Como profissional, a decisão do Des. caputo é incongruente com diversos conceitos e determinações do nosso ordenamento e, como dito por alguns colegas que comentaram aqui, poderão causar enorme insegurança juridica relacionada à matéria discutida.
    Como torcedor Tricolor, espero que o garoto O$cariotes possa viver sua carreira bem longe do Morumbi. Abraço e parabéns.

    • A propósito de os fatos relatados envolvendo o atleta OSCAR, esclareço que acompanho havia tempo a pendenga judicial que se instalou entre as partes – spfc x OSCAR. Pois bem. No que concerne à notícia de que o aludido clube ingressou com Agravo Regimental junto ao TST, objetivando reverter (cassar) a liminar deferida em sede de “writ”, ou seja, Hábeas Córpus, “fiz o acento, em razão de sê-lo correto”, tenho absoluta certeza de que o supracitado incidente processual não deverá ser conhecido (juízo preliminar de prelibação) pelo Presidente de a Máxima Corte Laboral e, nem sequer, por seu Colegiado, isto é, reunião de os Ministros, em face de o time supramencionado não fazer parte de a relação processual, em se tratando de o remédio heróico – HC. Explica-se: Quando se impetra um Hábeas Córpus, existem três partes (figuras) envolvidas e/ou interessadas na ação. O impetrante, que é um advogado ou qualquer pessoa do povo; o paciente (no caso versado) o jogador OSCAR e o impetrado, q

      • continuação: e o impetrado que na espécie ventilada é o TRT – Tribunal Regional do Trabalho -. O Relator de o Hábeas Córpus, ao recebê-lo pode (faculdade), deferir a liminar, (se os fundamentos foram fortes e inequívocos de o constrangimento sustentado na impetração) sem ouvir a autoridade tida ou apontada como coatora, ou postergá-la (liminar) a fim de auscultá-la, isto é, receber as informações que julgar necessárias para melhor juízo de deliberação acerca de os fatos articulados na peça (petição) inicial. Como se vê, ao fácil, o rito de a ação do Hábeas Corpus envolve três partes – Impetrante, Paciente e Impetrado. Friso, entretanto, que há casos em que na seara da medida constitucional existe a figura de o Impetrante-Paciente (OSCAR), por meio de o seu advogado com instrumento procuratório (procuração) e mais o Impetrado. Em face de esses esclarecimentos, tenho que o spfc é parte ilegítima para figurar na relação processual em sede de Hábeas Córpus. Assim sendo, o Agravo Regimental terá seguimento negado ou nem sequer será conhecido. Campo Grande, MS, 100512. élder pereira corrêa.

  6. andre ramos disse:

    olha,tanto bafafá,mas o pessoal está esquecendo só de um detalhezinho…
    esse perrengue todo só está acontecendo por culpa do atleta.
    ele estava bem no Tricolor,até o seu “agente” requisitar módicos 30% dos direitos do atleta…
    com a lógica negativa do Tricolor,aí já virou tudo,o SPFC lhe devia,não era bem tratado e afins.
    não discordo do atleta querer jogar em outro lugar,ele tem todo o direito,desde que pague a rescisão contratual.
    e o Inter,se quer o jogador,pague um preço justo,não a piada que ofereceu.
    o SPFC está TÃO errado na história,que até agora o atleta ainda não se desvencilhou do caso…agora hilário mesmo,são os colorados acharem que “ELES”valorizaram o atleta….
    ele não “virou”no SPFC porque não deu tempo,e ele já chegou titular no Inter?
    e o Inter quis o jogador por que ele era um perna de pau?

    • João Alves disse:

      Hilário mesmo é tu afirmar que o valor oferecido é uma piada.
      9,5 milhões de reais será a maior transação interna da história do futebol brasileiro, maior do que a merreca que o SPFC recebeu pelo Kaká.
      Se os tricolores do Morumbi tivessem um pouco mais de massa cinzenta no cérebro, poderiam usar essa grana pra segurar o Lucas (que é melhor que o Oscar), porque ele tá louco pra abandonar essa canoa furada.

      • andre ramos disse:

        hahahaha
        João meu caro….qto vc acha que o Inter vai pedir na venda do Oscar?15 milhas?
        é porque,vc não acha mesmo que o propalado “amor” do atleta por vcs, é verdadeiro né meu chapa…..dura até o primeiro que esfregar uma grana,maior que o “agente” dele deu a a ele p/ abandonar o barco Tricolor
        filhão,o cara é bom isso não se discute,só é mal carater,mas é bom,se fizer uma boa olimpíada,ele não fica aí no Inter nem até a copa….e no mínimo sai por uns 30,35 milhas,e vc quer(tendo contrato conosco AINDA)que aceitemos os 9,5 que nos oferecem?
        pode ser bom negócio p/ vc e p/ toda torcidinha colorada, só….

        • João Alves disse:

          Mas o SPFC perdeu o cara. Esse valor não condiz com a realidade. Além do mais a multa nos contratos são diferentes para clubes brasileiro e estrangeiros. Se o Inter pedir 30, 35, será para um europeu, aqui o valor é bem mais baixo.
          Sobre “amor” realmente tem colorados afirmando isso, mas eu não me incluo nessa. Acho que o Oscar é profissional e gosta do seu atual clube, apenas isso.
          Mau caráter é o SPFC. São vários exemplos e vou citar apenas 1: Miranda.

          • andre ramos disse:

            já sei,o caso do aeroporto?
            e por que ele não quis ir p/ o Inter?
            ele era cria daí?não….já tinha contrato aí? não…
            e nós o roubamos?
            o Dagoberto?
            o rolo dele era com o Atlético,não o aAtlético conosco….
            queria sair e saiu….
            o Oscar quis sair e saiu,mas quis sair com contrato vigente..daí o rolo..
            quem mais….o André Dias?
            ele assinou conosco….
            ele perdeu a causa(tinha semelhança com o caso do moleque Oscar)o SPFC e Goiás se acertaram….
            o Guinãzu? velho….esse se foi da forma como foi dito,aí realmente foi uma cagada,assumo…procurar o jogador só,foi burrice,concordo plenamente…
            mas os outros casos não vejo maiores problemas….
            se o Lucas quiser ir p/ o curintinha…o que podemos fazer?
            vá e…não volte…..
            vá pague a multa rescisória,ou então espere o contrato acabar e saia de graça,assim como ocorreu com o Miranda….saiu na faixa…..

  7. Wagner disse:

    Só para constar aos amigos colorados que dizem que o O$car se valorizou no Inter, basta ver como estão os jogadores do SP da mesma safra:
    Lucas – oferta de 20MM Euros Chelsea
    Casemiro – oferta de 7 MM Euros Internazionale
    Oscar – nenhuma oferta.

    ????? Quem se valorizou?????

  8. PAULO disse:

    O cara tem contrato e querer rescindir é um direito dele, mas TEM QUE PAGAR MULTA RESCISÓRIA, não é preciso ser Ruy Barbosa ou Clóvis Bevilacqua pra saber disso. O Oscar é um sujeito sem alma, não demonstra vontade própria e o seu empresario Giuliano Bertolucci é laranja do Kia Jorabichian, precisa dizer mais alguma coisa?

    • João Alves disse:

      Vou te falar uma notícia aqui em primeira mão: o Oscar já tentou pagar a multa.
      Avisa pro teu presidente, Jumental Jumêncio, que são 9,5 e não 17.
      E ó, avisa rápido porque em dez/2012 o contrato do SPFC com o Oscar se encerra e aí ele será do Inter di grátis.

      • andre ramos disse:

        João…de novo….!
        afirmar que o Oscar “tentou”,pagar a multa,vc é um brincalhão…..
        se fosse ao contrário…vamos lá…..
        o Inter iria aceitar a oferta?
        se o Damião,rompesse UNILATERALMENTE com o Inter…
        eles aceitariam?
        por que a primeira(mero teatro)foi de 8 milhas…
        aí o “agente” do atleta iria dar + 2….=10 milhas…..
        o valor do atleta é, vendendo ele muito barato,uns 20,25 paus…
        e aí?vc acha mesmo que o “ACORDO” que nos ofereceram é negócio?
        qto a saída “de graça” vamos ver…pode até ocorrer,pois, da justiça brasileira espera se tudo….
        pode ser que não tbem…iremos até aonde nossos direitos permitirem….

        • João Alves disse:

          A diferença é que para levar o Damião a multa é elevada, pois ele recebe um alto salário. O São Paulo deixou a bola picando quando decidiu rebaixar o já baixo salário que o Oscar recebia, daí, sinto muito, mas a multa tem que ser compatível com o salário.
          9,5 é um valor justo. Te desafio em mostrar uma transação entre clubes brasileiros em qualquer época com valor superior a isso.
          Além do mais, se um jogador do Inter saísse daqui unilateralmente e dissesse em rede nacional que não quer voltar, eu acharia ótimo a direção aceitar e fazer um acordo.
          Se a oferta fosse 1, 2 milhões, ok recusar, mas quase 10? Os são-paulinos são iguais ao Juvenal: querem que o Oscar se exploda!

          • andre ramos disse:

            João….vamos brigar…rsrsrsrs
            eu não quero o Oscar…e acho que a maioria tricolor pensa da mesma forma…
            só não quero que saia na mão leve…
            bicho,jogador falou mal do SPFC morre pra mim,pode ser o craque maior,ou um ídolo….
            se Raí o fizer,adeus negão,acaba o moral do cara comigo….
            qto ao moleque,só de forçar a barra,já era….só que ele esquece que só apareceu p/ o fut,por meio do SPFC…por mais ninguém…aonde surgiu?
            apareceu aonde?
            isso não significa que ele não pudesse ser um ídolo em outra equipe,não tem nada a ver,mas só de cuspir no prato que comeu,já me basta….então vendo por este lado,a maioria da torcida tricolor vai mais é querer que ele se ferre mesmo….

  9. Rodrigo Schiavo disse:

    Vamos ser racionais, Se o Sao Paulo perder que eu acho que nāo vai, a nāo ser que sejamos o pais da impunidade e nāo sem lei, pois alguns ignorantes falam que nāo temos lei, temos sim e ate demais, mais nāo se cumpre a Lei, nosso problema se resume a uma palavra “impunidade”.

    Entendam bem caso aconteça uma vitoria ridícula do empresario desse jogadorzinho sem compromisso com seu clube formador, “TODOS” REPETINDO TODOS OS CLUBES DE FUTEBOL NO BRASIL experimentarão desse gostos veneno do seu jogador formado na base do seu time de sair dele em troca de vantagens financeira e seu clube sem receber nada, vamos deixar a bandeira dos clubes de lado, e nāo que o internacional também vai provar do mesmo veneno e os clubes da Europa vāo adorar isso, excelente ferramenta criada pelo nosso judiciário de se retirar jóias do clube formador por nada, você sabe por que a diretoria do internacional nāo aprovou a atitude do presidente do inter? primeiro que sera um tiro no pe, segundo que foi erro de administração trazer em pauta esse tipo de desgaste, resumindo falta de planejamento, e péssima estratégia de se tirar um jogador de um clube de futebol. vamos ser razoáveis ou colheremos dessa arvore que foi produzida de uma semente maldita!!!

  10. paulo disse:

    oq sera qos torcedores de santos,corinthians,palmeiras tem a dizer a respeito porque todos esses sao inracionais sao paulinos doentes e cegos diante de uma verdade.nao querem o guri e nao deixam ele trabablhar

  11. paulo disse:

    sera q honramos tudo q falamos……

  12. carlão-Floripa disse:

    CHUPA BIRNER…

    CBF envia novo ofício, confirma registro de Oscar e meia pode jogar contra o Flu.

  13. Danti disse:

    Gozado, os gaúchos falam que a valorização do Oscar foi no Inter, digamos que foi, e daí?
    Se um individuo compra um carro roubado (sabendo que é roubado) e faz uma customização caríssima, ai a policia apreende o carro e devolve para o verdadeiro dono, será que este individuo vai cobrar o que gastou do verdadeiro dono? Vai ficar gritando que valorizou o carro e que agora tem que ser indenizado? Faça-me um favor, vão catar coquinho.

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